Meu enteado me enrabou na pesca

Sou um cara branco de meia idade e estou vivendo junto com uma mulher negra mais ou menos da mesma idade que eu, ela tem um filho já adulto que vive noutra cidade aqui perto, mas visita frequentemente a nossa casa. O Mauro, assim se chama ele é boa onda, é um cara bacana mas é meio bruto nos gestos e no falar, próprio de quem tem a energia dos 20 anos. Ele é bem alto e forte, cheio de músculo e mãos grandes, impetuoso, fica ouvindo rap e funk bem

Sete Sensações Anestésico

alto, a minha onda é mais calma, jazz, música clássica, temos muitas diferenças culturais, quando ele vem aqui em casa me deixa perturbado, tem muita testosterona à flor da pele! Nunca lhe conheci nenhuma namorada e pensava para mim que nenhuma mulher ia querer um homem assim sem maneiras.

Um dia desses convidei ele para sair para pescar comigo, eu tenho um barco de pesca de alto mar, costumo sair para pescar com meus amigos mas um desses domingos convidei ele para ir comigo, só eu e ele. O Mauro tem muita força e resistência, achei que ia ser bom se pescassemos um peixe daqueles bem grandes que dá muito trabalho para trazer para bordo.
O Mauro ficou bem entusiasmado pelo convite, falou que ia adorar mas que não queria ir para muito longe da costa, melhor ficar aqui pela baía mesmo onde tem menos ondulação, é que não está habituado a navegar e não queria enjoar.

No dia combinado chegou bem cedo cheio de energia e com aquela atitude bruta do costume. Carregamos tudo, cerveja, comida, e restantes acessórios e partimos em direção à marina. Quando o sol apareceu no horizonte já nós estávamos a sair da barra em direção ao oceano.
Fiquei no comando do leme e o Mauro sentou atrás de mim, falando de tudo e de nada, e então ele perguntou se era cedo para abrir uma cerveja?
– Acho que não, né. Abre duas, traz uma para mim.

Parei os motores não muito longe da costa, não era um pesqueiro bom, não tinha mais ninguém ali, os outros barcos estavam mais longe, mas hoje estava bom assim, hoje não me sentia como um pescador em competição mas sim como um professor que ia ensinar o seu aluno.
Aí o Mauro falou:

– Posso dar um mergulho? Não vou espantar o peixe?
– Pode, mas não vai para muito longe da embarcação não, depois pode não conseguir voltar, melhor levar um colete.
Mauro nem ouviu as minhas últimas palavras, já tinha tirado as roupas e saltou no mar e ficou nadando junto do barco. Não demorou muito. Quando subiu na escada do barco não deu para evitar olhar. Tinha apenas uma sunga pequena vestida e dava para ver que o pau era bem grande, mesmo depois de sair da água quando o pau fica sempre pequeno ele mantinha um volume bem grande debaixo da sunga .

Na verdade foi bem desconfortável para mim, ficar olhando para o pau de outro cara, ainda por cima era filho da minha mulher.
Instalei as canas no suporte e chamei o Mauro para lhe ensinar os movimentos de lançar e recuperar a linha. Mais uma vez fiquei desconfortável, ficamos bem juntos tocando um no outro, e ele não tinha mais nada vestido, só aquela sunga pequena, e dava para ver que o pau estava a ficar duro à medida que nos íamos tocando para eu explicar os movimentos a fazer com a cana. Dava até para ver a cabeça da rola começando a aparecer fora da sunga.

Por fim deixei-o a pescar sozinho e fui para o meu lugar, confesso que fiquei com as pernas a tremer e com a respiração incerta. Ainda hoje quando escrevo isto e penso no que aconteceu fico com o coração acelerado. O Mauro me descontrolou, aquele jeito bruto a voz forte me deixou com a cabeça com mil idéias. Não estava conseguir concentração.
Quando eu já tinha recuperado a calma ele gritou lá do fundo:
– Me serve uma cerveja aí oh coroa!

Me dirigi à arca, abri a tampa e entrei com a cabeça lá dentro para procurar as cervejas no meio do gelo. Foi então que senti um gesto violento me puxando as calças para baixo e ao mesmo tempo segurando a tampa da arca para eu não conseguir me soltar. Estava com o meu rabo branquinho exposto, a cabeça entalada na arca e ele grunhindo atrás de mim e tentando enfiar o pau no meu cu, tentou, tentou, mas não conseguiu. Senti a cabeça daquela rola quente esfregar na entrada do ânus e confesso que me deixou com tesão imediata, ele continuava a tentar enrabar-me mas não entrava, aquela pressão de um pau duro nas minhas nadegas estava

a deixar-me excitado e não sabia como lidar com a situação. Por fim libertei-me, virei-me, fiquei de frente para ele a olhar para cima nos olhos daquele negão todo nu. Não falei, não conseguia, só queria perceber o que estava a acontecer. O que estava a acontecer era bem simples, ele queria foder o meu cu com aquele caralho negro bem grosso. Só agora olhei para baixo e vi com olhos bem abertos o tamanho daquela tora, era um pau bem grande e grosso, negro, bem torneado, com veias por fora uma glande bem grande, estavas bem duro com o saco bem retraído e talvez cheio de leite. Nossa! Que cacete tão grande! Pensei eu em voz baixa.

