No Vestiário da Faculdade

Olá! Me chamo Lucas tenho 25 anos, sou do interior de Goiás, 1,77 de altura, 80 kg, branquelo, bi ativo, mas curioso.
Hoje irei contar a vocês algo que aconteceu comigo há uns três anos atrás.
Estava quase terminando a minha faculdade, e a minha turma ficava próxima da ala de Educação Física, onde tinha uns machos bem gostosos.
A galera da minha turma sempre combinava uma pelada com eles, e quando terminava, saíamos para um bar, para tomar umas cervejas.
Numas dessas peladas, conheci o Douglas, um dos estudantes de E.F., o cara era gato, um moreno, malhado, com mais ou menos 1,80 de altura, e corpo bem definido e cara de safado.
Durante o futebol, percebi que ele só marcava em cima de mim, sempre dando umas encardas diferentes. Saquei logo o que o macho queria.
Numa das jogadas ao marcar ele, peguei em sua bunda, que era durinha e redonda e apertei gostoso, ele me mostrou um sorriso safado, e continuamos o bate bola.
Alguns momentos depois, ao chegar para tomar a bola de mim, aproveitou para passar a mão no meu pau, que já tava duro, retribui o sorriso safado.
As investidas continuaram, até terminar o jogo, meu time venceu de três a dois.
A galera então foi toda para o vestiário, tomar banho e se trocar, fiquei por último, já que não daria para todos irem ao mesmo tempo, e percebi que o Douglas também.
O moreno se aproximou de mim, e começamos a trocar uma ideia, nisso, já percebi o que ele queria, e eu também.
Alguns dos meus amigos iam saindo e me chamaram para o bar, disse que ia tomar um banho, e se desse ia pra lá, pois tinha uns trabalhos da faculdade para terminar.
Logo, me dirigi para o vestiário, cheio de machos molhados e tesudos, aproveitava para manjar alguns que andavam sem toalha pelo local, mas o número, já ia diminuindo.
Entrei no chuveiro, e comecei a me molhar, enquanto aos poucos ouvias os outros deixando o local.
Nisso, entra o Douglas no banheiro, um tempo depois, e se dirigi para o box ao lado do meu, resolvo puxar um papo, já que tínhamos combinado antes.
Lucas: E ai, tudo tranquilo?
Douglas: Tudo ok, os outros já foram.
Lucas: Certeza?
Douglas: Sim, os últimos, acabaram de entrar no carro e ir embora?
Lucas: E os vigias?
Douglas: Só entram nos vestiários depois que a faculdade fecha.
Lucas: Acha seguro?
Douglas: Já fiz algumas vezes, tem um canto escondido aqui perto, caso alguém entre.
Lucas: Então? Bora?
Douglas: Vamos.
Nos dirigimos então para fora de nossos box. Estávamos nus. Vi aquele corpo moreno, lindo, todo durinho, com abdome trincado. Um tesão que só, o pau dele era maior e mais grosso que o meu, dava para perceber, mesmo estando meia bomba, devia medir cerca de uns 19 cm.
Eu, já estava com meu pau duro a muito, mas vendo aquela cena, parece que ficou ainda mais rígido.
Douglas: Curti a piroca dura.
Lucas: Curti a pica, mas quero mesmo o cu.
Me aproximei, catei ele pela cintura, e lasquei um beijo naquela boca carnuda. Enquanto ia beijando ele, aproveitava para passar a minha mão por todo aquele corpo molhado. Com uma das mãos comecei a punhetar o moreno, esfregando aquela pica gostosa, primeiro, para frente e para trás, e depois para cima e para baixo. Sentia então aquela piroca, aumentar ainda mais e tamanho na minha mão, ficando aos poucos, cada vez mais dura. Meu pau já estava babando de tanta excitação.
Nisso, o Douglas pegou o meu pau e num movimento leve começou a me punhetar também, estava com o pau pulsando naquela mão macia. Aproveitei então para retirar minha mão da sua pica, me aproximar mais do corpo e explorar outras partes, invadindo assim a bunda do mesmo, que era uma delícia de se apertar, redonda e firme. Enquanto apalpava aquela raba gostosa, fui adentrado aos poucos com meus dedos, até chegar no anel anal e sentir as pregas em meus dedos. Com meus dedos comecei a massagear aquele cuzinho gostoso. Primeiro só esfreguei meus dedos em volta, depois, quando ele ia relaxando aproveitei para enfiar um e depois dois. Fui enfiando os dedos, de início devagar e aumentando o ritmo. O puto gemia, segurando meu pau e me abraçando. Gemia baixinho, mas um gemido gostoso, que me deixava ainda com mais tesão.
