O proctologista me deixou doido

Me apresentando rapidamente, afinal a ideia aqui é relatar sobre as aventuras mais safadas e gostosas que já vivi e focar mais nas pessoas envolvidas. Tenho 35 anos, 1,80, moreno claro, uma barba meio que por fazer, olhos castanhos. Malho quando dá tempo, mas acho meu corpo legal. Curto uma cerveja e um churrasco, mas confesso que acho um tesão um macho safado que curte uma putaria.
Esse caso aconteceu quando eu tinha uns 29 anos, moro em BH e precisei agendar uma ida ao proctologista (pra quem não sabe é o médico responsável por doenças do intestino delgado, intestino grosso, reto e ânus). Um dia quando fui ao banheiro, ao usar o papel higiênico vi que tinha uma mancha de sangue, fiquei preocupado e resolvi agendar um proctologista. Como não conhecia nenhum, peguei um que atendia o meu plano e marquei a consulta. Como nunca tinha ido, não fazia nem ideia do que esperar.

Sete Sensações Anestésico

A consulta foi marcada pra semana seguinte. Quando chegou o dia, fiquei bem nervoso pela situação e fiquei imaginando como seria essa consulta. Confesso que estava bastante preocupado pela situação e pelo fato de que poderia ser alguma coisa séria. Cheguei ao consultório e uma moça me atendeu, preenchi meus dados, como é de costume em uma primeira consulta e ela pediu que eu aguardasse que ele me chamaria. Fui ficando cada vez mais nervoso com medo do que o médico poderia perguntar. E como ninguém sabe nada de mim, estava pensando nas possibilidades do tipo de pergunta que ele faria. Passado um tempinho, um paciente sai da sala do médico e alguns segundos depois ouço ele me chamar. Me levantei suando frio e entrei na sala. Não era uma sala muito grande, mas tinha uma mesa de atendimento e ao fundo uma maca. Ele me cumprimentou e pediu que eu me sentasse. Como estava tão nervoso, nem tinha olhado pra ele direito. Me sentei e ele começou a fazer algumas perguntas para criar a minha ficha de avaliação. Ele se virou para o computador e foi anotando tudo. Enquanto eu respondia às perguntas normais como dados pessoais, idade, endereço e tal, fui reparando nas fotos que pareciam a família dele ao fundo e os diplomas que ele tinha. Acabada essas perguntas, ele se voltou para mim e fez a primeira pergunta da consulta: – “Então vamos lá, qual o motivo da sua consulta?” Foi aí que eu me voltei pra ele e pude finalmente olha-lo olho no olho. Ele era um médico aparentemente jovem, devia ter uns 38 anos, branco, com uma barba por fazer, usava uma camisa branca de botão sobre o jaleco. Era um cara bonito, devia ser um pouco mais alto do que eu (+ou- 1,83). Parecia ter um corpo normal, nem forte nem magro (o que eu confesso que acho mais tesão ainda caras com corpo natural). Contei pra ele o que tinha acontecido e por isso estava lá, pois estava um pouco preocupado. Ele fez mais algumas perguntas corriqueiras sobre minha saúde e por fim perguntou: – Como são as suas relações sexuais? Eu confesso que travei por alguns segundos sem saber o que responder, meio que tentando entender o que ele estava querendo saber com aquela pergunta. Disse que eram normais. Ele o tempo todo foi muito educado e profissional. Fez mais algumas perguntas e depois disse: – “Agora vou pedir que você vá até a maca para eu poder fazer uma análise do local e vermos o que está acontecendo. É uma avaliação super rápida e tranquila.” Foi nessa hora, enquanto ele gesticulava com as mãos que eu reparei na imensa aliança dourada em seu dedo e não pude deixar de notar no tamanho da sua mão. Não tenho tara por mãos, mas acho que ela diz muito sobre a pessoa. E era uma mão enorme, com os dedos largos e grandes, a unha muito bem cortada. Era realmente uma mão muito bonita e bem cuidada. Ele se levantou da cadeira e pediu que eu fosse até a maca. Chegando no fundo da sala ele me pediu que subisse na maca de costas pra ele e ajoelhasse, colocando os cotovelos na parte da frente (resumindo, deveria ficar na posição de quatro com a bunda voltada pra ele e pra luz que vinha do refletor). Fiz o que ele pediu e em seguida ele pediu que eu abaixasse as calças para que ele pudesse fazer um exame. Confesso que fiquei um pouco sem graça com a situação e com a posição que eu estava. Estava literalmente com a bunda toda arreganhada voltada pra cara dele. Olhei de lado e pude ver