O dia em que perdi minha virgindade para meu tio

As vezes fico pensando se o que vou relatar aqui não será interpretado como algo ruim, mas sei também que há muitos jovens como eu era na época que vão se identificar comigo.
Eu tinha a idade de um adolescente que acabara de entrar no ensino médio, um jovem magro, educado e sim, já mostrava meu lado afeminado. Eu compreendia que o meu gostar por garotos naquela idade já definia minha sexualidade, mas claro, eu tinha vergonha e medo dos meus pais descobrirem, então eu simplesmente procurava ficar longe de encrencas, e isso era, negava qualquer cantada que eu recebia de alguns colegas que davam sinal de que queriam ficar comigo, meu medo de ser descoberto me causava arrepios.

Sete Sensações Anestésico

Lembro que num final de semana naquele início de ano, lembro que ainda era o primeiro semestre, digo isso para vocês terem uma ideia melhor da minha idade, recebemos a visita do meu tio, o irmão mais novo do meu pai, ele tinha vinte anos, um moreno de estatura mediana, corpo magro mas um pouco forte, ele gostava de academia, então tinha um corpo que chamava a atenção de qualquer um que gostasse de olhar para estátuas gregas. Eu gostava muito dele, acho que por termos idades próximas tínhamos uma amizade mais próxima, lembro que sempre foi assim desde outros tempos, ele era o cara responsável da família, meus pais me confiavam a ele para levar ao parque, no shopping , enfim, era um rapaz bom e educado.

Naquele final de semana, o tio estava do mesmo jeito que eu o conhecia, fazia uns seis meses que a gente não se via, então nesse período, nossos corpos deram uma pequena mudada, afinal seis meses num corpo em transformação já dá uma boa diferença. Apenas lembro, que ele estava me olhando mais do que de costume, e eu ainda com aquelas lembranças dele brincando comigo, logo queria ele perto de mim. Sabe aquele momento em que a gente ver algo muito muito precioso, então, foi assim, eu fiquei encantado com ele, mais do que já era, eu o tinha como exemplo de beleza.

— Vamos jogar, tenho dois jogos novos que queria muito jogar com você – falei todo agitado, meus pais ainda tentaram intervir dizendo que ele estava cansado e deixasse para mais tarde.
— Eu vou jogar um pouco então, assim relaxo também – ele responde para meu pai, e meu velho como nunca suspeitaria que algo iria acontecer entre a gente, nem ligou. Até aproveitou que meu tio estava lá e foi ao fazer a feira do mês com minha mãe.
— Que bom que você chegou logo hoje, não estava afim de fazer a feira com meus pais, eles sempre me levam para ajudar nas sacolas e para me dá aqueles sermões sobre responsabilidade e economia.

— Nossa Lipe, você cresceu em. Está até mais bonito.
Eu fiquei olhando para ele, ele disse que eu estava mais bonito, isso me fez abrir um sorriso.
— Você também está mais forte e mais bonito – aproveitei e peguei no antebraço dele apertando o músculo – veja a grossura desse braço.
— Você já está na idade de fazer musculação. Não gosta?
— Papai disse que eu só faço no próximo ano.
— Entendo. Veja só, você assim magrinho, com essa bunda desse tamanho, quando estiver praticando vai deixar muita mulher com inveja.
— Que isso tio, olhando pra minha bunda – se fiz doido, mas adorei aquele comentário.
— Estou dizendo o que estou vendo – ele estende a mão e pega na minha bunda, aperta um pouco – viu, e parece que tem muita carne aqui.
— Já vi que você gosta muito de bunda né?

