Primeira experiência foi com o cunhado

Bom pessoal, me chamo “Oliver” tenho quase nos 30 anos hoje, sou pardo claro, cabelo curto geralmente corto bem baixinho e degradê dos lados, corpo parrudo, 1,78 cm, 95 Kg, 17 cm de e sou versátil.

Sete Sensações Anestésico

O que eu vou lhes contar ocorreu há alguns bons anos eu era bem novo, mas sabia minha sexualidade (sei desde os 5) e nunca tinha tido uma experiência definitiva ainda além de brincadeiras bobas com coleguinhas que conto em outro conto.

Enfim, na minha casa meu pai sempre monopolizou a televisão e depois de anos com a família comprou uma TV nova (ainda de tubo rs) e a belha foi parar na casinha de ferramentas que fica no fundo do quintal. Então se eu quizesse assistir algo diferente do meu pai que só via jornal, agora eu tinha um cantinho.

Nessa época minha irmã mais velha (uns 4 anos) namorava um cara mais velho que ela uns 5 anos (ele tinha 23) meu pai era meio contra isso, mas ela nunca foi de dar trabalho então ele permitia, José (o namorado) era um moreno de 1,82 com o corpo de quem trabalhava com obras e bicos, nem magro e nem gordo, porém durinho e bem desenhado. Fora das saída a dois eu sai até que bastante com eles dois, principalmente quando íamos na casa dele, para o meu pai isso era bom, pois eu ficaria de olho na minha irmã e para mim era divertido, pois no quintal dele morava toda a sua grande família e cheio de crianças (eu não tinha muitos amigos e nem os via muito).

Nesta época eu era insuportavelmente implicante (hoje admito) e no período minha mania era ficar encarando as pessoas até elas se incomodarem muito. Certa noite, meus pais já tinham subido para o 2°andar e ficamos os 3 na sala vendo TV e lanchando, até que minha irmã foi guardar tudo e lavar. Ficando somente eu e ele na sala.

Agora sentados no sofá eu o encarava fixamente, ele olhava para os lados e depois me olhava, estava realmente incomodado, até que depois de um bom tempo ele fala para mim:

-Cara para de me encarar, se ficar me olhando eu vou te dar um beijo!

Eu me assustei, mas mantive firme minha expressão encarando ele. Afinal ele não teria coragem, era hetero e minha irmã estava a poucos metros na cozinha separada por uma pequena parede. Mas no fundo eu esperava que ele tivesse coragem.

E teve, ele veio e me deu um “estalinho”,um beijo rápido, mas que me arrepiou todo.

-Humm… (fiz uma rápida expressão de nojo, limpei a boca com o peito da mão e continuei encarando)

-Aé…

Ele então avança, segura na minha nuca com aquela mão enorme e aspera e me beija. Mas desta ve, sua língua grande e molhada invade minha boca e fica dançando com a minha língua que estava completamente a deriva e apenas reativa.

Ele para e me encara a alguns centímetros do meh rosto, me olhando nos olhos e diz:

-Me dá sua língua, vou te mostrar uma coisa.

Eu completamente desorientado com a situação, obedeço, esqueço completamente onde estou e o risco que corremos. Se fossemos flagrados ele estaria morto, pois minha irmã faria um escândalo e meu pai ex-militar ia criar um problemão.

Com a língua de fora ele se aproxima de novo, eu sinto sua respiração então ele envolve minha língua com seus lábios um pouco ressecados e a suga lentamente, depois solta e suga de novo.

Ele estava chupando a minha língua, eu estava em êxtase, uma sensação indescritível, meu pau pulsava e babava na cueca. Este homem maravilhoso estava curtindo comigo? Então a realidade voltou como um choque e me afastei rapidamente, então sussurrei:

-Tá louco? Se pegam a gente?

-Relaxa. (Ele deu uma piscadinha e levantou do sofá)

Minha irmã voltou algum tempo depois, ele não costumava dormir lá, então eles se despediram em um abraço apertado e depois se beijaram normalmente. Finalizaram com um abraço mas agora ele me encarava por sobre o ombro dela e me deu uma piscada com um olhar de safado.

