Matando a curiosidade dos primos

Quase nunca vou visitar os parentes no Rio de Janeiro por falta de tempo, e também porque as passagens estão caras, né? hehehehe mas fui nesse final de semana agora porque não é todo dia que uma tia completa oitenta anos, e resolveram reunir toda a família. Então eu fui, sozinho, já que meu namorado teve que ficar fazendo um projeto pra empresa.


Cheguei na sexta e fiquei na casa de outra tia, que mora com os dois filhos, Weber, 26 anos, branquinho, peludinho, corpo tonificado apenas, cabelos cacheados pretos, mais ou menos 1,75m. E Ricardo, 25 anos, branquinho, um pouco mais forte, cabelos castanho-claro lisos, mais liso, um pouco mais alto que o irmão. Como cheguei de tarde, dormi um pouco pra descansar e mais tarde sair com uns amigos. Me arrumei, coloquei uma jockstrap pq a gente nunca sabe, né hehehehe e fui. Não fui pra beber muito, mais pra me encontrar com a galera, porque não queria dar vexame em casa, né. Cheguei lá pelas duas da manhã e fui pro quarto do Weber, que tinha separado um colchão pra mim. Fiquei só de jock, deitei e dormi. De manhã acordei, mas não levantei, fiquei curtindo a preguiça e um pouco da ressaca. Percebi, então, que Weber ainda estava no quarto, porque ouvi alguém se mexer na cama ao lado, e gelei, afinal, estava de bunda pra cima, e de jockstrap! Quando pensei em me virar de frente pra cama dele, congelei. Ouvi uma respiração ofegante, e o conhecido som de alguém batendo uma punheta nervosa. Será que ele estava batendo uma vendo meu rabo pra cima? De qualquer forma, não me movi, esperei até ouvir o gemido da gozada. Ele então, depois que gozou, se limpou com o lençol, levantou, se vestiu e saiu. Precisei de muito esforço pra abaixar o pau. Levantei, coloquei uma bermuda e camiseta, e fui tomar café. Segui o dia normal, fui pra praia com uns amigos, matei saudades, e voltei pra festa.
Estava no quarto, peladão depois do banho, escolhendo a roupa pra usar, quando o Weber entra e toma um susto.
– Opa cara, foi mal!
– Desculpa, primo, vou colocar a cueca, espera hehehe
– Não se desculpe, eu volto depois.
– Não precisa, poxa, até parece que nunca me viu pelado hehehehehe – o que é verdade, antes de me mudar eu convivia bastante com ele e o Ricardo.
– É mesmo, né hehehehe
Weber entrou e eu continuei pelado. Tirou a camiseta e a bermuda, ficando só de boxer preta. me concentrei pra não ficar de pau duro vendo ele todo delicinha ali do meu lado, coçando o saco, cheirando, ajeitando a rola dentro da cueca, quase como se quisesse me provocar. Vesti uma slip branca, coloquei calça jeans e uma camiseta preta com estampa. Calcei o tênis, ajeitei o cabelo, e fiquei esperando na sala, quando Ricardo passou só de toalha pro quarto, a toalha baixa, os pentelhos aparecendo. Eu tava ficando doido, precisava fuder imediatamente. Fomos de carro só nós três, Ricardo dirigindo, eu na frente e Weber atrás. Ele tentou tirar onda comigo.
– Aí mano, precisava ver a cueca do Fred kkkkkk aquelas que é aberta na bunda, sabe?
– Sei po, eu tenho uma, esqueceu, idiota? kkk
– Já sai sempre preparado, né, Fred? kkkkk
– Claro, ué. E não me zoa não que eu ouvi você batendo punheta hoje de manhã, seu porra
– Que que tá falando aí? Ah tá kkkkk
– Eu tava só de jock e você mandou uma nervosa que até gemeu.
– Viajando na bunda do primo, mano? Ah não hein kkkkk
– Nada a ver ow, eu tava pensando em mina, caralho
– Sei, mina… tava viajando na bunda do Fred, assume kkk
– Pode assumir, primo, eu não ligo kkkk
– Seus cuzões kkkk
Chegamos na festa, a família tava em maior parte lá, e ainda faltava gente. Conversei com muita gente, matei saudades, conheci outras pessoas, e foi bem divertido, o salão tava lotado, e a festa não tinha hora pra acabar. Vi Weber entrar no banheiro e fui atrás. Ele se posicionou no mictório e eu no do lado.
