Aprendendo a putaria com o professor

Este é um conto independente, mas faz parte do universo dos contos “Sabe que jogar futebol nem era tão ruim?”, “Uma tarde na piscina” e “Na verdade, jogar futebol é ótimo!” que estão na minha lista de contos. Se gostar dos contos, comente e vote. A reação de vocês é a nossa satisfação!

Confesso que fiquei um pouco chocado com a revelação que o Jorge tinha assistido à minha transa com o Márcio. Ele, segundo me constava, era hétero e casado. Achava ele meio safadão e tal, mas não imaginava que a coisa chegasse ao ponto de ele se arriscar tanto. Perguntei ao Márcio se ele já tinha dado uns pegas no professor, mas ele negou. Segundo ele, quando percebeu que alguns alunos estavam usando o vestiário pra transar, ele arrumou um jeito de assistir e até rolava de dar uma certa proteção. Mas era só isso.

Fiquei surpreso, mas ao mesmo tempo excitado com a ideia de que aquele homão pudesse se excitar com os garotos transando. De toda forma, fiquei na encolha, mas passei a observá-lo mais detidamente a partir de então. Ele era aquele professor próximo dos alunos, que brincava com todo mundo e que não queria confusão. Confesso que toquei altas punhetas fantasiando como seria estar com um homão daqueles, mas isso parecia inatingível.

Passado algum tempo, iria haver uma campanha de vacinação e a direção da escola pediu voluntários pra ajudar a arrumar o local no sábado da campanha. Como sempre gostei de ajudar, me voluntariei e, no dia, cheguei cedo na escola pra ajudar. Fiquei surpreso com a baixíssima adesão dos alunos. Só mais dois apareceram e, como eram mais novos, foram colocados para orientar as pessoas no portão. Eu fiquei com os professores e funcionários fazendo o trabalho mais pesado. Arrastando mesas e levando caixas de um lado para o outro conforme as necessidades da equipe responsavel pelo trabalho. O Jorge, é claro, estava lá com seu conjunto adidas, de calças compridas, mas de jérsei, sempre com seu volume. Acho que muitas mães que foram levar seus filhos pra vacinar gostariam de ser “vacinadas” também.

A equipe foi minguando ao longo do dia e, no fim do expediente, a diretora pediu ao Jorge pra fechar a escola, pois ela tinha que sair. Ela me agradeceu o trabalho e me dispensou, mas eu me ofereci pra ajudar a arrumar tudo e a fechar. Não faltava muita coisa. Pode deixar que eu levo ele em casa. Disse o Jorge, para minha supresa. Ele trabalhou muito o dia inteiro, é o mínimo que ele merece. Falou, enquanto sorria pra mim. É verdade. Disse a diretora. Ele, na verdade, merece um prêmio por ser tão cooperativo. Sorrindo de volta para os dois eu poderia pensar em várias formas de ser premiado pelo Jorge, mas resolvi só sorrir de volta.

Todos saíram e o Jorge me pediu pra trancar o portão. Arrumamos as poucas coisas que faltavam e trancamos as salas, passndo um pente fino na escola pra garantir que tudo estava vazio e apropriadamente fechado. Tá muito calor. Que tal um banho pra tirar esse suor? Perguntou o Jorge. Apanhado de surpresa, não sabia bem como reagir àquele oferecimento. Eu… eu não tenho roupa pra trocar. Falei, quase gaguejando, meio nervoso.

Bobagem, é só pra refrescar. Mas eu tenho roupa limpa no meu armário. Posso te emprestar. Acho que a minha roupa cabe em você. Já tá todo grandão, pelo que eu sei. Ele falou olhando pra mim, sorrindo e piscando o olho. Eu senti minha cara ficar vermelha e disse ok, virando o rosto, morto de vergonha. Fomos andando para a quadra de educação física, ele foi na sala dele pegar as roupas, toalha e sabonete. Para minha surpresa, não fomos para o vestiário, mas sim para um banheiro pequeno que ele tinha ao lado da sala. Sala era forma de dizer, na verdade era um depósito do material das aulas que tinha uma mesa, cadeira e armário. Mas, como grande luxo, tinha um banheiro privativo, onde ele podia tomar se arrumar com calma. A limpeza do local, no entanto, devia ser a mesma do vestiário, porque o cheiro era o mesmo: mijo, suor e sabonete barato, o que já me trouxe lembranças e fez meu pau começar a subir.

