Gozando muito na boca dele

Essa história é para gozar. Certo dia, a tarde, eu estava com muito tesão. Ver pornografia e tocar punheta não me satisfaziam e eu queria transar. Eu não tinha namorada e nem namorado, eu morava na casa dos meus pais e não tinha dinheiro para pagar garotos de programa e nem mesmo um motel ou hotel.

No tesão há esperança. Apesar das dificuldades, eu estava com fogo no rabo e me pus a pensar em uma solução para o problema. O bate-papo UOL está sempre cheio de tarados e eu fui procurar um parceiro lá. O meu plano era entrar no bate-papo UOL oferecendo trinta reais para quem me fizesse um boquete (homem ou mulher) e se alguém topasse, eu marcaria encontro num parque público, perto da minha casa, para transar no mato.

Talvez desse certo. Ofereci dinheiro e logo apareceram pretendentes com os quais conversei e expliquei qual era a situação. Alguns desistiram por que a oferta era pequena ou por que estavam muito longe do parque. Passaram algumas horas e eu já estava quase desistindo quando, ao anoitecer, um mulato jovem, que eu vou chamar pelo pseudônimo de Darci, aceitou minha oferta e apesar de que não fosse nem bonito e nem feio me serviria bem por que eu estava tão tarado que aquele rapaz magro, em boa forma, apesar de não ser sarado, me serviria bem.

Sempre fico apreensivo nessas horas. Marcamos encontro, e para minha alegria, o putinho compareceu para fazer o serviço. Fomos para um lugar escondido no mato onde poderíamos transar sem ser vistos por ninguém. Para quebrar o gelo e diminuir o nervosismo eu o abracei e apalpei sua bunda e coxas, mas tomei o cuidado de soltá-lo antes que seu pau ficasse duro por que ele poderia querer comer o meu cu, mas eu não queria fazer anal no mato sem conforto e também não tinha feito a chuca.

Finalmente o boquete. Abri a braguilha, mostrei o pênis e ele se agachou diante de mim. Percebi que ele era experiente por que não encostava os dentes no meu pênis. Darci parecia estar com nojo por que pôs só a cabecinha na boca e ficava mamando como se fosse uma chupeta e isso me irritou por que eu estava pagando e queria serviço bem feito.

Isso tinha que melhorar. Falei com jeitinho para ele chupar as minhas bolas e ele obedeceu e até as colocou na boca. Foi muito gostoso encaixar a minha genitália na cara dele. Meu pau já estava semiduro e ele voltou a mamar só a pontinha, mas eu exigi, com voz gentil, que ele pusesse tudo na boca por que meu pau era pequeno e cabia tudo na boca dele.

Ainda não estava perfeito. Fui enfiando até a garganta, mas ele tirou por que estava engasgando. A essa altura eu já estava bem duro e louco de tesão. O puto estava ali para me servir, meu pau cabia inteiro na boca dele e eu não estava lá para respeitar as frescuras de um putinho.

Eu o queria mais submisso. Peguei a cabeça dele e puxei para minha virilha enquanto penetrava naquela boca gostosa. Ralhei com ele exigindo que prendesse a respiração para eu meter mais fundo. Comecei a mover o meu quadril para frente e para trás fodendo aquela boca como se fosse uma boceta e o puto já estava bem passivo abrindo bem a boca enquanto eu punha tudo até o talo.

Ah! Foi tão gostoso! Foi um prazer enorme ejacular dentro de Darci sem tirar o pau. Eu não transava a muito tempo e aquele gozo foi um grande alívio para mim. Ele cuspiu o meu esperma, limpou a boca na camisa e eu paguei o que lhe devia e depois nós fomos embora um para cada lado para não dar bandeira.

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