Minha putinha da faculdade

Olá, me chamo Bruno e esse é o meu primeiro conto. Sou bissexual ativo, moro na zona sul de SP, tenho 23 anos, 1.70 de altura, 70 kilos e uma piroca de 17 cm. Trabalho em uma faculdade de SP, e sempre estou caçando nos aplicativos da vida, pra ver se rola algo daora. Essa história é real e aconteceu na faculdade mesmo.

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Estava em um aplicativo de pegação conversando com vários caras pra ver se conseguia descolar uma mamada gostosa antes de ir pra casa, depois de um dia cansativo no trabalho. Não tinha nada de muito interessante, tava meio complicado achar alguém legal, quando um cara que também trabalha nessa faculdade me chamou e falou que já tinha me visto rondando pela faculdade, mas que não sabia que eu curtia.

Trocamos fotos, levei um susto, pois não sabia que ele também curtia essas coisas, namora até uma mina daora, falei que tava querendo uma boquinha gulosa para me aliviar e ele disse que topava, mas não tinha local. Foi aí que surgiu a brilhante ideia de tentarmos em um banheiro da faculdade, jogo rápido.
Cheguei no banheiro, ele já estava no box sentado, só entrei, fechei a porta e disse:
– Mama!
O cara só obedeceu, tinha falado no aplicativo que não gosto de ser contrariado, e que se não obedecer, leva porrada.

Porra, mas que boca gostosa era aquela. Mamava bem demais, sempre olhando pra mim, sem frescura, batia com o pau na cara, chupava minhas bolas. Eu estava meio suado, pois já tinha trabalhado o dia inteiro, mas ele pareceu não se importar, cheirava e esfregava o pau na cara toda, e mamava com uma vontade do caralho, parecia que ia devorar meu pau.
A putinha pirou na minha rola, falou que queria me chupar sempre e que gostava de ser maltratada. Quando escutei isso eu pirei, e até falei:
– Ah é, vagabunda, vou fuder sua garganta todinha.

E toma sequência de bombada na garganta da puta, o cara engasgava, chorava, babava, tentava colocar a mão nas minhas pernas para tentar diminuir a minha velocidade, só dei um tapão na mão e outro na cara pra parar de frescura e tome rolada na garganta.
Depois te tanto fuder a gargantinha dele, ele falou que estava com o maxilar doendo e que já estava perigoso ficarmos tanto tempo assim no banheiro. Ainda estava longe de gozar, a mamada era boa pra caralho, mas estava me controlando, queria aproveitar, não recebia uma mamada daquelas faz tempo. Ele mamou mais um pouco, mas já estava cansado, percebi isso e falei pra ele:

– Já que está cansado e a mamada foi boa, vou te dar essa colher de chá hoje, fica de quatro no vaso que vou comer esse cuzinho gostoso.
Ele respondeu:
– Não mano, não vim preparado pra dar não, deixa eu bater uma pra você e você goza na minha boca.
Só dei um tapa na cara dele e falei:
– Fica de quatro porra, vou brincar só um pouquinho, vou ir devagar, vim aqui pra gozar na mamada, mas se você não deu conta, vou gozar socando no seu rabo. E outra, aqui eu não sou seu mano nem seu brother, aqui eu sou seu macho e você é a minha putinha, entendeu?
– Sim! – ele respondeu.
– Sim o quê, caralho? – falei.

– Sim, meu macho. – ele respondeu, e já foi ficando de quatro encima do vazo.
Dei um tapa naquele rabo, pra conferir o material, encapei a rola, cuspi no cuzinho e na cabeça do pau, e já fui faturando a rosquinha da minha nova putinha. E caralho, que rabão apertado da porra, foi difícil não socar com força nele. Mas me segurei e soquei tranquilo, primeiro porque estávamos no banheiro da faculdade, e segundo, não queria assustar a presa né, queria comer ele sempre.
Soquei durante bastante tempo, vi que minha putinha estava chorando e gemendo baixinho, mas estava toda empinada, arreganhada e rebolando gostoso na minha piroca.
– E aí, está gostando de dar pro seu novo macho? – eu disse.
– Sim, estou. Mas goza rápido, por favor, meu macho – ele disse.
Já estávamos muito tempo no banheiro, e eu precisava voltar pro trabalho, acelerei as bombadas, a putinha começou a gemer mais alto, tive que tampar a boca dele para ninguém perceber, e me concentrei em gozar.
Foi aí a minha surpresa, a putinha gozou na minha rola, mas sem encontar no pau, fiquei com um tesão do caralho, que soquei ainda mais forte, finquei e gozei dentro.
Porra, foi do caralho, estávamos suados, cansados, mas valeu a pena essa foda, saquei meu pau de dentro dele, tirei a camisinha, e só falei:
– Limpa aí a bagunça.
A putinha veio com uma fome pra cima do meu pau, sugou toda a porra que tinha saído, ainda espremeu a rola pra sorver mais algumas gotinhas. Ainda bati com o rola meia bomba na cara dele toda pra saber quem é que manda.
Nos arrumamos, saímos do banheiro, e eu fui direto pro trabalho, depois recebo uma mensagem dele no aplicativo, dizendo que tinha adorado e que precisávamos repetir. Concordei, pois tinha adorado aquela mamada gulosa e aquele cuzinho apertadinho gostoso.
E realmente tivemos outros encontros, diversos no banheiro da faculdade e algumas vezes na casa dele.
Espero que tenham gostado. Até a próxima!

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