Comendo o Melhor amigo

Depois do enterro de Junior, eu evitei ver e falar com Henrique novamente. Para ser bem sincero, eu estava me sentindo péssimo por saber que Ricardo não gostaria nada de saber que eu estava de caso com seu irmão. Já doía bastante ter perdido Junior e não ter feito nada para ajudá-lo, porque simplesmente resolvi me afastar dele. Estava decidido a não perder mais nenhum amigo. Henrique me mandou algumas mensagens, mas eu não respondi. Ele deve ter entendido e parou de me procurar.

Sete Sensações Anestésico


Ricardo passou mais alguns dias lá em casa. Ele e Michele estavam firmes e fortes. Bill ainda andava bastante entristecido pelos cantos. Nada que eu ou Ricardo tentasse o animava. Resolvemos deixar ele em seu luto.
No final de semana seguinte, eu tinha acordado cedo e estava preparando café quando Ricardo entrou na cozinha.
-Bom dia.
-Bom dia – respondo-o.
Ele espera um pouco, mas logo pergunta.
-Então, você e meu irmão?
Ainda não tínhamos tido uma conversa propriamente dita depois que ele entrou no quarto e me pegou chupando o cu de Henrique. Eu esperava que ele simplesmente ignorasse e não falasse mais no assunto, mas não bastava eu me masturbar todo dia pensando no irmão dele e mesmo assim me mantendo afastado em consideração a nossa amizade.
-Fica tranquilo, não está acontecendo nada.
-Tem certeza, cara?
-Absoluta.
-Obrigado.
-Tranquilo.
-Ele vem aqui hoje à noite, e Michele também. Estou pensando em fazer uma festinha para ver se anima o Bill, o que acha?
-Pode ser que funcione.
-Legal. Vou comprar umas cervejas então.
Tudo o que eu não precisava era ver Henrique depois de passar a semana ignorando-o. Essa festa tinha tudo para ser um desastre.

Bill havia passado o dia inteiro no quarto. Saiu apenas para almoçar. Quando contamos sobre a festa, ele até forçou uma animação, mas vimos logo que ele não estava nada animado para festa. Mesmo assim seguimos com o plano. Ricardo comprou cerveja, eu preparei uns petiscos. Michele chegou para nos fazer companhia. Bill resolveu finalmente sair do quarto. Eu também aproveitei e chamei Júlia, uma amiga minha. Na verdade, Júlia e eu namoramos por anos até que eu finalmente resolvi assumir para ela minha sexualidade. Ainda assim continuamos amigos. O que foi magnífico. Estávamos todos na sala bebendo e escutando música, Bill tentando ficar o mais animado possível, quando Henrique chegou. Para minha surpresa, ele não chegou sozinho. Chegou com outro rapaz, aparentemente da sua mesma idade, branco, bonito, com um jeito bem sensível.
Sem saber o motivo, não me senti nada confortável com o convidado de Henrique. Trocamos poucas palavras. Apenas apresentações básicas e cumprimentos. O amigo de Henrique se chamava Douglas.

