Dando pro motorista do Busão em BH

Esse conto é verídico e aconteceu há uns 5 anos. Eu não tinha carro e fui encontrar um cara que já tinha me comido no bairro Buritis/BH (mas não é a parte melhor desse dia), fizemos muito sexo, dei pra ele duas vezes (um moreno de uns 38 anos), sarado, baixinho, rola média, metia como ninguém. Na ida ele me buscou, mas na volta já era tipo 00:00 e eu não quis incomodar. Tinha um ônibus que me deixava perto de casa, ele insistiu pra me levar, mas eu não aceitei. Estava eu boassa e relaxado no ponto de ônibus, o ônibus passa e pra minha surpresa só tinha o motorista, um macho de uns 35 anos, corpo normal e de homem, tatuagem no braço direito, aliança no dedo (não lembro se de noivo ou casado), um tesão de macho.

Sete Sensações Anestésico


– Boa noite, BlZ? Não tem trocador?
– Não, esse horário eu mesmo cobro a passagem, é a última viagem que faço e já vou pra garagem. Não precisa passar pra trás, pode ficar na frente mesmo.
– ok
Eu sentei sem pensar maldade alguma, não achei que esse cara iria dar alguma corda. De repente o ônibus passa em frente à uma boate (Chalezinho) muito conhecida em Belo Horizonte, famosa por ter playboyzinhos e patricinhas, então ele puxou assunto:
– Já foi nesse “Chalezinho”? Parece que só tem nega gata, né?
– Ja fui varias vezes, realmente, só mulher bonita e gostosa.

– Você deve ter pegado muita mulher, né? Você é boa pinta, cara de playboy da porra, deve passar o rodo!
(Risos)
– Peguei algumas, já! Mas as mulheres aí são meio fresquinhas, muita lábia pra carregar uma pra comer e eu não tenho muita paciência.
– Mas tem que ter, né? Pq senão não come ninguém. (Risos)
– Nada, sexo não é tão difícil de conseguir assim, agora, estou voltando de uma trepada, por exemplo. (Risos)

Ele deu uma risada e falou que estava cansado de comer a mesma comida todo dia (Risos) e continuou:
– E a mulher era gostosa? Comeu muito?

Eu falei sem medo:
– Na verdade eu não comi, eu dei! O cara era violento, meteu sem dó.

Ele mudou completamente o semblante e só falou um “entendi”. Eu continuei olhando o celular e fingindo que o clima não tinha ficado estranho. Volta e meia o pegava olhando pelo retrovisor. Eu já estava com o pau estourando dentro da calça, ficava imaginando aquele homem me dando mamadeira dentro do busão e depois metendo ali mesmo.

Depois de um tempo ele perguntou:
– Você não tem cara de viado!
– Mas eu não sou, eu gosto de putaria, seja homem ou mulher. Me dando prazer tá valendo.
– Se quiser me chupar, eu deixo.
– Uai, animo, aonde?
– A gente chega na garagem e lá eu pego meu carro.

Demorou uns 10 minutos até chegar nessa garagem, mas parecia demorar 2 horas. Chegamos e tinha uns outros motoristas e funcionários. Quando os caras perguntavam quem eu era, ele respondia “minha puta de hoje” e ria, mas parecia ser aquelas brincadeiras de macho.

Fomos para o carro dele, um Golzinho bola, estacionado na rua da frente, escura que dava medo. Perguntei se iríamos ao motel e ele disse:
– Cê acha que vou ao motel com macho? Você vai mamar meu pau aqui, mesmo! Vai mama… Viado… !! Não é disso q vc gosta?

Comecei a pegar no pau dele por cima da calça social preta, estava uma delícia, duro como uma rocha. Ele segurou o meu pescoço e me deu um beijo, um beijo de macho, um dos melhores, beijo com muita saliva, aquela língua invadia minha boca, e ele me abraçava e já procurava minha bundinha. Aos poucos fui me entregando aquele macho, eu apertava o pau dele por cima da calça. Depois de um tempo ele mandou eu chupar, tirou a vara e mandou que mamasse. Um pau de uns 20 cm, grosso, veiudo, fiquei hipnotizado. Lambi a cabeça e ele já se contorceu, fui lambendo todo o pau, da base a cabeça, depois iniciei uma chupada devagar, passava a língua envolta.