Ele entrou na sala e começou a tirar a camisa. Ver aquele homão tirar a roupa na minha frente foi me acendendo e senti meu pau ficar totalmente duro. Era 1,85 de macho pra gay nenhum botar defeito. Ele tinha o corpo de quem já malhou bastante, mas que está mais relaxado. Então aqueles musculos torneados estavam com um pouco mais de volume e tinha uma pequena barriguinha. A pele escura brilhava levemente por conta do suor. Ele continuou e tirou os tênis e meias e, em seguida, a famosa calça adidas e meu coração quase pulou do peito. Ele estava usando uma sunga de praia também adidas branca, que deixava muito pouco pra imaginação. O volume dentro daquilo era uma coisa de louco.

Percebendo minha adimiração, ele comentou: eu prefiro usar sunga do que cueca porque fica mais confortável. Eu, que não tinha percebido que estava encarando o pacote dele direto, olhei para ele totalmente sem jeito e ele sorriu pra mim. Não vai tirar a roupa? Perguntou. E deu o golpe de misericórdia. Baixou a sunga, livrando aquela mamba negra. Eu suspirei tão fundo que devo quase ter acabado com o ar naquela sala. Aquele pau era hipnotizante de tão lindo: grande, grosso, pesadão. Ele quase demandava que você se ajoelhasse e o adorasse.

Meu pau doía dentro do meu short. Eu fiquei com vergonha e me virei e comecei a tirar a camisa. Tá muito calor mesmo, né? Falei, tentando preencher aquele silêncio. Quando tirei os tênis e meias, olhei de relance pra ele e vi que ele não tirava os olhos de mim e sorria com a minha falta de jeito. Juntei as minhas forças e resolvi provocar, então. Fui tirando o short, fazendo ele descer devagar pelas minhas coxas. Eu o dobrei e me abaixei para colocá-lo sobre a cadeira. Sabia que ficava bem com aquela cueca preta, em contraste com a minha pele mais clara. Ela tinha elastano, então ficava bem grudadinha, valorizando minha bunda grande. Em seguida, abaixei a cueca bem devagar, revelando minha bunda com marquinha de sunga. Agora foi a vez dele emitir um barulho, algo que me pareceu um assobio. Olhei pra ele e vi que seu pau estava quase em riste. Foi a minha vez de sorrir. Cada vez mais quente, né? Falei pra zoar com ele.

A reação dele foi se virar sem jeito, fingindo procurar algo na mochila. Se você quiser, pode ir primeiro, ele falou. Eu entrei no box e abri a água, que caiu gelada, me fazendo emitir sons de satisfação. Fiquei alguns minutos debaixo d’água, me refrescando e notei que não havia sabonete ali. Comecei a me virar pra pedir que ele me emprestasse e o vi ali, parado, a poucos passos de mim, já com o sabonete na mão. Seu pau, já totalmente duro. Me virei totalmente e o encarei. Ficamos os dois nos comendo com os olhos e com os paus totalmente rígidos, como prontos para a guerra. Ele ainda parecia se segurar. Eu tinha que fazer alguma coisa.

Eu tô sem sabonete. Você pode me emprestar o teu? Peguntei pra ele. Sem dizer nada, ele me estendeu o sabonete. Eu não me mexi pra pegar e ele ficou com uma cara de dúvida, sem saber o que fazer. Você pode me ensaboar? Joguei a isca decisiva. Os olhos dele brilharam e, sem dizer nada, ele se aproximou mais e começou a passar o sabonete no meu peito, braços, abdomen. Olhou fundo nos meus olhos e segurou o meu pau, espalhando a espuma. Aquela mão enorme segurando no meu pau e fazendo movimetos lentos de vai e vem me causou arrepios pelo corpo todo.