Apesar de não me sentir nada confortável com Douglas, eu tentei agir o mais normal possível. Aliás, o objetivo da festa era distrair Bill. Mas infelizmente Júlia acabou notando minha inquietação. Em um momento nos ausentamos e fomos para a cozinha para conversar em particular. Eu já tinha atualizado ela do meu lance passageiro com Henrique.
-Eu não entendo a necessidade de você se afastar dele assim. E daí se Ricardo e você são amigos. Poxa, você e Henrique estavam se curtindo.
-Sei lá, Ju. Bill e eu nos afastamos de Junior simplesmente por achar que não era bom para nossa imagem se visto com ele, e olha no que deu.
-Isso foi no passado, Diego. Vocês eram adolescentes. Bobos. Eu tenho certeza de que se Junior estivesse vivo e vocês tivessem tido a oportunidade de retomar a amizade, vocês fariam.
-Mesmo assim. Eu odiaria ter de ver o Ricardo com ódio de mim só porque estou saindo com seu irmão. Já demorou tanto que nos déssemos bem. Deixar aquela rivalidade do passado.
-Então você simplesmente terá que aceitar em ver Henrique com outro.
-A gente não sabe se eles estão juntos.
Eles estavam. Confirmamos isso quando voltamos para sala e vimos Henrique e Douglas trocando carinhos. Ricardo pouco se importava com a situação. Ótimo, seu incômodo era apenas em saber que Henrique estava comigo e não em Henrique ser gay.
Não preciso nem dizer que o restante da noite, para mim, foi nada merda. Ter que ficar vendo Henrique e Douglas trocando beijos e carícias o tempo foi um tapa na cara. Não que eu não merecesse. Afinal, eu que simplesmente decidi me afastar dele por consideração a minha amizade com Ricardo.
Não demorou muito e Ricardo se trancou novamente no quarto com a loira gostosa, e Júlia decidiu ir embora. Bill não tinha o que fazer e convidou Henrique e Douglas para dormir lá em casa. Ignorando assim meus sinais para que ele não fizesse aquilo. Sobrou, para mim, ter que dividir o quarto com Bill.
Quando fomos para o quarto, deixando os dois jovens apaixonados com colchões e lenções na sala, eu tentei disfarçar a minha chateação. Quer dizer, acho que tentei. Se bem que não acho não. Bill notou bem rápido que eu estava chateado.
-O que foi?
-Nada.
-Nada? Você está com essa cara aí de bicho.
-Não havia necessidade de você ter convidado o irmão do Ricardo e aquele garoto para dormirem aqui. Nem os conhecemos direito.
-Como não? Eles passaram a noite aqui. Não é nem a primeira vez que Henrique passa a noite aqui.
-Mesmo assim.
-O que foi? Diz logo o que está te incomodando.
-Não é nada. – Tento encerrar aquele assunto, mas claro que Bill não demorou muito para entender o que estava rolando de fato.
-Espera, não me diga que você já estava de caso com o irmão do Henrique.
-Não.
Nego desnecessariamente.
-Claro que sim. Por isso sumiram no dia do enterro. – Ele faz uma cara de espanto. De alguém que finalmente tinha descoberto o segredo da vida. – Vocês estavam se pegando.
-Não.
Novamente nego, fracassadamente.
-Na casa dos pais do Junior. Vocês são malucos?
-Esquece isso.
-Se o Ricardo descobrir que você está pegando o irmão dele.
-Ele já descobriu. Pegou a gente em uma situação bem embaraçosa.
-E o que ele disse?
-Bom, foi justamente quando recebemos a notícia sobre a morte de Junior, então ele não fez muito caso, mas depois me fez prometer que eu não faria mais isso.
-E você dispensou o garoto?
-Sim. Quer dizer, é, eu dispensei.
-Como assim, Diego? O que você fez exatamente?
-Simplesmente passei a ignorá-lo.
-E agora está com ciúmes porque ele está com outra pessoa.
-Não.
Eu e minha mania de negar o óbvio.
-Escuta. Já era, cara. Você dispensou o cara, Ricardo jamais aceitaria vocês dois juntos, e mais, ele já está em outra. Não há porque você se martirizar por isso.
-É, mas não precisava que você chamasse os dois para dormir aqui, não é? Agora além de ter que aceitar que não vamos mais ficar juntos, ainda vou ter que passar a noite escutando os dois trepando.
-E como eu iria adivinhar que você já tinha dado um jeito de pegar o irmão do nosso amigo?
-Eu tentei fazer sinais com o rosto.
-Pois melhores essas práticas, amigo. Achei que estava enrugando o rosto por causa de alguma dor de barriga.