ele colocando as luvas e em seguida disse: – “Eu vou passar um gel para não te machucar. É um pouco gelado, mas pode ficar tranquilo que vai ser rápido. Peço apenas que fique o mais relaxado possível.” Senti o gel caindo bem no meio da minha bunda e logo em seguida a ponta do seu dedo tentando ser introduzida no meu ânus. Fiquei um pouco tenso por ter alguém enfiando o dedo no meu cu assim sem nenhum estímulo, mas ele foi tão calmo que logo pude sentir que o dedo dele havia entrado todo. Ele me pediu novamente que relaxasse. Foi aí que comecei a pensar na situação toda. Eu ali de quatro, e aquele homem enfiando aquele dedão no meu ânus. E realmente dava pra sentir que seu dedo era grande e grosso. Ele girava o dedo dentro de mim, tocando minha próstata. Comecei a sentir uma mistura de sensações. Me subiu um arrepio, que acho que o pouco pelo que tenho na bunda deviam estar todos de pé. Depois de alguns toques, ele tirou o dedo e disse que iria introduzir um aparelho que poderia ser um pouco incomodo, e pediu pra ele relaxar de novo. Olhei meio que de lado pra tentar ver o que era, e ele pegou um aparelho de metal. Senti ele introduzindo em mim de novo. Esse realmente era um pouco dolorido (parece aqueles aparelhos que mulher enfia na vagina pra fazer exame médico, pra alargar o canal). Ele disse que era pra ver o canal do ânus e ver se não haviam feridas. Depois de alguns segundos ele retirou o aparelho e começou a falar: – “Parece que você tem na verdade uma fissura que pode ter causado o sangramento. Não é nada grave. Aconselho a você a deixar água morna correr nessa região durante o banho” (e enquanto falava, ele pegou um papel e começou a limpar a minha bunda que estava suja de gel. Passou pelo meu ânus, ao redor da minha munda e limpou um pouco do gel que havia escorrido pelo meu saco, levei um susto nessa hora), daí ele continuou –“Aconselho você a tomar mais água durante o dia e sempre usar bastante gel durante as relações”. Mano… eu quase caí da maca nessa hora. Do nada ele me fala isso. Eu dei o rabo duas vezes na vida, e logo na segunda vez acabei me machucando e o cara logo desconfiou o que tinha causado a fissura. Alguns dias antes, acabei dando pra um cara (mas isso é outro conto) e realmente tinha acabado o gel. Hehehe… Ele terminou de me limpar e disse que eu podia me levantar. Eu fiquei tão sem graça com aquela situação, já que não tinha falado que curtia uma putaria com outro macho, mas levei na naturalidade, fazendo de desentendido. Mas claro que ele sacou. Vesti a minha calça e voltamos pra mesa dele. Enquanto eu subia a minha calça e me recompunha, reparei nele voltando pra sua mesa, e logo antes dele sentar reparei que havia um volume maior em sua calça branca. Mas ele logo sentou e se escondeu atrás da mesa. Eu me recompus e voltei pra sentar de frente pra ele de novo. Ele anotou algumas coisas no computador, escreveu uma receita (uma pomada pra passar), imprimiu e me entregou. Disse que eu deveria passar a pomada 1x ao dia após o banho na entrada do ânus, e que eu ficasse sem ter relações sexuais durante o período de uso da pomada. Eu fiz de desentendido e apenas respondi OK. Mas o que eu não consegui parar de pensar era no rápido volume que vi em sua calça. Fiquei pensando se ele tinha ficado com tesão em enfiar o dedo em mim. Antes de me levantar pra ir embora, tomei coragem e perguntei: -“Seria bom marcar um retorno ne? Pra ver se ficou tudo bem!” Tentei prolongar a minha estada ali ou até mesmo pensando em revê-lo pra uma nova consulta. Apesar de ser mais ativo, não conseguia parar de pensar naquela deda macia que levei. E ele respondeu: -“É, vamos marcar um retorno pra semana que vem. Daí você faz as recomendações que pedi e volta aqui pra gente ver.” Foi a melhor notícia do dia. Eu logo concordei e me levantei pra despedir dele. Peguei a receita, estendi a mão para cumprimenta-lo e reparei que dessa vez ele não se levantou pra se despedir, apenas continuou sentado. Acho que realmente ele estava de pau duro ali nas calças. Abri a porta e saí.
Não via a hora da semana passar logo para fazer esse retorno. A sensação de ter um cara casado, macho, enfiando o dedo no meu cu me deixava com tesão. Mais tesão ainda me dava em saber que ele pôde ter ficado com tesão em fazer isso, sendo que devia fazer isso o dia todo.
