Brotheragem deliciosa com o policial

Dei uma sumida daqui devido a pandemia, inclusive nem respondi algumas mensagens que vocês mandaram (vou responder, sinto muito), cheguei a pensar que faltaria material para colocar aqui. Felizmente, não faltou HAHA. Rolaram algumas coisas, bastante movimento até, mas uma coisa em especial foi mais marcante e decidi contar para vocês. Espero que gostem.
Início de maio, as coisas já estavam bem diferentes em relação ao surto de Covid, e eu tentava levar a vida da maneira mais “normal” possível. Faculdade EAD, fiquei em casa sem ir pro

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serviço. Quarentena. Ia tudo nessa calmaria, um tédio e um tesão desgraçado, até que eu recebi uma ligação numa noite de semana. Era uma tia minha, extremamente nervosa. Mal conseguia formular duas palavras, implorando que eu ajudasse com alguma coisa.
Depois de tentar acalmá-la, o marido dela apareceu na linha e explicou o que tinha acontecido: meu primo tinha sido detido. Explicou que era um mal-entendido, que ele estava no lugar errado e na hora errada, mas tava com medo que alguma coisa acontecesse já que ele estava sendo “segurado” numa das cabines policiais.

Eu moro em favela, próximo a uma dessas, justamente a que meu primo estava. Meu tio perguntou se eu não podia passar lá só enquanto eles não chegavam, para poder esclarecer a situação. Acabei indo só pelo apreço e respeito ao meu tio e por acreditar na história que ele me contou. Ainda bem que fui.
Chegando na cabine, estavam umas três viaturas estacionadas, uns 5 policias pelo lado de fora conversando e uma movimentação lá dentro. Cheguei e expliquei meu parentesco e o porquê estava ali. Quando comecei a conversar com os policiais, era basicamente o que meu tio havia contado: meu primo estava rodando com uma moto roubada. Ele alegava que tinha pego emprestada com um amigo para ir na casa da namorada, e a polícia dizia ser mentira.

Passei um tempo conversando com os policiais, explicando a situação, a história sobre o meu tio e como meu primo podia provar a versão dele. Estava tudo até bem tranquilo, mas tinha um maluco grandalhão que parecia estar puto com meu primo e de certo modo comigo também. No meio da conversa ele levantou muito a voz, falou um monte, até ameaçou me prender também. Moro em comunidade desde que nasci, e sei que você não pode vacilar com policial, porque aqui as coisas acontecem e depois que eles procuram saber os fatos.
O cara era enorme. Eu tenho 1,88 de altura e ele era mais alto que eu. Com a farda e o colete, o cara parecia uma geladeira, tinha uma presença absurda. Moreno, rosto quadrado, e uma voz grave pra caramba. Eu só tentei acalmar os ânimos e rezei para os meus tios aparecerem logo, me amaldiçoando por ter aceitado ir tentar resolver um problema que nem era meu.