Douglas: Quero te chupar. – Disse em meu ouvido.
Afastou-se um pouco de mim, estava com o pau todo babado também. Cheio de tesão. Me empurrou para dentro do box, colocou meu corpo contra a parede, me beijou e depois foi descendo aos poucos, beijando e chupando tudo até chegar ao meu pau. Deu um banho de língua na minha pica, e depois, começou a me chupar, deslizando toda sua língua pela cabeça da minha rola, ates de engolir e começar a chupar, num movimento delicioso, de vai e vem, que me arrancou uns gemidos gostosos. Aquele puto mamava muito bem, quase gozei na boca dele. Dei uns tapas na cara dele e puxei ele pelos cabelos, ele estava ansiando pela minha pica com sua boca e seu cu.
Levantei ele, beijei aquela boca toda melada, Vieri ele de costas para mim, e pressionei-o contra a outra parede do box. Comecei a roçar meu pau na bunda daquele safado, aproveitava para morder e beijar seu pescoço. Enquanto passava meu pau no meio da sua bunda, sentia o cuzinho dele piscar, pedindo por rola. Minha boca estava ceia de água, louco para linguar aquele cu, me abaixei, empinei a bunda do puto pra cima, abra cada banda com uma de minhas mãos, com ele prensado contra a parede, via o cu piscando. Não pensei duas vezes, dei uma bela duma linguada naquela raba gostosa. Ouvia ele gemendo cada vez mais, pois com minha língua foi penetrando aquele cu gostoso.
O cuzinho do puto já estava bem relaxado, mas meti novamente meus dedos naquela raba babada, para dar uma enlarguecida boa. Com a bunda empinada na minha direção, me levantei, aproximei a pica daquela raba, abri o cu, o comecei a meter, aos pouco, a cabeça entrou com um pouco de dificuldade, apesar de estar relaxado o cu era apertadinho.
A medida que meu pau ia entrando, sentia o calor daquele rabo envolvendo meu membro, até estar com ele todo naquele cu, quente e gostoso. Comecei a meter, com movimentos leves, sentia minha pica indo e vindo naquela rabeta cheia. Peguei então o puto pela cintura com mais força, e comecei a estocar mais rápido, ele gemia alto. Levei uma das minhas mãos a boca dele, e a tapei. Continuei naquela posição por mais algumas minutos.
Mudando de posição, me sentei no chão, com a pica em riste. O Douglas não pensou duas vezes e já veio se sentando de frente pra mim. A visão era linda, aquele homem tesudo, com uma bela duma pica, cavalgando em meu pau, enquanto o dele balançava em minha frente. Minha boa estava cheia de agua para chupá-lo, mas eu não podia mamá-lo naquela hora.
Então, enquanto ele cavalgava deliciosamente sobre mim, eu peguei sua pica, e comecei a masturbar ele. O pau era grande, veiúdo, de cabeça arroxeada. Era simplesmente lindo e gostoso sentir ele pulsando em minha mãos. O ritmo das quicadas foi aumentando. Aquele cheiro de suor impregnava o box. De repente vi um jato de porra esguichando da daquela pica, lambuzando a mim e a ele, não consegui resistir a aquela visão, e acabei enchendo o cu do puto com a minha gala, que veio logo em seguida.
O Douglas, então, desabou sobre mim, com a pica toda melada e o cu cheio da minha porra. Foi uma das minhas melhores transas, por ser em um lugar meio inusitado.
Nos levantamos, tomamos outro banho, para nos limparmos de toda aquela porra. Enquanto terminávamos de nos enxugar, um dos vigias entra no vestiário e nos avisa que a faculdade está perto de fechar, e que era para nos apressarmos.
A transa, com risco de ser pego foi sensacional.
Logo depois, nos despedimos, o fomos para as nossas casas.
Eu e o Douglas nos encontramos outras vezes, mas estas histórias ficam para outra ocasião.

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