Comi o sobrinho da minha mulher

Sou um cara de 41 anos, 1,80mts, 90kg bem trabalhados pelos anos de academia, cabelo alourado mas não liso, típico sarara, e pelos lisos no corpo, também claros. Estou vivendo com uma mulher de 50 anos, mas que parece uma velha, não gosta muito de sexo, nem de liberar o rabinho, que é meu prato predileto. Estou com ela porque é cômodo – casa, comida, roupa lavada e sexo de vez em quando. E ainda vai comprar um carro pra mim. O ruim é que marca de perto, então pouco tempo para aprontar. Mas a solução chegou ! Ela me chamou para

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conversar e dizer que um sobrinho estava vindo estudar aqui porque não se dava bem com o padrasto. A casa é dela, tive que aceitar. Moleque de 16 anos, bem branquinho, corpo lisinho, bunda arrebitada, perninhas grossas, praticante de jiu jitsu, todo machinho. Logo que chegou era meio calado, mas como ela trabalha o dia todo e eu não rsrs, sobrou tempo pra gente conversar e ir se entendendo. Com o tempo fomos ficando mais à vontade. Sair nu do banheiro, trocar de roupa, falar putaria, foi virando rotina. Uma vez cheguei da rua e ele estava com a porta do banheiro aberta, lavando a roupa dele nu, de quatro, todo arreganhado. E como a

música estava alta, ele não me ouviu chegar. Fiquei parado, vendo aquele botãozinho rosa, cheio de preguinha e meu pau endureceu na hora. E olha que nunca tinha comido homem, mas a bundinha dele era irresistível. Quando ele se levantou me viu encostado na porta e se assustou:

-Faz tempo que tá aí?
-Estava aqui apreciando a paisagem
-Palhaço! E deu um risinho sacana.
-Do jeito que tua tia é chata pra fuder, qualquer dia desses se eu te pegar assim, sei não, posso te atacar.
-Te quebro na porrada, viadão!
-Brinca…

E os dias foram se passando e notava que ele estava cada vez mais solto, saía nu várias vezes do banheiro, trocava de roupa de costas pra mim , abaixando mais que o necessário e aí vi minha chance, que nem precisui esperar muito. Temos um tanque na área de serviço que é um pouco mais alto que o outro, de lavar roupa. Eu cheguei ele estava nu, debruçado, tentando pegar algo que havia caído, mas não estava conseguindo. Cheguei e perguntei:
– que tá fazendo de bunda pro ar aí… já te avisei, se encarcar aí, só saio quando gozar.
-Pára com a palhaçada e me ajuda aqui que quero pegar uma roupa que caiu, mas está lá embaixo. Segura minhas pernas para eu não cair.
-Como? Com essa bunda gostosa na minha cara?
-Sim, nunca viu bunda não?
-Todas que vi comi.
-Cuida, palhaço!
Segurei as pernas dele e me abaixei, com a cara na direção da bunda, cheirosinha pois ele tinha saído do banho e o cheiro do sabonete ia longe…quando ele se debruçou não resisti, enfiei a cara naquela bunda deliciosa, cheirei forte e já comecei a linguar. Enquanto isso ele só ria e dizia “pára, tô quase conseguindo pegar aqui, porra, pára”
Eu estava possuído, abraçado às pernas dele e com a língua enfiada naquele cuzinho gostoso. Notei que ele ficou parado, debruçado no tanque enquanto eu chupava o cuzinho dele.
Até que ele se inclinou de volta e pediu “me solta!”
Pensei que eu fosse apanhar ou tivesse me metido numa grande confusão, mas eu estava com o pau duraço, em alerta total.
Soltei as pernas, ele se virou de frente, me olhando sério, olhou para o meu pau, se ajoelhou e caiu de boca, mamava igual a um bezerrinho, mas ainda sem muita prática. Foi preciso eu ensinar a não arranhar. Ele suava, meio nervoso e dizia ” ninguém pode saber disso, hein!”
Depois de me lubrificar bem ele se dirigiu ao tanque onde lavamos roupa, de altura perfeita, levantou uma das pernas, assim meio de lado, meio deitado e disse “mete devagar, nunca dei para um homem grande. Só moleques.”
Agarrei a cintura dele, cuspi no pau, cuspi no cuzinho e dei-lhe na olhota. Ele suava, dava pra ver que estava com dor, mas o fogo no rabo era maior. Enfiei devagar e quando atolei todinho, segurei na cintura dele e comecei a comer bem gostoso, mas já metendo e tirando num ritmo bom. O tesão era tanto que acho que depois de uns dez minutos eu estava enchendo ele de porra. Fui tirando devagar para não machucar e meu pau veio meio sujo de sangue. Pronto, arranquei o cabacinho dele!
Ele respirou fundo, me olhou sério, virou de frente e ordenou – agora me chupa!
Aquele moleque tinha me dado tanto prazer que só fiz abaixar e chupar com vontade e com cuidado, porque também nunca tinha feito isso.
Gozou rápido, tomamos banho em silêncio. E daquele dia em diante, os três anos em que morou aqui, nem eu nem ele transamos com ninguém mais, pois em casa era todo dia… e era muito bom. Sem beijo, sem frescura, só rola. Minha mulher dormia em paz, virei irmão. Até que ele arrumou trabalho em outra cidade e a gente se separou. Outro dia falamos no Whats e ele me confessou que tá dando para o colega de quarto mas sente saudade. E que tem vaga lá na empresa para minha área. Mandei o currículo, se der certo largo a mulher e vou lá me juntar com o melhor cuzinho que já comi.

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