O diarista bem dotado me deixou todo arrombado

Moro no interior do DF, minha cidade tem em média quinze mil habitantes como eu não tenho uma vida social ativa, conheço pouco as pessoas,claro, conheço muita gente pelo rosto, mas quando se refere aos nomes delas, fico perdido. Então é normal você conhecer o filho gostoso do padeiro que as vezes vem me trazer pão e leitinho bem fresquinho, se é que me entendem. Também tem o carinha bombado da academia que paga uma de machão e capoeirista que adora dá umas aulas particular pra mim, e sem roupa, é pau entrando e saindo. Até já fiquei

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com o entregador do mercadinho, um tesão de rapaz, magro, mulato e uma bunda farta por rola. Falando assim, podem pensar que minha vida sexual é bem ativa, contudo não é bem assim. Às vezes passam-se meses entre uma transa e outra, e fico naquela situação, subindo pelas paredes. O motivo é bem simples. Como minha cidade não é grande, meio acaba que todo mundo conhece todo, e um cara como eu que trabalha no fórum, é bem conhecido, então conseguir uma transa assim, é bem arriscado, pois não temos por aqui o que nas cidade

maiores têm, “cuida da tua vida que eu cuido da minha”, aqui as pessoas dão notícias de tudo. Outro dia estava rolando uma conversa sobre um cinquentão que estava fodendo a filha de crediarista, ela só tinha uns dezesseis anos, e já foi motivo de alvoroço, o cara virou motivo de conversa de calçada por semanas. Então aqui é assim, se quer viver em paz, procure andar na linha.

Mas sabemos que na verdade as coisas não são tão rigorosas assim. Sempre tem aquele homossexual assumido que secretamente tem os rapazes que pegam dinheiro dele para satisfáze-lo, e as pessoas até sabem, mas não dizem nada, acho que por já ser coisa antiga, e os garotos, são homens né, filhos de pais e mães que não querem ver o snomes deles jogado sna rua. E eu também sou filho de um pai e de uma mãe, não quero ver o meu nome sendo motivo de chateação para eles. É interessante frizar esses pontos antes de começar o que vou relatar para vocês entenderem a complexidade de se arrumar uma foda na minha cidade, e quando o cara é exigente como eu, claro, se não posso ter todos os homens, que seja pelo menos gostoso e que tenha algo bom para me dá, estou certo?

Ok, eu me chamo Carlos, e tenho quarenta anos, sou divorciado e moro sozinho, e enquanto não encontro alguém que consiga me amarrar vou vivendo assim.
Então não foi de uma hora para outra que conseguir sair com o diarista da prefeitura. Sabe aqueles homens que tem corpo e feições de garotões, pois bem, assim era ele que vou chamar aqui pelo nome de JP. Uma vez eu estava passando de moto pela avenida principal, e voltava do mercadinho, quando avistei três homens limpando o canteiro central, mas meus olhos logo encontraram um volume bem acentuado na calça de malha fina, claro que era um volume de uma rola grande, mas que estava adormecida, aperta dentro da cueca, pois se encontrava

arrumada de lado. Ele estava com uma camiseta de mangas longas e um capuz, assim como os outros se protegiam do sol, eu passei devagar memorizando aquele corpo. pernas grossas e entroncadas, ele deveria medir um metro e sessenta e cinco, bem abaixo da média que eu costumo pegar, então quando subo para conferir melhor o rosto, meus olhos são fisgados por dois olhos castanhos escuros me encarando. Aquilo me deu um arrepio.

Noutro dia, eles estavam noutra parte dos canteiros públicos, desta vez eu observo que o volume está do mesmo jeito, mas logo eu encaro ele, que desta vez ele me notou bem quando eu me aproximava, ele baixou a vista onde estava pondo a enxada, e logo voltou a me olhar sem erguer a cabeça, ficou me encarando por baixo, e eu passei e fiquei olhando pelo retrovisor, o que me fez surpreender, ele me acompanhou girando a cabeça, e ainda pude conferir quando ele deu uma pegada na pica.

Em casa me masturbei lembro o máximo do seu corpo, mas o que mais me causava excitação era seus olhos, a composição do rosto dele era bem interessante, ele tinha lábios bonitos e um nariz grande na medida certa para seu rosto, braços fortes e um peitoral largo, sua bunda era de volume proporcional ao restante do corpo de estatura baixa, o que na verdade dava a impressão de ser bem maior. Tudo no JP me dava tesão e desejo de possuí-lo.

