O namorado tesudo da amiga

Esse aconteceu quando eu estava no penúltimo ano do ensino médio. Estava com 17 anos e tinha uma amiga que estava na mesma sala. Eu a conhecia desde o ensino fundamental, além de ser colega de escola ela era minha vizinha e tínhamos uma boa amizade.
Ela sempre foi muito bonita e chamava a atenção pela beleza. Loira, cabelos lisos, pele e olhos claros, magra e alta, muito parecida com a Xuxa na juventude. Minha amiga também sempre foi muito folgosa. Desde seus 14 anos já transava, tanto que nesse período ela já tinha dado pra boa parte dos meninos da escola.


Nesse ano ela conheceu um carinha e começou a namorar sério com ele. O nome dele era Leonardo e morava em um bairro mais afastado do nosso, ela tinha conhecido ele através de uma prima. Como eles estavam namorando sério ele passou a frequentar a casa dela e foi apresentado aos amigos. Quando eu fui apresentado fiquei logo de cara com a beleza dele. Leonardo era lindo, um dos caras mais tesudos que tinha visto até então. Ele tinha 19 anos, surfista, cabelos até os ombros lisos e parafinados, estatura mediana e corpo todo malhado. Meio crianção, mas super gente boa. Nessa época não havia me assumido, apesar de já transar loucamente com homens às escondidas, para os amigos eu era apenas um virgem que não havia se encontrado.

Leonardo foi logo fazendo amizade com a nossa turma do bairro. Todo dia ele vinha para a casa dela pra namorar. Ela morava com a avó, que era uma mulher muito rígida e religiosa, que acreditava que a neta era ingenua e pura, tanto que aceitou o namoro dos dois mas era sempre no controle. Quando estava na casa dela o namoro era bem comportado. Porém, na casa dos amigos ou onde desse, eles transavam como se não houvesse amanhã. Minha casa era uma delas, apesar de ser pequena e ter muita gente, tinha um grande quintal nos fundos com algumas árvores que a noite ficava bem escuro o que era perfeito para fazer algumas “brincadeiras”. Pelo menos uma vez na semana o casal vinha na minha casa no começo da noite , e enquanto eu ficava lendo uma revistinha ou fingindo que estava estudando, iam

discretamente para o fundo do quintal e trepavam como bichos no cio. Vez ou outra eu dava uma espiada para tentar ver aquele macho fudendo, mas como era bem escuro e não queria chegar mais perto para não ser intrusão, via quase nada. Sempre que eles voltavam do escuro eu olhava de relance para o volume dele que ficava marcado com o pau ainda duro na bermuda.

Um dia a escola promoveu uma festa estilo matiné para os alunos e convidados. Minha amiga levou o Leonardo e como ia ficar um pouco tarde para ele voltar para casa, combinamos dele dormir na minha, falamos com minha mãe e tudo ok. Na festa dançamos e curtimos, Leonardo tinha levado uma garrafa de cachaça escondido e bebemos misturando com refrigerante. Ficamos todos bem altinhos. Na volta pegamos um táxi, deixamos primeiro ela e depois minha casa. Para não incomodar o resto da família passamos direto para dormir na minha cama. Ele tirou os sapatos e a blusa, jogou para o canto, se deitou na cama e apagou. Eu como estava cansado também fiz o mesmo, mas apesar do cansaço não consegui dormir louco de tesão com aquele homem dormindo do meu lado. O tesão era grande e a culpa por estar desejando o

namorado hétero da amiga também. Durante a noite, com mil coisas passando pela cabeça, fui me encostando no corpo dele e com um impulso de coragem e medo coloquei minha mão sobre a barriga dele, ele não esboçou reação, então comecei a sentir aquele tanquinho todo sarado, desci a mão em direção a bermuda e levemente fui apalpando seu volume. Eu estava com um misto de sensações, tesão, desejo, medo. A razão dizia para eu parar mas o instinto desejava mais. A medida que comecei a acariciar aquele volume ele foi crescendo e de repente o pau dele estava latejando dentro da bermuda. Eu estava louco com aquilo. Quando fui tentar abrir o velcro da bermuda ele se mexeu, então eu rapidamente parei e coloquei na cabeça que era hora de parar e tentar dormir. No dia seguinte acordamos e estava tudo normal, ele brincando comigo como sempre brincou, fiquei mais aliviado por não ter estragado nada com meu impulso.