– Mama essa pica, caralho!

Ele começou a bombar na minha boca e mandava eu chupar mais rápido, ele dava alguns tapas na minha cara, batia com aquele pau pesado no meu rosto.

– Tá gostando, hein? Tá gostando de mamar seu macho?

Eu só gemia.

– Agora você vai ver o que é sofrer na pica, vou te comer gostoso, seu safado!
– Não, eu não vou aguentar, dei duas vezes para o cara do Buritis.
– Foda-se, veio aqui, vai ter que dar pra mim, sua puta!

Ele me levantou e virou de forma forte, enfiou a mão dentro da minha bermuda de moletom e começou a dedar meu cu.

– Você foi preparar ele pra mim, vadia? Deixou ele abertinho pra seu macho, né?

Ele foi massageando meu cu, beijava meu pescoço, tirou a mão, deu uma cuspida e enfiou de novo, dessa vez ele enfiava um dedo.

– Porra!, caralho!, não vou aguentar! Tá doendo muito, está ardendo.
– Você aguenta, só saio daqui depois de arrombar essa sua bundinha branca.
– Eu deixo você gozar na minha boca, a gente combina outro dia.

Sem esperar ele enfiou os dois dedos no meu buraquinho, urrei de dor. A lágrima desceu, mas vi que o cara tinha virado um animal selvagem e que ele iria me comer, de qualquer jeito. Ele puxou minha bermuda para baixo e disse que iria meter o pau, perguntei da camisinha e ele disse que não tinha, eu abri minha carteira e entreguei uma a ele. Ele botou a camisinha, deu uma cuspida e começou a forçar na minha bundinha, estava ardendo muito e eu trancava automaticamente. Mas ele era tão forte que enterrou o pau de uma vez só, vi estrela. Não sabia se gritava ou chorava. Sem do alguma ele comecou a meter e bombar como um touro, o barulho da região púbica batendo contra minha bunda era ensurdecedor. Fui cedendo e relaxando, aos poucos o prazer foi me dominando. Aquela cena de dois homens atrás de um carro, um com a bermuda abaixada e outro com a calça aberta e metendo me deixou com tesao a mil.

– Não falei que você aguentava rola, minha puta. Você é uma vadia, não tem a opção de negar o cu pra um macho sedento. Pede mais rola, pede.
– Mete, porra! Mete gostoso nesse rabo! Ele é seu!
– Vou comer a buceta da minha mulher ainda, mas seu cu é muito apertado, se soubesse que comer cu de viado era tão bom assim já tinha comido antes.

Pingávamos suor, ele dava tapas na minha bunda. Seu pau entrava e saía na velocidade perfeita, eu estava quase gozando sem colocar a mão no meu pau.

– Abaixa, viadinho, vou gozar na sua cara e você vai limpar meu pau!

Ele tirou a camisinha e voltou a fuder minha boca como se fosse uma buceta, metia forte até que anunciou o gozo.

– Porra!… Delicia!…. Que tesao da porra!… Toma leite, vagabunda!!
– Me da leite, meu macho! Quero sua porra toda!

Uma porra quente e grossa caía sobre o meu rosto, escorria gala. Caralho, ele gozou minha cara inteira, na mesma hora aumentei a velocidade da punheta e gozei junto!

– Rapaz, você é uma vadia, meu sonho é que minha mulher fosse assim!

– Que isso, assim fico sem graça!

Nos limpamos, ele não quis passar contato. Me deixou próximo a um ponto de táxi e fui embora todo gozado e arrombado. Bato punheta pra esse motorista até hoje! Abraço.
Podem deixar as críticas ao conto, assim eu melhoro da próxima vez.

Abraços!

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