Passei dias dando voltas na cidade na esperança de o encontrar novamente, então numa dessas voltas eu o vejo trabalhando de servente, mesmo de capuz eu tinha certeza de ser ele, parei a moto e fiquei sob a sombra de uma árvore há uns cem metros, a princípio ele não me viu, mas eu o via trabalhar, até que era bem jeitoso e disposto. Liguei a moto e segui para outra casa no lado oposto a ele, há uns cinquenta metros, passou alguns minutos e eu o observando. as vezes ele dava uma parada, e olhava na direção da rua, numa dessas paradas, eu pude confirmar vendo seu rosto, foi quando seus olhos encontraram os meus, ele ficou estático e quando

percebeu que eu o olhava, desviou sua atenção para o serviço, e aí ele fez aquilo. Sim, ele pegou a rola, e meio que arrumou ela. Minutos depois quando ele voltava da obra para repor mais material consegui ver o volume dele bem maior, claro, ele não estava completamente excitado, mas estava meio bomba, pois acreditava que o penis dele duro deveria ter uns dezoito ou mais de comprimento. Nisso sinto o olhar dele me encarando, e eu já estou massageando meu pau duro sobre o banco da moto encostado no tanque, não dava para ele ver o volume, mas com certeza ele sabia no que eu estava pegando. Mesmo assim ele sempre numa atitude de quem estava vendo mas que não ligava. Liguei a moto e sai passando por ele, e não sei se vi direito mas acho que vi um sorriso de monalisa.

Passei alguns dias sem o vê-lo, afinal eu não o conhecia e já estava me arriscando, não poderia ficar o provocando sempre. Outros dias das semanas seguintes eu o avistava por acaso, e sempre nossos olhares se encontrava, esse jogo de seção e provocações durou meses, até que eu sosseguei, e ele já acenava a cabeça, e eu as vezes dava um bom dia. até então eu ainda não sabia quem era. Teve uma tarde que cheguei na padaria, e ele estava lá, numa sombra sobre uma moto preta, ele me viu chegando e já mudou a vista quando desci da moto. Passei por ele dando aquela conferida na perna dele subindo pela coxa, pela bunda que naquela sentada ficava maior, e o volume da frente não deu para conferir direito, mas seus olhos estavam na procura dos meus.

— Boa tarde – falei bem firme, e ele respondeu num tom mais baixo.
Entrei na padaria e estava uma morena pouquinha com um garoto ao lado pedindo um pastel, fiquei observando ele, era bem agitado e parecia mimado. A mãe sai com o garoto e eu olho para fora e avisto ela montar a moto, ele me olha antes de sair com sua família. Claro, ele já era casado, parecia bem novo e ela também, mesmo assim não me desanimei, ainda gozei muito lembrando dele naquela tarde.
Uns dias depois eu saio para pôr água nas plantas da minha calçada e avisto ele sozinho cavando uns buracos num terreno mais a frente, deveria ser para cercamento da futura obra, ali. Ainda fiquei um tempo parado no portão olhando na direção dele, e ele sempre com a mesma camiseta de manga longa e capuz. entro e fico agitado pensando na possibilidade dele entrar ali e a gente transar. vou no meu quintal olho em volta, e vejo uns sarrafos solto que um dia eu pretendia fazer um cercado de tela, na hora não tinha outro plano na mente. eu teria que arriscar, se ele estivesse na mesma sintonia iria recusar ou aceitar de boa sem muitas perguntas.
— Boa tarde. – falei me aproximando e já olhando se não tinha outros por perto.

— Boa tarde – ele pareceu nervoso na hora, e olhou em nas duas direções da rau.
— Queria saber se você não poderia me dá uma ajudinha, eu posso te gratificar.
— O que é o serviço? – ele me olhava nos olhos, sempre.
— Preciso que me fure uns buracos lá no meu quintal.
— Mas não posso atrasar este serviço aqui.
— É pouca coisa, e como você tem a ferramenta grande, vai ser rapidinho, prometo.
Ele pegou no volume que eu ainda não tinha visto, e parecia maior do que o de costume.
— Sim, é grande mesmo, acho que posso tirar uns minutinhos aqui.
Antes de entrar ele olhou a rua, estava deserta para nossa alegria, e também como ele segurava o cabo da chibanca sobre o ombro, se alguém visse ele entrando ali, não poderia desconfiar de muita coisa.