– Sério que tu ouviu minha punheta, cuzão?
– Sério, tu tava bem rápido hehehehehe
– Foi mal se te acordei, hein.
– Não me acordou, até pq vc não tava gemendo tão alto assim. Só não me mexi pq não queria te assustar e acabar com a sua bronha.
– Pena… se pá você até me ajudava.
Weber disse isso e saiu, me deixando paralisado ali no banheiro. Não acreditei no que ouvi, e quando estava lavando as mãos, Ricardo entrou.
– E aí primo, tava aprontando com o Weber, né? kkkk
– Não, nem tava, po.
Ricardo foi pro mictório mijar e me parou quando eu ia saindo.
– Aì, eu quero ver a sua bunda. – assim, bem direto. – Pro Weber bater uma pra bunda de macho é pq ela é gostosa mesmo.
– Tá falando sério, primo?
– Tô, porra, mostra esse rabo aí, vai.
Fui pra perto de um reservado e abaixei rápido a calça e a cueca. Olhei pra ele enquanto ele olhava pro meu rabo e parecia hipnotizado.
– Caralho, primo… vamo lá pra casa que agora não tenho condições de ficar aqui.
– E o que vamos fazer lá em casa?
– Vou te botar pra mamar aqui ó – e me mostrou a rola duríssima, grande e grossa.
– Me convenceu.
Saímos do banheiro, passei pelo Weber e falei no ouvido dele:
– Tô indo pra casa fuder com seu irmão, quer ir junto?
Ele respondeu se despedindo das pessoas com quem estava conversando e me seguiu. Entramos no carro e eu fui atrás com o Weber, já caindo de boca no piruzão branco e pentelhudo dele. Ricardo me mandava chupar, brincar, me divertir com a rola, enquanto dirigia. Weber gemia e alisava meus cabelos, enquanto eu mamava aquele pauzão torto pra direita. Chegamos em casa e fomos direto pro quarto, já tirando as roupas e caindo aos beijos. Weber e Ricardo beijam muito bem, puta que pariu. Eu ajoelhei e mamei os dois, começando pelo Ricardo e seu pau gordo, reto e grande. Ele soltou um gemido tão alto de prazer que me deixou mais excitado ainda. Fiquei punhetando Weber bem devagar enquanto eles se olhavam e gemiam de prazer por minha causa. Troquei a mamada, engolindo os sacos peludos deles, lambendo as virilhas, alisando seus corpos gostosos enquanto me deliciava em seus caralhos babões. Ficamos um bom tempo nessa mamada e punhetação, até que Weber me colocou de quatro no colchão e caiu de boca no meu cu, me arrancando um gemido gostoso, com aquela língua quente, a barba espetando no meu cu, as mãos firmes apertando meu rabo… pedi as cuecas deles pra cheirar enquanto batia uma pro Ricardo, que gemia me vendo cheirar as cuecas deles, alternando numa mamada bem babada e frenética na rola gostosa dele. Weber disse:
– Sempre que eu vejo foto sua com seu namorado eu fico pensando quem come quem.
– A gente reveza. – e voltei a mamar o Ricardo.
Weber enfiou um dedo no meu cu, até o talo e socou devagar, enquanto Ricardo forçou a rola toda até o talo na minha boca, me fazendo engasgar. Começou a meter gostoso no meu cu, ficou assim um tempo, depois trocaram de lugar. Ricardo se deliciou no meu cu, também meteu um dedo e me comeu gostoso assim.Foi quando senti ele abrindo mais minha bunda e logo algo melado se encaixou na porta do meu cu. Virei e ele me olhava com cara de safado, uma cara muito tesuda que me encheu de tesão. Ficou pulsando o pau ali, me fazendo sentir a cabeça se mexer na entrada do meu cuzão, me deixando doido de vontade de empurrar o rabo e engolir aquele caralho gordo. Voltei a mamar o piru gostoso do Weber, que babava pra caralho, e empinei a bunda na pica do Ricardo, que foi forçando devagar, me fazendo sentir o cu abrir, me fazendo piscar e rebolar pra acomodar bem gostoso aquela pica. Sentia meu cuzão engolir a cabeçona da rola e gemi mais alto na rola do Weber, que me alisava os cabelos e não parava de falar putaria, mandando o irmão entrar no meu cu e arregaçar. Me fartei na rola e no saco pentelhudo do Weber, enquanto Ricardo ia mexendo o quadril pra fazer a rola entrar. Pra ajudar, eu piscava meu cu e rebolava, e tava tão gostoso que quando percebi, a pentelhada do meu primo já tava roçando na minha bunda. Eu sentia meu cu todo aberto, incomodava pouco, pois o prazer era muito maior. Segui mamando meu outro primo, quando Ricardo falou:
– Ae mano, tô com a benga toda dentro do primo e só saio daqui depois de leitar
– Isso, deixa ele bem cheio de leite pra mim, mano.
