Meu Vizinho Comedor

Isso aconteceu há muito tempo, e não foi a minha primeira experiência, mas que marcou pro resto da vida. Na época eu tinha 18 anos e era um adolescente comum, mas já sentia que tinha desejos diferentes e já tinha dado para o meu primo. Na época eu tinha namorada, mas homens me atraiam, embora eu fizesse de tudo para tirar isso da minha cabeça. No final do ano minha família foi para a praia num final de semana e fiquei sozinho para estudar para o vestibular, mas meu pai pediu para o vizinho ficar de olho em mim para qualquer coisa. O vizinho era um coroa de 41 anos 1,85 e 85 quilos branco e um pouco peludo, daqueles caras grandões coxudos e

Sete Sensações Anestésico

barbudo. Seu Daniel já conhecia a gente a alguns anos e até fizemos uns churrascos e futebolzinhos. Ele era casado mas a mulher também tinha viajado para o interior. Ele gostava de usar uns shorts de futebol que sempre marcava o pau e as coxas, e estava sempre de chinelo. O cara era um dos que me despertava o tesão.
No sábado depois do cursinho, cheguei em casa e logo ele bate, com uma pizza , cevas geladas e uns vídeos para a gente ver. Falei que tinha que estudar, mas ele foi insistente e disse que era hora para relaxar, que era ordem do meu pai.
Comemos a pizza, bebemos, rimos e quando ele ia colocar o filme, perguntou o que eu queria ver, ação, comédia ou pornô. Respondi que o pornô. A gente estava na sala no sofá. A minha excitação veio rápido, a sorte é que eu estava com uma calça jeans. Como o Daniel estava de shorts, o pau saltou e ele amaciava por cima do tecido. Fiquei com um tesão louco olhando o pau dele e cravei os olhos no seu caralho duro, tentava disfarçar mas aquilo me magnetizava. Daniel sacou o meu desejo e apertava mais o pau, que deveria ter uns 20 cm grosso.
– Você gosta? Ele disparou.
– Que? Fiz-me de desentendido.
– De rola. Teus olhos não desviam daqui.
– Não. Só curiosidade. Meu pau não é tão grande.
– Já comeu tua namorada?
– Ainda não.
– Mas nunca fez um troca-troca?
– Que isso. Nada a ver.
Nessa hora ele tinha a rola dele pra fora. Um pau duro, veiúdo, reto com uma cabeça grande. Eu fico meio sem jeito e procuro não olhar.
– Bah, meu querido, ando louco para comer alguém, levar uma boa mamada. Faz tempo…
– E a tua mulher?
– Ela não curte muito, depois de 10 anos casados, diminui o tesão e ela está sempre com uma coisa ou outra. Tenho que recorrer a outras coisas.
– Que coisas?
– Me promete que não conta pra ninguém? Jura?
– Juro.
Meu vizinho guardou o pau e começou a contar que como ele é viciado em sexo, tem que dar pelo menos uma por dia e como a mulher há anos estava se esquivando, começou a comer fora o que não tinha em casa. Hoje ele estava comendo a vizinha do 306, uma quarentona. Contou que comia uma vez por semana ela, no cu e na buceta. Além disso, também quando dava comia a síndica, mas essa era de vez em quando porque ela era casada, mas que ela era uma boqueteira nata mas não gostava de dar a bunda. Foi engraçado imaginar a dona Isaura assim.
– Mas elas não reclamam dar a bunda pra ti? Teu pau é grosso e grande.
– Tenho prática, como desde moleque.
Ele contou que começou a comer um vizinho partir daí não parou mais. Comeu esse cara por uns 5 anos. Também comia um primo e um outro colega.
– E quem deu, pediu bis. Viciou no meu pau. Ainda hoje como uns cus de moleques. Cu de macho é diferente. Aguenta mais o meu pau. Sabe o Vitor do 307? O filho da dona Iolanda. Pois bem, já peguei ele algumas vezes.
– O Vitor? Ele é todo marrento. Bah, tá me tirando?
– Capaz. Por dentro daquela macheza toda tem uma fêmea, que adora ser socado e mamar. Esse tipo de cara eu reconheço de longe. Como sei que você também curte, dá para ver na tua cara.
Fingi que não ouvi e perguntei muito interessado como ele comia o Vitor.
Ele contou que tudo começou quando sacou que o Vitor cuidava os outros caras na quadra e na churrasqueira do prédio. Foi só dar uma incerta para ele cair de boca. Contou que ele adora ser tratada como uma putinha e dar de 4 e engolir o leitinho. Nem deixei ele terminar de contar e cai de boca no pau dele, lambendo-o por fora do short.
– Sabia que você gostava. Quer ser a minha nova putinha?
– Quero. Quero que você me coma.
Finalmente estava realizando o meu desejo de ser um putinho para um cara mais velho. Cheirava e lambia aquela rola. Já tinha uma prática por causa do meu primo, mas ele foi me coordenando e me dizendo como ir fazendo, em poucos minutos já fazia do jeito que ele gostava. Mamava, lambia, cheirava aquela rola e bolas. Ele sentado e eu ajoelhado sobre ele, me deixava mais excitado, quando lembrava que minha namorada ficava na mesma posição, e os gemidos dele me deixavam mais excitado. Minha boca estava dando prazer para um macho experiente. Sentir o gosto e o cheiro de um pau assim, me deixou liberado, já estava sem medo. O tesão foi maior e aprendi ali o que a expressão dizia que a cabeça de baixo não pensa rsrsr.
