Não resisti aos encantos do namorado da minha filha

Vivi minha bissexualidade em segredo por muitos anos, hoje não me sinto tão orgulhoso como na época, me casei aos vinte anos, por causa de uma gravidez não planejada, após cinco anos resolvemos nos se divorciar, a Marcela ia completar cinco, preferi não brigar na justiça por sua guarda, ela ficaria melhor com a mãe, eu não tinha um emprego seguro ainda, mas com o passar dos anos nossa relação de pai e filha foi se intensificando, e quando ela concluiu o ensino médio veio morar comigo para cursar na federal, pois onde morava com a mãe não era possível por causa da distância entre as cidades. Três anos morando comigo, e nós nunca nos metemos na vida um do outro, apenas eu que ficava sempre de olho nas suas companhias, isso eu não poderia deixar passar. Seus namorados, e foram poucos, não eram bem o tipo que me fazia desejar como futuro esposo para ela, e logo se confirmava aquela minha intuição. Então eu não me preocupava muito, ela sempre dedicada aos estudos me fazia ter orgulho dela, até que ela começa a chegar mais tarde em casa; sair aos domingos sem dá muita explicação, e isso foi passando e semanas e até meses, então cheguei pra ela e disse.


— Então filha, vai me apresentar quando? – ela fez cara de quem não ouviu – Marcela, estou falando com você.
— Não sei, tenho medo de apresentar e ele achar nosso relacionamento está ficando muito sério… – ela pareceu pensativa.
— E como se chama o rapaz?
— Davi.
— E esse Davi, estuda com você? – tinha que conferir se era alguém que ela já conhecia a mais tempo.
— Estuda na faculdade, mas não comigo, ele está no primeiro semestre de Educação Física.
— Sério Marcela?
— O que foi? Ele é bem legal e inteligente, o senhor vai gostar dele.
— Ele deve ser muito mais novo do que você minha filha.
— Não tanto assim.
— Quantos anos mais novo?
— Dois.
— Ok, dezenove é uma boa idade. Já faz uns quatro meses que vocês namoram, não?
— Como assim, anda me espionando?
— Não, só o período que você anda estranha. Quero que o convite para a gente se conhecer.
— Ok. Me avise quando.
Aquela conversa foi séria, mas ela sabia que eu tinha boas intenções, e que não iria se meter no seu namoro, claro que eu não tinha preconceito com a profissão que o namorado dela poderia ter no futuro, me preocupava se ela iria ser feliz.
A noite do jantar chegou, ela me apresentou um garoto, magro, corpinho pequeno, de longe parecia um pré adolescente, mas de perto dava para ver seu rosto carismático, e um sorriso espontâneo. Enquanto estávamos a mesa, pude entender porque Marcela gostava dele, sempre atencioso, educado e um ótimo humor, me fizeram ri várias vezes. No final da noite, eu já estava caidinho por ele.
Não posso negar que estava sem namorar há alguns meses, e desde que a Marcela veio morar comigo, só tinha levado para casa um cara, ela sabia da minha opção e não parecia se importar, também sabia que eu costumava sair de casa para pequenas aventuras, mas no geral eu me comportava até o davi entrar na minha casa. Depois que ele foi embora, mesmo sem entender, não conseguia parar de pensar nele, no seu sorriso, nas suas gargalhadas soltas. No brilho dos seus olhos quando me olhava, nos seus lábios encarnados se abrindo e fechando ao falar ou ao sorrir. seus braços ainda finos, mas já um pouco malhado, seu peitoral não era grande, mas se notava a definição, imaginei que deveria ter uma barriga tanquinho e seca. E claro era o namorado da minha filha. Eu por esse lado não iria nem pensar na possibilidade de um dia ficar com ele, pois isso não era uma opção. Davi era um garoto que se não fosse nossa aproximação, nunca o teria olhado com o tesão que eu sentia naquela noite, não fazia meu tipo, gostava de homens mais novo, é verdade, eu um cara aos quarenta, pegava os de trinta, que já eram bem mais jovens e mais experientes do que os de vinte, não seria possível eu ficar simplesmente querendo aquele garoto.
Com o tempo Davi começou a frequentar mais nossa casa, ele se mostrava sempre atencioso, isso como já era de esperar ele foi ficando mais a vontade, e então um dia eu o vejo passando para o banheiro só de cueca, eu estava passando da sala para a cozinha quando o vejo saindo do quarto da minha filha na direção do banheiro, foi rápido, contudo seu corpo branquinho, magro, e abdômen sequinho como eu imaginava, e sua bunda pequena e redonda, e seu volume na frente maior do que eu imaginava, era um homem, dava para ver que ele tinha todos os requisitos, mesmo sendo de pequeno porte, um metro e sesenta apenas, me fez correr pelo o corpo um arrepio. Fiquei na cozinha suando frio. Estava com vergonha por ter presenciado aquele momento íntimo da minha filha, e também estava inquieto por mim, pois agora aquela imagem não sairia mais da minha cabeça. Sempre que ele aparecia em casa, eu evitava olhar para ele, e ele sempre mais próximo, mais simpático, mais querido.
