Meu pai ensinando a foder gostoso

Logo depois que completei vinte e um anos, meu pai me procurou para um papo sério. Era um sábado à tarde, ele bateu na porta do meu quarto e perguntou se poderíamos conversar. Acenei que sim e ele entrou fechando a porta. Fiquei receoso com o tipo de conversa que ele desejava. Ele a principio elogiou-me como filho enaltecendo meu desempenho nos estudos. Porém logo depois ele adentrou-se no campo da sexualidade.

Eu sempre fui muito reservado e, provavelmente, nunca tenho dado nenhuma pinta que era gay. Porém nunca tinha trazido nenhuma namorada para casa ou tenha comentando qualquer coisa a respeito com meus pais.
Meu pai, típico de homens machões, julgou que minha inexperiência com sexo e começou a questionar minha sexualidade. Respondi com naturalidade que tinha já ficado com várias garotas (o que era mentira), mas nunca tinha transado pois tinha um certo medo de como aconteceria. Ele falou que isso era normal, e essa falta de habilidade com sexo era sempre um dilema nesta idade. Durante a conversa instiguei sobre como foi sua primeira vez, e narrou como foi péssima. Sem nenhuma habilidade, mal conseguia movimentar-se dentro da menina, e consequentemente o gozo rápido fechou com chave de ouro o desastre.
Por esse motivo ele falou que tinha um presente que poderia me ajudar. Pediu para aguardar e saiu do meu quarto. Logo depois ele retornou com uma sacola e uma caixa. Pediu para abrir. Quando percebi do que se tratava, fiquei totalmente sem jeito. Era um brinquedo que imitava uma vagina. Explicou que possuía um ventosa que grudava no azulejo do banheiro. Rindo, falou que era só treinar nela que não teria erro. De fato, aquele brinquedo era bem feito. Apenas pediu para não deixar a mostra, afinal minha mãe não precisava saber da existência dela. Rimos com a possibilidade dela achar nas minhas coisas.
Já que ele foi sacana comigo, resolvi ser sacana com ele também. Perguntei quando a gente tiraria o cabaço da “Xana”, apelido dado meu brinquedo. Argumentei que ele poderia me dar dicas com mulheres em treinamento. De primeiro momento ele não gostou da ideia, mas acabou cedendo. Combinamos para descabaçar a “Xana” no outro dia, quando minha mãe sairia de casa e ficaríamos sozinhos em casa. Ele me instruiu lava-la bem com sabão neutro e deixar ela “cheirosinha”.
No dia seguinte, após o almoço minha mãe saiu. Meu pai pouco tempo depois apareceu no meu quarto. Perguntou se eu tinha preparado a “Xana”. Ele fechou a porta do quarto com a chave e entrou no banheiro. Falou que era melhor colocarmos dentro do box do chuveiro, afinal era melhor para limpar depois. Ele grudou na parede na altura de sua cintura.
Meu pai tem 51 anos. Sempre foi muito brincalhão e tirador de sarro. A principio não achei que ele levaria a sério esse desafio.
Estava na porta do banheiro olhando para ele. Ele olhou para mim e começou com seus conselhos práticos, afirmando aquilo era apenas os finalmente de uma relação. Que o negócio iniciava antes, com as preliminares, onde o carinho era fundamental para uma mulher. Apenas concordava com ele.
Foi então que ele tirou a camisa exibindo seu peitoral e sua barriga peluda. Meu pai era um típico exemplar de um macho rústico. Barriga levemente saliente, braços grandes e coxas grossas. Desceu sua bermuda e sua cueca. Entre suas pernas repousava um cacete flácido, porém corpulento. Seu saco era grande e pesado. Meu pai era todo peludo, porém um aglomerado mais denso de pentelhos circundava seu membro. Primeira coisa que ele falou foi:
– Tem muito homem que aderiu a moda de se depilar. Raspa tudo, parecendo uma mulher. Se sua namorada preferir assim, tudo bem. Mas caso contrário mantenha a tua natureza. A natureza nos fez assim por seus motivos.
Foi então que ele perguntou se eu tinha fimose. Ele pegou no seu cacete e puxou o prepúcio que cobria a cabeça da sua rola mostrando do que se tratava a fimose.
Para minha surpresa, falou sem cerimônia:
– Pode tirar tua roupa também. Estamos numa aula prática.
Completamente sem jeito fui tirando minha roupa. Meu pau já estava todo babado e mal cabia dentro da cueca. Meu pai sorriu e se aproximou dizendo que sabia quem eu tinha puxado. Ele puxou a pele que recobria a cabeça do meu cacete exibindo a cabeçona avermelhada e lustrada. Explicou que esse líquido era um lubrificante natural importante.
