Dormindo com o primo

Queridos leitores, depois que fui penetrado, e abusado pelo meu vizinho, acabei me viciando na rola dele, e não quis saber mais de fazer brincadeiras com os garotos da minha idade. Este fato que vou relatar aqui é verídico, aconteceu no aniversário de minha avô. A família que não e tão grande estava toda reunida naquela sexta feira 13, primos e primas vieram de outras cidades, para ficarem no sítio de meus avos, que é deslumbrante, rios, açudes, uma mata nativa aromática, cercado de bosques e prados, coroado por um extenso rio de águas cristalinas, com

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várias cocheiras. O casarão da colina, retrata e surpreende a todos pela arte dos colonizadores, que construíram de uma forma artística, tudo decorado, portas e janelas talhadas a mão, rústico e elegante, e muito bem conservada até hoje.
Depois do jantar, meus primos e tios, ficaram falando em fantasma, coisas que apareciam naquele lugar, meu pai, também contava algumas histórias, e tudo aquilo me deixou bastante apavorado, tanto é que tive bastante medo de dormir sozinho, mas sabia perfeitamente que meus primos embora casados, colocariam os filhos pequenos com as mães, pois teríamos que aproveitar o máximo todos os quartos.

Toninho, o primo mais velho, se escalou para dormir comigo, e assim foi feita a divisão de quartos. Fomos nos alojando, e colocando nossas mochilas, pois ficaríamos todos ali até no domingo, para minha surpresa, no quarto só tinha uma cama de casal, teria que dormir com ele na mesma cama, ele pouco se importava com isto, pois foi logo tirando a roupa, ficando somente de cueca, e se jogando na cama,
– Olha primo, eu durmo deste lado e você fica do outro, fica tranquilo que eu tenho um sono pesado, se eu roncar e só me cutucar que viro para o lado e paro.

Falou-me tudo muito natural, apesar de ser bem mais velho do que eu, mas tínhamos uma ótima convivência, pois morou por muitos anos ao lado de minha casa, depois saiu para estudar fora, acabou casando e formando família. Não pude deixar de reparar no cara, tinha um corpo escultural, todo peludo, com pelos aparados, e uma barba linda, um homem perfeito, tinha a pele bronzeada pelo sol, seus cabelos pretos, deve ter puxado a lado da família de sua mãe, pois era alto e forte, totalmente diferente de mim e de meu irmão mais velho.

Suas pernas grossas e musculosas, aquela boxer branca, tudo nele era perfeito, fiquei com medo de mim mesmo, pois não queria que nada acontecesse conosco, não saberia enfrentar uma situação como esta, e o pior que aquilo tudo estava me deixando louco, a minha mente estava ludibriada, eu iria dormir no seu lado, fiquei preocupado.
Logo puxou a coberta e se tapou, achei estranho porque era evangélico, e não fez suas orações, até lhe perguntei, ele me respondeu, que estava cansado, porque tinha dirigido o dia todo, mas que continuava na igreja e que estava fazendo curso para ser pastor.
Em seguida também tirei minha roupa, iria colocar um pijama, mas achei que ficaria chato, e arrogante, já que ele tinha se deitado daquela maneira.

Dei boa noite, ele me respondeu, virei para o canto e tentei dormir, ele percebeu que eu estava estranho, porque meu corpo tremia, não tinha como disfarçar aquela situação.
– O que foi primo, estais com medo por causa destas histórias de assombrações, fica tranquilo, estas coisas não existem, devemos ter medo dos vivos e não dos mortos, porque quem morre não pode voltar para esta vida para assustar ninguém, pode ficar tranquilo.
Ufa! salvo pelo gongo, Beleza, então estava com medo, que batessem na janela, tentei

contornar as coisas, mas falando isto me deixa mais confiante, mas te confesso que tenho medo sim destas coisas, já ouvi tantas histórias de meu pai sobre este lugar, de velas que apagavam e acendiam, de um velho sentado debaixo do pé de jaca, isto tudo me deixa em pânico.
– Relaxa, primo fica em paz no teu coração, que nada disto e verdade apenas lenda.

Me disse estas palavras em meio aos murmúrios, percebi que estava quase ferrando no sono, e eu fiquei ali pensativo, do que pudesse acontecer, e se ele virasse para o lado, certamente tocaria com sua benga na minha bundinha, dai perderia totalmente e controle, e não saberia o que pudesse acontecer com a gente, na real eu queria e ao mesmo tempo não queria, era uma coisa estranha, é claro que eu tinha tido experiência com outro homem, mas sempre foi com o mesmo, e depois que ele foi embora do bairro nunca mais o vi, e acabou de vez com estas

fantasias. Mas agora era diferente,… aqueles desejos insanos voltavam com mais intensidades, não gostaria de fazer nada com o meu primo, ele era casado, achava errado sexo entre homens imagina com o próprio primo que era da igreja, quase pastor, aquilo tudo me deixava inquieto, então procurei ficar quietinho esperando dolorosamente o sono chegar e arrancar de mim estas incerteza, esta insegurança que me corrompia.