A semana passou e chegou o dia do retorno. Dessa vez passei até um perfume pra chegar lá charmosos. Rsrs… Cheguei no horário combinado, fui recepcionado pela atendente e logo em seguida saiu um paciente e ouço ele me chamando pra entrar. Ele se levantou, me deu um forte aperto de mão, e perguntou como eu estava me sentindo e pediu que eu me sentasse. Ele estava com uma roupa praticamente igual à da outra consulta, mas sua camisa abaixo do jaleco era cinza. Conversamos um pouco, ele fez algumas perguntas, perguntou se eu me cuidei direito e disse que sim, que fiz tudo o que ele havia recomendado. Ele então disse: -“Vamos lá ver se o tratamento ocorreu bem então!” Meu coração parecia que ia sair pela boca. Não sei porque, mas estava me sentindo como se fosse a primeira vez. Hahaha. Aquela sensação de mistério, de tensão misturada com tesão, estava me deixando doido. Ele me pediu que me posicionasse igual à da última vez. Logo o fiz. Dessa vez resolvi ser um pouco mais ousado e abaixei a calça até passar o joelho e fiquei de quatro com o rabo bem aberto pra ele. Fiquei reparando de canto de olho enquanto ele colocava as luvas de costas pra mim. Ele era realmente tesudo. Alto, as panturrilhas bem marcas na calça, parecia ter a perna grossa. Ele então se virou pra mim e disse que passaria o gel. Me mantive na posição e senti ele passando o gel envolta do meu ânus. Aquilo me deu um arrepio instantâneo. Dava pra ver meus pelos do corpo todos arrepiados. Ele então foi introduzindo o dedo bem devagar, mais devagar do que da última vez. Me contive pra não ficar de pau duro logo de cara. Pude sentir que ele havia enfiado todo o dedo e começou a girar lá dentro. Aquilo me fazia chegar a tremer. E que dedão grosso. De repente sinto que ele havia se virado pra pegar algo enquanto mantinha o dedo enfiado em mim, não vi o que era, mas assustei com ele limpando o gel que estava escorrendo pelo meu saco. Quando ele tocou meu saco e foi subindo com o papel até próximo do meu ânus, com o dedo ainda enfiado em mim, soltei um suspiro de susto com tesão. Dai ouço ele dizer: – “Acho que passei muito gel, estava escorrendo aqui, limpei pra não sujar sua calça. ” Eu nem sabia o que responder, apenas soltei: -“Sem problemas, obrigado”. O dedo dele já estava dentro de mim a mais tempo do que o da última vez. Aquilo estava me deixando descontrolado. Ele então começou a falar: – “É, parece que você teve uma boa cicatrização. Está sentindo alguma dor enquanto faço o toque? ” – eu apenas balançava a cabeça e dizia “Não, está tranquilo”. E ele continua a girar o dedo lá dentro: – “Está sentindo algum desconforto? ” Nisso, meu pau que antes devia dar pra ver pendurado mole junto com as minhas bolas, já não devia aparecer mais pra ele, pois estava duro encostando na minha barriga. Eu apenas dizia que não, que estava tudo bem, que ele podia continuar o exame. Ele voltou a falar o quanto é importante usar sempre bastante gel, pra não machucar. Eu só queria que aquilo não acabasse nunca. Quando senti que ele estava pra tirar o dedo de dentro de mim, sem me controlar empinei ainda mais a bunda e contraí o anus como que tentando prender o dedo dele. Eu estava fora de mim já, e não conseguia mais me controlar. Senti que logo em seguida ele tirou todo o dedo. Logo pensei: pqp, acabou. Atrapalhei a situação toda. Cheguei a ficar sem graça por ele ter percebido o meu movimento e a minha travada de cu. Não sabia se levantada daquela posição ou se escondia a cara. Mas quando eu estava pra levantar daquela posição, sinta a mão direita dele apoiar sobre a minha bunda enquanto a outra pegava algo na mesinha ao lado e ele dizendo: -“Vou só me certificar que não tem mais nada mesmo, pra gente ter certeza de que está tudo bem agora”. Acho estranho ele apoiar uma das mãos sobre a minha bunda, coisa que ele nunca tinha feito antes. Mas voltei pra posição e sinto o dedo da outra mão dele passando mais gel em mim. A mão que estava apoiada sobre a minha bunda agora segurava com mais intensidade uma das minhas nádegas, como se quisesse deixar ainda mais aberto o meu rabo. Com delicadeza, ele voltou a enfiar um dedo bem devagar em mim. Comecei a sentir dessa vez seu dedão tocando a região entre o meu saco e o ânus. Meu pau estava explodindo nessa hora e com certeza já devia estar começando a babar. Eu apenas