Minha primeira experiência com um cara

Tenho 20 anos, alto, magro, com bunda é cintura consideráveis. Na época que relato aqui tinha 16 anos e estava no meu primeiro ano do ensino médio no IF (instituto federal) do meu estado. Vamos direto ao ponto.

Desde o primeiro dia de aula senti tesão nele, jeito de pinta, um pouco de cara de malandro mas não tanto, na medida certa. Não acreditava muito que fosse gay, mas a esperança é a última que morre e o tesão tava grande, então o chamei no privado do wpp ainda na primeira semana de aula. Não tínhamos muitos assuntos em comum a não ser a escola, então geralmente era esse nosso tópico principal. Professores chatos, nervosismos de prova, uma ou outra confusão em sala, de tudo eu arranjava uma forma de falar com ele, mas não me atrevia a dar em cima diretamente, tinha medo do que poderia acontecer, medo de virar chacota. Mas com o tempo fomos ficando mais próximos, a nossa relação foi ficando mais profunda e as conversas mais frequentes. Até que em uma madrugada a conversa começou a ficar mais quente, por iniciativa dele, que admitiu nunca ter sentido atração por nenhum cara, mas que tava doido pra me pegar.

Marcamos então o primeiro encontro. Na época estavam construindo um bloco novo no meu campus que, por ainda estar em obras, a noite ficava vazio, local perfeito para o encontro. Estava marcado o dia, local e hora, só me restava o nervosismo do anseio.

Quase não aguento minha ansiedade e acabo por contar a uma amiga que iria sair com um cara pela minha primeira vez, já aos 16 anos. Iria beijar um homem pela primeira vez. Um homem pelo qual estava apaixonado (não que fosse algo raro me apaixonar, muito pelo contrário. O raro era chegar às vias de fato). Não a contei com quem ia sair, ele era religioso e exigiu segredo total, e assim o respeitei.

Chega o dia, ou melhor, a noite, e lá estou eu, a barriga gelada preenchida por um misto de ansiedade e medo que eu não sabia ao certo de onde vinha. Talvez fosse o escuro daquele bloco, o medo de alguém nos pegar, dele não aparecer, ou pior, daquilo ser uma armação para zombar de mim. Tudo era possível para uma mente paranoica como a minha.

Mas de repente sou pego de surpresa por ele, que vem por trás com a mão na minha cintura. Dou um ‘boa noite’ todo nervoso que é correspondido para logo depois a noite voltar a ficar novamente em silêncio. Ficamos alguns segundos, que no momento pareceram anos, nos encarando, ambos nervosos demais para fazer algo, até que, finalmente, ele tem o ímpeto de se aproximar mais do meu corpo, todo desajeitado, e encostar os lábios no meu.

Meu corpo fervilhava de uma sensação nova que na época não sabia como descrever mas que hoje chamo de tesão. Não me entenda mal, já até tinha beijado outras vezes (já tinha até transado, pasme), mas nunca um garoto. Nunca alguém que eu realmente sentisse desejo e quisesse ter aos meus lábios.

De começo o beijo foi minimamente estranho, mas ao passo que o desejo foi nos dominando os pudores do nervosismo foram sendo esquecidos. Quando vi, estava pressionado contra a parede sentindo aquele gosto que até hoje me lembro tão bem…

Fiz questão de descer com a boca a seu pescoço, não sem antes dar umas leves mordidas em sua orelha, e marqueio por inteiro com chupoes e mordidas que eram sucedidos a leves gemidos dos seus labios carnudos. Sabia que não deveria marca-lo, afinal, estávamos a nos pegar clandestinamente, mas estava tomando demais pelo desejo para poder pensar racionalmente.

Fitei seus olhos cor de mel, aproximei meus lábios dos seus novamente e desci minha mão até seu sexo para poder verificar, ainda por cima das roupas, o quão duro estava, verificação essa que muito me agradou e arrancou-me um leve sorriso dos lábios. Afinal, agora ele não tinha mais escapatória, não poderia negar sentir tesão em mim. Não tinha mais escapatória.

Dei uma leve mordida em seus lábios enquanto desabotoava seu calção. Era demais imprudente da nossa parte fazer tal ato ali, se fossemos pegos de certo levaríamos, no mínimo, uma suspensão. Mas quem disse que importávamos-nos com tal fato? Naquele momento a única coisa que tinha importância era nosso próprio prazer e deleite!

Prontamente agarrei seu membro que já estava levemente babado, encarei-o com olhar cúmplice ao tempo que libertava-lhe o membro que já pulsava em minha mão. Desci e, olhando em seus olhos, fui aos poucos passando a língua, delicadamente, pela sua cabeça. Ele fazia questão de não tirar os olhos de mim por um segundo que fosse. Olhando-o perguntei o que ele queria que eu fizesse. “Ora, ja se ajoelhou…” disse ele ao mesmo tempo que empurava me a cabeça contra o membro. A época não tinha muito ao que comparar, mas hoje acredito que seu membro era mediano, de modo que não consegui por completamente a boca, mas fiz o máximo que podia.

Aquela época ainda não tinha técnica ou prática o bastante para o fazer gozar, acreditava eu, mas o tesão era tão grande que não demorou a vir. Salgado, segurou minha cabeça de modo a vir todo em minha boca. Engoli com prazer e o mostrei a língua, como que quem mostra orgulhoso sua última conquista. Ele puxou me entregou um beijo aos lábios como que em modo de me congratular pelo prazer.

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