Putinha Passiva servindo a 4 roludos

Me chamo Antônio, sou branco, 45 anos, 1,85 mt, corpo atlético, sou o tipo discreto, tenho uma vida saudável, moro no litoral sul da Bahia, numa cidade turística. Meu trabalho me permitiu cedo viver de renda e vir morar a beira mar como sempre quis. Já fui casado e agora solteiro sempre que posso realizo meus desejos sexuais, meu tesão em ser passivo pra outro macho; O que me excita de verdade é dar prazer a um outro homem, lhe mamando como um bezerro, e ser bem fodido. Curto obedecer, adoro macho com atitude que me faça ter tesão em lhe servir as vontades, principalmente me exibir com o talento criado depois de muito ser adestrado a engolir rolas impossíveis para muitos. Quero dividir minhas fodas loucas, todas são reais. Meu e-mail está disponível e se algum macho passando pela região se interessar, entra e contato. abaixo foto da rola do ruivinho, e a rabeta minha que ofereço a macho tesudo

Já era uma da manhã e me decidi ir pra casa, estava numa festa de praia numa cabana em Porto Seguro onde moro, apesar da cidade sempre cheia de turista e em especial nesta semana que chamamos de “saco cheio” quando as festas cheias de universitários em recesso loucos para curtir de tudo. Cheia de moleque tesudo, presas fáceis a minha ousadia de putinho caçador, que chega fazendo o tipo cara brother e na primeira chance deixo claro que to afim de rola.
Logo que cheguei numa festa numa cabana de praia ele me vê, era o morenão que trabalha de dançarino de Axé e estava de barman nesta festa, o qual sempre que me via arrumava um jeito de me ver ajoelhado na frente dele e me fazer entalar na sua pica linda, 22 cm de uma belíssima rola, com um design perfeito, reto, cabeçudo, veiúdo, grosso, acompanhado de bolas grandes num sacão liso, apesar de ser pentelhudo na virilha. Eu tarado em ouvir seus gemidos, sentir sua mão na minha nuca a me empurrar na goela até ver sumir inteiro sua rola na minha garganta, coisa sem modéstia sou mestre. Assim que cheguei nos vemos e ele me cumprimenta com seu sorriso safado e num gesto apalpa a o volume dentro de sua bermuda, 5 minutos depois recebo um zap com a frase. `Puto gostoso, vou te de dar rola pra mamar, vá pela praia na barraca ao lado e me espere’
Sacana, só de ler a escrita já aumentou meu desejo de ser puta pra ele, aliás como sempre, pois piro com as nossas pegações, as vezes rápida, as vezes noites inteiras. Tanto que desde que o conheço nunca deixei de obedecer um chamado dele, e nem ele o meu. Mas resolvi dar uma ousado e respondi a mensagem perguntando se íamos sair ou seria rápido. Envio e recebo a resposta.
‘Faça o que mandei, viado”
Cheguei na cabana que estava fechada e o aguardei já salivando de tesão pela pica do macho. 10 minutos depois q pareceram uma eternidade comigo na tara e pelo escuro do lugar vejo seu vulto vindo. Só a um metro lhe vejo o rosto de macho safado. Ele para de frente a mim e vejo na bermuda cargo que ele vestia o volume imenso da minha conhecida, imediatamente estendo a mão e aperto a madeira, dura como rocha e mais grossa que um tubo de desodorante, na mente o registro de como sua perícia de metedor me fez aguentar e delirar de prazer com aquele monstro de primeira no rabo.
Com sua mão grande me puxa a nuca metendo a língua na minha boca e logo dizendo. – Ajoelha meu putinho vou te encher a boca de porra, a 3 dias sem foder.
Já terminei de ouvir a frase ajoelhado e baixando sua bermuda e cuecas juntos. Tomando uma lapada de pica dura na cara. Com as mãos lhe apertando as coxas começo a lamber a cabeçuda com a pele brilhando. Realmente uma das picas mais bonitas que conheço. Passo a língua da glande até o saco, com as narinas me trazendo um inebriente cheiro de macho, limpo mas com cheiro de rola.
-Abre a boca minha putinha e mama essa pica logo.
Recebo uma enterrada da pica na garganta que me faz sufocar. Ele gemia dizendo. –Que boca tesuda do caralho, já deixei na forma de meu pau. – Isso viado, engole tudo.