fechei os olhos e me entreguei a aquele toque. Foi um ato involuntário que me fez empinar ainda mais a bunda como que quisesses que ele me possuísse. Ouvi um barulho de mesa arrastando, mas continuei de olhos fechados. Ele continuava lá me tocando e começou a falar: – “Essa é uma região que precisa de muito cuidado e atenção. Tem que fazer introduções com calma e lubrificar bem.” Sério, eu estava me tremendo inteiro com aquilo. Era um tesão incontrolável. Abri um pouco o olho e enquanto me entregava pra ele lá de quatro, olhei por baixo de mim e pude ver que ele estava posicionado mais alto agora, o barulho que eu tinha ouvido era da escadinha que ajuda a subir na maca e ele estava em cima dela. Ele voltou a falar: – “Isso que é importante, estar relaxado. Mantenha-se assim que eu vou introduzir algo um pouco maior pra ver se você se sente bem. Não quero que você sai daqui com dores.” Eu nem conseguia responder de tanto tesão. Voltei a tentar olhar por baixo de mim pra ver o que ele estava pegando, quando vejo ele abrir o botão da calça. Não acreditava no que estava acontecendo. Ele terminou de subir na maca, se ajoelhou atrás de mim, pegou um dos meus braços e falou: – “Vou deixar você colocar a mão só pra você sentir o que eu vou introduzir em você”. Coloquei um braço pra traz e ele abriu a minha mão e colocou sobre o pau dele. Caralho… não podia ser real. O pau dele estava muito duro. Com a mão pude sentir que era um pau reto, grande, a minha mão mal fechava por completo tentando segura-lo. A cabeça toda exposta. Era macio de segurar. –“Viu, se apoia direito aí que eu vou te mostrar como é.” Voltei a minha mão pra frente, ele retirou o dedo do meu cu e começou a pincelar com a cabeça do pau, pressionando bem devagar tentar enfia-lo em mim. Eu tava conta tanto tesão que foi entrando fácil. Não podia acreditar que estava sentindo aquele homem todo dentro de mim. Ele começou a enfiar cada vez mais, e o tesão que eu sentia era incontrolável. Depois de ter enfiado tudo ele ficou um tempo parado para que eu sentisse cada cm dele dentro de mim. Ele começou o vai e vem devagar e foi aumentando o ritmo. Podia sentir seu saco batendo contra o meu. Ele pediu que eu ficasse em silencio e me mantivesse bem aberto e relaxado pra ele. Ele usava as duas mãos pra segurar a minha bunda e tirava e colocava, tirava e colocava. Até que voltou a meter tudo indo e voltando. Eu me tremia por inteiro. Não aguentava mais segurar o tesão e gozei sem nem encostar no meu pau. Ele sentindo que eu tinha gozado, tirou o pau de dentro de mim e gozou nas minhas costas, enquanto esfregava o saco na minha bunda. Apenas pude ouvir o gemido dele baixinho e os jatos de porra quente na minha pele. Ele desceu da maca, pegou um papel e começou a limpar a porra das minhas costas e o gel da minha bunda. Eu estava completamente bêbado de tesão naquele momento. Apenas olhei de lado pra ver ele e pude ver o pau dele pendurado semi duro pra fora da calça. Agora finalmente pude ver o que tinha entrado em mim. Era um pau maravilhoso (assim como sua mão bem cuidada), mesmo meia bomba, era branquinho, a cabeça estava toda pra fora, avermelhada, devia ter uns 20cm, estava começando a murchar pesadamente, um saco grande e com poucos pelos. Não acreditava que aquilo tudo tinha entrado tão gostoso e fácil em mim. Quando acabou de mim limpar, ele passou um papel no pau dele e o guardou de volta dentro da calça. Eu me levantei da maca e comecei a me vestir de volta. Ele foi em direção a sua mesa e se sentou. Eu ainda estava de perna bamba e totalmente extasiado. Foi um dos maiores tesões que já havia sentido na vida, ainda mais sendo passivo. Sentei na cadeira diante dele, ele olhou pra mim e disse: -“Agora você sabe como é importante usar bastante gel e que é preciso muito tesão envolvido. Tente se cuidar direito. Acho que você agora já está bem liberado. Caso tenha algum novo problema é só marcar uma nova consulta que a gente analisa aqui, certo?” Eu apenas olhava pra ele e balançava a cabeça concordando. Me levantei pra despedir dele, demos um aperto de mão e agradeci pela ajuda e que o ensinamento tinha sido muito valido. Saí da sala dele com medo de alguém ter ouvido algo, mas não havia ninguém na recepção. A secretária tinha saído pro almoço.

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