Bill tinha razão, não havia motivos para ficar remoendo aquilo. Provavelmente Henrique e Douglas passariam a noite transando, assim como Ricardo e Michele. O que não demorou muito.
Troquei de roupa e me deitei. Bill simplesmente se livrou das suas e deitou ao meu lado apenas de cueca. Minha cama era grande, então cabia livremente nós dois. Eu não achei que ele ficaria tão à vontade. É verdade que não havia motivo de tanto pudor entre nós dois. Já havíamos compartilhado momentos bem íntimos para termos vergonha um do outro. Mas a verdade era que eu ainda sentia uma certa tensão sexual por Bill e vê-lo deitado só de cueca ao meu lado não ajudaria muito. Mesmo que minha atenção esteja lá na sala e em o que Henrique e Douglas poderiam estar fazendo.
Estávamos deitados quando os gemidos de Michele atravessaram as paredes.
-Sério isso? – Comenta Bill.
-E estão baixos. Você deveria ter escutado no sábado em que eles se conheceram.
-Não acredito.
-Prepare-se.
Bill cobre o rosto com o travesseiro na tentativa de poupar os ouvidos dos gemidos externos. Tentativa que eu sei que não daria certo. Aproveito e vislumbro seu corpo. Bill tinha um corpo magro. Sempre tivera. Pernas e braços longos. Barriga reta. Ficava extremamente sexy com aquela cueca tradicional. O volume monstruoso de seu pau fazendo uma montanha. Bill tinha um pênis grande e bem grosso. Algo bem exótico de se ver.
Ele tira o travesseiro do rosto e me pega encarando seu corpo.
-O que é? Os gemidos estão de excitando, safado?
Apenas rio. Apesar de ter provas da heterossexualidade de Bill, eu sempre ficava na dúvida se Bill realmente gostava só de mulheres. Já fizemos parte de várias brincadeiras sacanas juntos entre caras. Nada que envolvesse penetração.
Ele deita de lado e me encara. Eu o encaro de volta.
-Sabe, é estranho, não é?
-O que?
-Nós dois. Vez ou outra em alguma situação sacana, mesmo assim nunca passamos disso.
-Passamos disso como assim? Sexo?
-É.
-Você com esse monstro aí no meio de suas pernas. Mesmo se eu curtisse ser passivo, mesmo assim não encararia.
-Por que? O Junior aguentou.
-Eu, sei, eu estava lá vendo.
-Pois é. Você deveria tentar também. – Enquanto diz isso, ele desliza sua mão para dentro do meu short e segura meu pau que naquela altura já estava duro.
-Rapaz, não começa. – Digo.
-Por quê? – Pergunta enquanto batia uma leve punheta para mim. – Somos amigos. Sabemos que nada vai mudar entre a gente. Não depois de tudo o que a gente já fez.
Deito de lado e fico frente a ele. Ele continua mexendo no meu pau. Eu também levo minha mão para o pau e o tiro da cueca. Mole, o pau de Bill já era bem volumoso, duro, ficava descomunal. Minha mão não fechada, era complicado até bater uma punheta para ele.
-Você é demais para mim, rapaz.
-Lembra quando eu transei com o Junior?
-Claro, eu já disse, eu estava lá. Foi uma delícia ver você fodendo-o, principalmente te tocar daquele jeito.
-É, foi maneiro.
-Você tem vontade de experimentar?
-Cara, não sei. É estranho.
-Poderíamos tentar.
-Será? Não sei.
-Quem melhor para você experimentar dar a bunda se não para seu melhor amigo?
-Você é um sacana, isso sim.
Colo meu corpo no dele e levo minha mão até sua bunda. Bill tinha um corpo bem magro, então sua bunda não era volumosa. Mesmo assim, sempre me dava um tesão desgraçado vê-la e senti-la. Seu pau duro entre nós dois pressionava na minha barriga. Aperto suas nádegas, depois deslizo meu dedo entre elas e todo no seu cu. Meu pau pulsa. Bill solta um leve gemido.
-Estou nem acreditando que você vai me convencer a dar a bunda, cara.
-Eu não estou dizendo nada. – Digo sorrindo da situação enquanto acariciava seu cuzinho. Bill aproxima seu rosto e me dar um beijo de leve, mordendo docilmente meus lábios. Deito-o e me encaixo entre suas pernas. Dou-lhe outro beijo, desta vez mais intenso, deixando sua língua invadir minha boca e invadindo a sua boca com minha língua. Desço beijando seu pescoço até seu peito. Deslizo até sua barriga e enfim até sua virilha. Bill tinha o corpo relativamente peludo. Seu cheiro era bem másculo. Sua virilha e seu pênis cheiravam a gala. Era excitante. O cheiro invadia minhas narinas e me enchiam de tesão. Cheiro seu saco e entre suas pernas. Afogo meu nariz no espaço abaixo do seu saco enquanto masturbava seu pau. Sentia o odor do seu cu bem próximo. Era incrível como aquilo me