Eu percebi que ele agora sabia que eu gostava, que eu estava a disposição dele e principalmente que isto estava longe de acabar.

Fiquei todos os dias pensando nisso.

Na mesm semana ele veio dormir aqui em casa, eu fiquei vendo TV e como de costume ele deitou na sala na frente da TV após minha irmã arrumar colchonete e edredom para ele ter o máximo de conforto, já que meu pai não permitiria ele no quarto dela.

Eu fiquei vendo TV até tarde neste dia, propositalmente, todos foram dormir inclusive minha irmã. Aqui em casa os quartos ficam no segundo andar, exceto o da minha avó que ficava no térreo, mas ela dormia cedo e pesado.

Esperei uns minutos após minha irmã subir e o fiquei encarando no chão, ele não demorou e me chamou:

-Vem cá! (Sussurrou ele com aqueles lábios carnudos e dando uma piscadinha)

Eu fiz que não com a cabeça e soltei um sorrisinho, mostrando que tinha vontade, mas receio. Ele deitado logo abaixo, puxou meu pé e colocou sobre seu corpo, seu peito, e deu puxadas na minha calça de malha me chamando. Eu queria muito ir, mas e se alguém me flagrasse?

Eu então suspirei e criei coragem, levei meu pé até onde deveria estar o pau dele sob o cobertor, senti um volume, mas não estava duro. Olhei para ele e sorri, em uma investida ele levanta e me puxa, caí deitado sobre ele com o nariz a poucos centímetros do dele.

Minha respiração estava pesada, eu estava nervoso, não acreditava naquilo, mas eu queria mais que tudo. Então o beijei. Ele correspondeu, e novamente brincou com a minha lingua.

Eu senti um arrepio percorrer por todo o meu corpo, eu queria mais, queria ser totalmente dele. Meu pau já dava sinal de vida e o que mais me deixou louco, o pau dele também despertava, eu o sentia mesmo sob o edredom e sob sua roupa, eu conseguia sentir pulsando na minha perna.

Nos beijamos muito, ele então me cobriu com o edredon e agora nos beijavamos sob ele e agora eu sentia mais ainda seu pau latejando de tesão, ainda trêmulo levei minha mão sobre ele e o acariciei e então ele perguntou:

– Você quer né seu safado! (Tinha tesão em sua voz)

Sim! Eu queria mais do que tudo. Mas sua voz me fez lembrar quem era ele e onde estavamos. Levantei, dei boa noite, desliguei a TV e fui dormir sem olhar para trás, mas embriagado nos pensamentos do que eu acabara de sentir e que definitivamente me fez ter a certeza que eu preferia homens do que mulheres.

Demorei a dormir, mas consegui e sonhei com nós dois pelados nos beijando intensamente. Acordei excitado, por sorte tenho meu quarto e ninguém reparou.

Mais alguns dias se passaram, e ele agora sempre me encarava, mandava beijo ou piscava quando podia. Mesmo meus pais estando no ambiente, ninguém reparava. Eu estava adorando esse jogo secreto só nosso.

Passei a provocar também, embaixo da mesa de jantar eu levava minha perna até seu pau e acariciava, ele logo ficava duro feito rocha e por cima da mesa agiamos como se nada estivesse acontecendo, vez ou outra trocavamos olhares e mordidas de lábios.

Vários dias se passaram, já fazia uns dias que todo fim de semana eu ia para a casinha no fundo do quintal assistir minhas coisas nos canais diferentes do que o meu pai via. Em um dia desses, enquanto esperávamos o jantar eu fui assistir e ele disse para minha irmã que ajudavs minha mãe, que iria comigo assistir o filme e ela concordou.

Eu claro, senti um frio na barriga, pois sabia que estaríamos longe de todos e saberíamos caso alguém se aproximasse. Mas escondi minha alegria e fui na frente. Liguei a TV velha, com dificuldade sincronizei a imagem, afastei os entulhos da cama que tinha na casinha e joguei sobre outros entulhos e fiquei assistindo.

