Dando gostoso pro eletricista

Um dia desses precisei chamar um eletricista pra ver um problema na minha cozinha. O coroa que veio me ajudar devia ter uns 55 anos, branquinho, cabelos grisalhos, mãos calejadas, meio barrigudinho e extremamente educado.

Nesse dia, como em todos os outros, eu estava usando calcinha por baixo de minha bermuda. Era uma calcinha verde, com laterais bem finas mas ainda assim uma calcinha comportada. Eu havia lavado roupa no dia anterior e algumas calcinhas ficaram penduradas no varal.

Quando o tio entrou na cozinha, explicou o que ia precisar fazer e eu comentei: Ok, sem problemas. Não vou te atrapalhar, qualquer coisa estou na sala. Deixa eu só tirar minhas calcinhas do varal

Falei minha calcinhas sem pensar. Nem percebi que saiu tão naturalmente. Quando me dei conta, olhei pro eletricista meio assustada, torcendo pra ele não ter percebido meu vacilo. Ele sorriu pra mim e simplesmente disse: Ok, sem problemas.

Tirei as calcinhas do varal – umas 2 eram fios dentais e umas 4 eram mais comportadas – e fui pra sala. Fiquei vendo TV enquanto ele trabalhava, pensando que tinha cometido um pequeno deslize e o cara podia me julgar e espalhar meu segredo para os amigos. Fiquei um pouco preocupada mas não tinha mais o que fazer.

O serviço que ele foi fazer não era demorado. Uns 15 minutos depois ele me chamou e disse que tinha terminado. Eu agradeci e perguntei se ele queria tomar um café ou uma água. Ele pediu um copo com água natural. Me virei, abri um armário na cozinha acima da pia para pegar um copo e foi quando senti as mãos dele segurando minha cintura. Congelei.

Então quer dizer que aquelas calcinhas são todas suas, meu bem? – o coroa perguntou sussurrando em meu ouvido

Eu me virei pra ele, com cara de assustada e respondi num tom que misturava irritação e tesão: São sim. Mas que safadeza é essa de vir me pegando pela cintura? Não te dei essa liberdade!

Ah, para com isso. Vai me dizer que não falou aquilo pra me testar? Pra saber se eu não curtia garotinhas igual você

Claro que não. Falei aquilo sem querer

Ele ainda tentava me agarrar e eu ia me desviando de suas investidas mas cada vez ia resistindo menos à ele.

Ele conseguiu me pegar pelo braço e, num movimento rápido me virou de costas, me forçando contra a pia.

Tá usando calcinha agora, amor? Mostra pro tio

Não quero, seu velho safado

Claro que quer. Eu sei que quer. Vejo nos seus olhos que você é mais safada que eu

Nisso ele passou uma mão na minha bunda e a outra no meu grelinho que já estava endurecendo. Em seguida ele abriu minha bermuda e eu, já não resistindo mais, deixei que ele visse minha calcinha.

Hmmmm que linda – ele comentou ao ver meu rabinho – E que cheirosa – ao se ajoelhar e enfiar a cara no meio da minha bunda e me dar uma mordidinha.

Ele foi logo abrindo a calça, ficando de cueca e começou a esfregar o pau em mim. Eu não aguentava mais o tesão. Comecei a gemer baixinho. Ele perguntava se estava gostoso e eu dizia que sim, que estava delicioso.

Vem aqui. Mama minha caceta – disse ele me virando mais uma vez

Me ajoelhei, segurei naquela rola e a beijei ainda por cima da cueca. Então ele ficou totalmente pelado na cozinha e começou a foder minha boca. Enfiava a pica – de uns 15cm e bem dura – com força dentro da minha boquinha. Eu, de olhos fechados, me deliciava com aquele eletricista safado que aproveitou meu vacilo pra poder gozar.

Não chupei por muito tempo. Ele foi logo me levantando e mandando eu ficar empinada na pia. Fiz o que ele mandou. Ele puxou minha calcinha pro lado e começou a linguar meu cuzinho.

Vou deixar ele bem molhadinho pra poder comer você bem gostoso. Você quer? – ele perguntou

Eu quero – respondi

Depois de dar uma última cuspida na porta do meu cu, ele se levantou e foi enfiando, devagar, o pau na minha bunda. Cada centímetro que ele invadia eu soltava um gemido de dor e tesão. Quando todo o pau dele estava dentro de mim, gememos juntos e ele começou a bombar.

Ele me fodeu gostoso, me segurando pela cintura, me chamando de puta, dizendo que meu cuzinho apertado era uma delícia e que, se pudesse, passaria o dia inteiro fodendo comigo. Eu me segurava na pia com tanta estocada que ele me dava, apenas gemia e dizia que ele estava me comendo muito gostoso.

No fim, ele disse que ia gozar. Tirou o pau da minha bunda, me segurou na mesma posição que eu já estava e gozou em mim. Levei 4 jatos de porra quente nas costas e na bunda. Uma delícia sentir aquele leite escorrer na porta do meu cu, melando toda minha calcinha.

Ele se arrumou e agradeceu pela foda. Disse que eu era muito gostosa. Eu levantei minha bermuda – não quis nem me limpar depois de uma transa tão gostosa quanto aquela – e disse que ele podia me visitar quando quisesse.

A visita do eletricista que ia durar uns 20 minutos durou quase 1 hora e meia.

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