De repente, ele parou. Eu abri os olhos e olhei pra ele, que me encarava com um sorriso. Agora faltam as costas. Ele disse. Eu sorri com o canto da boca e me virei. Colocando as mãos na parede. Ele começou a me ensaboar a cabeça, o pescoço, ombros, axilas (o que me arrancou risadas por conta das cócegas) e começou a descer pelas costas. Senti que ele parou. Olhei para trás e vi que ele adimirava minha bunda, não tirava os olhos. Dei uma leve empinada e ele ficou louco. Segurou as duas nádegas com força, massageando e espalhando a espuma. Lentamente, ele foi afastando as nádegas e senti seus dedos grandes escorregarem com espuma pelo meu rego, tateando em busca do meu cuzinho. Eu gemi alto e empinei ainda mais a bunda em resposta, e ele ficou vários minutos ali, ensaboando e enxaguando, alternando os dedos, massageando meu anel.

Eu já estava completamente entregue. Aquele homem podia fazer o que quizesse comigo, mas ele parou de novo e eu olhei pra ele. Agora é a minha vez. Ele falou e me entregou o sabonete. Eu não perdi tempo e, ousadamente, o virei de costas. Ele pareceu achar graça e virou e apoiou-se na parede como eu havia feito. Eu fui fazendo da mesma forma: cabeça, pescoço, quando passei nos ombros, espalhei a espuma enquanto fazia movimentos de massgem, o que lhe arrancou um gemidos de aprovação. Fui descendo pelos braços, que pareciam umas toras musculosas e comecei a descer pelas costas. Não sabia qual seria a reação dele. Se ele iria bancar o ativão do tipo: ninguém toca na minha bunda. Acumulei bastante sabão nas mão e toquei sua bunda bem de leve, espalhando a espuma. A resposta dele foi empinar mais um pouco, me sinalizando que o caminho estava livre. Encorajado, fui deslizando os dedos pelo rego, sentindo o calor daquela área e espalhando espuma, enquanto passava os dedos pelo seu cu. Ele dava gemidos baixinhos.

Ele decidiu que já era suficiente e se virou, me deixando estupefato com aquela visão tão próxima. Comecei o trabalho de novo por cima, ensaboando seu pescoço e peito. Aproveitei para dar umas torcidinhas em seus mamilos, o que fez com ele desse um gemido alto, fui descendo pela sua barriga. Olhei bem em seus olhos e depois olhei para o seu pau. Uma verdadeira viga marrom de seus 22 cm, perfeitamente cilíndrica, com uma profusão de veias pelas laterais, a cabeça exposta como um capacete, meio arroxeada. Da ponta, o líquido seminal que escorria mostrava que estava agradando. Completando o quadro, um sacão com duas das maiores bolas que já havia visto. Os pentelhos bem aparados.

Segurei firma aquela tora de carne, o que o fez chegar um pouco para trás, meio assustado. Eu ri, com a súbita demonstração de vulnerabilidade. Não ia ter molezinha comigo. Continuei a espalhar a espuma com movimentos lentos, porém firmes e fui descendo pelas suas coxas, que pareciam duas colunas de prédio. Como já estava meio curvado, fiquei de joelhos para facilitar o trabalho. Terminei as pernas e voltei para mais um round naquela pica e ensaboei bem, enquanto fazia movimentos lentos de vai e vém.