O cara estava puto, sério. Eu não fazia a menor ideia do porquê, mas ele era irredutível, ia prender meu primo, dizia que eu tava defendendo e era da mesma raça dele e os caralhos. Um dos colegas dele até interviu, falou com ele no canto. Meus tios chegaram e eu só vazei, já estava puto com o grandalhão e com receio dele ter me marcado ou algo assim.
Na mesma noite a minha tia ligou e explicou que tinham resolvido o problema e que meu primo já estava em casa. Realmente tinha sido só um mal entendido. Ela agradeceu e eu voltei pra minha quarentena.
Um mês passou e eu estava no supermercado. Aqui em Fortaleza tudo estava lotado, e enquanto eu esperava na fila, só senti aquela presença, coisa que não é normal quando na maioria das vezes eu sou o maior no lugar. Olhei para trás e lá estava o policial: à paisana, com uma cesta de compras na mão, provavelmente de folga. Fingi que não tinha visto ele — se é que isso é possível — e virei para frente. Pouco tempo depois sinto alguém cutucar meu ombro.
— Ei, você é o rapaz do incidente da moto roubada, não é?
— Sou, sim — eu não queria muita conversa, já imaginava que o cara seria problema.
— Foi mal por aquele dia, falei muita merda nada ver pra ti — fiquei branco.
Deve ter sido uma das coisas mais estranhas que já me aconteceram, um policial pedindo desculpas por um erro? Eu não tinha visto isso muitas vezes na minha vida. Nenhuma, na realidade.
Olhei novamente pro cara, dessa vez com calma. Parrudão, braços peludos, traços brutos, devia ter quase uns quarenta anos. Não era um cara bonito, mas passou um monte de coisas pela minha cabeça, todo tipo de fetiche militar pareceu vir a tona.
— Relaxa, tava todo mundo meio nervoso mesmo, acontece.
— Isso aí. Sou o João.
— Jefferson — na hora a moça do caixa chamou. — Valeu João, a gente se vê.
Não sei nem se ele respondeu de volta, saí tão atordoado pela situação que só passei minhas compras e me mandei para casa. Fiquei com aquilo na cabeça um tempão, só conseguia pensar em montar num cara grandão daquele jeito, fazer ele cavalgar. Como seria se ele usasse farda? Toda a atmosfera do fetiche mais a pandemia e o fato de eu estar na seca só pioraram o quadro. Mesmo assim, eu não tinha coragem nem condições de fazer qualquer movimento, tava de mãos atadas. Mas quando é pra rolar, rola.
Já na metade de julho, as coisas iam mais calmas, mas aqui na rua acabou por termos algumas surpresas. Chegou um morador numa das vilas de casas e ao que parece ele estava envolvido com tráfico, ou algo assim. A polícia colou, levou o cara e estava falando com os moradores, fazendo perguntas. Eu estava aqui em frente a minha casa, observando a operação quando vi o João. De longe você via, era quase uma cabeça mais alto que os outros policias. Ele olhou pra mim e começou a andar na minha direção.
— Boa tarde, Jefferson, né? — Fiquei bastante impressionado por ele lembrar do nome.
— Eu mesmo. Diga lá, cabo.
— A gente tá só fazendo umas perguntas de rotina sobre o acontecido ali na vila.
— Pô seu cabo, eu não sei de nada.
— Se preocupe não, eu vi que cê é um cara honesto, não vou te meter em situação nenhuma, quero só saber umas coisas simples — era impressionante, o cara ali na minha frente, testosterona pura, eu já com tesão pra caralho.
— Certo.
Ele começou a perguntar coisas simples mesmo, se eu via algum movimento na rua, se algo estava diferente, coisas assim. Ele em pé, fardado, e eu encostado num carro usando só um calção de jogo sem cueca e uma camiseta de basquete. Meu pau já tava meia bomba e a todo momento eu tentava ajeitar ele de uma forma que não ficasse tão aparente. Na terceira puxada eu acho que ele percebeu, olhou pro meu volume e depois olhou pra mim. Olhar sério, fixo.
Gelei, já tava pensando que ou ele ia dar outro acesso de raiva e eu ia ouvir pra caralho ou quem sabe o quê.
— Pronto rapaz, era só isso mesmo, tá liberado — ele fez uma pausa de uns dois segundos depois de falar e deu uma pegada com jeito no pau. Igual a ele, olhei pro volume e depois pra ele.
Ficamos nessa, um encarando o outro em silêncio, meu pau já realmente duro numa hora dessas.
— Tá com o celular aí? — nem pensei muito e só puxei o aparelho do bolso. Ele passou o número baixinho, bem rápido, fiquei até com medo de ter salvo errado. — Manda um zap — com pressa ele só virou e foi em direção aos colegas.
Entrei em casa nervoso, que sensação louca. Tesão a mil e uma ansiedade maluca. Fui checar o WhatsApp e tava lá a foto, ele e uma menina, devia ser a filha. Fiquei tão louco com toda a situação, bati uma punheta pensando em comer o policial brutão, só pensava em fazer ele gemer na minha rola.
A noite, quando consegui ficar mais tranquilo, mandei uma mensagem pra ele, só um “Oi, Jefferson aqui”. Fiquei esperando, pensando que ele já tinha desistido, mas ele me respondeu. Começamos a conversar, tiramos um papo legal. Ele disse que era casado, tinha dois filhos, mas curtia uma mão amiga com outro macho. Eu não sou o maior fã de só punhetar com outro cara, mas com um militar daqueles eu ia até só para assistir. Marcamos depois do serviço dele, eu ia esperar num ponto de referência e ele me buscava.