E cada vez se demora mais na minha garganta se comprazendo em me ver entalar, sem ar, e mesmo assim correr de boca aberta pedindo mais.
Fodia minha boca, só tirando completamente a rola pra bater com ela na minha cara. Eu com o corpo colado na parede, comia voraz aquela carne dura e morena, com minha barba já molhada da saliva grossa que me fazia engolir com mais facilidade. Meu pau doendo de duro quase gozando toda vez que ele passa os pés por cima como confirmando o seu tesão em me ter assim feliz em ser a cadela dele.
Já sentia as estocadas mais nervosas e rápidas, os músculos das coxas se retesarem e por fim o aviso.
-Olha pra mim e abre a boca pra beber minha porra.
Depois da primeira jatada farta e quente, eu faminto engulo de novo querendo sentir a piroca despejando leite na garganta e inchando a cada golfada. Ele só para de gemer o fim do gozo, por uns segundos com a pica inteira dentro de minha garganta. Eu sentindo suas bolas no meu queixo, quase a sufocar.
Quando a tira, esfrega a rola galada na minha barba. Me sorri. – Cara, vai demorar para enjoar dessa mamada sua, só não vou te enrabar agora porque to no trabalho.
-to precisando mesmo….
Ele se abaixa e mete a mão por dentro d minha calca até entrar com o dedo no meu cu que institivamente o prendeu numa mordida.
-Viado descarado pirracento, está faminto mesmo, se não arrumar um macho na balada até o fim do meu turno, me dá um toque que passo na sua casa e boto esse cuzinho em dias. Agora limpa minha pica, vou trabalhar.
Cumprindo as ordens dedicadamente limpei a rola ainda dura, e tão dedicado estava que não vi que ao nosso lado havia um cara que meu macho simplesmente estendeu a mão e cumprimentou. E tirou sarro dizendo.
-Não disse que esse é o cara que sabe tratar rola.
Eu já acostumado, pois por 3 outras vezes, ele se exibiu para um amigo me fazendo sua puta e me mandando mamar o convidado. Isso depois q lhe contei que era um fetiche meu, desde que o conviva tivesse picão. Digo, de 18cm pra cima.
– É verdade man, o safado gosta mesmo de comer pica.
Meu amigo guardou a rola, me deu um beijo e disse ao amigo.
– Experimente, esse nunca nega um boquete.
E para mim diz;
– Atende meu parceiro viadinho gostoso.
Só ai vi o amigo por inteiro, um cara de no máximo 20 anos, baixinho, todo toradinho de academia, obviamente um turista. Um boy bonitão sem camisa com cara alegre de álcool. De novo ajoelhei e garrei no volume do moleque. Ele deu um risinho, baixou o short e vi uma sunga preta que prendia um cacete que mesmo sem ver se mostrou de responsa. Puxo ele pelos quadris e nem me despedi do macho leitador que se afastava. Esfrego meu rosto ali a sentir a cheiro de menino macho afim de gozar, sua sunga estava melada de baba, coisa que me faz pirar. Puxo firme suas vestes até seu joelho e vejo uma boa rola de uns 18 cm, meio torta para esquerda e não muito grossa. Com cabeça de cogumelo, pica toda branquinha e rosada, seu saco estava encolhido. Com o meu tesão naquela situação de viado mamador em rua escura, engulo a pica do moleque numa só bocada e ainda ponha fora um tantinho de língua para lamber as bolas no saco depilado, aliás o moleque todo sem um pelo, nem curto tanto, mas que combinava com o jeito de moleque boy de academia. Ele relaxa os braços ao lado do corpo como se só curtisse o momento do boqueteiro lhe ordenhando a rola. O fiz participar puxando suas mãos a minha cabeça em sinal de que o comando era dele. Lá de baixo com a língua lambendo a cabeça de sua rola agarrada em uma mão que tentava segurar pois ele a fazia dar pulinhos vez ou outra. Digo ao moleção.
– E ai boyzao do pau gostoso, vai me dar leite?
-Do jeito que vc mama cara, vou e bem rápido.
– Vem machinho, me dá esse sopão de pica.
Moleque se empolga me segura pelas as orelhas, me imobiliza o movimento de cabeça, e passa a brincar na minha boca, ora me fazendo mamar a cabeça cogumelo, por sinal deliciosa e que não parava escorrer baba.
