A linguiça grossa do açougueiro

Aqui perto de casa tem um mercadinho bem família. Daqueles que todos se conhecem, que ainda tem caderninho de fiados… essas coisas. O bom desse tipo de comércio é que você é sempre muito bem atendido e os funcionários fazem de tudo para os clientes ficarem satisfeitos. Nesse mercadinho, trabalha seu Osmar, o açougueiro. Ele é um coroa bem enxuto, brincalhão e solteirão. Imagino que deva ter seus 53 a 55 anos, mas com tudo no lugar.
Todas as vezes que eu ia ao açougue, seu Osmar era muito bem receptivo e, quando não tinha ninguém por perto, sempre me recebia com brincadeiras de duplo sentido:
– Vai levar uma linguiça da grossa hoje, seu Beto?

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De certa forma, eu gostava das suas brincadeiras. Então, ria e desconversava:
– Não, seu Osmar. Hoje vou querer somente um quilo de coxão mole.
Todas as vezes, era sempre assim. Era só eu aparecer, não ter ninguém por perto e lá vinha seu Osmar com as gracinhas:
– E hoje, seu Beto, quer uma PICAnha da boa?
Ele fazia questão de enfatizar a primeira parte da palavra, para ser bem sugestivo.
Eu nunca tinha reparado bem em seu Osmar, até porque sempre o vi por trás do balcão e com seu uniforme de açougueiro. Não dava para ter uma visão real de seu corpo. A única coisa que dava para perceber eram seus braços fortes, devido ao trabalho pesado no açougue, sua barriga levemente saliente, nada exagerado, e os pelos meio grisalhos que cobriam seus braços e se revelavam por baixo das golas e botões de suas camisas. Ele não era grande. Era um homem normal. Deveria ter por volta de 1.70 de altura e uns 75kg.
Naquele dia eu tinha acordado com o tesão aflorado. Já fazia uma semana que não trepava com Caio, porque ele tinha viajado a trabalho, então, estava subindo pelas paredes, com o cu sedento por umas boas roladas. Foi, então, que, ao ouvir a oferta da PICAnha boa, me aproximei do balcão, olhei em direção do cacete de seu Osmar e respondi:
– Seu Osmar, com a fome que estou aqui, sou capaz de levar sua linguiça grossa e essa PICAnha, pra ver se é boa mesmo.
Seu Osmar parece ter se assustado com minha reação. Eu nunca tinha falado com ele daquele jeito. Ele arregalou os olhos, franziu a testa e respondeu, quase engasgado:
– Está com tanta fome assim, seu Beto?
Fiz questão de passar a língua entre os lábios, morder o lábio inferior e falar numa voz bem safada:
– Quando estou com fome, seu Osmar, a linguiça tem que ser farta pra me saciar.
Nesse momento, percebi um cliente se aproximando, então, me recompus, fiz o meu pedido, seu Osmar me entregou e fui embora. Passei o resto do dia com a excitação promovida por aquela conversa. À noite, gozei bem gostoso, com um consolo grande socado no meu rabo, imaginando como seria sentir a pica do seu Osmar dentro do meu cu. Será que ele era tudo aquilo mesmo que aparentava nas suas conversas de duplo sentido?
No outro dia fui ao mercadinho. Não estava precisando de nada, mas precisava sentir a rola do seu Osmar no meu rabo; só assim pra me acalmar depois daquela conversa cheia de tesão. Para minha sorte, quando fui me aproximando do açougue, percebi que o ambiente estava vazio. Ao me avistar, seu Osmar abriu um sorrisão e já ia falar uma de suas gracinhas, mas eu me antecipei e falei:
– Seu Osmar, hoje quero um pedaço de nervo duro e, pra completar, uma quantidade generosa de leite bem grosso.
Percebi quando o coroa levou a mão no seu pacote, apertou, se aproximou do balcão, olhou para os lados e falou, baixinho:
– Tá falando sério, seu Beto?
Eu respondi, também, num sussurro:
– O senhor me atiçou tanto, seu Osmar, que fiquei muito curioso para experimentar sua linguiça, sua PICAnha, mastigar seu nervo e tomar seu leitinho.
Seu Osmar abriu um sorriso que não consigo explicar em palavras. Parecia uma criança recebendo um pedaço do seu doce preferido. Então, ele me faz um convite muito ousado, que nunca imaginei que viria dele:
– Vem aqui atrás do balcão, seu Beto. Aproveita que o mercadinho tá vazio.
Como um putão que sou, não exitei. Me esgueirei para trás do balcão. e me abaixei para ficar escondido. Seu Osmar desce a calça com a cueca de uma vez. A calça de seu uniforme era de elástico, o que facilitou a descida da mesma. Ao libertar seu caralho, ele olha pra baixo, encontra meu rosto e pergunta:
– Será que essa linguiça mata sua fome, seu Beto?
Eu fiquei pasmo. A vara de seu Osmar não era grande. No entanto, compensava em grossura. Aquilo não parecia real. Tinha o tamanho de uma linguiça comum, mas muito grossa. Eu sabia que aquilo rasgaria meu cu, literalmente. Abri a boca, dei uma lambida na cabeçorra, olhei pra ele e falei:
-Seu Osmar, essa linguiça é perfeita para a minha fome. O senhor vai me encher completamente.
Abri bem a boca, e engoli aquele trabucão, até a metade, porque para entrar tudo, precisaria de treino. Chupei com força, guardei sua pica na calça, me arrastei até a entrada do balcão, vi que não tinha ninguém, então me levantei, fui para a frente do balcão e perguntei:
– Seu Osmar, como faço pra levar essa linguiça inteira no meu rabo?
Ele se aproxima, toca minhas mãos que estavam sobre o balcão e fala:
– Seu Beto, nunca imaginei que o senhor era safado assim. Olha, o mercadinho fecha as 9 horas. Aparece aqui umas 10 horas e bate na portinha que tem lá nos fundos.
Falei com ele que estaria lá. Comprei qualquer coisa e fui para casa. Na minha boca, o gosto doce daquela pica maravilhosa. E, no meu cu, o frenesi de ser arrombado logo mais à noite.

CONTINUA…
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É isso aí amores. Querem saber como termina essa aventura? Vota e comenta, que virei postar essa foda maravilhosa com o açougueiro.

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