O Primo Carioca

Vi aqui que casos de incesto são relatos bem comuns. São casos de tio e sobrinho (a), pai e filho (a), entre primos, sogro e genro/nora, enfim. São casos que nunca me chamam a atenção até a véspera deste feriado de natal.

Sete Sensações Anestésico

Segunda-feira, dia dezesseis de dezembro, recebi na minha casa um primo vindo do Rio de Janeiro. Ele nunca havia visitado o Nordeste e, até poucos meses atrás, nós nem tínhamos contato. Nós nem nos conhecíamos! O contato aconteceu através do perfil de uma prima paulistana (com esta sim sempre tive contato e, além do mais, ela veio várias vezes nos visitar.

Eu também pude ir a São Paulo algumas vezes visitar essa parte da família, assim, nossos laços eram bem consolidados), que o conhecia, porém sem muita proximidade. O que não a impedia de ter apreço por ele, e foi durante uma conversar entre eles sobre o desejo do Primo Carioca de conhecer o nordeste, que a prima paulista falou de mim e que eu o receberia sem qualquer problema na minha casa… e foi aí quando o primeiro contato aconteceu (mediado por esta prima de São Paulo). Com o aval dela, é claro, aceitei receber o primo que viria para passar o réveillon em Fortaleza, no aterro da Praia de Iracema na próxima semana.

Então, desde o primeiro contato através da minha prima, eu e o Primo Carioca mantivemos contato quase que diariamente até a sua chegada na segunda-feira, dia dezesseis.
A vinda deste primo era um presente de aniversário. Ele havia acabado de completar dezoito anos e o que queria era vir a Fortaleza nesta época do ano para os festejos de ano novo.
O tal primo era moreno de sol. Sua pele era dourada. Surfista, tinha os cabelos queimados de Sol, era magro, porém atlético, como a maioria dos surfistas são, com seus corpos de musculatura bem definida, peito cheio, costas largas por conta da natação que o esporte exige; pernas bem torneadas, porém não musculosas. Contudo, eram bem definidas e todos os pêlos do seu corpo eram aloirados: braços, peito, abdômen (descendo para dentro da calça), e pernas. Ele não era peludo. Os pêlos que lhe encobriam a pele eram finos e ralos. Quando estava contra a luz, parecia que uma camada de luz dourada contornava seu corpo.

Os cabelos caiam sobre as orelhas e era repartido ao meio. Tinha olhos castanhos bem claros, rosto comprido, e os lábios volumosos. Tinha um bumbum pequeno, porém durinho e arrebitado. O que também chamava a atenção além da sua beleza natural era o volume do seu sexo. Talvez por ele ser magrinho o volume da sua genitália se tornasse mais protuberante, isso considerando que ele usava bermudas e calças bem justas. Estas da moda entre os jovens. E mesmo com toda a beleza e os atributos convidativos, eu não havia olhado para ele com qualquer malícia. Que ele era bonito, sim! É claro que eu havia reparado nisso, inclusive nas fotos que ele havia postado na sua página da rede social. Em pessoa a sua beleza se tornava real, sem os ajustes ou filtros que usamos hoje nas nossas fotos.

O busquei no aeroporto por volta das dezenove horas. Como era numa segunda, um dia antes da véspera do natal, que é quando celebramos o natalício de Jesus Cristo, eu fui buscá-lo sozinho. Esposa estava na confraternização do trabalho e os filhos em um passeio no shopping com o avô.
Nós já nos reconhecemos imediatamente por conta das fotos que publicamos em nossos perfis nas redes sociais. Nos cumprimentamos com alegria, abraço e tapinhas nas costas. Pegamos sua bagagem (um mochilão e uma mala tamanho médio) e seguimos para o estacionamento. Antes de chegarmos em casa, parei numa churrascaria para comprar o jantar, e enquanto esperávamos o pedido, o convidei para tomar uma cerveja e foi como descobri que ele não bebia nada etílico ou refrigerantes. Assim tomei a minha cerveja e ele um suco de laranja.
Conversamos e fomos nos conhecendo melhor aos poucos.