excitava. Mesmo não sendo um odor agradável, meu pau pulsava e babava ao sentir. Finalmente afogo meu rosto em sua bunda e sinto o odor de seu cu invadir minhas narinas. Aquilo me dava um tesão inimaginável. Tanto meu pau pulsava, como eu também sentia uma sensação térmica estranha na minha bunda. Bill gemia enquanto eu cheirava seu rabo cabeludo. Subo minha cabeça e dou uma lambida em seu pau. Da base até a cabeça, onde já estava banhada do pré-gozo. Eu sugo seu pré-gozo e era como beber um pouco do néctar dele. Não consigo chupar seu pau, o máximo que consigo fazer é isso, chupar a gala da cabeça, até tentei abocanhar mais, mas não consigo, meu maxilar doía em tentar colocar aquela rola enorme na boca. Livro-me de minha roupa e me encaixo novamente entre suas pernas. Encaro-o enquanto posicionava minha rola na entrada do seu cu. Ele respirava forte. Afastava mais as pernas, dando permissão para que eu entrasse nele. Dou uma cuspida na minha mão e lubrifico meu pau. Dou outra cuspida e lubrifico seu cu. Bill era muito apertado. Tenho dificuldade até de enfiar meu dedo.
-Poxa, cara. Não vai dá. – Ele reclama.
-Calma. Vai dar certo.
Empurro novamente e meu dedo entra. Ele morde o lábio para não gritar. Fico mexendo o dedo dentro do cu para ver se ele se acostumava. Ele respirava forte e reclama novamente.
-Se um dedo dói assim, cara. Imagina tua rola.
Seguro-me para não rir.
-Ajoelhou, vai ter que rezar agora.
Tiro meu dedo e posiciono novamente meu pau.
-Está pronto? – pergunto.
-Não. – Ele responde. Mesmo assim empurro de leve. Meu pau encontra resistência. Seu cu parecia se trancar para a entrada.
-Relaxa. – Digo.
-Não dá, cara. Não aguento. – Ele fala.
-É só você relaxar. Relaxa para eu entrar, vai.
-Como?
-Libera esse cuzinho. Deixa eu meter bem devagarinho.
-Cara, – Ele diz entre gemidos – Você é foda.
Aos poucos a resistência vai cedendo e eu consigo enfiar a cabeça. Ele solto um gemido forte quando entra.
-Calma, viu está entrando.
-Porra, dói pra caralho. – Diz ele me prendendo com as pernas, impedindo que eu siga em frente.
Seu pau liberava um jato de pré-gozo. Ele estava muito excitado.
-Teu pau tá gostando, vai. Deixa eu meter mais.
Ele cede, abrindo mais as pernas. Liberando meu corpo para mais uma empurrada. Meto mais um pouco, meu pau entrava com muita dificuldade. Chegava a doer enquanto eu metia de tão apertado que seu cuzinho era.
-Porra, não dá, cara. – Ele diz como muita dificuldade.
-Só relaxa, vai. Relaxa que eu meto.
-Não, cara, eu vou…eu vou te sujar. É sério. – Ele diz.
Eu sabia do que ele estava falando. Era completamente normal para um hétero que que não estava preparado para o sexo anal fazer aquilo, mas eu estava muito excitado para me importar com aquilo.
-Não importa. Libera esse cuzinho vai. Deixa eu meter fundo.
-Porra, cara. – Diz e realmente parece se sentir à vontade para parar de resistir, pois eu consigo deslizar mais meu pau para dentro. Cada vez com mais facilidade meu pau desliza para dentro do seu cu. Ele mordia os lábios para conter o grito.
-Caralhoooooo, porra.
-Isso aí, Bill, deixa eu meter vai. Dar esse cuzinho pra mim, dar. Porra, que gostoso você é.
-Tá rasgando meu cu, cara.
Meu pau já estava quase todo dentro da sua bunda. O melhor era ver seu pauzão extremamente duro e soltando gala enquanto eu metia no seu cu. Era de um tesão extremo comer um cara com um pênis tão grande. Meto mais e finalmente sinto meu pau inteiro dentro do seu cu. Começo os movimentos de ir e vir dentro do seu cu.
-E aí, tá gostando? – pergunto.
-Tá uma delícia, cara. Tá foda demais. É um prazer do caralho dá o cu.
-Pois goza pra mim vai. Quero ver tu gozar levando na bunda, vai.
-Pois mete, vai. Mete gostoso, cara.
Eu meto mais forte enquanto ele batia uma punheta. Assim como ele tinha dito, o cheiro desagradável inunda o ambiente. Ele realmente não aguentara e me sujara. Mas o tesão falava bem mais alto e eu continuo metendo nele.
-Porra, cara, tu vai continuar?
-Vou sim. Sujo ou não eu vou comer esse teu cu, caralho. – Eu respondo enfiando com mais vontade no rabo dele.
-Pois vai, caralho…Vai porra. – Ele diz enquanto gemia alto. Parecia nem se importar mais se alguém nos escutaria. Eu meto em seu cu cada vez mais forte e o vejo gozar litros enquanto eu também jorrava gala dentro do seu cu.

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