— Todo homem gosta. Você não gosta?
Naquela hora fiquei confuso, afinal era apenas uma pergunta simples.
— Claro que gosto.
Ele pareceu duvidar.
— Então, mostra o jogo ai, vamos logo – ele disse como se estivesse mudando de assunto.
Coloquei o game, e ele na cadeira mais próximo a Tv e eu na cama um pouco mais atrás. Não deu vinte minutos da gente jogando, meu controle descarregou, e aí tive que pôr o cabo, e ai, fiquei em pé um pouco e depois sentei no chão a lado dele, pois o cabo do controle não chegava até a cama.
— Vai ficar ai no chão?
— Tá bom, assim.
— Então vou me sentar aí também.
— Não tio, pode ficar ai.
— Senta aqui no meu colo.
— Sou pesado tio. estou de boa.
— Mas eu não estou.
Ele me fez ficar de pé e sentar na coxa esquerda dele. Senti conforto naqueles músculos.
— Viu, melhor assim.
— Sim. – respondi com medo de sorrir e ele perceber.
Uns dez minutos depois.
— Senta nessa outra, cansou a perna.
Depois mais dez minutos.
— Espere melhor assim.- ele juntou as pernas e mandou eu sentar no colo todo dele.
Ainda dei aquela olhada, minha bunda iria ficar bem próximo ao penis dele.
— Tio, estou de boa, fico no chão mesmo.
— Deixa de coisa Lipe, sou seu tio, já te segurei muitas vezes no meu colo, por que não posso agora.
Não tinha como responder. Fiquei sentado no colo dele, claro que eu não era grande e forte como ele, mesmo assim, se alguém chegasse ali e visse aquela cena não iria entender. Fiquei temeroso e procurava não me mexer.
— Está calor né?
— Sim, está fazendo calor esses dias.
Ele, ainda comigo em seu colo me pede para segurar o controle e tira a camiseta, olho um pouco de lado e vejo aquele peitoral dele forte e lisinho.
— Você está depilando o peito?
— Claro, a mulherada gosta da gente sem pelo.
— Você depila tudo?
— Sim, até as pernas, quer ver?
— Já estou vendo – digo mostrando que estou vendo as pernas dele pois ele está de short jeans.
Continuamos jogando, e depois de alguns minutos sinto ele me puxando mais para próximo dele, quase encostando no seu abdômen. E lembro da minha bunda que já deveria está sobre seu membro. Eu sabia pois a sentada me passava uma sensação de que tinha algo mais além das coxas dele. Aquela sensação me fez imaginar seu pênis duro, assim como de alguns caras que eu já tinha visto na internet. Não consegui controlar meus sentimentos e meus sentidos, fiquei excitado, e com vergonha e medo de que ele poderia me ver assim.
Terminamos uma partida, ele relaxa o braço, e deixa o controle no chão, e coloca depois suas mãos na minha cintura.
— Se eu não te conhecesse, diria que teria uma garota linda sentada no meu colo – nisso ele me puxa mais para ele, colando minhas costas nele – Tire a camiseta Lipe, está quente.
— Certo. – eu apenas concordo, e temendo ele por a mão na frente e sentir o volume no meu short.
Nossas peles se tocam uma na outra. E sinto algo ganhando forma em baixo.Ele calado, apenas fica acariciando minhas costas. Como se fosse uma massagem, mas bem leve apenas com as pontas dos dedos.
— Você gosta? – ele pergunta bem suave e sem nenhuma malícia.
— Faz um pouco de cócegas – eu respondo sem olhar para trás.
— E assim? – ele sobe e desce com dois dedos do meu pescoço até a entrada do meu cofrinho.
— Gostoso. É assim que você faz com suas namoradas? – por um segundo ele parece pensar no que responder.
— Sim, elas gostam muito.
Sinto seu penis duro me cutucando por baixo, fico vermelho e sem coragem de sair do colo dele.
— Fique assim um pouco – ele me faz ficar de pé mas de costas para ele – Posso tirar seu short? – ele pergunta com uma voz doce e eu confirmo com a cabeça.
Ele tira meu short devagar, e de uma vez só. depois tira a cueca sem perguntar. Minha bunda está na frente de seu rosto.
— Você tem uma bunda linda Lipe.
Não respondo nada, estou com medo e excitado. Ele passa sua mão suavemente na minha bunda dando uma volta pelo meu corpo e chega até meu pau, ele vendo que está duro, segura ele verificando o tamanho.
— Você ainda é virgem?
— Sou – respondo parado sem olhar.
— Mas se masturba né?
— Sim.
— Posso te dá um beijo grego?
— Agora?! – fico nervoso, com medo dos meus pais chegarem.
— Sim.