Em casa o acomodei no meu cantinho especial, que é um quartinho que tenho na garagem de casa (já falei dele aqui).
Como ninguém havia chegado, fiquei lá no quartinho com o Primo e o ajudei a se organizar. Expliquei que aquele era o meu espaço e que alí ele teria total privacidade, e que, quando estivesse ali, sempre que precisasse chamá-lo, havia uma luz vermelha que acenderia acima da porta. Assim ninguém iria bater na porta, somente em casos de extrema necessidade. Ele sorriu e agradeceu. Em seguida ele pediu um minuto para poder ligar para casa e dizer que já estava “em casa”. Eu também falei com a sua mãe, que me agradeceu muito por receber o seu filho, e depois das recomendações naturais de mãe, nos despedimos.

Aquela era uma segunda quente e o primo, apesar de acostumado com os quarenta graus do Rio, pediu para tirar a camisa um pouco e foi nesse momento que pude comprovar como o seu tronco era bem feito e com a musculatura bem definida, e todo encoberto por uma fina camada de pelinhos dourados. Em seguida perguntou se podia tomar um banho e eu o deixei à vontade no quartinho e fui para casa.
Aproveitei aquele momento para organizar a mesa para o jantar e estava distraído quando o primo entrou na cozinha com a toalha sobre os ombros, camiseta regata com estampa de um surfista em mar aberto, de chinelo e um calção destes de pijama de tecido bem mole, com uma malha pesada que mesmo folgado, ele junta a pele e marca bem as formas do corpo.
Eu fiquei ali parado olhando aquela figura já bem à vontade na cozinha da minha casa.
Espero que não se importe de eu estar assim. É que está muito quente e eu quis me vestir o mais fresco possível.

Olhando para as formas que o seu calção delineava com muita exatidão, eu ri meio encabulado e apontei para o formato do pênis dele que o tecido do calção marcava muito bem, e então comentei:
Seria bom colocar uma cueca por baixo desse calção aí, pra que as “suas coisas” não fiquem tão “soltas” e aparentes, né?!
Falei baixando a cabeça com vergonha de mim mesmo por gerar este constrangimento ao meu primo logo no seu primeiro dia.
Então ele respondeu:

Caraca! Que porra é… me desculpa! Desculpa mesmo! Eu não havia percebido que estava sem! É que eu quase não uso e eu estou me sentindo tão a vontade que realmente esqueci.
Disse ele nervoso e sem jeito, não acreditando que havia esquecido de vestir a cueca. Tal foi a sua surpresa com a minha observação que ele esticou o cós do calção (que era elástico), mais de um palmo do abdômen para conferir se realmente estava sem a peça. E neste instante, não só ele pode confirmar que ele estava sem cueca, mas eu também vi (nítida e perfeitamente), que ele estava nú sob o tecido do calção, e que ele não tinha pêlos algum da pélvis para baixo. Os pelinhos dourados que se amontoavam na altura do seu umbigo e descia rumo ao seu sexo, terminava logo abaixo da linha do cós do calção.

Envergonhado, o meu primo deixou a cozinha imediatamente e voltou ao quartinho. Quando retornou ele vestia uma bermuda e, a considerar o volume em forma de “bolo” na sua pélvis, era perceptível que ele estava usando cueca, uma que deveria ser bem apertada pois o seu volume ficou bem ameno, em comparação ao volume do calção de pijama que usava sem cueca minuto antes.
Agora está bem melhor!
Disse ele quando retornou à cozinha, passando a mão por cima do velcro que estava no lugar do zíper.
Ainda meio desconcertado, falei:
Bem menos “chamativo” agora.
Nós dois rimos meio que sem graça por conta do constrangimento que era mútuo…contudo, não poderia deixar de mencionar que aquele momento foi a primeira vez em que pude ver o seu pau largo (devia medir uns três dedos de largura a medir pela parte superior, onde havia uma veia bem grossa) e circuncidado, com uma veia calibrosa no centro com ramificações para a esquerda e já perto da parte rosada da circuncisão, para a direita.

