Meu primo jogador de futebol

Me chamo Daniel e atualmente tenho 26 anos, sou branco, 62kg, 1,73 com cabelos castanhos cacheados, barbado e olhos verdes. Modéstia a parte um corpo bem daora.
Esse conto é real e aconteceu por volta de 2010, estava com meus 17 anos se não me engano. Não havia muito tempo que tinha tido minhas primeiras experiências sexuais e com a flor da idade meus hormônios me deixavam louco de tesão praticamente o tempo inteiro. Na época eu frequentava um ponto de pegação que fica próximo ao meu bairro, moro em BH/MG, e eu ia na lagoa da Pampulha, onde quase sempre rolava algo depois de certo horario.
Porém naquele dia não dei sorte, acho que fui cedo demais para o local e não tinha ninguém (apenas famílias que frequentam a orla da lagoa por lazer), mesmo cheio de tesão voltei pra casa, convencido que terminaria o dia numa punheta.

Sete Sensações Anestésico

Quando estava há algumas ruas da minha casa notei que um primo meu estava à alguns metros na minha frente, ele também voltava pra casa que ficava ao lado da minha – ele é conhecido como Rafa, na época tinha 25, e apesar de ser casado e ter um filho, havia boatos dentro da própria família que ele era gay, pois o pegaram no chuveiro com outro cara. Até aquele momento nunca acreditei, pois ele não dava pinta, mas no tesão que eu estava resolvi arriscar mesmo não sendo assumido – Como ele estava apenas alguns metros a minha frente andei mais rápido a ponto que ficamos poucos passos de distância. Resolvi tossir pra chamar sua atenção,

 

ele se virou me viu e comprimentou, nisso eu dei uma pegada na minha rola, mas logo ele virou e continuou de boa. Nunca fomos de conversar muito, talvez pela diferença de idade. Fiquei meio frustrado, mas resolvi tentar outras vezes e ele sempre olhava pra trás e eu dava aquela pegada no pau. Já estava achando estranho porque ele estava olhando demais, mas não fazia nada. Não demorou muito e chegamos em casa, ele entrou, mas não desisti me sentei na calçada em frente a casa dele e fiquei esperando, pra minha surpresa ele apareceu em uma das

 

janelas e ficou me olhando. Eu continuava dando pegadas no pau, que já estava durasso.
Não demorou muito e ele saiu da janela e apareceu no portão fingindo estar olhando algo do lado de fora, foi quando puxou assunto comigo, mas sempre olhando pro meu pau, que marcava na minha bermuda, reparei que ele também estava excitado. Conversamos até chegar no assunto de vídeo games.
– lembra quando jogávamos super Nintendo, que você sempre me pedia cartuchos emprestado? – me perguntou, e eu respondi que lembrava sim, eu era muito novo, mas lembrava – eu ainda tenho o meu, qualquer dia podíamos jogar de novo.
Essa era a confirmação, o safado realmente gostava de macho e isso fez meu tesão aumentar, eu não queria esperar, meu pau tava quase furando a bermuda.

– Ué, não pode ser hoje? Tá ocupado? – perguntei.
– não não, na verdade seria de boa, a mulher e o Gui foram pra casa da minha sogra.
– então bora.
Ele abriu o portão me colocou pra dentro e o fechou rapidamente, me levou pro quarto falando que o game estava la junto com a TV, mas não havia nenhum vídeo game la. Me sentei na cama e eu travei, tava morrendo de tesão, mas eu não conseguia dar a iniciativa.
Ele ainda mexia na TV, e comentou.
– nossa agora que lembrei que tá guardado, então que tal em vez de jogar vemos um filme – eu falei de boa, depois de procurar um pouco ele colocou um filme porno hétero – aqui em casa as vezes vejo esses filmes educativos, tu gosta?