Ele não espera eu responder e começa a beijar minha bunda, seus lábios molhados e quentes me fazem arrepiar o corpo todo, meu pênis começa a babar com tanto tesão. Sinto suas mãos dando abertura para que sua língua possa chegar ao centro. Meu pênis dá umas tremidas e sai mais baba dele. O tio me faz tremer todo instante com sua língua no meu anus. |depois sinto seu dedo entrando e saindo e depois sua língua. Seguro meu pau enquanto ele me fode com sua língua e seu dedo, fecho os olhos e me masturbo, começo a gozar logo e a gemer gostoso.
— Já gozou seu safadinho. Agora chegue aqui – ele me puxou de costas mesmo, se sentou na cadeira – vai sentando devagar, certo?
— Nunca dei.
— Faça como estou dizendo que não vai doer.
Ele de pernas abertas fico no centro, ele segura sua rola com uma mão, e com a outra vai ajeitando a entrada. Logo pensei que ele iria me penetrar direto, mas senti sua rola deslizando no meu rego, passava pelo anus e subia deslizando para cima e para baixo aquilo me deixava doidinho e meu cuzinho começou a piscar. Sentia direitinho ele pincelando a cabeça da rola no meu cu, toda babada. E assim ele repete algumas vezes antes de parar.
— Que bundinha gostasa Lipe, nunca imaginei que um dia eu estaria fodendo ela gostoso.
Sinto aquele membro duro rasgando minhas pregas e digo um “ai!” abafado. Ele me faz ficar de pé novamente, cospe na mão e na cabeça do seu pau, depois me faz sentar novamente. Logo a cabeça está dentro, sinto uma dor de desconforto, mas minha excitação é grande, e crio coragem e vou forçando a entrada.
— Isso, continue assim, senta na pica do tio, senta.
Aos poucos estou sentado no seu colo, corre umas duas lágrimas nos meus olhos, não posso negar que doía muito. Meu pau está duro e babando de novo.
— E agora o que eu faço?
— Vai subindo devagar e sentando de novo sem tirar tudo fora.
Começo a fazer como ele disse, no início ainda dói um bocado me fazendo careta de dor. Ele me ajuda segurando minha bunda dando apoio para que eu não desça de vez. Aquilo vai me dando uns arrepios e já vou querendo sentir mais desconforto aumentando a intensidade dos meus movimentos.
— Está gostando do colo do tio?
— Sim, tio. Quero sentir mais sua rola tio.
Então ele me pega me faz ficar de quatro na cama, e ele fica em pé me fazendo fica com os pés fora e minha bunda bem próximo a ele. Ele segura dá uma cusparada dentro, pincelar a cabeça da rola mais uma vez espalhando a saliva bem, e bem firme ele enterra sua rola no meu buraquinho já frouxo.
Segurando firme minha cintura, ele começa a bombar, sinto aquele pau bem fundo em mim. Não sei o que me deu naquela hora, mas eu queria mais rola dentro de mim.
— Soca tio! Com força vai.
Ele começa a gemer gostoso e alto.
— Você quer rola né?
Ele soca firme e forte. E eu gemendo de dor e de tesão.
— Chega se vira e abre bem a boca.
Eu fico sentado na cama e ele em pé de frente pra mim se punhetando, é quando tenho a visão direito de sua rola enorme e grossa, e então me dou conta que aquilo tudo estava dentro de mim, mas minha reflexão é interrompida pelos jatos de porra na minha cara.
— Bebe todo. Leitinho do tio só para você.
Segurei sua pica e coloquei na boca. Olhava para cima e ele de olhos fechados. eu chupei aquela cabeça e engolindo os jatos. quando terminou eu ainda chupei seu pau, e ele só gemendo. Foi estranho chupar a rola assim pela primeira vez, mas acho que fiz certo pois ele só gemia. Eu tinha aprendido bem com os vídeos.
E assim foi minha primeira vez. Ainda ficamos umas vezes, quando a gente se encontrava nos finais de ano, ou quando eu ia para a casa dele nas férias. Mas então ele ele casou, e não ficamos mais.
Hoje tenho uma pessoa muito legal, contudo e infelizmente eu nunca esqueci minha primeira vez e nem o meu primeiro amor.
Obrigado por lerem até aqui. e se você se identificou comigo em algum momento, diga aí nos comentários, e não esqueçam de deixar seu votinho.

One Reply to “O dia em que perdi minha virgindade para meu tio”

  1. Nossa que delicia que tesao mal vejo a hora de tira um cabacinho de um novinho encher o cuzinho de leitinho quentinho até escorre gozar gostoso quantas vezes for preciso humm nem fala.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.