Foi naquele momento, durante àquela visão, que a minha malícia aflorou em relação ao meu primo carioca. A imagem dele esticando o cós do calção, expondo o seu sexo liso, limpo e sem prepúcio, realmente atiçou a minha libido e o meu desejo.
Não demorou muito até toda a família está reunida e, após as devidas apresentações, jantamos (somente eu e o primo), ocasião em que conversamos muito.
Cansados, os filhos e a esposa, logo se retiraram e foram aos seus aposentos. Eu e o primo ficamos na sala da tv seguindo com o papo. Em dado momento percebi um certo incômodo e inquietação do meu primo. Preocupado, perguntei se ele estava se sentindo bem e ele respondeu que estava se sentindo um pouco incomodado com a sunga que havia vestido como cueca pois, estava mais apertada do que deveria. Então ele perguntou se poderia trocar a sunga por uma cueca mais “confortável” pois queria continuar com a conversa, se eu não me importasse em conversar um pouco mais. Então eu disse que, se ele quisesse, poderia por o

calção que estava usando antes, considerando que a família já havia se recolhido aos seus quartos, não haveria problema algum. Ou mesmo se ele preferia continuar o papo lá no quartinho mesmo. Ele aceitou a ideia e fomos para quartinho da garagem continuar a nossa conversa sobre o Rio, a vida da minha família carioca que eu não conhecia, enfim.
Na segurança e privacidade do quartinho, eu olhava para o meu primo e lembrava do que havia acontecido ali um mês antes quando acolhi um professor venezuelano refugiado. A lembrança do hermano me fez ter um princípio de ereção, o que deu uma avolumada na minha região genital. E ali, absorto em pensamentos e memórias libertinosas, a movimentação do primo me tirou do breve transe e quando dei por mim, ele estava diante de mim, nú da cintura para baixo, procurando o calção de pijama em meio às suas coisas espalhadas sobre a cama. Ele tinha um corpo realmente lindo! Um bumbum pequeno, porém durinho e empinado que chama a atenção, especialmente naquela posição, com ele inclinado sobre a cama procurando o bendito calção, deixando a bundinha exposta e as pernas entreabertas o que também permitia ter a visão do seu saco e do seu caralho grosso pendurado entre as pernas. Era tudo lisinho ali. Não havia nenhum resquício de pêlos naquela área do seu corpo.
Então, de repente em um salto, ele se posta de frente a mim com aquela benga pesada pousada sobre as bolas e diz enquanto balançava o calção para lá e para cá, como fosse uma bandeira:
Finalmente achei esse safadinho!
Ele veste o calção porém, nada esconde do formato e o volume do seu sexo. Ao contrário, o tecido demarcando o seu sexo realçava a sua silhueta.
E o primo, enquanto vestia o calção, deu uma paradinha com o rosto na altura do meu pau e comentou:
Aê, parece que “isso” é de família, né!?
Ele estava se referindo ao volume que a minha semi-ereção ressaltou na minha calça.
Dito isso ele subiu o calção até a cintura, meteu a mão lá dentro e deu uma “arrumada nas coisas” ali dentro e então sentou na cama e tornou a falar:
Lá em casa, todos nós homens somos bem “caralhudos”. Até a minha irmã tem o grelo avantajado. Parece um pinto pequeno.
Ele riu da própria fala. Então eu falei também:
Eu não sou “caralhudo” como você falou, mas dô pro gasto!
Falei rindo enquanto dava uma boa pegada no meu pau por cima da calça.
O primo fixou o olhar no volume do meu sexo e, como por reflexo, deu uma pegada no dele também e em seguida deu uma risadinha nervosa.
Nesse momento eu já estava transbordando tesão, mas me contive. Mesmo assim “alfinetei” com a seguinte fala:
É bom a gente parar de falar nos nossos paus grandes e nas xoxotas greludas das minha primas que eu “fico animado” muito rápido com estas histórias!
Dei outra pegada no meu pau que já estava pulsando de tão duro.
Então o primo respondeu:
Somos mesmo da mesma família. Caraca, olha como eu já fiquei aqui!
Ele falou enquanto esticava o elástico do cós do calção fazendo o seu caralho grosso e veiudo saltasse dali e ficasse pulsando, apontando para o teto do quartinho!
Após alguns breves segundos ele devolveu o pênis para dentro do calção, o que fez montar uma verdadeira tenda!
De repente o silêncio invade o quartinho e nós não conseguimos tirar os olhos do volume do sexo um do outro por um momento. O primo, sem cerimônia alguma, simplesmente meteu a mão dentro do calção e começou a se acariciar. Ele se acariciava e mantinha o olhar fixo no meu pau, que eu também acariciava sobre a calça. Ele ia falar algo quando a luz vermelha sobre a porta acendeu. Era a minha esposa que me chamava.
Patroa chamando, preciso ir. Amanhã a gente continua com o papo. Fique à vontade para relaxar e se aliviar um pouco. Não se preocupe que ninguém virá lhe incomodar. Boa noite e seja bem vindo a Fortaleza!
Ele tirou a mão de dentro do calção e a estendeu para me cumprimentar. Eu segurei a sua mão e senti que alguns dedos estavam úmidos, mas não me importei. Eu sabia o que aquilo significava.
Obrigado por me receber aqui. Minha estadia já está sendo muito prazerosa!
Ele soltou a minha mão e voltou com a dele para dentro do calção.

