Mamando o tio da namorada

Antes de mais nada, gostaria de deixar claro que o conto é VERÍDICO. Agora sim, vou me apresentar:
Tenho 20 anos, 170cm, físico malhado e 15cm de pau. Desde mais novo, gosto muito de chupar um pau e engolir toda a porra. Amo esvaziar o saco de um macho na minha boca. Gosto de tomar leite, nunca dei meu cuzinho porque tenho medo.

Sete Sensações Anestésico

Tudo aconteceu ontem, dia 02/01/2021, quando minha namorada quis ir visitar a vó. Pra vocês entenderem, a casa da vó dela tem 3 andares. Em cada um desses andares, mora outra pessoa. O primeiro andar mora a vó, no segundo uma prima da minha namorada e no terceiro um quartinho que o tio dela está construindo.

Esse tio dela tem uns 40 anos, mora com a mãe (vó da minha namorada) e não trabalha. Reza a lenda de que ele era garoto de programa e nunca teve um relacionamento mais duradouro com uma mulher. É mais baixo que eu, mas bem forte e musculoso.

Uma vez, estávamos na vó dela e ele me chamou pra ir ver como estava a obra dele. Minha namorada ficou com a vó lá embaixo e eu subi com ele. Lá, ele me mostrou a casa e tal. Ele estava com um baita volume na bermuda, eu dei umas olhadas. Ele reparou, deu uma ajeitada no pau e só. Ficou nisso mesmo. Nós descemos e vida que segue.

Ontem, nos voltamos lá na vó da minha namorada, só que dessa vez tinha muito mais gente.
Mais cedo, houve uma conversa onde ele disse que não usava cueca. Eu fiquei curioso e abaixei os olhos praquele volume na cueca, só consegui pensar que era grande.
Eu, por já ter bebido um pouco, fui no banheiro mijar e vi 2 baratas. Como a vó da minha namorada é idosa, fui chamar o tio pra saber se eles usavam veneno pra barata. Cheguei nele e aconteceu o seguinte diálogo:

– Vocês usam veneno pra barata aqui? Eu vi duas lá no banheiro – perguntei
– Sim, mas é que quando a XXX (prima que mora no segundo andar) joga veneno na casa dela, as baratas descem. – Ele respondeu
– Entendi. Vi onde elas entraram – disse eu
– Vamos lá em cima pra pegar o veneno pra matar elas, aí você aproveita e já vê como está ficando a construção. – disse o tio

Peguei e fui. Todo o resto da família ficou na sala, lá embaixo, cantando no karaokê. Quando chegamos lá em cima, percebi a merda que fiz. Estávamos eu e ele sozinhos. Quando eu me dei conta disso, o tesão da bebida bateu, minha perna começou a tremer e lembrei do dia que ele pegou no pau na minha frente.

Lá na construção que ele está fazendo, tem um banheiro, uma cozinha e um lugar pra dormir. Um cômodo fica ao lado do outro.

Ele estava no banheiro explicando sobre a construção e eu só conseguia olhar praquele volume na bermuda, via aquela coisa se mexendo e marcando. Eu não conseguia mais disfarçar, olhava só pro pau dele e concordava com tudo que ele falava. Ele percebeu, claro, e ao sair do banheiro, passou por mim (que estava na porta) e roçou o pau na minha mão. Ali eu percebi a maldade dele.
Ele seguiu pro quarto, eu fui atrás e novamente fiquei na porta. Ele ficou me olhando, ajeitou o pau, eu ajeitei o meu também e não tirava o olho da pica dele, estava com a boca cheia de agua já. Ele, nada bobo, ao sair do quarto esfregou o pau na minha mão, mas dessa vez esfregou mesmo, eu senti tudo.

Ele foi até a porta da construção, fechou e já veio me agarrando. Me beijou e já grudou aquelas mãos na minha bunda. Eu, sem perder tempo, segurei o pau dele por cima da bermuda. Mesmo mole era grande.

Fiquei apalpando aquela delícia e já tratei logo de me ajoelhar. Só pedi pra ele trancar a porta antes. Quando ele voltou, abaixei a bermuda e aquele pau gostoso saltou na minha cara.

Fiz o que faço de melhor, abocanhei aquele pau todo, já enfiei todo na boca e fiquei lambendo as bolas dele. Eu olhava pra cima sorrindo, estava muito excitado e feliz por estar chupando o tio da minha namorada.