Suas mão deslizaram pela lateral da minha cabeça, fazendo-a virar pra cima e encará-lo. Entre nosso olhares, aquele pau se destava. Ele não fez nada. Só desligou a água e me encarava sério. Eu fui me aproximando daquele pauzão como que atraído por magnetismo. Já estava perto suficiente para sentir o cheiro do sabonete lux misturado com aquele cheiro característico de pica. Todos os pelos do meu corpo se arrepiaram e eu abri a boca e envolvi a glande num grande beijo babado e quente. Senti suas pernas tremerem, enquanto ele fazia: aaaahhhhhhhhhhh.

Comecei a afundar a cara naquela pica, um dos meus maiores desafios até então. Como era descomunalmente grande, não era fácil engolí-la toda. Fiquei naquele movimento combinado de punheta e chupada até a metade, enquanto também massageava o saco e a área entre o saco e o seu cu. Sentia seu pau babando profusamente na minha boca e queria provar seu esperma. Queria esvaziar aquela mamadeira de leite quente pra mim. Comecei a acelerar, mas ele me fez parar e levantar. Seu olhar estava meio indefinido, ele parecia meio fora de si.

Ah, garoto. Como fantasiei com esse momento! Ele falou enquanto se ajoelhava na minha frente a abocanhava meu pau com uma ferocidade que quase me derrubou. Eu não conseguia articular palavras. Só gemer. Ele engolia o meu pau inteiro, apesar de lhe provocar algumas ânsias. Aparentemente, ele estava há algum tempo ansiando por aquele tipo de contato. Tudo estava muito intenso e eu tentei fazer com ele levantasse, mas ele segurou minhas mãos, continuou a chupar freneticamnete e ainda levou as mãos à minha bunda, insinuando um dedo melado no meu cu. Aquilo foi demais pra mim e explodi em gozo na sua boca, gemendo muito alto. Ele ia engolindo todo o meu esperma, parecia com fome. Apertava meu pau pra tomar as últimas gotas.

Eu estava de pernas bambas e quase caindo, mas ele logo se levantou e me beijou, cheio de fogo. Aquele beijo feroz me deixava quase sem ar, podia sentir o gosto da minha porra em sua boca. Ele estava totalmente ensandecido e me virou de costas e me abraçou por trás, colando o seu corpo no meu, chupando minha orelha e pincelando o pau no meu cu. Antes que eu pudesse falar alguma coisa ele começou a descer com a língua pelas minhas costas, me arrepiando todo. Ele se ajoelhou e abriu minha bunda com as mãos. Me senti totalmente exposto, mas empinei a bunda, convidando-o a avançar. Ele caiu de língua e lambia o meu cu em todos as direções. Eu gemia alto e balbuciava palavras desconexas.

Ele se levantou de repente, afastou algumas coisas de sua mesa, deitou-se e falou: Venha aqui. Seu tom era de ordem, daqueles que não se questiona. Eu fui andando pensando que já era pra sentar naquele pau, mas ele fez um gesto em direção ao seu rosto e falou: senta aqui. Então era isso. Ele queria repetir o que eu fiz com o Márcio naquela vez que ele assistiu, o puto. Me posicionei e fui descendo na sua cara e logo ele me segurou pela cintura e passou a comandar tudo. Sua língua passava em toda á área do meu saco até o meu cu, que ele praticamente comia com a língua. Meu pau já estava totalmente duro de novo e babava em seu peito. A sensação era muito excitante. Estava completamente à mercê dele e de seus desígnios.

Quando ele falou pra eu sentar no pau dele, reuní minhas forças e pedi que ele esperasse. Se eu seguisse naquele ritmo ela iria me machucar muito. Jorge, você precisa se controlar um pouco, se você meter em mim com essa fúria, vai ser difícil pra mim. Ele pareceu meio supreso, mas me deu um sorriso terno e falou: É verdade. Pode deixar que vou com mais calma e vou me controlar.

Nos levantamos e ele me colocou de pé, apoiado na mesa. Me abraçou por trás, ficou acariciando meus peitos, beijou meu pescoço e ficou pincelando a pica no meu cu. Você quer a piroca do tio Jorge nesse cuzinho, quer? Ele ficou provocando. Quer esse piruzão preto nessa bundinha branca? Fala, pede piru, pede?

