O Pedreiro Arrombador

Olá, hoje contarei a vocês um caso que aconteceu comigo quando eu tinha 20 anos.
Nessa época fui morar sozinho pois queria mais liberdade.
Algum tempo antes disso, havia descoberto que eu era bi sexual, pois sempre tinha fantasias com homens (mais velhos que eu) e com mulheres, de todos os tipos e idades, e já havia realizado algumas fantasias com homem, porém sempre curti e fiquei com mulheres.
Fui morar sozinho, trabalhava com internet, então trabalhava em casa.
Aluguei uma casa, e um mês depois, num domingo veio o proprietário do imóvel e disse que ia ter uma obra, ia construir uma edícula nos fundos da casa.Disse:
– Se quiser ajudar na obra fins de semana desconto no aluguel.
– Ok. Combinado.
– Então o pedreiro começa amanhã.

Sete Sensações Anestésico

E então no dia seguinte veio o pedreiro, seu Jair…um negro forte, gordo, baixo (1,70m), jeitão bruto.
Atendi ele, disse que serviria água, café, e o meu banheiro pre ele usar.
– O seu moço é gente boa, brigado, se precisar eu chamo.
– Fique a vontade.
Correu o dia e no fim da obra fui ver como estava, então vejo o seu Jair, aquele negro forte, parecia um touro, agachado, só de bermuda (sem cueca), espalhando concreto no chão, e a cabeça da rola dele pra fora pela perna da bermuda.
Caramba, que visão, qua cabeçona era aquela, parecia uma tampa de desodorante rollon, tentei disfarçar, mas não consegui parar de olhar. Ele percebeu e riu:
– Opa, desculpa seu moço, hehehe, escapou aqui.
– Tem que guardar o bicho, tá fugindo, hehehe.
– Mas… guardar aonde?
Pronto, era o suficiente pra eu ficar imaginando aquela cabeça preta entrando na minha boca.
A semana foi passando, e eu vez e outra ia levar água, café, algo pra comer, e manjando a mala do seu Jair, que nunca usava bermuda.
Enfim, chegou o sábado, eu ia começar a trabalhar na obra, e como não parava de pensar, fiz uma coisa muito errada… coloquei uma câmera no banheiro, pois queria ver o pau dele.
E, um tempo depois, ele foi mijar.
Quando ele saiu, eu fui também, peguei a câmera pra ver….NOSSA, que pauzão, grande e grosso, meio torto, cabeçudão, uma visão de impressionar.
Eu pensava:
– Acho que aguento, uma vez já aguentei…mas faz tempo. Se não aguentar, pegar e chupar eu vou.
Me acalmei, voltei pra obra e durante o trabalho, fomos ficando íntimos, começamos a conversar sobre putaria…e ele disse:
– Uma vez eu arrombei um magrinho que fiz uma obra pra ele, deve tá com saudade até hoje rsrs. Cuzinho não recuso não rsrs.
Nessa hora meu coração acelerou e meu cuzinho piscou, resolvi tentar e bolei um plano.
No fim do dia ele foi embora e eu saí, comprei cerveja, cachaça, camisinha e vaselina, deixei tudo certinho num canto na obra.
No dia seguinte, domingo veio o seu Jair, disse que queria adiantar a obra perguntou se eu ajudaria, disse que sim, e que íamos tomar umas também.
Ele se animou, disse:
– Ooooo, aí sim, só faltou o de comer.
– Depois eu dou (disse sem malícia, porém ele riu). começamos trabalhar e beber, eu tomando cerveja, ele só na cachaça, de repente ele disse:
– Vou mijar, ajuda aqui, já tô ruim, vou ficar apoiado aqui na parede, vc abaixa minha bermuda?
Me fiz de inocente e fui.
Quando eu chego perto, um volumoso membro dava sinal de vida, disfarcei e abaixei a bermuda dele, um pintão preto pula pra fora.
– O senhor tá bêbado já, nem fica de pé direito, e tá meio duro aí?
– Tô bêbado mas ainda como um cu, dúvida?
– Duvido, se conseguir ficar duro, pode comer o meu!
– Aaahhh…seu moço vai ver uma coisa…sobe aí na escada uns três degraus de costas pra mim, e tira a bermuda.
Subi, ele veio e meteu a língua no meu rego, que loucura, depois abriu minha bunda e lambendo meu cu, foi muito bom, deu muito tesão. Depois eu disse pra ele:
– Sobe no andaime, senta lá.
Tinha duas tábuas lado a lado, com um espaço entre elas, o pau e o saco cabeludo dele ficaram ali, fui por baixo e comecei a chupar o saco cabeludo e o pau, lambia todinho, engolia a cabeçona, com dificuldade, e babava muito.
De repente ele disse:
– Fica de quatro que eu vou te arrombar!
– Arromba não, vai com cuidado, devagar que eu consigo.
Então, fiquei de quatro, empinei bem a bundinha, e de repente sinto um monte de vaselina no cuzinho, mas um monte mesmo, tipo uma colher de sopa bem cheia, e três dedos de uma vez…
– Aaaaaahhhhh aiaiaiiiiiiii, seu Jair, devagar.
– Que seu Jair o que, agora vc vai chamar meu negão.
– Ele encostou aquela cabeçona no meu rego, e começou alisar, pra cima e pra baixo, espalhando mais vaselina, e de uma vez, enterrou a cabeça no meu cuzinho…
– Aaarrrrrgggghhhhh, não não…para, tira, tá dói muito, para….
– Diz pra mim: “Mete tudo”, vamo, senão eu não paro.
Como eu sabia que ele não ia parar, pensei: “Dane- se, vai fode tudo de uma vez”
E disse:
– Aiaiai meu cuzinho, desgraçado. Só se for até a talo.
– Uuhhhggg, toma tudo.
-Aaaahhhhh, que pau grosso, tá rasgando…vai meu negão, me estrupa, abre meu cuuuu aassiiiimmmmmmm aaaahhhhhhh…..
De repente ele tirou, fiquei todo aberto, meu cu não fechava, ele tirou a camisinha e meteu tudo de uma vez de novo, bombando com muita força…
– Vou gozar!
– Goza bem no fundo meu negão, com força.
Ele gozou muito, foi incrível.
E foi assim que eu tomei 21x9cm de pau torto e preto inteiro no cu.
– Agora vc vai vir aqui na obra todo dia me ajudar.
– Vc destruiu meu cu, FDP, mas venho sim.
E foi assim que tomei marreta preta dois meses, e um dia, levei tora do seu Jair e do servente Tião, um bahiano magrinho e picudo que apareceu um dia na obra. Mas essa é outra história.

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