A primeira vez que eu dei o cuzinho

A primeira vez que eu dei o cu, foi com 22 anos. Eu fico pasmo com as pessoas de hoje em dia, fazendo sexo tão precocemente, sem responsabilidade, sem medir as consequências, indo no embalo dos outros, do funk, dos modismos…
A primeira vez que eu dei o cu, eu diria que foi quase uma foda santa, porque foi com o pastor da igreja que eu frequentava. Um homem maduro, negro, corpulento, entrado em anos (ou seria melhor dizer em “ânus”), era o tipo de cara que eu sonhava para me tirar o cabaço anal.
Eu estava cansado de bater punheta olhando revistas e filmes gays, cansado de enfiar coisas no meu buraco, tipo cabo de vassoura, dildos, bananas,cenouras, pepinos (daqueles menores) e outros objetos que lembrassem um pênis ereto.


Quando o pastor estava pregando, eu não conseguia desviar os olhos do volume da sua calça. Ficava excitado tentando imaginar o tamanho daquele caralho negro.
Acho que ele notou os meus olhares ousados. Certa noite, assim que acabou o culto, ele pediu para eu ajudá-lo a fechar a igreja. Meu cuzinho piscou, advinhando que alguma coisa boa iria acontecer.

Fechamos a igreja, ele me chamou lá nos fundos para tomar um refrigerante. Disse que mudaria a roupa pois estava calor e tinha suado aos cântaros durante a pregação.
O safado ficou nu na minha frente, a deliciosa pica negra dura, apontando para mim. Não consegui disfarçar meu encantamento:
-Nossa, o senhor tem um pau bem grande!
Ele sorriu, vaidoso e aproximou-se mais de mim.
-Gostou? Quer pegar?
Não esperei uma segunda ordem. Nunca havia segurado o membro de um homem. Grosso, quente, as veias saltadas, pingando mel transparente. Um cheiro irresistível de rola suada, cheiro de macho.
-Se quiser pode dar uma chupadinha, fica só aqui entre nós…
Era tudo o que eu queria. Nunca havia provado o sabor de um cacete. Meu coração parecia querer pular pela boca. Primeiro beijei a ponta, senti o gosto da baba, engoli a cabeça, mexia no saco peludo, brincando com aquelas bolas enormes.
-Nossa, você é bom nisso! Já fez quantas vezes?
-Essa é a primeira vez, eu sou virgem!
Aquela revelação foi como um detonador para o seu desejo, uma corrente elétrica que acendeu o seu fogo de macho desbravador. Arrancou as minhas calças e me jogou de quatro no chão.
-Vou enfiar o meu cajado na sua porta estreita, garoto!
Nem precisou colocar saliva, a baba do caralho serviu como lubrificante. Enfiou o cajado negro no meu buraco apertado, entrou com uma certa dificuldade mas entrou, primeiro a cabeça.
-Tira, ta doendo!
Em vez de tirar ele atolou a benga até o cabo. Senti seus ovos batendo em minha bunda. Era experiente porque ficou algum tempo parado até a dor passar e meu anel anal se acostumar com aquele volume grosso invasor.
-Ta gostando, minha putinha, tá gostando?
Dizer o quê numa horas dessas:
-Tô, mete mais, arranca esse cabaço de uma vez!
Ele bombou com força. Aquele cajado negro abriu-me as portas do paraíso. Aquele homem sabia foder um cuzinho no capricho. Não demorou a gozar, inundando as minhas entranhas com sua porra quente. Estava totalmente preenchido pelo esperma do meu primeiro amante.
Nos despedimos quase sem olhar um para o outro. Eu queria chegar logo em casa porque a gala estava vazando pelo furico, melando a cueca. Nunca mais o vi. Acho que ele mudou de igreja, com medo de que eu pudesse comprometer a sua reputação de pastor respeitado.
Louvado seja aquele cajado negro! Com ele eu descobri o prazer…

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