Aquilo me deixou pirado de tesão, tanto que engoli até o talo a rola do Weber e empinei mais a bunda, indicando que ele poderia começar a meter. E foi o que fez, Ricardo começou devagar, alisando meu rabo, e logo estava mais rápido, até começar a socar. Ele gemia alto, socava forte, apertava minha bunda, e eu gemia abafado na rola do meu primo, que xingava e mandava o irmão meter no meu cu.
– Mete essa benga, soca forte, isso!
Depois de um tempo de 4, Ricardo me colocou de frango e socou forte, me olhando, gemendo, me xingando, e eu mamando a rola pentelhuda do primo Weber, que batia uma punheta no meu pau. A mão firme de punheteiro segurava minha rola e batia devagar, enquanto eu chupava e levava rola no cu. Ricardo se debruçou sobre mim sem parar de meter, me olhou nos olhos e me beijou com a rola do Weber ainda na minha boca. O primo, que não esperava aquilo, se assustou e puxou a rola, e nosso beijo ficou bem intenso. Ele voltou a ficar de joelhos e segurou a rola do irmão, batendo uma punheta.
– Tá ficando doido, mano, quase que mama minha rola! – Weber seguiu de pau duro e gemendo
– Somos irmãos, mano, a gente já faz mão amiga, qual o problema de um boquete? – Ricardo tinha tanto tesão na voz que eu me segurava pra não gozar.
Eles conversavam enquanto Ricardo comia meu cu, e eu tava ficando alucinado com aquilo. De repente ele puxou o irmão e engoliu sua rola dura. Parou dentro do meu cu e ficou mamando o próprio irmão, que gemia sem acreditar no que tava rolando. Ricardo parecia ter fetiche em incesto, e mamava de um jeito que denunciou que ele não era novato naquilo.
Voltou a meter no meu cu, e agora parecia mais alucinado de tesão. Socou com força, me olhando, gemendo, segurando meu pau, até que anunciou que ia gozar, e só parou de meter quando a última gota de porra quente encheu o meu cuzão. Ricardo gozou gemendo alto, xingando e me alisando. Tirou o pau do meu cu e senti escorrer, mas não demorou muito e Weber já estava dentro de mim, me fazendo gemer ao sentir aquela rola torta entrar e empurrar de volta a porra do irmão. Weber meteu com vontade, a rola deslizava no meu cu, ele falava que tava espumando, e que tava muito gostoso comer aquele cu cheião de porra. Meteu de frango por um tempo e eu pedi pra cavalgar. Sentei gostoso, quiquei, rebolei, e pedi o pau mole do Ricardo pra chupar enquanto cavalgava. Mamei aquele pau melado com sabor de porra e do meu cu, enquanto quicava e mordia o pau do meu primo com o cu. Weber me xingava, mandava eu não parar, queria que eu quicasse até ele gozar, e eu fiz, sentei com força, rebolei, espumei a porra do Ricardo no meu cu, e logo ele começou a gemer alto, se contorcendo, e eu senti as jatadas de porra quente no meu cu. Continuei sentando e bati uma rápida. Não demorei muito pra lavar o peito do meu primo de porra. Gemi gostoso e caí no colchão. Ficamos abraçados ali, Ricardo disse pro irmão que tinha muita curiosidade em saber como era o pau dele, e que já praticou com uns amigos, mas era só isso. Weber disse que ficou curioso e que eles podiam trocar na próxima vez. Os dois disseram que tinham muita curiosidade em saber como era trepar com um macho, e por isso aproveitaram a chance da minha visita. Trepamos mais uma vez no domingo, mas foi num motel, e foi igualmente gostoso. Voltei à noite, feliz e satisfeito.

Até a próxima!

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