-Putaquepariu! Que viado que sabe curtir uma rola.
Eu apertando sua bunda dura de mármore, o puxava para meu rosto para engolir mais.
-Perai, cara, quero gozar, vou voltar para a guria na festa, fica quietinho ai e põe a língua para fora, quero ver a galada na sua boca de boqueteiro safado.
E meteu até a metade algumas vezes e logo sentindo o gozo vir, começou uma punheta com a cabeça da pica encostada na minha língua e ele olhando me chamava de viado boqueteiro, de bezerrão e me via de língua estendida esperando a esporra.
Moleque se contorcia segurando a pica na minha língua e a banhava de leitada quente e menos grossa que do macho alfa, o anterior. Minha língua transmitindo ao cérebro de vadia todo o sabor do leite do novilho.
Se arrepiou todo quando comecei a limpeza da rola. Ele rápido guardou, ofegante. Eu me levantei devagar, os joelhos doíam, mais de 40 minutos de joelhos comendo pica e bebendo leite de 2 machos.
O vi saindo depois de me pedir o zap, antes disso me disse que estava com mais um amigo e perguntou se eu topava foder com eles. Topei na hora claro. Ele ri me avisando que se gosto de rola grande que ficaria muito feliz.
Deixei para gozar depois, muitas promessas, mas eu queria mesmo era pau no cu e não rapidinha de rua. E queria logo. Cu parecia ter vida própria.
Experiente com as baladas na cidade sabia que fodão mesmo, só lá pelas ou mais da manhã, era cedo ainda para alguém largar festa que começava. Paciente, entrei de novo na festa, bebi e dei umas olhadas nos machos em ofertas, e tinha muitos. Como sempre aliás, pois os caras de fora vem sempre vem afim de extravasar, cair na farra. Lugar perfeito para mim que prefiro caçar e só uso app em caso de emergência ou preguiça. Me excita a caçada, eu convidar pra foda, na cara, de macho pra macho eu pedir rola.
A fome era tanta que resolvo dar mas voltas de carro e saciar minha agonia. Na estrada de volta, estava tarado pra chupar uma pica, cu piscava por rola, dirigindo lentamente na intenção de parar para o primeiro macho que me desse tesão.
Já chegando na entrada da cidade vejo um carro grande, um homem de uns 40 anos só de bermuda, cara grande sem ser o tipo fortão. Reconheci um brother, por uma dessas coincidências que o desejo faz acontecer é um primo do morenão, o barman. Sabendo que ele faz traslado de turista para as festas, vi quando mais próximo que havia mais 3 homens no carro. Parei e ofereci ajuda. Ao levantar ele sorri logo me reconhecendo.
-Chegou exatamente, na hora que acabei.
Sem rodeios pergunto.
-E ai gostoso? Vamos fazer uma putaria?
Ele na janela e o vejo abaixar a mão que me ofereceu em cumprimento e apertar a rola, que eu lembrava muito ser páreo para a do barman. Família de ótimos genes.
-Vou deixar esse guris no hotel e vou na sua casa, e olha quem está comigo.
Vejo o barman.
Caraca é hoje! Penso. E de quebra ao ver melhor os turistas que ele levava vejo o molecão e um seu amigo, o Leke me reconhecendo me aponta, cochicha para o outro. E se riem. Da minha janela, pergunto se topam ir na farra tbm. Todos topam.
O Orlando, o cara de 40 logo toma as rédeas para organizar a farra e me diz para estacionar meu carro e seguir para minha casa com eles. Sem pensar duas vezes aceito e logo estou no banco de tras da SUV entre os dois turistas garotões. O barman se vira para trás e sorrindo entusiasmado brinca comigo.
-Eita Toni, hoje é sua madruga de sorte, tarado como vc é em cabra desmarcado, hoje vai ser puta de 4.
Respondo
– Poe sorte nisso, tomara que os moleques sejam tão garanhões quanto vcs dois, rola grande é fácil, negócio é ter pique pra farra, sabe que não me canso.
E batemos as mãos em cumprimento e rimos da putaria.
Olhei para os novinhos e disse:
-Tao esperando o que para mostrar o que vão levar para a farra?
O amigo do garoto que eu mamara mais cedo era um ruivinho com cara de 19 anos, magrelo. Nada falara até o momento, e me responde a pergunta, mostrando que apesar de novo já tinha expertise em putaria.
