Fudendo com um homem de verdadede

Quando fiz 10 anos já sabia que gostava de machos viris. Tive muitos problemas porque os moleques da minha idade e um pouco mais velhos queriam comer meu rabinho e eu não dava. Nunca gostei de garotões, sempre tive tara em homens fortes, barbudos e pauzudos. Próximo de minha casa havia um escritório que tratava de assuntos rurais. O dono das fazendas não morava na cidade e quem gerenciava o negócio era seu sobrinho. Era um homem de meia idade, magro, moreno claro, bem arrumado e perfumado. Sua secretária me pedia para dar uma olhada no escritório quando precisava fazer algum serviço na rua. Eu atendia ao telefone, anotava os recados e atendia os funcionários que por ventura apareciam. Numa tarde chuvosa Telma(fictício) me pediu para ficar um tempo maior pois dependia de ônibus e por acaso o havia perdido. Foi quando o Sr. Tomás (fictício) apareceu e como ele era sisudo, chegou, perguntou pela secretária e entrou em sua sala. Passados uns minutos ele abriu a porta de vidro jateado que dividia os ambientes e me chamou. Protamente fui até ele. Ao entrar ele pediu para

eu fechar a porta. Comecei a ficar nervoso achando que ele iria ralhar comigo por ficar quase toda a manhã, todos os dias conversando com a Telma. Ele perguntou se eu gostava de datilografar e eu disse que não sabia muito bem. Ele muito elegante me ofereceu ajuda. Pôs a máquina na sua ftente sobre sua mesa e pediu para eu escrever algo. Ele estava assentado numa cadeira daquelas de encosto alto e eu fiquei de pé na frente dele e digitei umas palavras, ele me disse que eu teria muito a aprender e que ele poderia me ensinar no horário de 10 as

11h, pois Telma saia para o almoço e dava tempo de eu almoçar e ir para a escola sem me atrapalhar , visto que eu entrava as13h. Àquele homem alto cheiroso e lindo não tinha como recusar. Então fui saindo ele fechou as pernas e disse: olha o que você faz comigo. Olhei e vi que a calça dele tinha uma mancha molhada. Ele me perguntou você sabe o que é isso? Respondi que sim; era o leitinho que saía do pênis quando a gente ficava grande e sentia amor por uma pessoa. Ele me perguntou onde eu aprendi aquilo e eu falei que meu avô me pegava no colo todo dia e fazia aquilo. Ele me perguntou o que mais meu avô fazia e eu disse que ele beijava meus peitos, lambia minha orelha e enfiava um, dois ou até três dedos lambuzados com manteiga no meu ânus. Enquanto eu falava vi que seu pênis (ainda chamava assim) estava duro e gigante e mais uma vez saiu o leitinho. Ele perguntou se eu queria que ele fizesse como vô e

eu disse que sim. Então ele me pediu segredo e me beijou na boca me apertando. Fui às nuvens. A partir daí todos os dias eu fazia minhas atividades e depois ia para a “caralhografia”. Ele era demais. As vezes eu chegava na sala e ele já tinha na mão uma revista, jornal, copo o que fosse para esporrar só de esfregar a pica em mim. A primeira vez que ele pediu se eu podia dar um beijo no seu cacete ele me esporrou todo. Mas como eu era todo delicado ele não tinha coragem de meter aquela anaconda no meu cú com medo de me arrebentar. Eu pedia a ele para por só um pouquinho, mas ele se esquivava e brincávamos de nos lamber e beijar, eu mamava seu pau e ele linguava meu rabo (me ensinou a fazer chuca e eu já saía de casa pronto), que por sinal era um nirvana. Passados uns meses ele alugou uma casa num bairro distante onde íamos fazer putaria. Ele comprou vibrador de vários tamanhos e e grossuras para alargar meu cuzinho , por que o tronco era grosso e a cabeça era igual um cogumelo gigante

(delícia de pica). Até que chegou o grande dia. Ele me lambuzou de creme e meteu bem devagar mas não aguentei. Só no terceiro dia que ele meteu quase tudo, mas eu urrei e amei. Depois foram só flores. Fudíamos toda tarde das 17:30 as 18:30 ou dezenove horas para não dar na pinta. Até que um senhor despachante descobriu e tivemos que fuder a três. Que delícia. No começo eles só me fudiam, depois enquanto um metia outro chupava a rola que entrava e saia, faziam 69 e um metia no outro. Foram mais de 5 anos fazendo putaria da melhor qualidade. Mas eu fui estudar fora, minha família se mudou também para a capital e perdi o contato, pois vinha muito pouco ao interior. Tenho muita saudade. Estou escrevendo com um dildo enorme enterrado até o talo no meu rabo. Agora peço licença para bater uma punheta e gozar como naquela época. Amo cacetão e suruba, mas só com homens casados e maduros, pois não quero relacionamento sério e eles são mais safados. Só putaria gostosa.

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