23h30 e eu tava na praça, pouca gente, e eu nervosão dele dar pra trás, desistir, ou coisa do gênero. Mas dez minutos depois colou um carro e ficou parado do outro lado da rua, pouco depois chegou a mensagem: “entra aí”. Entrei no carro, a adrenalina da situação no teto, e na hora eu vi que ele também tava nervoso.
— Opa, boa noite. Vamos pra onde?
— Boa noite — o cara tava todo arrumado, gola polo e os caralhos, o carro impregnado de perfume — Qualquer um serve.
Fomos a viagem toda em silêncio, parecia que eu era o Leandro, nervoso e inquieto. Quando entramos no motel barato, com umas cabines esquisitas, a situação caiu toda em mim. Caralho, eu e aquele maluco tesudo pra caralho tínhamos um tempão pra fazer umas putarias, porque eu não fazia nada? Entramos no quarto e eu tomei a frente e fui tirando a roupa. Porra, não lembro do meu pau ter ficado tão duro alguma vez.
O João ficou olhando e veio logo pra perto. Começou a me punhetar devagarinho, ainda de roupa.
— Sem beijo, beleza?
— Nem umzinho no meu pau? — ele olhou, pareceu pensar um pouco.
— Curto só a punheta mesmo e sarro.
— Então show, tira a roupa aí.
João tirou a roupa, e aí que eu fiquei com mais tesão ainda. O cara era parrudo, peludão. O pau médio, também peludo, as coxas grandes. Ele se aproximou novamente e voltou a me punhetar devagarinho. Fiz a mesma coisa e ficamos um tempo em pé, se curtindo ali na punheta.
Chamei ele pra cama e sentamos lado a lado. Abrimos as pernas e começamos a punhetar um ao outro, num ritmo bem lento. Cara, que tesão me dá nessas horas, porque parece que o cheiro de macho aparece do nada e toma o lugar todo. Tesão do caralho, comecei a passar a mão pelo peito dele e apertar o mamilo. Pensei que talvez ele reclamasse, mas a respiração do cara foi ficando cada vez mais ofegante.
— Deita aí — ele pediu.
Deitei de barriga pra cima, o pau tocando o umbigo, e ele veio por cima. Quando aquele cara enorme desceu e começamos a sarrar as pirocas, eu achei que fosse gozar ali mesmo. Tudo babado pra caralho e os paus se batendo. Ele se ajeitou de lado e começou a passar uma cabeça na outra, tava gostoso demais.
A gente naquela, mas eu queria que ele me chupasse, queria ter a visão pelo menos daquele cara enorme chupando um pau. Troquei as nossas posições e virei o corpo, de forma que o pau dele ficou na minha cara e vice versa. Fiquei ali, por cima, sarrando o pau na cara dele enquanto punhetava pra ele. Ele pegou meu pau, brincou um pouco com a mão, mas quando eu já tava desistindo senti aquele calor e a sensação molhada me envolver. Quase gozo ali mesmo, me controlei.
—Isso, caralho.
Enquanto ele chupava, eu fiz o mesmo. Comecei a brincar com o pau dele na boca e passar as mãos por aquele rabão. Peludo, carnudo, eu brinquei de todo jeito. Ficamos naquele 69 enquanto eu brincava com aquela bunda e ele nem ligava. Como eu vi a situação, saí da posição, sentei na cama e dessa vez não falei nada, segurei ele pelo pescoço e puxei em direção ao pau. Ele nem sequer reclamou e já desceu com a boca aberta, o rabo na cama empinado.
O tesão tava a mil, eu socando na boca do policial enquanto brincava com a bunda dele, e ele na punheta. O barulho da sucção me dava mais tesão ainda, e eu sentia que tava cada vez mais perto de gozar. Quando eu tava enfiando já o pau inteiro na boca eu senti o gozo vindo.
— Caralho, vou gozar! Deixa eu gozar na tua bunda? — o cara tava obediente demais, só ficou de bruços na cama e esperou.
Subi nele e sentei naquelas pernas, enquanto me punhetava com uma mão e mexia naquele rabão com a outra. Puxei uma das bandas e vi aquele cuzinho fechadinho, peludo, doido pra levar umas pirocadas. Passei o dedo e ele ainda naquela, calado, mas decidi não abusar. Um passo de cada vez.
Continuei a punhetar e tava cada vez mais perto.
— Vou gozar, vou gozar! — João empinou a bunda pra dar espaço para a própria mão que entraria no vão entre ele e o colchão, e começou a se masturbar rápido e com força.
— Goza que eu vou gozar também, goza nessa porra! — Nessa hora soltei uns seis jatos de porra quente e grossa pela bunda e costas do policial. Até abri a banda da bunda dele com a mão pra deixar aquele cuzinho com o rastro da porra que ele conheceria a fundo.
Depois de gozar joguei meu peso inteiro por cima dele, ficando com o pau mole encaixado naquela bunda e a boca na nuca dele.
— Tu ainda vai me dar esse cu — sussurrei.
Ele me olhou pelo canto do olho e ficou calado, ofegante. Depois de algum tempo nessa posição eu levantei e o João também, com uma mancha grande no colchão onde ele gozou, porra pra caramba. Nos arrumamos e ele me deixou na mesma praça, com a promessa de repetirmos a dose.
Espero anciosamente.

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