-Tira vc man. E abre as pernas já se recostando no encosto do banco.
Olho aquele corpo magro e todo marcadinho de músculos já adivinhando a jeba que esse tipo de novinho sempre carrega. Beijo seu pescoço e mamilos bem pequeninos enquanto minha mão descobre uma tora dentro da bermuda tactel. Eu que já adivinhara uma pica de respeito não acredito no que tenho entre as mãos quando tento envolver o mastro e minha palma de mão não alcança fechar na pegada. Rapidamente puxo sua bermuda e vejo uma pica que parecia ser impossível de pertencer aquele corpinho magro. O moleque era um tripé. Uma rola maior ainda a do barman, porém menos grossa, empinada para cima e dura que assim q livre das roupas bateu forte na altura do umbigo do Sardentinho. Fico paralisado guardando a foto mental daquele jeba no cérebro.
-Caralho moleque! Que rola da porra é essa?
-Gostou tiozão? Cuida dela, fica à vontade.
Ele me manda descer as calcas para ver minha bunda. Obedeço ouvindo sua admiração e junto com seu brother apertarem as nádegas e sem rodeios lamber o próprio dedo e iniciar uma massagem em volta de meu cu, logo acompanhado do dedo do amigo.
Já lambia a jeba de pentelhos ruivos e sentia um dedo de cada um dos lekes no meu cu, se divertindo de verdade, sorrindo, brincando, agradecendo aos dois da frente a farra que estava por vir. O barmam com a lanterna do cel me manda mostrar o cu a eles e o ilumina dizendo a eles em tom de putaria.
-Ae molecada, já viram um tiozão com um cu macho gostoso desses? Isso ai é paraíso de rola. Eu e o primo vamos mostrar como tratar com carinho uma joia dessas.
Aproveito a posição e arreganho a boca para mamar a chapeleta rosa do ruivinho.
Ele dizendo
– Delicia de boca desse viado, inacreditável, e olha que desde os 13 anos dou de mamar a bebedor de porra.
O outro se aproxima já te bermuda arriada e cacete duro esfregando na minha cara enquanto eu me concentrava em sentir cada pedacinho do tripé do magrelo, meu rabo virado pra frente tomava dedada e linguada do barman que pegou a mão do primo que dirigia e o fez meter um dedo grosso.
Chegando na minha casa, eu já mostrava minha especialidade de engolidor de espada quase chegando nos pentelhos do ruivinho que delirava gemendo fazendo leves movimentos de sobe e desce com o quadril me dizendo para mamar lentamente. Eu com uma mão me apoiava no assento com a raba pra cima virada pra frente e a outra mão punhetava o outro moleque que assistia prazerosamente a cena.
Saindo do carro já na garagem de minha casa, proponho.
– Vamos farrear na tranquilidade, tem rola pra porra para eu dar conta e vou da. Mas façamos de boas, sem pressa. Vamos curtir, Vcs topam que pra começar brinquemos de macho obedientes?
Eles se entreolharam, os dois mais velhos logo entenderam e eu explico aos garotos.
-To sugerindo de eu no iniciou dizer como vou usar essas delicias de vcs, depois inventamos outra brincadeira.
Toparam todos. Falo ali mesmo para os mais velhos já ficarem nus, e o leke que eu já mamara continuar só com a cuequinha slip guardando com esforço a rola dura. Entramos e os lekes elogiam o loft e a vista direta da sala para a piscina. Oferece bebida a todos. Os sirvo, por último o ruivo jegue que sentei num banco de bar e antes de tomar uma dose da minha bebida molho sua pica nela e logo dou uma golada na deliciosa mistura de whisky sabor rola de novinho. Afasto suas coxas magras e ponho uma almofada nos joelhos, volto aprendizado de engolir o jebão. Os machos mais velhos se aproximam junto com o outro garoto e se punhetavam levemente assistindo minhas tentativas de ter comer inteira a tora do magrelo tripé.
O Barman me sacaneia dizendo que finalmente eu encontrara o caceta impossível. A cada dizer dele eu me entusiasmava. Depois de 10 minutos, pingando e com a barba cheia de baba, humildemente peço ao Barman que faça seu truque de me arreganhar a goela, Ele entende o recado e me puxa até a mesa de centro e me deita de barriga pra cima nela, me pondo com a cabeça de fora da mesa fazendo reta minha garganta e se ajoelhando batendo seguidamente a rola dura na minha cara, chama os amigos para assistirem ao evento.
