Perdendo o cabaço para o Soldado Gostoso

Boa tarde, já faz um tempo que quero contar minhas aventuras para vocês, mas, devido a correria do dia a dia sempre vou deixando para depois. Então hoje decidi contar para vocês como foi a minha primeira vez e ver como vai ser a reação de todos para que eu continue ou não. Detalhe todos os contos que publicar são contos reais, relatos de aventuras vivenciadas por mim mesmo, contudo os nomes serão fictícios.


Primeiramente vou, deixe eu me apresentar: Me chamo Michael (fictício), sou moreno claro, olhos castanhos, cabelos preto cacheado, amo meu sorriso, até por que ele me dá um ar de safado, tenho 1,69 de altura e peso 76Kg, tenho 25 anos de idade, corpo definido mas não bombado, bundinha empinada e redondinha, modéstia a parte, coloco muita mulher no chinelo e muito macho no chão rsrsrs, meu pau e mediano com 18cm e grosso. Acho que da para terem uma noção. Então vamos ao conto:

Eu estava com quase 18 anos quando tudo aconteceu, eu estava no 3º ano do ensino médio e já sentia atração por outros caras embora nunca tivesse tido nenhuma experiência, apenas, havia feito oral em um amigo…
Meu pai é militar desde que eu entendo por gente, nesse dia ele chegou em casa com pressa pois teria que fazer uma viagem de urgência com um sargento, como eu era menor e minha mãe estava fora por algumas semanas ele levou o Felipe, um soldado sob seu comando, para ficar comigo o resto do final de semana, pois na segunda, minha tia estaria na minha casa para me “olhar”. Logo notei que Fernando não era muito mais velho que eu, devia ter uns 20 anos no máximo, um homem atraente, cabelos loiros escuro e olhos azuis, musculoso, másculo, com voz grave.

Passadas as orientações para mim e para o Fernando meu pai partiu, Fernando a princípio era muito sério e não dei muita atenção para ele, no sábado pela manhã, puxei assunto com ele para não ficar aquele clima estranho na casa e aos poucos fui descobrindo mais sobre ele. Ele era soldado e desde cedo sonhava com servir, vivia no alijamento e era mato-grossense os poucos fomos nos tornando mais próximos. Eu o auxiliava na cozinha e nos afazeres, pois era difícil ele parar, aos poucos ele foi se se soltando mais comigo e logo estávamos parecendo duas crianças pela casa…
Como ele era muito organizado, talvez pela disciplina militar, no sábado deixamos tudo dormir em ordem, pois falei para ele que eu gostava de dormir no domingo até mais tarde, então depois de tudo organizado chamei ele para jogar vídeo game ou assistir um filme, o que ele aceitou de pronto.

Ele com aquele sorriso lindo e fomos para o meu quarto, me sentei na cama e ele se sentou na poltrona perto da tv, peguei alguns jogos e fui mostrando para ele, claro, ele escolheu FIFA. Depois de algumas horas jogando, devido ao calor intenso de Goiânia, estávamos apenas de calção, comecei a notar um grande volume entre suas pernas, mas disfarcei. Já tinha notado, desde a hora que ele chegou, mas a calça que ele usava comprimia um pouco o menino.

Depois de um tempo, ele falou que ia tomar um banho para se refrescar, mostrei para ele o banheiro as toalhas e o quarto dele, e me pediu para esperar para continuar jogando, respondi que beleza ia esperar. Enquanto ouvia o som do chuveiro, entrei na internet e fui assistir pornô gay, com militares, comecei a assistir um bem interessante, com o militar fodendo o namorado de farda, distraído nem percebi que o Fernando terminou o banho. Fiquei mudo quando ele parou do meu lado e perguntou: “então e disso que você gosta? Tenho uns legais no celular…”
Quase cai da cadeira: o cara estava só com uma toalha enrolada e seu corpo bronzeado era

monumental, os cabelos cacheados molhados, o abdômen sem uma gordurinha e bem marcado, o peitoral largo com poucos pelos e as pernas fortes, os braços com bíceps bem desenvolvidos. Ele me chamou para a cama se sentou ao meu lado, colado em minha coxa e me mostrou no celular, vídeos dele fodendo um carinha gostosinho até de farda e em várias posições. – “Quer que te mostre mais?” – perguntou, num tom de voz mais baixo e eu disse que sim, sem tirar os olhos dele. Ele abriu a toalha e revelou aquele membro espetacular. Estava meia bomba já, com a cabeça exposta e com um tamanho que para mim era imenso, mas hoje sei que não é dos maiores: creio que devia ter uns 20cm, grossura mediana e regular. Eu nunca tinha visto um membro assim tão de perto e fiquei hipnotizado. Ele notou minha reação e disse: “Quer pegar nele?” – eu nem respondi, mas ele pegou minha mão e colocou em volta dele. Senti o calor da sua carne, comecei timidamente a mover a mão e ele pulsava, crescendo, engrossando perto do meu rosto.