– gosto sim, eles ensinam muito, mas tem outros que eu curto mais – ele me perguntou qual, já estava tudo armado, aquele clima de sexo, de tesão no ar, uma resposta e sabia que ia rolar, que ia trepar com meu primo. Que era um tesão aliás, Rafael trabalhava como açougueiro e todo final de semana jogava futebol com o time do bairro, então imaginem o corpo que ele tinha, moreno com seus 1,63 de altura – por exemplo aqueles que são só dois caras, acho muito mais educativos.
– acha é? – ele se sentou do meu lado da cama já chegando cada vez mais perto – se tu quiser eu posso te educar também, você é novinho ainda tá estudando e eu sou mais velho…
Eu só o beijei, e que beijo foi aquele, ele passava a mão pelo meu corpo todo enquanto sugava meus lábios e enfiava a língua na minha boca, não demorou muito pra ele me tacar na cama, arrancar minha bermuda, cueca e começar a me chupar. Rafa chupava como um desesperado, como se tivesse na fome por uma rola a anos, mas isso não tirava a maestria dele, aquela boca já mamou muitas rolas, porque fazia aquilo bem demais, e eu já estava louco com sua mamada.
Ele olhava pra mim enquanto chupava minha pica com aquela cara de safado dele. Mas eu queria ver sua pica então o puxei pra cama, mandei ele tirar a roupa e começamos um 69, ficamos ali saciando nossa fome de pica por um bom tempo, e quando menos eu esperava senti sua língua no meu cuzinho, e foi o momento que eu me entreguei e urrei de prazer, ele metia a língua no meu cu como se estivesse fudendo ele, e meu cu piscava querendo mais, querendo sentir sua rola.
Rafa se sentou na cama e me colocou no seu colo, começou a se deliciar com meus mamilos enquanto enfiava os dedos no meu cuzinho, preparando-o pra levar rola.
Eu já não me aguentava de tanto tesão, com meus mamilos sendo chupados, lambidos e mordiscadas enquanto ele enfiava já o terceiro dedo no meu cu, massageando-o.
– Primo, eu não aguento mais, eu quero rola no meu cuzinho – pedi.
– tu quer é? Então pede pro teu primo fuder seu cuzinho, vai!
– Primo, fode meu rabo, me come igual você come sua mulher nessa cama vai.
– Tu é vagabunda mesmo né, quer sentir um macho dentro de você…
– Quero.
– Vai dar mais gostoso que minha mulher?
– Sim, por favor me fode!!
Rafa me jogou na cama, me virou de lado e foi pra trás de mim, cuspiu em sua mão e passou no meu cu. Meu pau já tava todo melado e o seu também, o que facilitou ainda mais a penetração, porque na hora eu só senti ele me preenchendo de uma vez, fiquei surpreso que não tinha doido nada, em seguida começou a socar sem dó.
Eu não acreditava que estava sendo comido pelo meu primo, na mesma cama que ele comia a esposa dele, essa ideia me deixava com mais tesão ainda, e eu gemia e pedia por mais rola, enquanto ele dizia “isso geme na rola do seu macho”.
Logo ele quis me comer de 4, ele me chamava de égua, me batia e metia como se fossemos dois animais. Disse que queria gozar, mas queria gozar olhando pra mim, pra minha cara de amante safada, então me colocou de frango assado e voltou a me fuder e começou a me masturbar. Não demorou nem um minuto direito e eu anunciei que iria gozar.
– isso goza com a minha rola enterrada no seu cu!
Eu gozei, a minha porra se espalhou em jatos pela minha barriga e peito, instantes depois ele tirou seu pau de dentro de mim e goza também, um dos jatos chegou no meu rosto, eu estava exausto.
– Velho, não acredito que fizemos isso! – comentei rindo.
– Pois é, fizemos – ele lambeu a porra do meu rosto e me beijou – mas ninguém pode saber.
Falei que sim, que também não era assumido então mantivemos em segredo.

Não trocamos muitas palavras depois, eu apenas me limpei, me vestir e fui embora, satisfeito e com o meu fogo que foi apagado, pelo menos temporariamente.

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