Como eu tinha colocado tudo na boca, ele foi crescendo e cutucando minha garganta. Não existe nada mais gostoso do que sentir um pau crescendo na sua boca.

Quando o pau dele ficou todo duro, eu tirei da boca, segurei na minha frente e olhei. Minha boca salivava, o pau era lindo, grande, grosso, cabeça maravilhosa, preto do jeito que gosto, veiudo e babava bastante. Eu cheguei pertinho, dei vários beijos naquela cabecinha, olhei pra cima sorrindo e falei:

– Vai, fode minha boca.

Ele imediatamente segurou minha cabeça e começou a enfiar o pau na minha boca, começou devagar e foi aumentando tanto a força quanto a velocidade. Nessa hora eu estava louco de tesão, tirei meu pau pra fora e comecei a bater uma punheta enquanto ele fodia minha boca.

Eu tentava engolir tudo, mas era muito grande, então eu engasgava naquele pau e a cada vez que eu tirava pra respirar, ele batia o pau na minha cara e perguntava:

– Era isso que você queria? Queria pau nessa sua boquinha? – Ele perguntou
– Sim, é isso que eu quero. Me dá esse pau gostoso, mete ele na boca do namorado da sua sobrinha enquanto ela está lá embaixo – respondi
– Você é uma putinha. Que delícia. – disse ele
– Não. Uma putinha não. Agora eu sou a sua putinha – falei rindo enquanto voltava a enfiar aquele pau na boca.

Eu estava muito excitado, sugava a cabeça daquele pau, lambia, babava, batia no meu rosto, beijava.
Uma hora eu abri bem minha garganta, segurei na bunda dele e puxei o corpo dele pra mim, bem forte. Senti aquele pau entrar todo na minha boca, adorei ficar com o nariz enfiado nos pelos dele.

Com o pau no fundo da minha garganta, ele segurou no meu pescoço e começou a foder minha boca sem nenhuma dó (nem queria que ele tivesse). Eu só conseguia me esforçar pra respirar, babar muito aquele pau, senti escorrer baba pelo meu queixo. Só ouvíamos aquele barulho gostoso de pau entrando e saindo da boca.

Não aguentei. Engasguei com aquele pau. Quando tirei da boca, ele me deu um tapa na cara. Eu abri o maior sorriso, pedi pra ele bater mais forte, ele bateu. Peguei o pau dele todo babado, esfreguei na minha cara (adoro ficar babado e com cheiro de pau), beijei e falei:

– Agora quero leitinho. Goza na minha boquinha, vai. Me da essa porra gostosa, quero beber tudo. – supliquei enquanto ia chupando as bolas dele
– Você quer? – ele ainda perguntou
– Uhum – murmurei, pois não queria tirar as bolas dele da boca.

Ele segurou no pau molhado enquanto eu chupava as bolas, começou a bater uma punheta bem rápida e barulhenta pela baba no pau.

Até que ele falou gemendo:

– Vou gozar.

Essas palavras foram mágicas. Larguei as bolas dele, enfiei todo o pau na boca, queria sentir os jatos dele na garganta. O primeiro veio forte, bastante, engoli direto. Os outros jatos vieram, mas eu queria aproveitar, guardei na boca, mostrei pra ele e depois engoli. Ele espremia o pau na minha língua pra que eu engolisse cada gota, e eu, lógico, engoli tudo.

Ele ficou com o pau mole na minha frente, eu ainda de joelhos aproveitando o gosto da porra dele, não resisti e dei mais vários beijos naquele pau gostoso. Ele ainda enfiou mais um pouco na minha boca antes de subir a bermuda.

Eu pensei que ele ia me fazer gozar também, mas ele sequer se preocupou com isso. Só pediu pra eu apagar as luzes e saiu.

Fui lavar o rosto, até pensei em lavar a boca, mas queria continuar com o gosto de porra. Minha namorada me ligou, perguntando onde eu estava, falei que tinha subido para usar o banheiro porque estava com vergonha da família dela. Ela acreditou.

Eu desci, dei um beijão de língua nela. Ela me olhou com o olhar desconfiado. Jamais imaginaria que estava beijando o namorado com a boca cheia de porra do tio dela.

Pensei em me masturbar até gozar, mas preferi guardar. Chegando em casa, fiz com ela tudo que o tio dela fez comigo.

Espero que tenham gostado. Quero saber se fiz vocês gozarem, porque eu gozei 2x escrevendo e lembrando daquele pau grosso na minha boca.

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