Então Fernando se aproximou mais e o colocou nos meus lábios, pedindo com aquela voz grave: “Chupa um pouco, vai…” – eu não conseguia responder. Apenas abri a boca e ele lentamente foi introduzindo seu cacete agora totalmente rígido como pedra na minha boca. Eu sentia um gosto bom, o cheiro de sabonete e de uma colônia que ele usava, segurei em seu saco e brinquei com as grandes bolas dele enquanto chupava seu pau. Ele foi me orientando, dizendo para tomar cuidado com os dentes, como passar a língua e tal… Se deitou na cama, me pediu para tirar as roupas e voltar a chupar. Me ajoelhei ao lado da cama e fiz o que ele pediu.

Parecia que eu estava sonhando. Enquanto eu mamava sedento aquela rola, ele foi me acariciando as costas e me ajeitando, levando minha bunda para a direção da cabeceira da cama. Eu me deixava guiar docilmente por aquela mão grande, quente e forte, e senti um frio na espinha quando ele passou o dedo com saliva em meu rego. Parei e disse-lhe que nunca havia dado. Ele me apertou a nádega, com o dedo na entrada do meu cu e falou que teria todo o cuidado, mas queria ser o primeiro a me comer.

Mesmo tenso, não ofereci resistência e deixei ele me dedar. Aos poucos, a sensação do seu dedo médio me invadindo me deixava alucinado. Quando doía um pouco eu travava e gemia, ele dizia para relaxar e penetrava mais um pouco… Eu deixando, até sentir aquele dedo grosso todo dentro de mim.

Ele mandou que eu me deitasse na cama e subiu sobre mim, deitando-se em minhas costas. Quase morri com aquele corpo pesado, quente, já suado, sobre o meu. Suas coxas envolveram as minhas, seus braços fortes me imobilizaram e ele foi esfregando o pau duríssimo e melado em meu rego, procurando a entrada. Eu tremia, mas não conseguia evitar que ele me desvirginasse. Quando a cabeça encontrou o lugar certo ele cravou. Vi estrelas, pedi para tirar e ele tapou minha boca, forçando mais e me rasgando. Quando percebeu que eu relaxei, disse em meu ouvido: “Fica calmo… Eu sei que dói mesmo, mas é só no começo…” – Seu hálito quente na minha orelha me derretia e fui relaxando, enquanto com seu peso fazia com que o cacete entrasse aos poucos, me invadindo como havia feito antes com seu dedo. Quando estava todo dentro de mim, meu cu estava em brasa, mas sentia seu pau pulsando e a dor foi aliviando. Ele percebeu que eu já me acostumava com aquele rolete de carne dentro de mim e começou a bombar, a dor voltou um pouco, mas foi passando, passando, até que eu sentia apenas prazer com sua penetração.

Naquela noite, ele me comeu como nunca mais fui comido na vida. Mudou de posição, me colocando de lado, de frango assado. Adorei ver sua expressão de prazer e sentir seu peitoral em minhas pernas enquanto seu cacete me invadia mais ainda, penetrando mais fundo nessa posição. Então ele me colocou de quatro sobre a cama, o rosto no travesseiro, segurou minha cintura e entrou de uma vez só. Parecia que estava perdendo as pregas de novo, doeu muito!!! Mas rapidamente ele começou a se mover e foi aumentando o ritmo, aí senti seu pau ficar mais quente, inchar e ele com um urro me encheu de porra e ficou atolado inteiro dentro de mim. A cada jato eu sentia seu pau pulsar nas minhas entranhas e o seu corpo dar um espasmo, até que ele afrouxou as mãos, deslizando-as pelas minhas coxas e desabou sobre mim. Seu pau amoleceu dentro do meu cu e ele foi tirando devagar. Eu fiquei prostrado na cama, havia gozado também como nunca e meu coração batia disparado.

Fernando pegou a toalha, limpou e beijou minha bunda, falando que ela seria só dele. E foi, por um bom tempo. Ficamos tendo um caso por cerca de um ano e meio, eu dava para ele toda semana, mas agíamos normalmente. Eu tinha namorada, ele também, mas sempre que dava eu ia com ele no motel… Quando o via fardado, eu disfarçava, mas, já imaginava o que ele faria comigo no próximo encontro…

Bom então esse é o meu primeiro conto espero que não tenho ficado longo e enjoativo, mas, qualquer coisa é só falar ara que eu tente melhorar.

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