Nessa altura senti uma mão na minha cabeça me empurrando para baixo com toda a força, uma mão enorme como se estivesse agarrando uma bola de basquete. E agora eu estava de joelhos diante daquela rola quente… com a outra mão ele agarrou na rola e começou a cutucar a minha cara, sentir a rola quente na minha barba me fez abrir a boca, aí ele fez pontaria e enfiou na minha boca. Comecei a chupar leve, não dava para entrar tudo, só a cabeça, fiquei mamando como pude aquele pau e ele a foder a minha boca.

Mas depressa ele tirou da boca, ele queria mais, queria me arrebentar o cu. Então me puxou, me levantou e me empurrou contra a guarda. Tirei as minhas calças que estavam pelo joelho e me segurei com ambas as mãos no ferro da guarda, senti ele a abrir mais as minhas pernas e a passar algo que deixou molhado o meu cu, acho que passou saliva no pau dele também e de imediato senti aquele pau grosso na entrada no meu cu. Agora estava a deslizar e a entrar, entrou a cabeça e senti uma dor aguda, me contrai e tentei fugir para a frente mas só tinha o espaço dos meus braços para fugir, de novo me apanhou, eu tinha a barriga encostada na

guarda a cabeça a pender sobre a água e o cu totalmente indefeso, aquele caralhão encostou em mim e entrou todo até ao fundo, eu gritei, gemidos abafados, estava de cabeça para baixo , com o pau todo lá dentro, ele ficou quieto, sentia ele a latejar dentro de mim, me deixou habituar ao tamanho do mastro e depois começou a bombar, primeiro devagar, depois mais forte, estava sentir a arder, sentia-me todo aberto, agarrava-me com toda a força aos ferros da guarda para não cair ao mar, sentia as mãos dele a agarrar as minhas ancas, o pau a foder-me o cu, e o ventre negro dele a bater nas minhas nadegas com violência ritmada da foda, o meu

ventre dobrado sobre o ferro superior da guarda, estava a magoar-me à medida que levava mais socada do touro que me estava a foder, queria que ele terminasse para eu sair daquele posição humilhante, mas a verdade é que estava a sentir prazer, tinha o cu a arder e estava a gostar, ele entrava e saia cada vez com mais força, cada vez mais fundo, ouvia os gemidos e os grunhidos atrás de mim, eu não queria ver a cara dele, fechava os olhos e me concentrava no pau a entrar e a sair, cada vez mais duro, eu cada vez mais aberto e rasgado. Por fim senti ele dar umas estocadas bem fortes, uns grunhidos animalescos e um jacto de porra a inundar o

meu cu. Me magoou definitivamente contra o ferro da guarda, me sentia todo aberto e molhado, sem forças nas pernas. Ele tirou o pau de dentro de mim bem devagar, ao sair senti porra a escorrer e ouvi cair no chão, depois olhei, era muita porra no chão mesmo!
Ele não falou nada, desceu na escada do barco e foi lavar no oceano, eu aproveitei e me sentei onde pude e fiquei avaliando os estragos na minha anca e no meu cu.
Ele voltou e eu esperava que ele sentasse junto ou fosse buscar uma cerveja e aí nós podíamos sentar e conversar, mas ele me agarrou na mão e me puxou para o deck inferior onde existe uma cama. Continuou sem falar nada, só me empurrou e eu caí de costas na cama, veio para cima de mim, beijou meu pescoço e me disse no ouvido:

Desde que eu te vi a primeira vez que desejo comer este cu branco!
Enquanto eu digeria o que acabava de ouvir ele me abriu as pernas e me deixou em posição de frango assado, reparei que já estava duro outra vez! Como era possível tanta tesão junta!?
Deitou sobre mim na posição missionária e me penetrou de uma vez só, não ofereci resistência, meu cu também não, meu cu estava aberto e molhado e eu me sentia uma putinha. Ele procurou a minha boca e me beijou, tentei fugir, era a primeira vez que beijava um homem! Acabei cedendo, fechei os olhos, beijei-o enquanto sentia o pau dele a foder-me! Gozei quando senti que aquele touro estava a encher-me o cu de porra outra vez!

Ficou dentro de mim a foder devagar até ficar duro outra vez, confesso que fiquei com tesão por verificar que alguém tinha assim tanto desejo e tesão por mim, mesmo sendo um homem, mesmo sendo o filho da mulher com que eu vivo.
Me pediu para eu ficar de quatro e eu fiquei, lhe dei tudo, me abri todo para aquele negão e ele meteu de novo, me fodeu uma meia hora e gozou de novo!
Voltando para casa nunca tinha visto o Mauro tão quieto e calado, agora acho que sei como acalmar a besta!

O meu cu ardia forte e latejava, era uma sensação de dor boa. Dentro de mim tinha um montão de porra do Mauro!
Naquele silêncio eu tinha oportunidade de pensar nas desculpas que ia dar para a minha mulher porque razão não pegamos peixe nenhum.
Mas lá no fundo eu só estava pensando como seria bom eu estar fodendo ela e o caralhão do Mauro me fodendo ao mesmo tempo.

2 Replies to “Meu enteado me enrabou na pesca”

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.