Enterrando a Piroca no Papai

Olá, me chamo Breno e hoje vou relatar o dia que pude realizar um sonho, o sonho de enterrar a vara no meu paizão, eu sou um cara de 1,80 m e meu pai o seu Alberto era um senhor já de seus 46 anos bom, segue o conto:

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Era uma manhã de quinta-feira e minha mãe havia saído para trabalhar como costumava fazer durante a semana. Eu tinha por base meus 19 anos, já era um homem. Passei enfrente o quarto dos meus pais e escutei um gemido, de forma manhosa, me neguei imaginar que vinha do meu pai, mil pensamentos no momento passou pela minha cabeça, traição uma delas mas nunca imaginaria a cena que eu vi. De imediato abrir a porta e vi o meu pai de quatro na cama, enfiando um consolo no seu cu, aquela cena no momento me assustou, mas algo em mim mexeu, sentir uma mistura de raiva e tesão. Ele me viu rapidamente e disse:

– Calma Breno, não é o que está pensando.

No momento eu não queria escutar as justificativas dele, corri para o meu quarto, e fiquei com aquela cena na mente. Dias se passaram, eu e o meu pai mal nos falamos em casa, minha mãe notou, perguntou o que era mas disse que não era nada. Passados alguns dias eu e meu pai quase não tínhamos voltado a nos falar ainda e em um belo dia pela manhã a minha mãe disse que teria que viajar, uma tia dela precisava de seus cuidados, eu ja era um homem, ela sabia que não precisava se preocupar comigo e meu pai ficaria comigo caso eu precisasse. Na manhã seguinte ela viajou, foi um dia tranquilo, até que na madrugada escutei novamente gemidos, me levantei da cama e fui até o quarto dos meus pais, novamente vi meu pai enfiando o consolo no cu, dessa vez deitado com suas pernas aberta, ele me viu e não parou, parecia que queria que eu o visse, dessa vez não recuei e me aproximei, ele gemia tão manhoso, era tão gostoso de ouvir. Parei do lado da cama, ele após alguns minutos parou, ficou de quatro sobre a cama e virou o rosto de lado para me ver, esticou seu braço e me entregou o consolo, era um pedido para que eu fodesse seu rabo, não acreditei no momento, mas era tudo que eu queria. Coloquei o consolo do seu lado, estiquei minhas mãos e puxei ele para beira da cama, ele arregalou os olhos surpreso com a minha ação… Alisei suas nádegas devagar, sentia a sua pele macia, minha respiração foi ficando mais acelerada. Segurei seu rabo com as duas mãos e arreganhei (nisso minha pika já estava começando a dar sinal), tive a visão das suas preguinhas se contraindo, parecia um convite, não resistir… aproximei meu rosto da sua bunda, então comecei a lamber aquele rabo delicioso, poder sentir o cheiro daquele cu estava me deixando louco, logo em seguida cuspir sobre as suas pregas, ao fazer isso, escutei um gemido abafado, pude notar que ele gostou, continuei o que estava fazendo, com a ponta da língua, comecei espalhar a saliva, enquanto isso desci a mão e comecei a punheta lo, meu pai tinha um pau pequeno mas era grosso então ainda era uma bela rola; continuei chupando aquele rabo, sentia sua pika cada vez mais dura e ele aumentava também cada vez mais seus gemidos, aparentemente ele está adorando. Fiquei chupando o cu dele por uns 10 minutos, ás vezes socava meu dedão para alargar aquele rabo e prepara lo para quando quisesse introduzir o consolo.

– Vai filhinho, chupa o cu do papai.

EU já estava enfiando cada vez mais fundo minha língua naquele rabo…

Chegou a hora de usar o consolo, parei de meter meus dedos no seu cuzinho, enfiava só a língua, deixava que ela entrasse mais fundo que podia, segurei então o consolo e aproximei o mesmo do rabinho do meu papai (só conseguia pensar que naquele momento o que queria mesmo era botar minha pika para fora e enterrar no cu no meu pai mas fiz o que ele pediu e comecei com o consolo), afastei devagar minha cabeça deixando livre seu cuzinho, esfreguei por alguns segundos o consolo sobre as preguinhas e fui fazendo uma leve pressão, notei que aos poucos ele ia deslizando para dentro, aquela cena me deixava louco de tesão, então continuei a forçar um pouco mais, ao deixa-lo por inteiro dentro, começava a puxar e meter fazendo um lento vai e vem, os gemidos do meu pai começava a ficar mais alto, intensificava o ritmo aos poucos metendo e tirando sentindo seu cuzinho engolir por inteiro o consolo, ficamos por um bom tempo assim, até que pude notar meu papai gozar, foi uma delícia mas eu não ia ficar sem gozar também né, então falei:

– Agora é minha vez de gozar papai.

Tirei minha jeba da calça já dura igual uma rocha, papai olhou para meu pau assustado, acho que ele não imaginava que já estava nesse ponto nem que eu iria tomar essa atitude. Cuspi na cabeça da minha rola, arranquei o consolo de papai e enterrei de uma vez meu pinto naquele cu, papai urrou como um urso enquanto podia ter a visão da minha rola entrando naquele rabão cabeludo.

– Vai velho, abre esse cu para mim.

Papai meio desconfortável e ainda meio lerdo por ter acabo de gozar abriu mais as pernas me dando abertura para bombar aquele cu que desejei a vida inteira. Eram socadas tão fortes que dava que podia sentir as bolas de papai balançar junto com seu pau agora meia bomba. Não demorou muito e pude sentir que estava chegando no meu limite, afinal já estava a dias com o cu de papai na cebeça.

– Pai, eu não to aguentando mais, acho que vou gozar dentro do seu cu.

Papai me perguntou se eu não queria gozar em sua boca mas antes que pudesse pensar comecei as jatadas dentro do seu cu, senti que estava enchendo o estômago de papai com minha porra e não tinha sensação mais prazerosa.

– Vai filhão, goza então no cu do papai.
Aquelas palavras foram o ápice para mim enquanto terminava de alagar aquele cuzinho quente.

Fim

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