Eu queria descarregar o meu tesão acumulado o mais rápido possível, só se masturbar não era suficiente, eu precisava foder alguém. Saí de casa uma tarde de sábado, fui a um bar colorido, e lá procurei o cara mais disponível, um trinta e cinco anos, fomos ao motel, e lá fodi gostoso, voltei pra casa e encontrei Davi na saída do prédio.
— Boa noite – Falei pegando na mão dele.
— Boa noite. – ele parecia sério.
— Mas já está indo?
— Então, preciso resolver umas coisas.
Ele parecia diferente, e o observei indo. mesmo tendo aquele corpo menor que o normal dos caras que eu pegava, ele tinha um charme e andava de uma forma leve e seu short de moletom marcava bem sua bunda o que deixava meu pau vivo.
— Tudo bem filha? – Marcela estava no sofá assistindo tv.
— Tudo ok, só um detalhe…
— Brigou com o Davi?
— Não. Mas ele ficou cismado com o senhor.
— Comigo?
— Nós estávamos passando na avenida próximo ao seu bar favorito. – já entendi tudo.
— Ele me viu com o GP. – ela concordou – E ele o que disse?
— Perguntou logo se eu sabia das suas aventuras, e disse que sim, que não era segredo.
— Imagino que ele tenha ficado chateado por você não ter falado antes.
— Sim. Então expliquei que isso era assunto seu, e que não era pra ele mudar o comportamento com o senhor.
— Entendo então por que ele pareceu sério lá em baixo. Será que ele vai ficar indiferente comigo, pensei que ele fosse mais moderno, afinal faz educação física, não é?
— Não grila com isso, ele só ficou surpreso, mas ele é bem aberto pra isso… Mas o que tem haver o curso dele com isso?
— Nada, só coisas do meu tempo, do tipo que agente sempre imaginava os estudantes de enfermagem, pedagogia, letras gostarem da fruta entende.
— Mas os de Educação física não entram nesse estereótipo… e isso é preconceito.
— Calma filha, isso é cultural, relaxa, quem sou eu para julgar, né…. Mas os de Educação Física tema a fama de comedor.
— Nossa painho, vou dormir com essa.
Depois daquele dia o Davi, voltou ao normal, digo, quase ao normal, pois ele estava estranhamente mais próximo a mim, e seus olhos me procuravam mais que o normal. Às vezes o pegava me olhando, e depois ele disfarçava.
Chegando as férias de final de ano, fomos para o interior, casa do sitio, onde iriamos encontrar alguns parentes, e tomar banho de rio. Davi foi convidado pela Marcela, e ele aceitou de boa. Todos lá, foi aquela diversão, todos querendo falar ao mesmo tempo, banho de rio, almoço no alpendre lateral, meus pais já idosos, mas com muita vivacidade nos acolheu, meus sobrinhos estavam por lá com minha irmã, então quando foi hora de dormir, para meu espanto, Davi ficou no mesmo quarto que eu, minha mãe não achou certo uma garota dormir com o namorado, mesmo eu falando que eles já faziam sexo, mas ela não era fácil. Marcela ficou com a tia, e os primos noutro quarto.
Estávamos a sós no quarto, ele ficou só de short moletom, se deitou no chão de bunda pra cima, e começou a fazer flexões. não pude evitar meus olhos e fiquei disfarçadamente acompanhando seus movimentos. depois ele fez agachamentos e quando ficava em pé dava pequenos saltos o que fazia seu penis saltar dentro do short revelando assim que estava sem cueca.
— Você sempre faz isso antes de dormir? Não tira seu sono.
— Geralmente não, mas é que como estou sem academia aqui, melhor não deixar os músculos esfriarem. Sim, a gente fica um pouco mais esperto e ativo depois.
Depois, estávamos deitados, cada um numa cama, olhando para o teto.
— O senhor é ativo ou passivo? – Aquela pergunta quase me derruba da cama, eu me virei e o encarei, ele estava ainda olhando pro teto, e notei uma pequena barraca se erguendo no seu short.
— Por que esta pergunta, agora?
— Fiquei curioso, o senhor não parece ser gay. Claro que tem um jeito mais solto e delicado com as tarefas de casa e de como você se relaciona com sua filha, mas nada afetado…
— Mas isso não justifica sua pergunta – notei sua barraca ainda maior, e ele não estava fazendo nada para disfarçar.
— É que notei seus olhos em mim desde o primeiro dia que nos conhecemos, mas sempre achei que era por causa da sua preocupação em está me vigiando sempre, tipo para ver se a filha não estaria saindo com o cara errado.
