Gozando na garganta do estudante de Direito

Estava passando o fim de semana em uma cidade vizinha, curtindo a vida no campo, na fazenda do meu tio. Chegado o domingo, chegou a hora de viajar de volta pra casa e caçar uma boca pra usar, pois passei o fim de semana sem gozar.

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Assim que cheguei na rodoviária, enquanto esperava o ônibus, já acionei os canais de caça – UOL, app de putaria, etc – buscando deixar ajeitado o esquema no destino. Assim que chegasse, a gozada era certa. Com mochila nas costas, o ônibus encosta e eu embarco de volta pra casa, na confiança de encontrar um boqueteiro pra me aliviar, fazendo o meu começo de semana mais prazeroso.
Embarquei às 18:00hs e, no percurso entre as duas cidade, que lá em torno de uma hora, acho um cara de 20 anos, estudante de Direito da universidade Federal da região. Expliquei o que eu queria, perguntei se tinha local, falei o meu itinerário… Aqueles papos de sempre:

Ele: “a fim de que?”
Eu: “montar numa garganta e socar forte até gozar fundo igual numa bucetinha”
Eu: “tem local”?
Ele: ” não. Mas tem um lote baldio aqui perto”
Eu: “local tranquilo?”
Ele: “sim”
Eu: “blz”

Ele me passou às coordenadas do local e, assim que cheguei, umas 19:00h, já anoitecendo, fui dá uma olhada no tal lote. À primeira vista, parecia ser um local claro, onde quem passasse pela rua enxergaria quem estivesse lá dentro. Me afastei há uma boa distância e esperei um carro passar para ver se iluminaria o fundo do terreno. Percebo que era só impressão – quem está no escuro enxerga quem está no escuro e no claro, mas quem está no claro não enxerga quem está no escuro… Hehehe.
Confirmada a viabilidade do local, confirmei com o boqueteiro que tinha chegado e que poderia vir. Ele morava perto e logo chegou. Fiquei de longo observando ele, então ele pergunta:

Ele: “cadê você”
Eu: “entra no lote que eu chego junto”
Ele: “mas tu tá onde?”
Eu: “estou te vendo. Entra e espera no fundo do lote”
Ele: “tá bom”

Assim que ele entra no lote, eu, com a bolsa de viagem nas costas, me apresso em entrar também. Levo ele bem pro canto do lote, e fico de costas para a rua, onde se alguém vê-se pensaria que eu estava mijando. Minha “privadinha” ajoelha, tira meu pau pra fora e começa a chupar. Mamada molhada e macia, deixo ele brincando um pouco e fico curtindo a sugada. Enquanto ele me chupava, ouvia o barulho dos pedestres passando, carros circulando pela rua, aquelas luzes de farol me iluminando por trás – aquilo dava uma adrenalina, pensando que ia ser pego no flagrante… Hehehe.
O universitário chupava minhas bolas enquanto batia punheta pra mim, depois engolia minha pica até sentir a garganta dele – curto isso. Ficamos nessa uns 15 minutos, então resolvi que era hora de parar de brincadeira: peguei ele pele nuca e comecei a fuder a garganta dele. Afundada a cabeça dele na minha pica é ficava só os ovos de fora, e ele com os olhos lacrimejando.. Hehehe.
Deixei ele dá uma respirava e comecei a fuder a garganta dele novamente, mais rápido e pulsando a pica quando ela batia no fundo. Ele ficava segurando minhas pernas, que é um pouco grossa e eu pensei “esse cara tá querendo escapar da gozada”. Quando meu gozo tava chegando, segurei ele pela nuca, com as duas mãos, e puxei de encontro à minha rola, que foi bem fundo na garganta dele. Lá, dei uma boa esporrada na garganta dele. Fiquei segurando forte a cabeça contra minha pica, enquanto gozada na garganta dele, só com os ovos de fora… Uns 15 segundo atolado na garganta dele. Quando terminei de despejar tudo, soltei e ele ficou tentando cuspir e eu pensei “essa aí você não põe pra fora nunca mais” hehehe.

Guardei a rola e sai e, logo em seguida já recebo mensagem do puto, querendo mais, dizendo ser a primeira vez de ter feito aquilo é taw… Que queria repetir. Peguei ele mais umas três vezes nesse esquema. Depois enjoei. Vida que segue.
É por isso que eu sempre trato como um objeto, pois é disso que eles gostam… Serem usados!

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