Eu saí do quartinho com o pau tão duro que estava doendo! Parei um pouco, vasculhei o interior do carro buscando qualquer coisa para que a minha mente parasse de pensar no pau e na bunda do meu primo, para que o meu pau amolecesse. Não baixou por completo, mas aquela estratégia até que funcionou. Voltei pra casa e fui direto para o meu quarto. Lá encontrei a minha esposa deitada de bumbum para cima e as pernas entreabertas, o que me permitia ver o volume da sua buceta sob o algodão da sua calcinha.
Parei um pouco para admirar aquela imagem e depois fui ao banheiro. Eu precisava de um banho frio com urgência!
Depois do banho me juntei a minha esposa na cama e ela estava acordada me esperando. Trepamos duas vezes naquela noite, deliciosamente!

Na manhã seguinte eu precisava resolver umas coisas no trabalho e estive por toda manhã ocupado e só voltei para casa depois do meio-dia.
Em casa descobri que nem a minha esposa, nem os meus filhos estavam, então fui procurar o primo no quartinho, mas ele também não estava lá. Considerei que ele havia saído com a minha família, e assim, despreocupado, subi para o meu quarto para tomar banho.
Estava saindo do banheiro quando ouvi barulhos na cozinha. Me envolvi na toalha e desci a escada imaginando que algum gato estivesse mexendo nas panelas e lá eu acabei dando de cara com o meu Primo preparando algo que estava cheirando muito bem.

Opa! Que surpresa! Achei que você estava com as crianças e a mãe delas.
Falei surpreso.
Nada! Eu quis fazer uma surpresa e preparar algo pra mais tarde.
Respondeu ele.
E você sabe para o de eles foram?
Perguntei.
Foram ao cinema. Saíram não tem meia-hora.
Disse ele.
Beleza então. Vou colocar uma roupa e já volto.
Comentei e ele concordou acenando com a cabeça.
Estava vestindo uma camiseta quando percebi passos dentro do meu quarto, e quando descobri o rosto eu vejo o meu primo segurando uma colher apontada na minha direção.
Dá uma provada nisso aqui!
Ele disse levando a colher até a minha boca.
Humm.. uma delícia!
Falei.
Delícia é poder mamar nessa caceta gostosa!
Ele disse ao mesmo tempo em que enfiava a mão dentro do meu calção. E antes que eu pudesse dizer nada, ele enfiou a língua dentro da minha boca, me tomando um beijo cheio de gula.
Diante daquela surpresa o meu pau ficou petrificado de imediato! Ele me acariciou e depois me abraçou forte fazendo os nossos corpos colarem, o que me permitiu sentir a sua ereção vibrante me apertando o abdômen.
Aquilo durou um minuto talvez dez minutos… eu não faço a mínima ideia do tempo que durou, mas tão logo nossas bocas se desgrudaram eu falei:
Aqui não. Vamos pro quartinho!
Mas ele pareceu não ter ouvido o que eu falei. Ele apenas ajoelhou, baixou o meu calção até os tornozelos, segurou no meu pau bem na base e o beijou, lambeu e então o engoliu. Ele fudeu o meu pau com a boca por quase dois minutos até que eu gozei na boca dele.
Certo de que havia terminado o meu gozo súbito, e também que havia tomado toda a minha porra, ele se pôs de pé e disse:
Sua vez de mamar gostoso nessa vara!
Eu ajoelhei e abocanhei aquele caralho grossão, forçando até conseguir tocar o seu saco lisinho com a minha língua!
Caralho, que gostoso!
Ele disse entre gemidos.
Eu mamava naquele cacete enquanto acariciava o seu cuzinho com a ponta do dedo melado de cuspe. Ele gemia e bomba a na minha boca se apoiando nas minha orelhas. Tão rápido quanto eu, ele anunciou que ia gozar e então eu pude sentir os jatos daquela gala grossa inundando a minha boca e garganta, me obrigando a engolir tudo o mais rápido possível para não engasgar com a sua porra viscosa grudando na minha traquéia enquanto aquele pau grosso entrava e saia forçando a minha garganta.
Depois que gozamos no meu quarto, descemos até a cozinha onde o primo conferiu as panelas e desligou o forno.
Vamos continuar a nossa conversa no quartinho agora?
Ele perguntou com uma expressão muito sacana ao mesmo tempo que acaricia o próprio sexo por cima da roupa.
Vamos imediatamente!
Respondi.