— Escuta Davi, você é o namorada da Marcela, eu te respeito, não se preocupe enquanto a isso, não vou te atacar.
— Então, se não fosse namorado, eu teria uma chance, é isso?
— Claro, você é um garoto muito simpático e tem um corpo bonito…
— Então você confirma que me admira e me deseja… – ele se vira pra mim, seus olhos brilham, e sua boca parece mais vermelha que o normal.
— Não acha que esse papo está indo para um ponto que não teremos volta.
— Me responda, ativo ou passivo? – ele parecia não se importar com o que eu estava falando, se não fosse namorado da minha filha eu já teria metido nele com força.
— Sou ativo, e dependendo do cara posso ser passivo, mas o que isso importa pra você?
Ele pega no seu pau duro aperta, minha boca fica cheia dágua.
— Não consigo ficar sem bater uma antes de dormir – ele simplesmente tira pra fora do short e começa a se masturbar.
— Entendi, falou essas putaria só pra se excitar.
— Entendeu né,…. Vem cá, não quer me pagar um boquete?
— Sério Davi? Você me propôs isso? O pai de sua namorada.
Ele estava de olhos fechados.
— Ela não está aqui, e desde que fiquei sabendo que o senhor gosta de homem, que fiquei imaginando sua boca no pau.
— Deixa de sacanagem e vá dormir.
Mas ele ficou em pé, tirou o short, e caminhou até minha cama.
— Não consigo, quero foder o senhor. – não vou mentir que meu tesão já estava bem aparente.
Ele pegou meu pau e apertou.
— Que tora de rola grande o senhor tem – então ele se abaixou tirou meu pao pra fora e começou a mamar.
— Não faz isso Davi … – ele mamava forte, engolia meu pau, mordia e sugava firme, e eu sem saida me entreguei ao tesão — caralho garoto, que boca gostosa.
Ele chupava sem parar, segurava minhas bolas, subiu na cama sem tirar a boca, ficou entre minhas pernas, começou a dedilhar meu anel, e enfiou um dedo e massageou minha próstata me dando arrepios, aquilo estava me deixando doido. Ele para, ergue minhas pernas sobre seus ombros, passa cuspe na cabeça do seu pau, e enfia no meu buraco que estava piscando doido por aquele pau.
Ele parece bem experiente com um cu, soca gostoso enquanto me masturba, ficou delirando, antes de gozar ele para.
— Quer beber meu leite.
— Quero sim, – ele se levanta e eu me afasto, então o puxo para a cama — mas antes quero foder você
— Não dou… – ele fala enquanto eu já estou sobre suas costas mordendo seu pescoço.
— Mas vai dá sim, depois eu mamo seu pau e você me dá leite.
Estou com meu pau todo babado, não é preciso saliva naquele anel apertado, encosto a cabeça dou uma pequena esfregada para lambuzar bem, e forço a entrada.
— Isso doi… – ele parece bem preocupado com seu cu.
— Rela garoto, não era isso que você queria.
Sinto seu corpo tremer de dor, não tenho tempo para ficar acariciando, estou puto cheio d etesão por aquele moleque a meses, e agora com ele na minha cama, era impossível eu me controlar. Meu pau entrou gostoso, ele gemeu de dor, relaxei ele uns trinta segundos, antes de começar a força, e a bombar forte, ele mordia o travesseiro. e apertava a bunda o que só me dava mais tesão, e eu socava com mais força. quando eu me deitava sobre ele, seu corpo ficava completamente envolvido por mim. Não lembro de ter sentido tanto tesão na minha vida. Eu temia, e gozei dentro dele, sem parar, meu gemido, mesmo abafado para evitar que alguém escutasse, eram fortes. quando parei, ainda ficamos colados, e eu ainda dentro dele.
Depois de um minuto recuperando o fôlego, o viro, ele está com os olhos lavados de lágrimas, não digo nada, desço até seu pau que já está todo galado, gozou sozinho, mas promessa é promessa, comecei a mamar aquele pau, e ele logo se animou e começou a movimentar o quadril fodendo minha boca, e logo,como eu esperava ele começou a gozar segurando minha cabeça enquanto jogava jatos d eporra garganta abaixo.
No outro dia, cada um na sua cama, ele me olhou.
— Melhor a gente não repetir isso.
— Melhor você ficar calado, e se comportar pois para namorar minha filha você não pode sair por ai comendo qualquer cu, se quiser continuar na família vai ter que arrumar um tempinho para me dá esse cuzinho, e saciar minha fome por rola.
Ele me olhou pensativo, acredito que seu cu tenha piscado nessa hora.
Transamos todas as noites naquelas ferias, e ele tinha que ainda dá de conta d a Marcela durante o dia.
Aquele nosso segredinho continuou por muito tempo, até a Marcela trocar ele por outro, um enfermeiro lindo. Não sei qual é o gosto dela por homens que tem uma queda pelo sogro.
fim.

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