Mamando o filho da irmã da igreja

Bom, no meu primeiro conto eu disse como foi uma experiência que tive no banheiro do supermercado. Naquele conto eu disse que já tinha mamado antes, o que eu tinha feito 2 vezes, que vou contar nesse e em próximo conto antes de partir para as minhas aventuras como uma verdadeira putinha, rsrs.


Neste dia eu estava na escola quando começou a chover muito, mas muito mesmo, então eu liguei pra minha mãe que estava no trabalho e pedi pra ela me chamar um uber pra me levar até em casa pra não pegar chuva. Minha mãe chamou um filho de uma irmã da igreja dela, o Felipe, ele trabalhava de uber, porém iria me pegar sem o aplicativo e depois ela pagaria uns 15 R$ pra ele, ela aproveitou que ele tava pelas redondezas da escola para me chamar.
Sempre achei o Felipe bem bonito, não era muito alto, porém era bem musculoso e parecia que andava só de regata pra mostrar os braços, o cabelo dele é liso e ta sempre despenteado, porém fica aquele despenteado que combina, e o óculos dele só deixa ele mais gostoso ainda.
Ele então apareceu no portão da escola e eu fui correndo até o carro debaixo de uma blusa de frio, ao entrar ele me cumprimentou com um aperto de mão e seguimos viagem.
– Pô maninho, hoje ta chovendo o que não choveu o mês todo.
– É, sem condições de ir pra casa, mesmo de ônibus.
– Mas e ai? Ta gostando da escola nova?
– Ah, é bem legal, só é bem longe.
Eu nem pensava que iria rolar alguma coisa, nessa época eu era bem inocente, e além de tudo, sempre me achei bem feinho e pra mim nunca pensei que iria arranjar um namoradinho pra dar uns beijos, imagina mamar uma pica (Mal sabia eu que quem procura acha). Percebi que ele tava usando um moletom cinza claro, e notei isso pois tinha um volume ali no meio das pernas dele, eu olhei meio que descaradamente e ele percebeu, e falou meio sem graça.
– Foi mal, é que ta foda recentemente, sabe como é homem.
Ele deu uma apertada no pau e ajeitou ele na calça puxando pra cima e prendendo pra disfarçar o volume.
– Ah de boa.
Eu meio que ignorei isso, pelo mesmo motivo que eu disse agora pouco, pra entender um pouco mais do contexto eu tenho que explicar uma coisa, minha escola fica de um lado da estação e eu moro do outro, então consequentemente eu tenho que atravessar os trilhos, e o caminho mais rápido é um viaduto que passa por debaixo do trilho do trem, por passar por debaixo do trilho e ser no subsolo esse lugar alaga com certa facilidade, porém nada que impressa o transito de passar, porém nesse dia tava muito alagado mesmo, tanto que colocaram uma faixa impedindo de ir, então ele saiu da avenida e entrou em uma rua vazia e perguntou se eu tinha internet no celular pra ver como o transito tava na divisa do município, pois caso tivesse muito transito, valeria mais a pena fazer o retorno e ir pelo outro lado, pois o transito na divisa é um inferno naquele horário.
Eu fui um pouco burro e deixei aberto no meu Google Chrome uma foto de um pau, na hora que abri na frente dele, fiquei vermelho e tirei rapidamente, mas é claro que ele viu, porém não comentou nada, pegamos o caminho da divisa mesmo pois estava sem transito, ele durante este trajeto ficava passando a mão direto na minha coxa e eu ficava quietinho, quando tava perto de casa ele entrou em uma rua bem deserta, então ele pegou estacionou o carro e desligou, então ele puxou o moletom e mostrou a pica dele, dura que nem pedra
– Já tinha visto um pessoalmente? Da uma pegada?
Apenas balancei a cabeça que não, respondendo as duas perguntas. Ele então pegou o meu celular bem rápido do meu bolso (sou canhoto então deixo no bolso esquerdo o que facilitou) e colocou naquelas partes que tem na porta.
– Seguinte, pega nele e chupa, se não fizer eu vou mostrar tudo do seu celular pra sua mãe e mandar ela ver o histórico.
Nessa hora eu comecei a ficar com medo, passou mil e uma coisa na minha cabeça, e eu comecei a chorar, ele acho que com remorso mandou eu parar com isso, que ele não ia me fazer mal algum, então ele começou a me dar beijinhos no pescoço, até que me surpreendeu com um beijão na boca, foi o meu primeiro, fiquei em choque, mas nessa hora eu já tava de pau duro, foi então que ele notou e falou.
– Viu, tu ta gostando, agora para de fazer de rogado e chupa aqui.
Bom, eu fui devagar, lambi a cabecinha e ele gemeu, então enfiei a cabeça do pau na boca, caralho que sensação gostosa, sentir aquele negocio quente dentro da boca, em poucos minutos eu já tava chupando feito um bezerro, e ele gemia de prazer, até começou a dedar meu cuzinho, tentava enfiar, mas não conseguia, até que ele falou.
– Caralho, que cuzinho apertadinho, vou ter que te buscar na escola de novo pra comer ele.
Aquela dominação de macho me fez sentir uma puta sem igual, até que ele tira a mão do meu cu, e empurra a minha cabeça com força contra a rola dele e soltou um gemido alto.
– Caralho vou gozar, vai, vai.
Eu senti o pau dele fundo na minha boca, prendi o ar pra não vomitar e meus olhos encheram de lagrimas, então ele gozou, e gozou muito mesmo, parecia que não acabava, pulsava cada vez mais, quando eu escuto ele me dando uma ordem.
– Engole, engole teu leite viadinho.
Não tive escolha, engoli para não morrer sufocado ali, então quando engoli ele soltou minha cabeça e eu voltei a sentar no banco, olhos lacrimejando e respirando pesado. Acho que depois disso ele ficou com a consciência bem pesada, porque ele só ligou o carro e saiu sem falar nada, e me deixou em casa, eu agradeci a viagem, porém ele nem respondeu.
Ele me ignorou muito tempo depois disso, porém lembra que eu disse no relato anterior que depois que o cara me comeu no banheiro eu fiquei bem mais safadinho, então, um dia minha mãe me chamou pra ir na casa da mãe do Felipe para uma confraternização da igreja, e eu fui de bom grado e quando cruzei com ele no corredor, ele deu uma apertada na minha bunda, e nesse dia ele me comeu com a casa cheia, mais isso é história pra outro dia.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.