Meu tio pedreiro me comeu

Nunca fui o tipo que estava sempre em contato com parentes. Porém, desde os 6 anos, já demonstrava interesse em uns tios, vizinhos, primos. Não podia ver as pernas peludas, os pezões, os peitos cabeludos…

Que já ficava de pauzinho duro. Depois de uns anos, esse tesão meio que passou. Até o dia em que meu tio veio passar um tempo em minha casa.

Minha mãe já falecida, ele era irmão dela. Meu pai não se opôs, pois meu tio e ele sempre se deram bem. Enfim ele veio e foi só vê-lo que meu tesão já reacendeu. Todos sabíamos que meu tio era cheio de problemas, filhos que davam trabalho, ex esposa que o corneava direto. Enfim…

Vou me descrever e descrevê-lo antes de continuar. Eu, 28 anos, 1.63alt, 52kg, pardo, cabelos tingidos de loiro e olhos castanhos escuros. Ele, Em torno de 1.80 alt( ou mais), deve pesar uns 90kg, cabelos grisalhos, pele morena, umas coxas e pernas enormes de piscar o cu só de olhar. Peito peludo, mãos ásperas do trabalho como pedreiro. Grandes. Enfim, ele já estava em casa uns dois dias.

Meu pai trabalha de Seg a Sex. Numa quarta feira, meu tio saiu. Foi ao bar, beber( como sempre). Quando voltou, estava muito bêbado. Cheiro de cachaça( eu odeio). Foi para o banheiro tomar um banho. De repente escuto um barulhão. Sem outra alternativa, abri a porta e estava ele, caído no chão.

Por sorte, não se machucou. Me pediu ajuda para terminar o banho. Na situação que estava, nem me liguei que era a primeira vez que via aquele corpão nu. Ensaboei bem, fiz com que se molhasse( me molhando, inevitavelmente). Quando terminou… O levei para o colchão da sala( não tinha quarto de hóspedes, então ele dormia em um colchão, no chão. O deixei descansar e fui para meu quarto.

Depois de um tempo, comecei a ouvir gemidos, que vinham da sala. Pensei comigo que era meu tio, vendo algum pornô. Tomei coragem de ir olhar da porta da sala. Quando me deparei com uma cena linda. Meu tio, todo peludão, estava com a cueca na altura da coxa, sem camisa( como sempre ficava) com o pau apontado para o teto, tocando punheta devagar.

Imediatamente minha boca se encheu d’água. Ele com aqueles pernões abertos, com as pernas meio dobradas, enfiando o pau na mão como se estivesse a fodendo, se enclinando em um vai e vem. Quando de repente ele olha para a porta e chama: Vilma… Vem cá amor.

Na hora eu fiquei paralisado. Mas ele continuou chamando. Tomei coragem ( na vdd não aguentava mais de desejo) e me aproximei. Quando cheguei perto… Ele me puxou e deu um beijão. Fiquei mole na hora. Começou a tirar a minha roupa, acabou de tirar a cueca e empurrou minha cabeça até o meio de suas pernas. Cheiro de sabonete gostoso. O pau dele tinha muitos pentelhos em volta. Amo.

O pau babava. Coloquei a boca devagar, mas ele começou a empurrar a minha cabeça com força, me fazendo engasgar.lágrimas rolando e ele nem aí. De repente ele levantou, me deitou e deitou por cima de mim, em minhas costas. Um misto de tesão, por sentir o corpo pesado e peludo dele em cima de mim… Com medo, pois o pau dele não era grande, mas era bem grosso.

E eu não dava para ngm tinham uns 6 anos, talvez mais. Ele começou a lamber e morder minhas orelhas e eu comecei a tremer. Até que ele parou e falou no meu ouvido: Vc achou que eu bebi, né, seu viadinho?! Eu sei que tu curte homem e percebi como vc me olha esses dias. Agora eu vou fazer com vc o que vc tanto quer. E, quando eu acabar, vc não vai querer outro macho tão cedo. Eu, com medo…

Comecei a tentar sair debaixo dele, pois ele não parecia feliz de eu estar de olho nele, mas ele puxou meu cabelo e voltou a falar: Fica quietinho. Eu vou te dar o que tu estava procurando. Um macho de vdd. Nunca comi um viadinho, mas vc vai ser o primeiro. E vai ter que aguentar td, pq faz mais de um ano que não como ngm. Nisso, ele já estava sarrando o pau grosso dele entre minha bunda, arrastando no meu saco. Nessa hora eu sentia mais medo, mas o tesão ainda me fazia arrepiar.

Ele começou a forçar a cabeça no meu cu. Eu, desesperado, falei: Calma, tio. Vou pegar uma camisinha que vai ajudar a lubrificar. Ele gargalhou, puxou meu cabelo de novo e falou: Eu não quero que deslize não, viadinho. Quero que entre apertadinho mesmo. Quando tentei falar mais, argumentar, ele tapou minha boca e começou a forçar. Eu tentava gritar, morder a mão dele, mas era em vão.

Ele er forte demais. Pouco a pouco, sem recuar, ele foi conseguindo me invadir. Parecia que um poste estava entrando em mim. Nem a primeira vez que dei doeu tanto. Doido, parecendo um cachorro louco, ele falou: Caralho, seu viado fdp! Tu é muito apertado! Que delícia!

Tu nunca deu esse cuzinho não? Eu não tive nem força para falar, estava sem ar. Quando eu senti os pentelhos dele batendo na minha bunda, ele parou. Comecei a me desesperar. Novamente no meu ouvido ele falou: Relaxa viado. Eu sei que está doendo, mas eu não vou parar. E relaxa, se abre para mim, senão eu vou te arrebentar inteiro. Quero esse cu, me obedece!

Com isso, eu vi que não ia ter jeito. Meu corpo todo doía, pela tensão do meu corpo. Então eu relaxei meu corpo e deixei que ele me possuísse. Afinal, ele tinha razão. Eu provoquei. O desejei. E ele era um homem feito. Homem de vdd. Então tinha mais que o satisfazer. Percebendo que eu relaxei… Ele deu uma gemida. Mas, em vez de meter acelerado, como pensei que faria…

Começou a meter devagarinho. Beijando minha nuca. Mordendo minha orelha. Aí eu me entreguei mais ainda. Ele gemia gostoso no meu ouvido. Falava muita sacanagem. Perguntava se estava gostoso. Se eu já tinha provado um macho assim.

Me disse que meu rabo era mais gostoso do que a buceta da mulher dele, que era toda larga. Me virou devagar, com carinho. Abriu minhas pernas, que tremiam. Enlaçou minhas pernas na cintura dele e meteu de novo. O abracei. Eu chorava de tesão.

Aquele homem grande, que sempre desejei, estava ali, me comendo. Ele beijou minha boca. Depois, ficou metendo, olhando nos meus olhos.

De repente, começou a acelerar. Gemia feito louco, olhando nos meus olhos. Eu, abraçado nele, com as unhas cravadas, só conseguia gemer, sem ar. Até que saiu um ” fode, tio” meio abafado. Ele riu e começou a socar ainda mais forte. E falou: Fodo.

Eu vou te foder todo dia. Toda hora, sempre que eu quiser. E gozou. Naquele dia, ele me comeu várias vezes. Eu estava fazendo alguma coisa, tipo vendo algum filme, ou pegando água…

Ele vinha, abaixava meu short e metia. Foi assim no banheiro, na mesa da cozinha, no sofá. Fazia até perceber quando eu realmente não tinha mais forças. E foi assim por dias. Até ele voltar para casa dele. Foi a experiência mais dolorosa, mas tbm a mais gostosa que tive até hj.

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