Dando uma rapidinha na borracharia

Olá amigos(as)! Estou retomando meus escritos após algum tempo. A correria do cotidiano acaba dificultando o preparo do material que publico. Foram anos de experiências e vivências que estão sendo relatadas aos poucos. Espero que leiam e gostem.

Esse fato ocorreu em 1994. Finalzinho de Janeiro após meu contato com Jurandir ter iniciado. Conforme relatei no último conto muita coisa mudou desde que conheci este rapaz. Não passava uma semana sem ter sexo. Tornou-se quase um hábito experimentar cacetes volumosos matando minhas vontades e curiosidades.

No meu bairro havia um borracheiro com fama de comedor. Sua especialidade era tirar virgindade de mulheres jovens. Não conheço uma mulher que tenha ido trocar pneus sem provar o volume de Pedrinho. Segundo dizem ele engravidou duas mulheres em menos de um ano.

Pedrinho era mulato tendo trinta e cinco anos. Corpo escultural devido ao trabalho, era em sua rola que depositava sua força. Quem experimentou sabia da sua habilidade e técnica para foder rápido e bem feito. Era a válvula de escape para aquelas que estavam na secura.

Nosso contato iniciou pelo fato de passar sempre em frente ao seu local de trabalho. Notei que ele sempre me olhava. Depois de algum tempo passou a convidar para eu entrar quando estava em frente ao estabelecimento. Eu nem ligava seguindo em frente. As cantadas eram diárias.

Numa sexta-feira resolvi topar a ideia. Eram dezenove horas e estava voltando da aula de Inglês. Ouvi a cantada e caí para dentro. Ficou surpreso com minha reação ao ver que havia entrado na borracharia. Trocamos olhares rápidos indicando o que eu queria. Apontou para eu entrar no banheiro minúsculo que havia ali dentro.

– Vai querer mamar?

Sem muita enrolação mostrou seu cacete após baixar o zíper da calça jeans. Eu estava em pé e vi o tamanho daquela pica. Alisei aquele mastro volumoso de quase dezoito centímetros. Sentei no vaso passando a língua na cabeça. Masturbava com rapidez fazendo ganhar rigidez total.

– Vira sua bunda que vou te comer. Não tenho tempo para brincadeira.

O pequeno local obrigava minha bunda a ficar colada em seu pau. Isto era uma vantagem para ele. Ao curvar, minhas mãos, encostavam na parede e pressionava suas costas contra a outra. Senti seu pau passear pelo meu bumbum e anelzinho. Depositou um pouco de saliva nas mãos, passou em meu anel e forçou. Senti a cabeça passar e tirou. Forçou de novo e enterrou.

– Huuummm…

Uma sequência de pintadas deixou-me calmo. Trêmulo e com as pernas bambas, meu cu, era explorado em todas as partes. Seu saco atingia com potência meu bumbum mostrando que aquele macho estava com fome. Segurando forte em minha cintura imprimia um ritmo fortíssimo que levava a sua cabeça pulsante ao ponto mais fundo que podia.

– Ai, ai…dói demais!

– Relaxa, garotão. Você é homem ou não?

Deu uma pausa rapidíssima voltando a foder com força. Eu já estava sentindo tudo dolorido, queimando, raspando minha portinha com força até que soltou um gozo violento percorrendo e enchendo meu rabo. Foram quase cinco segundos soltando porra de forma pastosa. Só quem sente o esperma viajando lá dentro que sabe o quanto é excitante e bom!

– Seu rabo é muito bom.

Ao receber seu sêmen percebi que estava em êxtase. Um garotão de dezoito aninhos levando piroca grossa sem dó mostrando que não existe idade para a felicidade. Meu cu não suportou a imensidão do jato, expelindo aos poucos, caindo no chão.

Ele saiu do banheiro e fui limpar o estrago provocado. Passei a mão e o anel estava completamente arrombado e aberto. Limpando, ainda saía porra suficiente para melar tudo em volta.

Levantei minha calça e tratei de sair daquele local minúsculo. Minha conclusão que ali era o local perfeito para se foder. Ele sorriu e disse:

– Quando quiser é só chegar.

Ri e me despedi. Fui para casa imediatamente caindo num gostoso chuveiro. Agora eu sabia qual era o real poder de Pedrinho. Ele não mediu esforços para foder-me novamente e também não ofereci qualquer dificuldade para me entregar.

Use camisinha. Diga não para as doenças sexualmente transmissíveis.

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