O pedreiro da obra

Acordei com o pau duro que era uma pedra, fui para empresa já pensando pedreiro ( vou colocar apelido de Pedro), reuniões pela manhã toda, só pude ir na obra perto meio dia, e Pedro já estava no corredor saindo para tomar banho, dei uma ajeitada no pau já duro ele me esperou no corredor e perguntou se eu preciso de alguma coisa, eu respondi que precisa de um cuzinho amigo, ele riu e disse só se for agora, vou aí banho onde te encontro, respondi que na garagem privada, e dei uma apertada naquela bundinha dura.

Sete Sensações Anestésico


Na garagem esperava, quando ele entra no carro e já vai sorrindo safado , dou um beijo e ele vai direto com a mão no meu pau, pedi para ele parar pois queria meter no cuzinho dele, e o safado riu e disse que estava apertadinho e seria como perder o cabaço novamente, então eu disse que adoraria meter naquele cuzinho virgem novamente.
Chegamos no meu apto, já mandei um beijo quente, e disse para ele me esperar no quarto enquanto eu tomava banho, sai no quarto pelado e de pau duro, olhei para aquele corpo novinho sem muitos pelos com uma bunda deliciosa e um pau adorável também, beijei ele com vontade e tesão, Pedro gemia e pedia mais, então desci e chupei o pau dele com vontade,

dedava o cuzinho apertado dele que já havia se lubrificado antes, então me coloquei de joelhos na cama e pedi para ele sentar, ele veio com o cuzinho piscando e mordendo a cabeça de meu pau, quando senti meu pau seguro no cuzinho dele, e puxei Pedro para sentar, ele deu um urro de dor e tentou sair eu segurei pela cintura e mantive ele firme com tudo dentro , fazendo ele subir e descer , subir e descer, até que ele foi se acalmando, e rebolando, e iniciou um sobe desce bem gostoso, ele ficou de pau duro eu segurei e comecei a punhetar firme, fui deitando ele e deixando ele com o cuzinho bem arrebitado e abertinho, o que facilitou entrar e sair muito

gostoso, ele gemia e urrava de tesão , tirava todo e metia, e tirava e metia tudo, quando senti o pau dele pulsar, quase gosto gozando e virei ele de frango assado e fui metendo fundo, e caça com vontade, ele gemia e pedia mais que ele estava gozando, segurei o pau dele bem firme e punhetei forte e apertado e senti a porra dele escorrendo na mão, logo enchi a camisinha de porra no cuzinho dele, fomos caindo na cama, e arfando até descansar e vi escorrer um pouco sangue no reguinho dele que pedia para descansarmos um pouco como meu tempo era

reduzido, fomos tomar banho, ensaboando o rabinho dele, que me ensaboava meu pau com delicadeza que já endureceu rápido, virei ele contra parede e meti sem dó, ele só gemeu e pediu mais, levantei a perna dele e meti com vontade, eu punhetei ele, gozamos novamente só que desta vez meti sem camisinha e ele dizia que adorou ter sentido meu leite dentro do cuzinho dele, tirei de dentro vi Pedro expelindo minha porra e mais um pouco de sangue que delícia de cu sempre apertado.

Elogiava ele, e dizia que ele tinha um cuzinho gostoso e muito apertadinho, eu dizia que ele deve acostumar com meu pau, e que poderia me fazer maus feliz me enrabando também, ele ri e diz que gosta de sentir meu pau nele, passei uma pomada para aliviar e não sangrar o cuzinho dele, e fomos para empresa, ele me pediu para deixa-lo na quadra anterior, dei o número do meu celular de putaria para ele nos despedimos num beijo, a noite recebi uma mensagem de Pedro com uma foto do cuzinho todo inchado liguei para ele e disse para fazermos amanhã novamente, ele pede um tempo para desinchar, então digo que veremos desligo e vou dormir saciado e feliz.

É claro que vou aproveitar muito aquele cu ainda e viu dar muito para o meu novo amigo do shopping no conto anterior.
Até o próximo conto.

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