-Vou mostrar como deixei a garganta do viado do meu jeito, olhem e aprendam.
E rocava a cabeça nos meus lábios mandando eu por fora a língua, depois lentamente me fez fazer a cabeça da pica de chupeta e muito devagar iniciou a entrar com todo aquele calibre garganta a dentro ditando com voz safada e gemida que mais relaxasse os músculos da goela pois so sairia dali depois de eu engolir toda.
Só depois que mostrou meu dom de engolidor em toda sua proeza ele me segura as canelas e diz ao primo, o quarentão gostoso.
– Vai lá primo, sei que vc adora o cu desse puto, se farte.
Sem demora sentir o nariz grande do cara se esfregar na porta do meu cu e sua barba cerrada me arranhar a bunda. Coisa que faz meu corpo todo tremer e me inspira a segurar com os braços o corpo do barman fazendo sua rola se demorar inteira dentro de minha garganta. Isso o faz soltar um palavrão cheio de tesão e começar a entrar e sair inteiro com o mostro moreno na goela.
Os novinhos esfregavam as picas no meu corpo e assistiam de olhos arregalados os machos se servirem a vontade de mim, como de um puta vagaba.
Enquanto o Barman me fodia com toda paciência do mundo a garganta eu depois de ver estrelas com a língua de seus primos me chupando o cu como se quisesse sugar minha por alma, rocar a cabeçorra da rola na entrada do meu cu. Logo ele tomou do primo as minhas pernas e mais as abriu e sem aviso socou pica. Eu tão excitado estava que a dor inicial foi logo cambiada para o praz no morenão que trabalha de barman nesta festa, o qual sempre que me via arrumava um jeito de me ver ajoelhado na frente dele e me fazer entalar na sua pica linda, uns 19 cm mas com um design perfeito, reto, cabeçudo, veiudo, grosso, acompanhado de bolas grandes num sacão liso, apesar de ser pentelhudo na virilha. Eu tarado em ouvir seus gemidos, sentir sua mão na minha nuca a me empurrar na goela até ver sumir inteiro sua rola na minha garganta, coisa que sem modéstia sou mestre.e de viver esse fetiche, ter 4 ativos maludos me fazendo de puta.
Com o 40tao engatado inteiro no cu, me dava a sensação que as duas canecas de rolas se encontrariam no meio de meu corpo.
Numa tirada total de pica da minha goela pedi que o barman pusesse a rola do ruivinho na minha garganta. Ele se riu sabendo do meu tesão em ver macho metido a ativao pegar a rola de outro para conduzir a metida. Sem cerimônia o leke chega se ajoelha ao lado do barman e lhe tasca um beijo já ajoelhado a seu lado, e logo oferece-lhe o cacete para que o mete em minha boca. Safadão e putão experiente o Barman agarra a tora do novinho sem cerimônia e esfrega a grossa na minha cara, o leke segura a pica do barman e repete com a rola dele o que ele fazia na sua na minha cara, fazendo iguais movimentos e dizendo-me putarias deliciosas de ouvir. Amo ouvir sacanagem, palavrão e putaria enquanto fodo. Se tivesse encomendado a foda não seria melhor que aquele momento. Logo o Barman me manda tentar abrir mais ainda a boca, tenta colocar na minha boca as duas cabeçorras e vendo ser impossível apesar de minhas inúteis tentativas animadas de verdade tomando pau no cu do moreno primo que cada vez mais me arreganhava as pernas dizendo-me pra mordiscar com o cu sua pica. Eu desesperadamente tentando obedecer, fazer que ele sentisse as apertadas de meu cu, o qual delirava arrombado pela tora dele que entrava e sai fácil, me fazendo perceber cada veia de sua rola invasiva, parecia um trator sem pena avançando em caverna apertada.
Todos dão um viva quando ruivinho mostra sua vara toda enterrada em minha garganta, passam os dedos sentindo no exterior, no meu pescoço a forma da jeba do magrelo em garganta, quase atravessando-a inteiro. Me sinto vitorioso da façanha, afinal engolir quase 24 cm de rola grossa não é fácil, tanto que sinto que por pouco não me rompia a traqueia, e apesar do feito não aguento ela inteira dentro como aguento a dor barman. Chego a sentir sensação de desmaio, não de dor, mas de prazer tendo os dois principais buracos sendo revezados entre 4 machos.