Ele me seguiu até o quintal.
— Mas são muitos buracos, não tenho tempo senhor.
Eu estava ao lado dele.
— Só precisa furar um – e segurei o volume dele que já estava grande e ficando firme.
— Acho que que posso abrir seu buraco. – ele abriu o zíper liberando seus vinte e dois centímetros, bem maior do que eu esperava, ficando pendurada para frente. minha boca se encheu d’água na hora, peguei e massageie um pouco apertando a glande que ficava rígida e macia, sinto sua mão segura por trás da minha cabeça puxando até a boca dele, e nos beijamos.
Nos beijamos dando chupadas de língua, seus lábios eram doces. Sinto sua mão entrando no meu short procurando meu anel e seu dedo nele apertando.
— Me dá uma chupada antes de foder você.
Ainda dou um beijo nos lábios dele e fico de joelhos, olho aquela jamanta enorme, adoro um pau grande, mas quando passa dos dezoito, já me sinto realizado por um ano. seguro com as duas mãos enquanto me delicio com a cabeça enorme. O pau já está todo cheio de veias. Chupo apertando a glande e apertando o escroto dele, suas bolas são grandes.
Ele me põe de pé. e me vira, me encosto na parede deixando minha traseira empinadinha. Sinto seu dedo entrar, depois ele dá uma cusparada e passa o dedo novamente. Sinto entrando e depois ele avisa que vai enfiar só dois dedos. apenas respondo, “Ok”. Que tesão sentindo ele brincando com meu cu.
Quando ele se prepara para pôr sua rola monstra, ele fala.
— Melhor o senhor ficar de quatro.
— Então vamos entrar.
— Certo, mas temos que ser rápidos pois pode aparecer alguém no serviço.
Ficamos na sala, onde fiquei de quatro no sofá e ele me pegou por trás. No início eu sabia que iria doer um pouco, mas só em lembrar dessa dor adorável eu já ficava arrepiado. ele enfiou uma boa parte de cabeça, e tirou.
— Tirou por que?
— Desculpa, pensei que estava machucando.
— Claro que machuca, já viu o tamanho do seu pau e o tamanho do meu buraco…. Pode continuar como você estava fazendo, eu suporto, afinal foi pra isso que te chamei.
— Para abrir seu buraco.
— Então, abra esse buraco meu.
Ele segurava seu cacete com uma mão e a outra puxava meu quadril ao seu encontro, e sua pica ia rompendo minhas pregas. Ele para.
— Já entrou? – perguntei esperançoso para ele começar a foda.
— Ainda falta a metade.
— Então vai fodendo que ele entra todo depois.
Assim ele fez. Se mexia gostoso, seus movimentos pareciam experientes.
— Sempre fode com sua esposa assim?
— Não gosto de falar da minha esposa nessas horas.
— Certo. Então fode os putinhos assim?
— É a primeira vez que fico com um cara.
— Fiquei emocionado, agora mete com força que quero sentir tudo lá no fundo.
— O senhor tem uma bunda gostosa, andei me masturbando pensando nessa sua bunda.- enquanto isso ele metia forte, e eu sentindo nas minhas entranhas.
— E eu pensando nessa sua rola.
— Pensei que um homem não suportava uma rola desse tamanho.
— Não sei os outros, eu adoro.
Na verdade eu sentia muito tesão com rolas grossas, não precisa ser muito grande. depois que elas entram mesmo, e as pregas se delatam tudo, me dá muito prazer sentir a foda bem forte, me sinto como um animal. E ele não demorou muito nessa foda animal. Avisou que iria gozar. Pedi para ele tirar pois eu iria receber na minha cara.
— Na cara?
— Sim. – me virei e me sentei no sofá enquanto ele tocava uma rapidinha segurando apenas a cabeçona apertando e eu com a boca aberta esperando ele esporrar tudo.
Logo sinto os jatos quentinho lavarem meu rosto, e eu escutando ele gemer. Seguro a tora de rola e chupo a cabeça e escuto ele gemer bem gostoso.
Quando terminamos,
— Então, quanto te devo? – ele me olhou com aquele mesmo olhar que me conquistou há semanas.
— Nada não senhor, foi um prazer abrir seu buraco.
— Então fica só entre a gente, né.
— Claro. Peço que não fale de mim pros seus amigos.
— Nosso segredinho.
— Quando quiser uma mão de obra, eu cobro a diária.
— Ok, hoje foi amostra grátis.
— Preciso ir.
Depois quando a gente se cruzava na rua além daquele olhar penetrante dele, eu ainda ganhava um sorriso malicioso dele.

fim

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