Tiramos as roupas tão logo a porta fechou. Deitamos na cama e ficamos nos sarrando e beijando e pegando e acariciando… nem sei como, mas quando percebi, estávamos de lado fazendo “meia-nove”. Eu metia dois dedos no cuzinho dele e ele rebolava com o pau todo socado na minha boca. Ele também me fodia com os dedos e eu também estava adorando aquilo!
Mete no meu cu!
Ele ordenou. Então mudamos de posição e eu encostei a cabeça da minha rola na portinha do cuzinho dele. Ele empinou o rabo e pediu:
Mete!
Então ele empurrou o cuzinho contra o meu pau que foi sumindo dentro do cu dele.
Empurra!
Ele implorou e eu o fiz. Eu empurrei o cacete no cuzinho dele e o pau entrou gostoso e suave!
Agora me fode com força! Fode caralho!
Eu meti naquele rabo com vontade e ele mexia junto fazendo as minhas estocadas irem mais fundo.
Isso me come! Me fode!!
Ele dizia e eu metia.
Aí caralho, eu vou gozar de novo! Porra!! Tô gozando, tô gozando!
Ele gozava sentindo o meu pau entrando e saindo do cuzinho que apertava forte no meu cacete toda vez que ele ejaculava.
Também não pude suportar e enchi aquele rabo com a minha gala! Gozei poderosamente, tanto que o meu pau amoleceu imediatamente.
Puta que pariu! Gozei gostoso pra caralho!
Então ele veio e começou a bater nos meus lábios com aquele pauzão todo gozado e disse:
Mama nessa pica que agora eu vou meter nesse cu bem gostoso!
Assim eu abri a boca e deixei aquele cacete entrar. Mamei e quase que imediatamente ele voltou a ficar completamente duro.
Isso, mama mais!
Ele sussurrava e eu obedecia.
Então ele me fez deitar de peito para cima e me deixa na posição “frango assado”. Untou o meu cu e o seu pau com cuspe e foi metendo sem pena nem dó. Só parou depois que o pau estava todinho no meu rabo.
Safado engolidor de rola!
Então ele começou a meter. Entrava e saia devagar. Enquanto ele metia, batia uma punheta no meu pau meia-bomba.
Tá gostoso a minha pica no seu rabo?
Ele perguntava.
Quer mais pica nesse cu?
Quer encher esse cu de piroca?
Eu respondia sim para tudo.
Ele começou a aumentar o ritmo das estocadas até está metendo fundo. Eu sentia as suas bolas batendo contra a minha bunda então ele parou de bombar, mas deixou o pau todo e fiado em mim.
Tô gozando!
Ele disse gemendo.
Enquanto ele gozava parado, ele aumentou o ritmo da punheta e eu também gozei sentindo aquele pirocão pulsando e derramando porra no meu cu!
Dez minutos depois nos recompomos e eu voltei para o meu quarto e tomei outro banho. Meia-hora depois a minha esposa chegou com as crianças e tudo estava na mais perfeita normalidade…

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