Ficamos nessa por quase 15 minutos, minha baba grossa molhava o chão e cobria meu rosto e barba. Os machos que usavam meu cu o transformaram num túnel que agora só sentia prazer com cada enterrada firme que eles metiam as picas. Eu mesmo pedira com cara de cadela que não tivessem penas e fizessem o que quisessem comigo.
Os dois do cu trocaram de lugar com os da boca e senti que perdera finalmente qualquer resquício de prega no cu ao ter o reto preenchido da madeira do magrelo ruivo. Sentia a cabeça da vara quase no estomago, tbm sentindo todo o delicioso alargamento da entrada de pica do barman. Este tinha seu pupilo novinho copinho cada enterrada que ele dava em meu rabo arrombado por eles.
Eu literalmente vomitava grossa saliva nas rolas que eu mamava, o primo e o garoto bonito socavam pica goela a dentro sem pena. A cada sufocada minha tiravam, e eu chegava ao céu dos machos-puta sendo arrombado daquele modo. Logo me deu sede de porra e sem cerimônia implorei por isso, dizendo querer a boca cheia da porra dos 4.
Fui atendido primeiro pelo primo que saíra do meu cu e fez que os dois novinhos deitados no tapete com as pernas em tesoura e rolas coladas, mandou que eu sentasse nas duas. Mesmo cm imenso medo, mas tão devorado pelo teso que logo estava acocorada com os cabeções rocando a entrada do meu cu. Sem conseguir o intento fiz primeiro uma boa sentado no magrelo e logo veio seu amigo. Sorte que as janelas estavam fechadas ou toda vizinhança teria ouvido meu gemido alto de dor. Com uma grossa enterrada no cu e uma cabeçona de outra rola já atolada no cu, deixei a dor de lado e sentir meu cu se alargar para receber os lekes juntos. Parei ao sentir as duas inteiras em mim, e segundos depois já quicava que nem pipoca nas varas dos novinhos enquanto mamava os machos mais velhos, revezando suas rolas, engolindo, lambendo e enchendo as bochechas com suas bolas.
O Primeiro a me mandar abrir a boca e esperar a sopa de pica foi o primão, este deu várias esguichadas de leite, tanto que ainda de boca aberta a lhe exibir o tanque cheio, engoli um tanto para nada perder. Logo o barman chama o ruivo e o outro para me encherem a boca e se põe a socar forte no meu cu dizendo que como já me leitara a boca, chegara a vez de encher de gala meu reto.
Sinto uma inundação de porra no rabo e logo o garoto primeiro me enche a boca. O último a gozar foi o ruivo magrelo que me pôs de quatro e meteu mais uns dez minutos de deliciosas metidas, magistrais, apesar de novinho o ruivinho era realmente bom sabedor em comer um cu de macho viado.
Apoia um dos pês na mesa de centro próxima e enterra a vara com fúria sem igual. De surpresa manda que seu amigo me chupe a pica para que eu goze junto. Sem titubear o carinha me engole a rola, que é de bom tamanho, uns 18 cm que ficam tesos sem pestanejar enquanto tomo no rabo e na garganta, coisa que encanta a vários parceiros.

Antes de me jogar exausto ao tapete para o descansar, sem deixar de pensar que queria mais, dou uma limpa geral nas picas e beijo o garotão bonito do início da noite depois dele beber toda minha porra. E o safadinho mostrou ser bom comedor de pica, pois por várias vezes na noite chupou a todos. Não perdi a chance de comer o rabo branquinho dele com o amigo ruivinho dele me torando o cu e até se arriscando a mamar as picas dos machos alfas junto comigo.
Ficamos mais um dia e uma noite na putaria aproveitando a folga dos machos e a liberdade minha e dos novinhos.