Nisso falou que tinha esquecido um negocio e já voltava. Saiu peladão do banheiro e do meu quarto e foi buscar algo. De costas reparei a beleza de sua bundona redondinha e peludinha. No meio da bunda, uma quantidade maior de pelos destacava-se, subindo levemente pelas costas.
Instante depois retornou com um gel lubrificante explicando que não podia faltar também na hora do sexo.
Meu pai espalhou o gel na sua rola já meia bomba e passou a punheta-la. Parecia inacreditável aquele pedaço de carne ganhando vida na minha frente. Meus olhos estavam vidrados na sua rola. Meu pai fazia aquilo com naturalidade. Enquanto sua mão direita calibrava sua rola, sua mão esquerda alisava seu sacão. Meu corpo estava todo arrepiado de tesão. Estava babando de tanto desejo em cair de boca naquele pedaço de carne.
Ele se aproximou da “Xana” pediu para ficar do lado dele. Ele puxou o prepúcio que cobria a cabeçona do seu pau para trás deixando amostra a cabeça avermelhada.
– Quer deixar a mulher louca, é ficar brincado sua a cabeça do pau na sua boceta.
Minha boca estava encha de saliva em ver seu cacete esfregando levemente no meu brinquedinho.
Ele falou:
– Colocar um pouco de lubrificante na cabeça do meu pau. Vai ajudar a descabaçar a “Xana”.
Derramei na cabeçona do pau e ele esfregou na entrado do buraco do nosso brinquedo. Derramei mais um pouco por cima do corpo do seu cacete e num impulso levei minha mão ate ele. Meu pai se assustou. Espalhei o gel pelo seu pau. Meu corpo estremeceu por inteiro em sentir aquela carne quente pulsar na minha mão. Tentei agir com maior naturalidade possível. Após espalhar todo o gel esfreguei a mão no tufo de pentelhos dele, como se limpasse a mão. Seus pentelhos eram densos, porém macios. Minha vontade era ficar alisando sua barriga. O meu tesão era tanto que meu pau pulsava, e era evidente que meu pai percebeu isso.
Logo depois ele rompeu o silêncio e disse:
– Repara como meu pau desliza dentro dessa buceta. O importante é controlar os movimentos. Afinal é isso que vai dar prazer.
Seu cacete deslizava lentamente. Conforme ele tirava mais seu pau para fora, a pele que recobria sua cabeça, ela esticava ainda mais. Perguntei se não machucava.
Ele respondeu que isso que dava prazer e começou a movimentar com mais força. Ele apoiou seus braços peludos contra a parede rebolava ainda mais. Seu corpo movimentava-se com força contra aquela bucetinha fake. Quando seu pau escapou do buraco ele perguntou se eu queria ver qual era a função dos pentelhos. Pegou minha mão e colocou em cima do buraco da “Xana”; conforme ele metia seus pentelhos chocava-se com minha mão. Então ele falou:
– Não é gostoso meus pentelhos batendo contra sua mão? Imagina como esses pentelhos estimulam uma mulher. Claro que eu imaginava muito mais aqueles pentelhos na minha cara e roçando minha bunda que em qualquer buceta.
Ele tirou seu pau da Xana; seu pau latejava de tesão apontado para cima. Olho para mim e falou:
– Tua vez de foder a “Xana”.
Ele olhou para meu pau todo babado e falou.
– Você nem precisaria de lubrificante, de tanto que teu pau está babando. Mesmo assim vamos colocar um pouco.
Ele despejou um pouco em cima e mandou eu espalhar.
Repeti seu gesto deixando a cabeçona do meu pau exposto e passei a brincar na entrada do buraco.
Ele continuou:
– O correto seria você colocar uma camisinha. Afinal não se mete o pau em qualquer buraco. Mas como só eu comi a “Xana” não tem problema. Teu pai há trinta anos só come tua mãe; sem risco de qualquer doença. – e riu.
Soquei meu pau naquele buraco. Sabia que aquele brinquedinho seria meu predileto a partir de agora. Meu pau era pressionado de uma maneira deliciosa. Meu pai do meu lado me incentivava a movimentar a cintura.
– Isso não é como punheta em que a mão que mexe. Mexe esse corpo! – Segurou minha cintura forçando-a se movimentar.