Passou alguns dias e Leonardo saiu da casa de minha amiga mais cedo para jogar bola comigo e a galera na rua. Quando terminamos de jogar ele pediu pra tomar um banho antes de ir para casa. Ele já sabia como era as coisas lá em casa, então levei ele pra tomar banho de mangueira no fundo do quintal. Ele bem a vontade tirou toda a roupa, não tomei banho com ele por que sabia que iria ficar de pau duro então fiquei só acompanhando, assim pude ver todo seu corpo nu de perto. E como era gostoso, todo lisinho e depilado, a bunda durinha, um baita sacão, a piroca mole e veiuda. Enquanto ele se ensaboava começou a mexer no pau deixando ele meia bomba, então eu falei:
– Eita que minha amiga deve tá satisfeita com essa piroca.
– Tu é doido, ela se acaba nessa rola. Mas vou te falar uma parada, fica só entre nós. Sou doido pra comer o cuzinho dela, mas ela não libera.
– Imagino, com um pauzão desse!
Depois do banho ele se vestiu e foi embora, eu imediatamente fui bater uma punheta pensando no que tinha acabado de ver. Passado mais alguns dias. estava eu de bobeira em casa brincando com um pequeno broche da minha mãe. Era comecinho da noite, Leonardo chegou dizendo que tinha ido na casa de minha amiga mas a avó dela tinha colocado ela de castigo e pediu para ele ir embora. Como ele não queria ir para casa cedo foi lá para passar o tempo. Conversamos algumas besteiras e comecei a brincar cutucando ele com o broche. Ele entrou na brincadeira e tentou tirar o broche da minha mão, eu desviava e ele me agarrou tentando pegar o broche. Então eu corri para o fundo do quintal ele veio atrás. Tudo na brincadeira. Ele me alcançou e me segurou com mais força. Para ele não pegar o broche coloquei ele por dentro da minha cueca, achando que assim ele ia desistir. Com alguns movimentos Leonardo prendeu meus braços por trás do meu corpo e segurando firme falou bem perto do meu ouvido:
– Tu acha que eu não tenho coragem de pegar a porra desse broche?
Ele meteu a mão na minha bermuda e começou a vasculhar procurando o broche. Naquela situação, com ele me imobilizando por trás e mexendo na minhas partes, comecei a ficar de pau duro. Ele passou a pegar na minha rola e punhetar. Sem me soltar ele abriu minha bermuda, baixou minhas roupas e fez o mesmo com as dele. Continuou a me punhetar e pressionou seu pau duraço na minha bunda.
– A brincadeira agora é tu ser minha putinha!
Começou a roçar o pau no meu rego, eu empinei bem bunda. Ele me segurou com mais força, cuspiu na mão, passou no pau, deu outra cuspida e passou no meu cu. Encostou a cabeça da rola no meu cu e meteu tudo de uma vez com violência. Eu dei um grito, ele logo tapou minha boca com a mão e disse:
– Cala a boca putinha, eu sei que tu gosta assim.
Sem me soltar em nenhum momento ele começou a bombar seu pau no meu cu. A dor foi dando lugar ao prazer. Caralho, como ele metia gostoso. Ele ia fundo, tanto que a cada estocada que ele dava eu sentia seu saco batendo na minha bunda.
– Caralho, que cuzinho apertadinho!
Ele aumentou a velocidade dos movimentos tirou a mão da minha boca e voltou a me punhetar enquanto metia forte. Não demorou muito e eu gozei melando toda a mão dele. Logo em seguida ele começou a gemer e senti seu pau gozando dentro de mim. Sem tirar o pau do meu cu ele pegou sua mão toda melada com minha porra e lambeu todinha. Depois disse:
– Acabou não, putinha. Agora vou fuder tua boca!
Ele tirou o pau do meu cu, me soltou, me colocou de joelhos e foi logo enfiando o pau duraço na minha boca. Segurou com as duas mãos minha cabeça e forçou o pau até rasgar minha garganta. Tal hora eu estava engolindo todo aquele 22cm de pau. Quase sem ar, com os olhos cheios de lágrimas e golfando feito um louco. Ele fudendo minha boca, me deu três tapas na cara, ali eu era a putinha dele. Então ele gozou na minha boca me fazendo beber toda a porra.
Depois de recuperarmos o fôlego nos vestimos em silêncio, fiquei olhando para ver se alguém tinha visto o que tinha acontecido, então ele falou:
– E ai, tu gostou?
– Sim, foi massa!
– Pois não fala pra ninguém não, viu.
– De boas, ninguém vai acreditar mesmo…
Saímos do escuro do fundo do quintal como se nada tivesse acontecido. Tudo continuou como antes, exceto pelo fato que agora eramos amantes.

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