Ele procurou com a mão a minha bunda. Abri o cinto e a calça para facilitar o caminho dele. Baixei as calças e ele deu umas apertadas nela, brincou com os dedos na portinha.
– Isso, mama bem o teu macho, que hoje você vai ser a minha putinha. Não adianta, eu não me engano quando o cara curte uma rola e você pelo jeito é um mamador nato.
Ele levantou e me levou para o meu quarto e pediu um hidratante ou creme da minha mãe, quando eu voltei ele tinha colocado o colchão no chão. Me pediu para deitar de barriga e que a festa ia começar. Ele começou untando a minha bunda e enfiando um dedo. Senti um tesão e um incomodo, mas acho que com a bebida e o tesão, o prazer foi me dominando. Eu só queria ver no que aquilo iria dar.
– Isso, meu putinho, vai se abrindo pro seu macho. Em breve vai sentir uma rola dentro de você. Você quer?
– Quero. Vai, me come.
Ele se posicionou atrás de mim e me colocou de quatro. Pistolou a minha bunda, liberando mais o hidratante e dava uns tapinhas. Aos poucos foi colocando, e disse para eu ir relaxando e eu colocando o pau dele para dentro. Tentei fugir, mas ele me segurou pela cintura, começou a me punhetar pois meu pau já estava amolecendo. Foi me dizendo para relaxar, me acariciando o corpo, puxando meus cabelos, e com isso eu fui relaxando mais, quando vi o pau dele já estava todo dentro de mim. Com a mão, senti a virilha dele grudada na minha bunda, ainda acariciei o saco dele. Finalmente me senti uma fêmea nas mãos daquele macho. Tentei rebolar, mas ele pediu para segurar uns minutos para eu me acostumar com o invasor. Ele passava a mão pelo meu corpo e respirava fundo, um animal pronto para atacar a sua presa.
Quando sentiu que eu estava pronto e tinha acostumado, ele começou a socar de leve, me puxando pela cintura, aos poucos a dor e o incomodo cedeu e o prazer veio. Eu sentia um tesão louco só de sentir a rola do meu vizinho entrando e saindo da minha bundinha branquinha, já ele limitava-se a soltar gemidos de prazer e me xingar de sua putinha, vadia, que o meu cu agora era dele. Passou a me estocar com mais força, eu gemia cada vez mais alto. Ele se aproximou do meu rosto e disse: -Calma putinho, agora, minha rola já tá todo dentro do seu cuzinho, relaxe e curta, e me deu um leve beijo e voltou a minha posição original. Ficou fodendo o meu rabinho assim, por um bom tempo. As vezes, ele retirava todo pau, para posteriormente, meter todo novamente, quando fazia isso, eu vibrava de tanto tesão com as estocadas.
Tirou o pau da minha bunda, e me mandou deitar de lado, e eu como um putinho obediente, fiz na hora. Ele deitou atrás de mim e mandou ver na minha bunda. Ao fazer isso, sussurrou em meu ouvido: – Abre a bunda pro teu macho, seu putinho.
Metia com vigor, as vezes mais rápido, as vezes devagar e profundamente. Eu já gemia como uma putinha no cio, estava gostando muito de me sentir invadido.
Depois ele ficou em pé e mandou que eu lambesse minhas as bolas, as coxas, enquanto batia uma punheta. Logo ele fez eu ficar de quatro, apoiado no cama. Como um animal procriador, ele veio por cima de mim buscando o meu rabo para meter. Encaixou o pau em minha bunda e meteu sem dó. Não ligava mais para o fato de ter o cu apertado
, cada estocada que ele dava, era um estalo dos nossos corpos e nossos gemidos invadiam o ar.

Os movimentos se intensificaram, cada vez, senti que ele queria entrar cada vez mais dentro de mim, sentia o excesso do creme escorrer pelo meu cu e saco. Ele se levantou e me colocou de frango assado, assim pude vê-lo me comer, passava as mãos pelo peito e braços fortes dele, a sensação foi tão boa que anunciei que ia gozar.
– Vai, goza com o meu pau dentro de ti, vai meu putinho. Eu vou gozar também.
Nunca tinha sentido um gozo tão forte, todo o meu corpo convulsionava e e gozei muito, e o meu vizinho socou mais um pouco e gozou muito dentro de mim. Quando tirou o pau da minha bunda, ainda deu um tapa e viu o tamanho do estrago que ele tinha feito. Deitou do meu lado e disse que a partir daquele dia eu seria o putinho dele.
Transamos por mais uns 5 anos até eu casar, e tivemos várias trepadas, incluindo o outro vizinho e um amigo. Mas isso vou escrever eu outro conto.

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