Fui tomar banho no vizinho

Vou relatar uma loucura que acabei de lembrar. Eu tinha meus 25 anos, ainda estava na casa dos meus pais, e em frente a casa da gente moravam dois caras, que eram de fora e alugaram aquela casa por causa do trabalho deles aqui na minha cidade. Ambos eram casados, tinham esposas e filhos, que moravam em outra cidade. Vou chamá-los de Alex e Rafael. Alex era moreno, alto, careca, corpo normal, barriga de chopp, coxas grossas, bundão e Rafael era moreno mais claro, alto, cabelo raspado, magro e definido de academia. Nunca soube as idades deles, mas creio que tinham por volta dos 35.


Sempre que eu chegava em casa tarde nos finais de semana, eles estavam bebendo na porta de casa, sempre sem camisa e de shorts. Eu adorava vê-los, porque rendiam uma punheta boa para mim. Eu cumprimentava eles e entrava, nada mais que isso, mas meu olhar fazia o trabalho completo. Alex, por ter mais porte, sempre ostentava um volume, que apimentava mais ainda minha imaginação. Pensava “um dia vou fazer esses caras”, mas depois ria de mim mesmo porque me dava conta de que era “impossível”.
Pelas gretas do portão da minha casa, dava para ficar espiando eles, mas nunca tinha nada demais, eles bebiam e ficavam conversando entre si ou ao celular. Às vezes, como a porta da sala deles era de vidro e a entrada de grade, eu ficava esperando ver algum deles de cueca ou pelado dentro de casa, mas só apareciam de shorts. Até que certo dia, cheguei em casa 1 da manhã de uma festa, e eles estavam na porta deles bebendo, ambos de samba canção. Nossa, eu pirei. Falei com eles olhando para suas pernas, eles responderam e eu entrei. Claro, fiquei dentro de casa espiando eles pela greta do portão. Vi o Rafael dizendo que ia entrar para tomar banho e o Alex ficou sozinho. Foi então que o Alex começou a meter a mão dentro da cueca olhando o celular. Dava para perceber o volume da pica ficando dura, ele olhava de um lado para outro da rua para se certificar de que não havia ninguém, e então ele começou a punhetar dentro da samba canção.
Minha pica já tava latejando de tão dura, percebi que o macho tava doido para fuder, e eu queria satisfazê-lo. Alguns minutos depois, o Rafael chega, Alex esconde a ereção, eles falam alguma coisa, e Rafael se despede, entra no carro e sai sozinho. Alex recolheu as cadeiras e as garrafas de cerveja e entrou. Fiquei triste, mas ainda tinha esperança de vê-lo pelo vidro da casa (se ele não apagasse a luz), então esperei. Um minuto depois, passa o Alex dentro de casa de cueca box, e eu babei. Foi então que, para minha felicidade, ele veio para a porta e ficou usando o celular só de cueca. Cueca branquinha, estufada de uma pica dura dentro, e ele não parava de mexer. Foi então que o safado botou a rola para fora sem nenhuma objeção.
Explodi de tesão, minha cueca já tava babada. Fiquei apreciando aquele macho com uma pica grossa, de 17 cm, preta, cabeçuda, se masturbando “para mim”. Foi então que enlouqueci e abri o portão. O macho tomou um susto, guardou a pica bem rápido, colocou o braço em cima e ficou olhando para mim sem reação. Movido por um espírito de aventura, fui até ele e falei:
– Opa, boa noite. Ainda bem que você ainda está aqui. Queria perguntar, incomoda se eu pedir para tomar um banho em sua casa? Estou sem água e cheguei agora da rua.
Ele, ainda meio assustado, respondeu que eu podia. Falei que ia buscar toalha e roupa e já ia lá. Entrei em casa afoito, meus pais já dormiam, peguei toalha, sabonete e uma muda de roupas e fui. Ele já havia entrado, chamei no portão e ele veio, mas já estava com um shorts. Ele me disse para entrar, eram dois cômodos pequenos, em um deles tinha duas camas de solteiro. Ele falou:
– Fica à vontade, o banheiro é ali, tem água quente, só não tem porta. Se tivesse cerveja ainda, eu te oferecia. Desculpa aí eu tava à vontade na porta, mas não sou tarado.
Olhei de propósito pro volume no shorts dele e sorri, ele percebeu. Eu disse:
– A casa é sua, pode ficar como quiser.