Logo começou num ronco alto, e perturbador, lembrei de suas palavras, cutuquei ele, que parecia uma pedra, mas ele nada de parar, então virei novamente para o canto e tentei dormir. De-repente, ele finalmente se vira, joga seus braços sobre mim, encostando seu taco, na minha bunda, isto me deixou todo arrepiado, fora de controle, meu membro ganhou vida e saúde, aproveitei a situação e apertei bem o meu corpo no dele, mas percebi que seu cacete, não estava duro, certamente ele estava dormindo mesmo, era somente eu que estava imaginado coisas, aquele seu braço jogado por cima de mim não significava nada, mas isto não me

impedia de relar minha bundinha daquela pica, estava delicioso, infelizmente não poderia enfrentar este meu desejo por ele, sabia que era errado, mas não tinha como fugir.
Enquanto ele rosnava, eu aproveitava daquele momento, e apertava cada vez mais minha bunda naquele pau, que aos poucos foi crescendo de uma forma tremenda, pulsando como uma bomba, pude perceber como era grande, coloquei a mão para ver se tudo aquilo era real, ou era ilusão de meus pensamentos.

Peguei na sua geba, e senti a virilidade daquele macho gostoso, que estava do meu lado, e agora falava umas palavras estranhas, meio que enrolado, para que eu pudesse ou não ouvir.
– Isto primo, pega ele para você, eu deixo pode fazer o que quiser com ele, usa esta ferramenta do jeito que você quiser, sou todinho teu nesta noite e nas demais que dormiremos juntos, quero que você seja a minha vadia, minha putinha, vai me chupa gostoso, aiiii que tesão primo.
Nem acreditei no que estava ouvindo, mas era real porque ele estava passando a mão na minha bunda, me chamando de veadinho gostoso. Não perdi tempo, fui para baixo, tirei sua cueca e abocanhei aquela tora enorme, grossa, e cheirosa, engoli todinho, arrancando dele vários

gemidos com o meu boquete fenomenal, pois tinha sido instruído por um ótimo professor. Usei todas minhas técnicas para fazer bem gostoso, fiz garganta profunda, dei um banho de língua, no seu saco, na portinha de seu cuzinho então, foi incrível, ele simplesmente urrava, tremia como vara verde.
Fui para cima, grudado com minha mão naquela cobra, e mordiscava seus mamilos, aquele corpo peludo era somente meu, ele mesmo se fez de prisioneiro, quando me falou que eu era todinho dele, que poderia fazer o que eu quisesse, por isto, aproveitei-me de sua fragilidade de macho hétero, devia estar na seca, para agir desta forma, totalmente entregue a mim, me senti uma verdadeira puta sendo sua amante naquela cama, queria beija-lo mas não saberia qual seria a sua reação quanto a isto, deixei isto para acontecer com naturalidade, sem forçar nada.
– Isto priminho gostoso, nunca comi um veadinho, você é o primeiro, sempre quis fazer isto contigo, e agora chegou a nossa vez, Aiiiii, que delícia, chupa, vai, chupa gostoso este teu macho, mete tudo na tua boca, que tesão do caralho.

Engoli todinha aquela geba, e comecei a sugar todo seu néctar, quando enfim ele gemeu profundamente, e largou jatos de sua semente dentro de mim, era tão gostoso, que não desperdicei absolutamente nada, engoli tudo.
Achei que já tinha saciado aquele macho, quando ele me pega por trás, com o pau meia bomba, esfregando na minha bunda, tirando a minha cueca, liberando meu pinto, bem menor que o dele, mas que estava duraço, e começou a bater uma para mim, mordendo e beijando o meu pescoço, me levando ao clímax dos prazeres,

– Vou meter no seu furinho agora, guardei um pouco de porra para inundar este rabo gostoso, vai implora pelo meu pau, diz que você que levar vara, seu veado fodido, vou te arrombar todinho, e não adiante gritar, porque eu quero meter, minha cobra quer invadir este buraco negro, vai, pisca ele para mim, mostra o que você e capaz de fazer, seu puto do caralho.
Untei com bastante saliva meu cu, e fui para cima dele, aquela estaca foi sendo fincada aos poucos, eu conduzia de uma forma que não me desce dor, somente prazer. Quando entrou tudo, sentei com muita vontade, nem acreditei que aquilo tudo estava dentro de mim, então comecei a cavalgar, subindo e descendo olhando dos seus olhos de puto desconfiado, aquele macho era tudo de bom, era delicioso. Ele puxou as pernas, fez tipo um cadeirinha, me trouxe para bem pertinho dele, e me beijou profundamente, me levando ao limite do tesão, fiquei todinho arrepiado, eu ia para frente e para trás, freneticamente, quando anunciou o gozo, eu também gozei, ele me olhava carinhosamente nos olhos, se desculpando, por suas atitudes, pelas palavras, e que tinha sido sua primeira vez com outro homem, que aquilo era errado, que tinha traído sua mulher, porque estava a dois meses sem fazer sexo.
Esperei com paciência, aquela cobra sair de meu buraco, peguei a minha camiseta para não deixar nenhum vestígio, nos limpamos e dormimos o resto da noite.
Na manhã seguinte, ele acordou cedo, mal me cumprimentou, fomos para o café, sem tocar no assunto, jogamos bola durante a manhã, a tarde nadamos todos no rio, somente no final do dia, que ele me disse, leva um creme esta noite, porque você é muito apertadinho, hoje vai ter mais coisas, não esquece que você e meu veadinho agora.
Fiquei sem ação, achei que tinha se arrependido por ter feito sexo comigo, mas certamente tinha gostado, eu estava com o rabo ardido, mas estava me preparado para a noite, com certeza coisas novas iriam acontecer, e eu não via a hora, para estar novamente nos braços daquele primo gostoso, macho tesudo que me deixou todo aberto.

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