Comi o professor da minha sobrinha

Sou um daqueles gays que não aparentam. Discreto, nada afeminado e até há pouco tempo usava uma barba – ruiva. Adoro pelos, aqueles no peito de um homem sarado me enlouquecem e os pelos pubianos aparados – não raspados – são os meus prediletos. Pois bem. Sempre senti atração por caras nessa linha, tanto os passivos, quanto os ativos. Mas na semana passada algo mudou. Acordei na segunda com um puta tesão e me veio à mente um viadinho afeminado me mamando, aquela chupada até a garganta de arrancar porra, e gozei assim. Não para de pensar que queria meter naqueles moleques afeminados pois imaginava que eram animais na cama. Os dias passaram, trepei com vários caras, e aquele desejo adormeceu.

Sete Sensações Anestésico

Ontem, fui buscar minha sobrinha na aula de balé, pois apesar de ser pertinho da casa da minha irmã era no último turno da escolinha. Entrei, sentei e fiquei olhando o finalzinho aula. Havia um professor, já que não era mais de 10 alunas. Aquele professor me fez despertar aquele desejo louco de meter o meu cacete grossão naquela bundinha bem durinha e com certeza durinha. Imaginava ele pedindo para parar e meu metendo com mais força até que ele relaxe o corpo e se entregue a mim. Estava com o pau duraço, latejando por cima da calça. Não conseguia me mexer, já que estava usando uma bermuda de moletom.

A aula acabou e algumas foram ao vestiário se trocar e eu ali, de pau duro e com um volume imenso. Logo veio o professor e começou a conversar com algumas, que rapidamente foram embora com suas filhas, ele já havia me olhado por algumas vezes durante a aula, então percebi que poderia acontecer algo. Com uma cara de bicha que queria vara, ele veio na minha direção. Logo levantei, de propósito, para mostrar o volume – e deu certo. Ele primeiro olhou para minha calça e depois para mim. Conversamos por uns 5 minutos, antes que minha sobrinha chegasse. Conversamos sobre as aulas e eu, para ser bem sacana, coçava meu saco toda hora. E ele descaradamente olhava. Antes de sair com a Rê, ele disse que sempre fechava a escola e que iria embora depois de arrumar tudo. Entendi o recado e logo me subiu aquele fogo.

Logo que cheguei na casa da minha irmã, disse que iria sair para tomar um ar e ver se encontrava alguns amigos do passado – não moro com elas, mas sempre gosto de avisar quando saio de casa.
Em 5 minutos estava batendo à porta da escola, que logo atendeu. O nome dele era Jeferson, um jovem bailarino, que passou de aluno para professor e virou o funcionário de confiança. Media 1.70 de altura, branco, magro, voz grossa, mas com trejeitos afeminados. Ele era bonito, com rosto bem cuidado e com uma boca gostosa. Ele me ofereceu água, eu aceitei e com o corpo trêmulo sentei no sofá, na sala dele.

Logo comecei a ficar de pau duro, assim, sem explicação e quando ele virou de costas, encoxei-o contra a parece. Ele deu aquele gritinho de susto, mas logo relaxou e começou a apalpar me pau por cima da bermuda. Logo se virou, abaixou e pude delirar com aquela boca encostando na cabecinha do meu pau, que pulsava e já doía de tão duro. Comecei a gemer e ele não parava. Quanto mais metia no fundo mais ele aceitava as estocadas, sua baba já escorria pelos cantos da boca.. Aquela sensação de estar em um local proibido e sendo chupado me fez encher aquela boca de porra, jorrando com muita força que ele engoliu boa parte dela. E que chupada MARAVILHOSA e bem ali na sala, onde recebia as mães de alunas…
Desabei no sofá, ainda vestido e só com o cacete mais ou menos duro para fora. Gozei como um cavalo.
– Nossa que delicia de porra, e olha que nem gosto que gozem na minha boca – disse, ainda cheio de vontade de recebeu um pau no rabo. Nem cinco minutos depois e com o pau mole começou a me chupar novamente. Não perdi tempo e logo foi inchando dentro da boca ainda suja de porra. Ele mamava como um bezerro com fome. Nisso ele parou pediu uns 5, 10 minutos para tomar um banho, já que estava todo suado.
Eu queria era meter. Secar lá fundinho. Não queria esperar. Queria gozar e gozar… Esperei por algum tempo e então decidi ir ao banheiro. Ele estava desligando o chuveiro. Disse que queria meter ali mesmo, debaixo d’agua. Apesar de magrinho, ele tinha um corpo bonito, sem nenhum pelo e uma bunda bem dura… De jeito que imaginei!
Comecei a beijá-lo. Era como beijar uma mulher. Delicada, mas com pegada. Como ele era magrinho e eu um pouco mais parrudo conseguia abraçá-lo e sentir ele se entregando. Comecei a enfiar o dedo no seu rabinho e ele dava um gemido gostoso… era assim… O abracei por trás e esfreguei minha pika bem no cuzinho… ele soltou um urro e ficou arrepiado… Eu agachei e comecei a beijar sua bundinha… Abri bem e pude ser seu cuzinho depilado e cheirosinho… não resisti e cai de boca…. ouvia gemidos e gritinhos e fêmea no cio… abria bem aquele rabo e metia a língua lá no fundo… Aquela putinha era minha. Ele pediu para que o comesse, implorou pelo meu pau, dizendo que queria senti-lo lá no fundo. Fiz o que ele mandou. Passei o sabonete naquele cu e comecei a meter. Estava tão bom, quentinho, que achei que iria gozar naquela hora. Meu corpo estava estremecendo… Ele pediu para ir com calma no começo, mas não obedeci. Posicionei a cabeça do meu pau, que é bem grossa – mais que o corpo do pau – e o abracei bem forte, sentindo todo seu corpo encostado no meu… Seu cu estava tão relaxado que nem gritou ou reclamou de dor. Ele estava completamente entregue a mim. Eu bombava com muita força, fazia um barulhão que ecoava por toda escola… Aquele cu já estava bem arregaçado.
Saímos do banheiro e o pau continuou comento solto. Ora chupava, ora socava no rabo! Gemia feito uma fêmea e pedia mais e mais. Era um cu muito guloso, que eu era o dono. Aquele corpinho magrinho e afeminado estava completamente tomado de tesão e fome de porra. Metemos por horas afio.. Gozei pelo menos mais três vezes e ele, vixi! perdi as contas, já que gozava com o meu pau dentro e nem se quer pedia para parar! uma verdadeira fêmea!


Nos reencontramos e repetimos a dose uma vez na escola e outra na minha casa. Essa último ele foi enrabado por vários! Outra hora eu conto…

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