Foram duas noites e um dia mamando rola, bebendo leite e tomando no cu sem limites, enquanto nós, 5 homens livres, tarados e com muita vontade de putaria aproveitavam as horas, conversando, comendo, bebendo e realizando toda fantasia sugerida pela mente devassa. Eu no paraíso das cadelas de macho, me aproveitando brincando com as rolas e corpos mesmo quando com as picas moles, me desfiando a deixa-las duras de novo. O que náo me foi muito difícil já que os garotos tinham curtiam usar o azulzinho, o remédio de pau duro eterno. Já eu e os outros dois mais velhos naturalmente estávamos prontos sempre como bons coroas machos tarados em fodas. Certamente os caras de 40 ou mais tem tanto ou mais tesão que os novinhos, j[a que relaxados sem achar que deve provar nada. Relaxam e curtem na tranquilidade a boa e ancestral putaria entre homens, e de quebra temos a experiência de curtir o momento sem ter que mostrar pau duro eterno ou leitadas monstruosas a cada goza. Certamente curto o novinho pauzudo e cheio de tesão incansável, mas nada como um macho experiente que sabe que na putaria de macho tudo ta de boas. Acho um tesão da porra ficar brincando com uma boa de uma tora gorda, sentido que o macho sabe que não tem obrigação de ficar teso na vontade do passivo, e que se ele quer cacete duro que o faça por merecer, isso me traduz em virilidade e intimidade, pois muitos ainda não relaxam e acham que devem a obrigação de oferecer pau duro sempre. E sabemos que assim só em filmes pornôs, acho mais divertido, brincar com a rola a vontade sem constranger o parça, e na mente a vontade de no momento que a vara ficar dura vou me servir dela a vontade e caso precise de mais tempo para dar outra me divirto passeando no corpo do macho com a língua, agradando com massagem, lambendo, cheirando seu suor, seus pentelhos, brincando com as bolas, chupando cu peludo de macho ativo. Tenho certo que os dois novinhos apesar de boa foda aprenderam muito com os três tios ali ensinando que farra entre machos é onde a gente se entende, brinca livre, faz putaria a vontade sem rodeios, e até experimenta o que acha que não curte, e se depois da tentativa continua não curtindo, ta de boas, e se curti faz sem se achar menos macho. Afinal macho que sabe que é macho não se inferioriza realizando tesão. Por isso curtir o leke playboy que depois me confessou que eu fora o primeiro a lhe comer e que pela primeira vez curtira mamar uma pica, apesar de ter feito outras vezes e uma vergonha intima o intimidara. O ruivinho Tripé se riu ouvindo a confissão e metendo o dedo no cu do amigo, lhe disse, que rola dele estria a partir dali sempre à disposição dele e que adoraria comer o cu dele. Ouvindo isso só sosseguei quando minhas próprias mãos conduziram aquela verga branquela no rabo virgem do playba e ao lado dele de 4 juntinhos, trocando beijos e pegadas de pau demos os cus juntos para os outros 3.
Garotão curtiu tanto que no dia de viajar de volta apareceu aqui em casa me pedindo uma mamada e rápido ficou de 4 pra me dar o cu depois que me fodeu a vontade com seu amigo apenas de voyeur, assistindo enquanto batia leve punheta naquela monstra tesuda dele.
Claro que só o deixei o magrelo ir depois de sentir ela no meu cu, tomando de 4 no gramado do jardim limpando na língua a pica dele junto com o novo versátil recém assumido. Eu e ele limpamos juntos a tora do ruivinho, após ele me leitar o rabo. Eu depois gozei farto sendo mamado pelo lindinho com o ruivinho chupando, dedando nossos cus e confessando que estava leitando o brother todo dia depois de nossa foda. Que agora ele era sua puta. Eu respondo.
-O legal mesmo brother é ele sacar que curtir a putaria do jeito que gosta não o faz menos macho, muito careta, na verdade coisa de baitola achar que o seu tesão define sua macheza. Pois o cara homem de verdade sabe o que curte sem se sentir menos macho. Eu por exemplo, adoro ser enrabado por um rolão e mamar pica até sentir câimbra e nunca me achei a homem nenhum. Passivo e ativo é só uma preferência de posição na foda, só um caminho para tesão, nada mais. Portanto curta seu putinho, peguem umas bocetas juntas e sirva essa pica gostosa da porra pro gostoso sempre que ele precisar e vc quiser.
Desculpa o conto longo, o fiz para mostrar a extensão de minha putaria, os próximos serão mais objetivos, onde lhes contarei de minhas pegações e caçadas por pica de macho.
Lembrem que as histórias são reais e do modo que descrevo estou afim sempre de uma sacanagem entre machos. Quem vier a Porto Seguro, Arraial D’Ajuda ou Trancoso, precisando de um passivo macho puta descarado e curtidor, saudável e disposto a tesão, me escrevam.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.