Minha ansiedade fez parecer que ele não viria mais, estava demorando muito. Será que ele desistiu? Quando já estava me conformando ele entra, fecha a porta e se acomoda do meu lado. Assistismos ao filme a um palmo de distância, até que o olhei e ele me beijou, sentado.

Nos beijamos bastante e notei que o pau dele fazia muito volume na calça então parei de beijar e olhei fixamente para o volume.

-Tá afim? (Ele perguntou me olhando)

-De quê? (O olhava fingindo não entender)

-De dar uma chupada? Pegar nele? (Ele foi direto, olhava em meus olhos)

Apenas fiz que sim com a cabeça e dei keves apertadas sobre a calça.

-Relaxa pode pegar nele, sei que você tá curioso. (Ele falou isso e abaixou a calça)

Eu me deparei com uma rola morena que deveria ter uns 19 cm, e uma pele cobria uma cabeça vermelhinha. Eu não acreditava, finalmente estava com um pau diante de mim, então eu iria fazer como nos filmes que eu vi escondido na internet.

Eu peguei em seu pau, era quente, eu sentia algumas veias e mal cabia na minha mão. Então o punhetri levemente. E ele suspirou.

-Isso, que mão quentinha. (E encostou a cabeça de forma erguida, mas com os olhos fechados)

Eu punhetava seu pau de maneira firme, mas com vontade, o puxava em minha direção e o encarava com muito desejo. Então depois de alguns minutos ele fala:

-Bota sua boca? É gostoso! (Ele pediu com uma vontade em que eu senti que aquele homem maravilhoso estava entregue a mim)

Levei minha boca com calma, e primeiro toquei a língua na cabeça já muito babada. Era salgado, mas era cheiroso, então toquei os lábios e dei um beijo na glande, como se fosse um tesouro que finalmente consegui. E ao ouvir sua respiração pesada, eu sabia o que tinha de fazer, com muita dificultade engoli todo aquele pau o máximo que pude.

Minha boca não abria nem mais 1cm, estava totalmente preenchida e ainda tinha pau para ser chupado. Respirei fundo pelo nariz e empurrei eu senti o pau atravessando minha garganta. Eu vi nos filmes, era assim que faziam então eu faria melhor e daria o máximo de mim.

Tirei, quase me engasguei, uma lágrima escorria. Eu o olhei ele estava amando tudo aquilo.

-Gostou? (Perguntei esperando meu feedback)

-Sua boca é muito gostosa, a melhor. Continua (Ele fez uma cara de pidão, eu nunca negaria a ele)

Voltei a chupar, chupava agora mais rápido. Beijava o pau, o saco, mordiscava a virilha, lambia da base até a glande e depois engolia o pau todo. Sempre punhetando o que sobrava do pau.

De repente ele me pega pelo rosto, me dá um mega beijo, este foi bem molhado pois eu estava me deleitando no pau dele. Então ele novamente me encara.

-Ei, deixa eu te comer? (A cara dele era como uma criança implorando um brinquedo)

Mas o medo percorreu o meu corpo. Eu lembrava que nos filmes doía demais, mesmo que depois ficasse bom. Eu já havia tentado enfiar algo em mim, mas a dor sempre me fizera desistir.

-Não sei, dói muito. E seu pau é enorme. (Eu disse triste, não queria decepcionar ele e eu também queria, mas o medo era maior)

-Vamos tentar, se doer eu paro! Juro! Deixa vai, olha como você me deixou. (Ele disse isso e o pau dele mexeu sozinho)

Eu sabia que isso era sinal de tesão puro, meu pau já tinha babado a cueca toda. Então engoli saliva e disse:

-Beleza, se doer você para cara! (Disse o encarando e apesar do tesão ele não parecia que iria exagerar)

Levantei e ele também, de pé eu batia no queixo dele, então ele se recurvou um pouco e me beijou, enquanto me envolvia com seu beijo sensacional com as mãos ele abaixava minha calça.

