Meu coroa mamador

Aos 50 anos, queremos cuidar melhor do corpo. Escolhi caminhar durante as manhãs e, quase sempre, no mesmo horário, me levanto, faço um pequeno lanche, calço o tênis e saio aqui por perto mesmo, nesta pequena cidade mineira.

Recentemente, o prefeito fez uma área muito boa para caminhadas, com uns 5 kms de calçamento apropriado para pequenas caminhadas. Neste local, faço, rotineiramente, meus treinamentos.

Durante os primeiros dias, observei a presença de um senhor que ficava em frente a sua casa vendo homens, mulheres e crianças se exercitarem. Passei a observá-lo outras vezes e, quase sempre, ele me encarava durante um bom percurso da caminhada.

Com seus sessenta anos, cabelos grisalhos e bigodes fartos e também brancos, ele observava de modo fixo e, notadamente, nos primeiros dias, fiquei meio sem graça, abaixava a cabeça e seguia. Passei a cumprimentá-lo ao passar por ele: “bom dia, senhor!” e ele retribuía com sorrisos. Um dia, mudei o uniforme e passei a caminhar de moletom, sem cueca. A cueca estava me queimando as virilhas. Esse senhor passou a olhar diretamente para minha rola, não mais para mim. Sempre com sorriso sacana no rosto!

Um dia, dois dias, três dias… uma semana, duas… um mês. Até que parei em frente a casa dele e pedi um copo dágua. Ele entrou pegou a água, sem tirar os olhos da minha rola. Bebi, agradeci e parti, trotando novamente. No dia seguinte, ele estava novamente no mesmo lugar. Olhando com vontade para as pessoas que passavam por ali. Vi que quando eu passava, ele mexia na própria rola, sem tirar os olhos da minha. Saquei a dele. Alguns dias depois, eu também passava e mexia na minha piroca sobre o moletom. Pensei muita bobagem sobre aquela boca de bigodes brancos. Passei a desejar esse senhor me mamando! Adoro mamadas de coroas.

Não deu outra, parei de frente a casa dele e novamente pedi um copo com água. Ele me convidou para entrar. Certamente, já estava louco de tesão também. Entrei pela garagem e parei na porta da sala. Ele veio lá de dentro, com um copo na mão e com a outra mão na rola! Fiquei doido e o pau subiu na hora.

Tomei a água, meio tremendo e ao devolver o copo, ele pegou com uma mão e levou a outra na minha rola. Sentiu os dezoito centímetros duros e latejantes. Abaixou a minha calça e simulou uma punheta. Ele próprio se abaixou, assentou no sofá e mamou com vontade. Enfiei até o talo na garganta dele que saiu lágrimas! Perguntei se poderia gozar na boca e ele disse que queria sentir a porra na cara! Dito e feito, gozei fartamente na cara do meu novo amigo!

Durante um bom tempo, parava lá para tomar água! Se quiser correr comigo ou me oferecer um copo com água, se você é coroa, seja bem-vindo!

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