Conforme ia ganhando coordenação, o ritmo aumentava. Mas se eu continuasse naquele ritmo gozaria logo. Reduzi os movimentos e meu pai falou.
– Isso mesmo, você precisa controlar o prazer e não deixar que ele acabe logo.
Nisso soquei minha rola até o fundo e fiquei grudado nela. Meu pai falou:
– Vou te mostrar outro segredo.
Nisso ele levou sua mão à boca, encheu as pontas dos dedos com saliva e passou no meu mamilo. Até soltei um gemido de prazer.
– Viu? Pode mamar bastante nos peitos das meninas que elas vão a loucura.
Olhei para seu peito peludo, louco para a língua no seu mamilo. Estava numa duvida cruel, será que meu pai cederia minha pressão?
Perguntei se ele queria fuder mais um pouco com nossa amiga. Ele encaixou novamente seu pauzão na “Xana” e passou a movimentar sua cintura. Seu cacete entrava e saia com velocidade aquele naquele objeto de prazer. Afastei-me um pouco dele e passei a admirar sua bundona peluda toda suada movimentar-se. De vez em quando ele girava seu quadril. Fechei os olhos imaginando meu pai me enrabando. Seu corpo peludo se esfregando nas minhas costas. Quando me dei conta estava com minha bunda empinada esfregando no vidro do box. Abri os olhos e meu pai estava me observando.
– Que isso filho?? Esta imaginado o que??
Paralisei. Estava sem reação.
– Nada pai. Loucura da minha cabeça.
– Como assim? Pode falar, estamos apenas nos dois aqui.
Minha boca estava seca, mas resolvi abrir o jogo.
– Bobeira da minha cabeça. Estava imaginando que enquanto eu metia na Xana, você estava atrás de mim.
Não queria ser tão explicito, mas ele entendeu o recado. E falou:
– Eu percebi seus olhos na minha rola.
Dei um sorriso sacana e coloquei minha mão entre as pernas, com a ponta do dedo no meu anel.
Ele me chamou para perto dele e me abraçou. Seu corpo peludo me envolvendo por inteiro. Senti sua respiração pesada. O seu cacete roçando na minha barriga. Finalmente ele disse:
– Quer tentar?
Coloquei-me de frente novamente para a Xana. Encaixei minha rola nela. Senti meu pai se aproximar por trás de mim. Seu corpo quente, sua barriga peluda roçando nas minhas costas. Ele beijou minha nuca e falou:
– Se tiver te machucando avisa que eu paro.
Não falei nada. Apenas empinei a bunda. Meu pau saiu de dentro da Xana, mas aquilo pouco importava.
Senti seu membro ereto ser forçado entre minha bunda. Conseguia imaginar nitidamente sua cabeçona avermelhada exposta procurando meu anel, como a pouco tinha procurado o buraco da Xana.
– Você precisa relaxar agora, filho. – disse ele.
Minha rola estava meia bomba, mas sentia a baba pendurada.
Empinei o traseiro e finalmente senti a cabeça da sua rola ser forçada contra meu anel e abrindo minhas pregas. Minha respiração estava pesada. Meu pai parecia não respirar. Sentir aquele pedaço quente de carne invadindo meu traseiro. Mistura de dor e prazer se misturavam.
Quando sentir suas bolas e pentelhos pressionarem minha bunda relaxei. Ele permaneceu parado, grudado em mim. Coloquei minhas mãos para atrás, segurando sua bunda peluda. Ele me abraçou e finalmente eu sentia-me totalmente entregue a um macho. Sua respirar na minha orelha. O silêncio invadiu aquele banheiro. Sentia sua respiração pesada acompanhada pelo movimento do seu peito peludo nas minhas costas.
Bastou eu piscar meu cuzinho, que senti seu membro pulsava dentro de mim. Parecia que tinha engolido uma tora pelo rabo. Meu pai de uma rebolada e perguntou se estava tudo bem. Mesmo sentindo um desconforto, respondi implorando para ele me fuder.
Lentamente ele passou a movimentar seu corpo contra o meu. Seu cacete parecia rasgar meu rabo. Senti ele pegar no meu pau e punheta-lo. Então falou:
– Mete essa rola na “Xana” filhão.
Meu pau deslizou para dentro da buceta artificial. Apoiei meus braços contra a parede empinando ainda mais meu rabo. Ele perguntou:
– Está gostando deste sonho.
– Fode gostoso pai. No sonho você gozava gostoso no meu rabo.
– Quer leitinho?