Entre os beijos seus dedos grossos entraram em sua boca interompendo o beijo e então voltamos a beijar. Eu sentia suas mãos na minha bunda, uma puxou uma banda e a outra invadiu meu cuzinho, quando seu dedo tocou eu senti ele áspero me arranhando levemente, era uma cosquinha gostosa.

Então ele beijava e empurrava mais o dedo, eu sentia o dedo entrando um pouco, estava muito gostoso, eu estava entregue a aquele homem, naquele momento eu era o desejo dele, ele me beijava intensamente e empurrava seu dedo me fazendo delirar e soltar suspiros.

-Vem cá, vira… (Disse ele me levando até a parede e me deixando de frente para ela) -Empina um pouco! (Ele puxou minha cintura para cima e nessa hora senti seu pau esbarrando nas minhas costas)

Eu me inclinei feito uma vadia, igual nos filmes, era assim que os caras faziam para dar. E eu finalmente ia dar. O ouvi cuspindo em algo.

Ele puxou meu rosto sobre o ombro e me beijou, agora seu dedo invadia mais ainda meu cuzinho, estava com a bunda toda molhada de baba, ele me beijava e enfiava todo o seu dedo. Quando o sentia lá no fundo eu ficava nas pontas dos pés, meu pau babava demais e estava mais duro do que nunca.

Ele então começou a me punhetar com a mão esquerda meio me abraçando e com a direita encaminhou seu pau na minha bunda. Eu sabia que era o pau, era maior que o dedo, mais quente e vibrava lentamente. Quando seu pau encostou no meu cu eu quase saltei e ele me segurou.

-Calma, relaxa. (Está gostoso)

Parecia um ferro em brasa tentando me rasgar, igual nas vezes que tentei enfiar algo, minhas pernas tremiam sem parar.

-Tá doendo? Quer parar? (Ele dizia calmamente no meu ouvido)

Se eu não desse agora, não sei quando conseguiria dar. Se os caras do filme dão de pau duro é porque é muito bom, eu só precisaria aguentar mais.

-Um pouco, mas não para, vai… (Eu pedi com a voz embargada de tesão e desejo, me empinei mais)

Vi que ele até suspirou quando eu empinei, voltou a me beijar e me punhetar, e tentou de novo. Enquanto ele empurrava eu parei de beijar e pressionava os dentes.

-Não para… (eu implorava, precisava aguentar)

Foi quando eu senti meu cu abrindo e engolindo toda a cabeça do pau dele. Neste momento ele deu uma respiração pesada de prazer e realização.

-Caralho, que gostoso esse rabo… (Ele falava sorrindo)

-Vai devagar… (Eu implorava, doía demais, mas o prazer dele me dava prazer e meu pau começou a voltar ao normal)

Ele tentou meter mais, mas eu fugir de dor. Por sorte ele segurou e impediu do pau sair. Ele percebeu que eu me esforçava e decidiu não meter mais, ficou apenas em um leve vai e vem na portinha, com a cabeça

Eu gemia entre prazer e dor, ele mordia minha orelha e me beijou intensamente. Eu mesmo com dor empurrava a bunda contra o pau dele, e ele recuava ao menor sinal de dor em mim. Ficamos assim alguns poucos minutos e eu decidi parar, pois estava ficando louco de prazer e a dor já tinha quase sumido.

Retirei o pau dele e o punhetei um pouco.

-O que foi? Não quer mais? (Perguntou ele sem entender)

-Hoje não, depois continuamos. (Disse vestindo a roupa)

-Beleza. (Ele sorriu quando eu disse depois, sabia que me comeria sempre agora)

Voltamos a sentar e ver TV, e foi a nossa sorte. Menos de 3 minutos depois minha irmã entrou sem ser percebida e nos chamou para jantar, nos olhamos assustados, pois se não fosse por mim um grande caos ia acontecer.

Ele foi jantar e eu fiquei para terminar o filme. Essa foi a nossa primeira de várias aventuras que iriam acontecer ao longo de alguns anos.

Essa foi minha primeira experiência com homem e foi com o meu cunhado.

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