Eu, completamente rendido e enlouquecido com aquelas provocações, empinava cada vez mais a bunda e implorava. Mete, mete gostoso essa pica em mim, vai. Ele encaixou a pica no meu buraco e começou a empurrar devagar. Estava tão melado de baba que foi entrando fácil. Ele foi tão devagar que não doía, mas eu ia sentindo a expansão que ele provocava. Pensei que estivesse gozando, mas era só baba. Meu pau babava tanto que já tinha uma linha até o chão. Ele empurrou os últimos centímetros e quase me faltou ar. Nunca havia me sentido tão expandido, tão preenchido antes. Ele parou um pouco e perguntou se eu estava bem, se eu queria parar. Eu pedi um tempinho pra me acostumar, mas logo comecei a empurrar a bunda pra trás, fazendo movimentos ritmados, rebolando em seu pau e sentindo seus pentelhos fazendo cócegas no meu cu.

Ele percebeu que tava tudo bem e começou a socar devagar e foi aumentando o ritmo conforme ele ia me sentindo responder às suas investidas. Depois de algum tempo eu já estava achando que ia gozar de novo, quando ele me pede pra mudar de posição. Tirou o pau de dentro de mim e eu me senti subitamente vazio. Ele me colocou deitado sobre a mesa e eu, institivamente, abri as pernas. Ele sorriu com a minha reação totalmente entregue, encaixou o pau e meteu quase de uma vez. Meu o cu já aquecido o recebeu facilmente e ambos gememos profundamente com as sensações. Cuzão gostoso da porra esse teu, Marquinhos! Todo arrombadinho pela piroca do tio Jorge. Vai dar esse cuzão pra mim sempre que eu quizer? Ele perguntou, me provocando.

Minha resposta foi cruzar minhas pernas em suas cintura, fazendo-o me penetrar ainda mais profundamente. Meu pau babava ainda mais e ele limpou o excesso com a mão e a lambeu. Em seguida se debruçou sobre mim e começou a chupar meus peitos enquanto começava a socar meu rabo de novo. Aquela sensação toda: calor, pau entrando e saindo do cu, a boca no meu peito, começaram a me provocar um calor interno crescente. Sentia algo muito quente no cu e começou a irradiar pelo meu pau. Sentia me esperma quase fervendo e se preparando pra sair e o senti jorrar ao mesmo tempo em que um tremor se espalhava pelo meu corpo todo e sentia como se algo explodisse em meu peito e minha cabeça. Com a intensidade daquele orgasmo, tranquei o cu automaticamente, o que levou o Jorge além de seus limites e pude sentir que ele jorrava seu esperma quente bem no fundo do meu rabo, quase gritando de prazer.

Acho que cochilei um pouco e, quando acordei, ele resonava em cima de mim. Seu pau ainda encaixado no meu cu. Me mexi de leve e ele acordou e me olhou sorrindo. Tirou lentamente o pau, que de tão grande, fez um pequeno som de estalo ao sair. Ele riu baixinho, mas agora ele parecia meio incomodado, envergonhado. Marcos, você não imagina o bem que isso me fez, cara. Mas se alguém souber disso, minha vida acabou. Ele falou quase num tom de desepero.Jorge, pode ficar tranquilo. No que depender de mim, isso aqui fica só entre nós dois.

Ele me mostrou a janelinha de ventilação pela qual ele podia ver todo o vestiário masculino e falou que o Márcio o flagrou uma vez observando-o enquanto ele tocava uma punheta. Foi depois disso que ele combinou pra ele assistir à nossa transa. Perguntei se ele não tinha medo do Márcio comentar, mas ele disse que pediu segredo e que ele era bem tranquilo.

Mas depois que eu o vi dando a bundinha pra você, falou o Jorge, eu fiquei louco pra comer ele também…

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