Percebi que quanto mais eu gemia e elogiava seu cacete, mais ele socava no meu rabo. O som da suas estocadas ecoava no banheiro. O suor do seu corpo escoria pela sua barriga que se chocava com minhas costas. Ele estava todo molhado de suor. Estava completamente dominado por ele. O ritmo da suas estacadas pressionavam minha rola contra a “Xana”. Quando anunciei que iria gozar ele pediu para me virar para ele.
Minha intenção era gozar com seu pau atolado no meu rabo, mas como ele saiu de dentro de mim, virei para ele. Seu pau vermelho latejava de tão duro. O pelos pubianos e da sua barriga estava tão encharcado de suor que parecia que ele tinha jogado água.
Passei a punhetar minha rola enquanto admirava seu corpo peludo. Ele me incentivava:
– Gozo gostoso filhão. Esvazia esse saco peludo.
Pouco tempo depois um jato saltou do meu pau. Acho que nunca tinha gozado tão forte. Foi seguido de mais alguns jatos mais fracos, porém era muita porra. Mais pai falou:
– Você está parecendo um touro reprodutor.
Meu pai me observava com seu cacete latejando de duro. Louco para engolir aquele pedaço de carne, resolvi arriscar e me ajoelhei diante dele.
Empurrei seu cacete contra sua barriga deixando seu sacão amostra. Estava louco de desejo de lamber suas bolas. Timidamente passei a língua nela. Cheiro de macho invadiu meu olfato. O gosto de salgado do suor do seu saco me embriagou.
Cada lambida cheia de saliva meu pai suspirava de tesão.
– Porra, filho. Tua mãe nunca chupou meu saco assim!
Depois de deixar se saco peludo todo lambuzado de muita saliva, puxei a cabeçona avermelhada do seu pau para fora do prepúcio. Deslizava a língua do seu saco até a cabeça. Parecia uma criança chupando sorvete pela primeira vez. Resolvi investir com minha língua somente na cabeça do seu pau. Meu pai foi ao delírio. Ele se contorcia de prazer. Fazia questão de olhar para seu rosto transformado. Alisava sua barriga peluda toda molhada de suor. Parecia um sonho estar diante de meu pai, aquele macho peludão, com a rola que havia me feito na boca.
Conforme fui engolindo seu cacete, minha saliva escorria pelo seu sacão. Tentava engolir toda sua tora, mas tinha dificuldade. Ele riu e falou:
– Mama bezerro. Aproveita que esse touro dá leite.
Passei a sugar com vontade seu cacete. De vez e quando parava e descia até suas bolas, lambia seus ovos peludos e subia lentamente até a cabeçona do seu pau. Essa brincadeira durou uns 10 minutos quando meu pai falou que ia gozar. Pediu para chupar suas bolas enquanto ele se punhetava.
Ele abriu bem as pernas e virou de costas para mim. Sentado no chão posicionei minha cabeça entre suas pernas. Tinha uma visão perfeita da sua bunda peluda e seu saco peludo pendurado na altura da minha boca. Ele fazia questão de flexionar suas pernas para esfregar seu saco na minha cara. Sua mão grande firmou no seu cacete e passou a movimentar-se num vai e vem. Tinha uma visão privilegiada daquele macho peludo entregue a uma deliciosa punheta. Seu rosto revelava que logo ele explodiria em gozo. Ele falava:
– Vou gozar, filho… Ai… Quer leitinho do touro??? Ai…
Um jato saltou do seu cacete. Seguido de mais um. Ele continuou a mexer seu caralho pulsante. Sua porra escorria pela sua mão, atingindo seu saco. Quando ele parou seu rosto demonstrava que estava acabado. Tratei de lamber todo seu néctar. Nunca tinha provado porra, mas sabia que ela era especial. Ele espremeu seu pau e depositou uma gota do seu liquido precioso na minha língua.
Sentamos no chão do banheiro enquanto restaurávamos nossas forças. Seus pentelhos estavam todo lambuzados de porra. Coloquei minha mão na sua coxa e fiquei alisando-a. Seu pau foi amolecendo, mas sem tirar a beleza do meu pai. Ele finalmente falou:
– Isso foi foda… nunca tinha imaginado gozar contigo filho.
Coloquei a mão sobre seu pau mole e falei:
– Sempre que quiser fazer algo diferente me avise.
Ele agradeceu novamente, levantou-se passou o dedo na porra entre seus pentelhos e levou a boca experimentando.
Depois deste dia, meu pai não perdia oportunidade para desfilar de cueca pela casa. Sempre que tinha oportunidade, ele dava uma coçada gostosa no seu saco e me olhava.

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