Ele se levantou na minha frente e tirou o shorts, ficando só com a cueca branca. A mala marcava um pau ainda meia bomba. Dei uma olhada no volume e entrei no banheiro. Realmente não tinha porta, e nem tinha boxe, mas era grande. Fiquei de costas para a entrada e tirei a roupa bem devagar, torcendo para ele estar olhando. Liguei o chuveiro, e comecei a tomar banho, de costas ainda, queria que ele visse meu bundão. Quando eu estava ensaboando meu rabo, alisando bastante o sabão nas nádegas, ouvi ele falar.
– Se importa se eu der uma mijada? Bebi muito, aí já sabe.
Repeti que a casa era dele e ele podia fazer o que quiser. Ouvi um risinho abafado e em seguida o som do mijo na privada. Resolvi olhar. O moreno se apoiava na parede com uma mão e a outra segurava o cacete duro e torto, as veias aparentes, latejando. Ele estava olhando para mim, viu meu pau duro e sorriu. Virei de costas e depois que ele deu descarga, ouvi um movimento e então ele estava passando a mãozona dele na minha bunda. Deu um tapa, apertou e gemeu no meu ouvido. Gemi bem gostoso em resposta. Ele então me abraçou por trás e colocou a jeba no meio das minhas nádegas. Que sensação deliciosa. Com as mãos ele acariciava meu corpo todo e esfregava a caceta no meu rabo. Falou no meu ouvido:
– Eu sabia que você era uma puta safada. Aposto que já estava me olhando.
Eu só sabia gemer. Ele desligou o chuveiro, me botou de joelhos e eu caí de boca naquela piroca. Segurei a pica quente dele, latejante, com uma mão e a boca mandando ver naquele pedaço de carne. O macho gemia feito um touro, a pica soltava pré-gozo o tempo todo, lembro até o gosto. Depois, ele começou a socar na minha garganta, como se tivesse fodendo, minha baba escorria toda pelo pau dele, eu chorando de tesão. Então, ele me puxou, me virou de costas, me apoiei na parede e ele falou:
– Aguenta essa pica só com sua baba? Não chupo cu de macho.
Pensei na dor, mas eu tava louco de tesão, só respondi:
– Mete devagar no início, mas me fode pelo amor de Deus.
Ele me deu tapa forte na bunda e disse “É assim que eu gosto”. O macho não entendeu direito e socou a pica de uma vez só e tirou. A dor foi lacinante, dei um grito estrondoso. Ele falou que ia meter daquele jeito até eu ficar aberto e acostumar. Depois de umas dez estocadas daquelas, meu cu já tava aberto e eu morrendo de tesão. Ele percebeu e começou a meter de verdade. A pica era grossa demais e me fazia gritar sempre que ele enterrava fundo. O desgraçado gritava, mas era de tesão, depois ele me relatou que estava há semanas sem foder. O urro de prazer dele me dava mais tesão ainda, sinal de que ele estava se deliciando com meu rabo.
Depois, ele me levou para fora do banheiro (molhados mesmo), me colocou de 4 na ponta de uma das camas e socou a vara no meu cu. Metia com força, gritava de tesão enquanto eu gemia, e batia na minha bunda me xingando e mandando eu gemer mais alto. Quando tirou o pau, senti como meu cu tava aberto. Ele deitou na cama e me mandou sentar no pau dele e cavalgar. A cada sentada ele soltava um gemido bem alto, aumentei a intensidade e ele não parou de gemer um segundo, falando muita putaria. Eu fazia questão de bater minha bunda na virilha dele.
– VAI, PUTA, SENTA COM VONTADE! AI! PORRA! ESFOLA MEU CACETE! AI, QUE TESÃO NA CABEÇA DA MINHA TACA!
Ele segurou minha cintura, meteu forte e rápido, e gritando loucamente encheu meu cu de porra. Segurei a porra no cu e saí de cima dele. O macho estava deitado de olhos fechados, suado, gemendo baixinho, a pica continuava dura. Segurei com tudo a tora dele, ele gritou e eu mamei até ele gozar novamente. Deixei ele mole. Fomos pro banheiro tomar um banho finalmente. Ele dedou meu cu até eu gozar. Conversamos um tempo, perguntei o que o Rafael era dele, e ele me explicou que eles eram colegas de trabalho, de fora, falou sobre as esposas e tal.
– Vê se não vai abrir a boca por aí, viadinho. O silêncio é a garantia do bis.
Ele ficou brincando com minha bunda e meu cu enquanto a gente conversava. Quando deu 4 horas fui embora, porque Rafael poderia chegar. Perguntei se não tinha chance com o outro, ele riu e disse que ia ver. Falou que eu ia ser a amante dele e nos despedimos. Fui amante dele(s) por 4 meses, quando eles foram transferidos para outra cidade. Depois conto do Rafael e quem sabe algumas outras fodas com eles.

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