Quarentena com tio roludo

Este fato acontece durante o período de quarentena do COVID-19. Minha família mora no interior e como eu prestei vestibular e acabei passando na federal, fui morar com meus tios até arrumar um local em conta para um estudante. Aquilo que era pra ser uns dois meses no máximo, acabou tornando-se, já, dois anos. Meus tios moravam num apartamento e nunca tiveram filhos. Meu tio era engenheiro e minha tia enfermeira. Conforme iniciou o período de quarentena, passei a ter aulas online. Meu tio passou a trabalhar em casa. Apenas minha tinha redobrou seu trabalho no hospital. Tendo em vista o perigo de contagio, adotamos diversas

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medidas de proteção. Eu e meu tio passamos a ficar o dia todo em casa. Nossa convivência era muito boa. Porém, precisamos adotar outras rotinas. Dividimos tarefas de limpeza e preparação do almoço. Meu tio ficou responsável em preparar o almoço. Eu fiquei com a limpeza do apartamento e lavar as roupas.
Nos primeiros dias, a tarefa de lavar roupa era entediante. Contudo passei gostar por um detalhe. A melhor parte era lavar a cueca do meu tio. Sempre que tinha suas cuecas, minha imaginação ia longe.

Meu tio é um cinquentão relativamente bem conservado. Embora tenha o hábito de jogar bola, possui uma barriguinha levemente marcada. Seu corpo é peludo, deixando-o ainda mais macho.
Voltando as cuecas, sempre a investigava-as, admirando os pentelhos que vinham junto. Com o passar dos dias, passei inclusive a cheira-las. Num dia, quando fui coloca-la para lavar percebi que ela estava toda lambuzada de porra. Separei-a e levei até o quarto. Cheirei ela, tentando lamber qualquer vestígio de porra enquanto batia uma deliciosa punheta. Foi uma das melhores punhetas que eu tinha batido na vida.

Dois dias depois no almoço provoquei ele referindo-me a sua cueca.
– Pô, tio! Agora e vou ter que lavar tuas cuecas gozadas também??
Ele ficou vermelho de vergonha. Sem reação.
– Deixa disso, tio. Estou zoando contigo.
Ele tentou se explicar. Mas nada parecia fazer sentido. Por fim ele abri o jogo.
– O problema é que sua tia está de greve de sexo, desde que começou a quarentena, estamos dormindo separados. Ela ficou neurótica com esse negócio.
Continuamos a conversamos… e eu fiquei matutando milhares de coisas na cabeça. No final do almoço tomei coragem e falei:

– Pô, tio… se precisar de uma ajudinha… também estou na seca… uma mão amiga.
Meu tio foi sempre da zoeira. Ele riu e falou que se continuasse assim ia precisar.
Passou-se uma semana e num almoço meu tio voltou ao assunto. Deixou nas entrelinhas que queria partir para a diversão. Falei que era só chamar… ele deixou no ar um “quem sabe hoje a noite”… Na noite, minha tinha estava de plantão, meu tio apareceu na sala apenas de cueca.
Não tive como não olhar e secar sua mala entre as pernas. Ele me olhou e sem cerimonia perguntou coçando seu saco:

– É hoje que vou ter uma mão amiga??
Sem pensar falei que ele teria muito mais que uma mão (eu sabendo das possibilidades tinha me preparado… me lavado e estava cheirosinho).
Sem nenhuma cerimônia, nem constrangido, meu tio tirou sua cueca.
Entre suas pernas repousava um cacete roliço e um sacão grande e pesado. Meu tio era um homem bem peludo. Entre suas pernas seu cacete repousava entre um aglomerado de pelos negros, formando um lindo ninho.
Perguntou se eu tinha algum filme pornô para gente assistir… minha vontade era dizer que nem íamos precisar…. contudo falei que iria buscar o notebook.
Conectei o notebook na televisão e perguntei o que ele queria ver. Coloquei um filme qualquer e sentei ao seu lado. Olhei para seu pau semiadormecido e quase babei.
Coloquei minha mão sobre suas coxas e passei a alisa-la. Levemente esbarrava no seu saco, provocando-o. Me tio se concentrava na tela da Tv, vendo uma pegação entre dois homens e uma mulher. Seu cacete começava a ganhar vida. Subia com a mão até seus pentelhos pubianos. Conforme passava a mão pelo seu coro, seu cacete tomava corpo. Até o momento não coloquei a mão no seu cacete. Estava louco para cair de boca naquele pedaço inchado de carne. Porém, eu tinha que deixa-lo o suficientemente excitado para conseguir qualquer coisa com ele. Passei a alisar sua barriga peluda e cheguei no seu mamilo… Molhei a ponta do dedo e toquei levemente seu peito durinho. Ele fechou os olhos e seu corpo estremeceu. Sabia que o sinal verde tinha aberto. Seu cacete pulsava de tanto tesão. A cabeçona estava semicoberta e babava muito. Aproveitei a oportunidade e aproximei minha boca do seu peito e lambi seu peito. Queria aproveitar ao máximo aquele momento. Passei a mamar suavemente seu peito. Seus pelos roçavam meu rosto. Com a mão continuei alisando sua coxa e sua virilha. Aproveitava ao máximo para sentir o volume de se sacão. Após um tempo esbaldando-se no seu peito, deixando-o todo lambuzado de saliva, resolvi partir para seu majestoso cacete.
Levantei-me e tirei minha camiseta e minha bermuda. Meu tio me observava meio atônico. Sorri para ele. Meu cacete se exprimia dentro da cueca querendo liberdade. Ajoelhei-me entre suas pernas e toquei pela primeira vez seu caralho. Puxei a pele que cobria parcialmente a cabeça do seu pau para baixo e vislumbrei com aquela cabeçona avermelhada brilhante toda melada. Passei levemente minha língua, sentindo o gosto de macho do meu tio. Ele estremeceu novamente e soltou um leve gemido.
A textura viscosa aumentou meu desejo em sugar aquele pedaço de carne. Passei mamar feito um bezerro desmamado. Seu cacete deveria ter uns 15 cm, porém era roliço enchendo minha boca. Quando puxava sua cabeçona para fora, ela pulsava feita um cogumelo. Minha saliva encharcou todo seu cacete escorrendo pelo seu sacão.
Ele se ajeitou no sofá e pediu para chupar seu saco. Minha língua deslizava sob a pele rugosa e peluda do seu saco. O cheiro de macho misturado com cheiro de sabonete. Seu sacão era delicioso. O semblante do meu tio resplendia seu prazer. Continuei oscilando minha boca entre seu saco e seu cacete. Conforme ia aumentando o ritmo das chupadas, meu tio foi perdendo e vergonha e gemia mais alto, revezando com putaria.
Antes que ele pudesse gozar, queria sentir aquele pedaço de carne dentro de mim. Olhei para ele e falei:
– Tio, come me rabo, por favor.
– Você tem certeza, Marcos?
– Tio, tô louco pra sentir esse cacetão pulsar dentro de mim.
Se levantamos e nos abraçamos. Senti-me totalmente envolvido nos seus braços. Seu corpo peludo aconchegava. Nossas respirações ganham ritmo. Senti sua mão apalpar minha bunda. Desci minha cueca e meu pau saltou contra sua barriga peluda.
Virei-me de costa e ele me encoxou. Sua barriga peluda esfregava-se contra meu corpo. Senti se membro lambuzado se encaixar entre minhas pernas. Ele beijava minha nuca enquanto esfregava seu cacete contra minha bunda. Murmurou no meu ouvido:
– Será que essa bundinha gostosa vai aguentar meu cacetão? Tua tia nunca aguentou meu cacete no cu dela.
De fato, seu cacete era grosso e isso me preocupava… mas não poderia perder essa oportunidade de rebolar gostoso em cima do meu tio.
Sugerir irmos para o meu quarto. Porém, ele iniciou o quarto dele. Para meu delírio uma cueca usada estava sobre a cama. Deitei de barriga para cima e cheirei sua cueca.
Ele se ajeitou entre minhas pernas e continuou com suas putarias:
– Então você gosta do cheiro do meu saco, seu safado! Aposto que antes de lava-las, você dá uma cheirada nelas.
Aquele macho peludo, me olhando com cara de safado, aumentava ainda mais meu tesão. Meu pau estava todo lambuzado… Abri as pernas e as levantei. Ele se aproximou e esfregou a cabeça do seu cacete no meu anel. Estremeci por inteiro.
– Isso, tio…. soca essa rola no meu rabo.
Quanto mais eu implorava, mais ele me atiçava.
Por fim, ele pegou uma camisinha, ensacou se membro e passou a força-lo contra meu anel. Conforme a cabeçona do pau ia forçando, uma dor tomava conta de mim. Ele percebeu minha tensão. Jogou seu corpo contra o meu. Sua barriga peluda esmagou meu cacete.
– Relaxa, Marquinhos. O tio não vai te machucar… – ele permaneceu um tempo abraçado em mim e tentou novamente.
Com as pernas apoiada nos seus ombros, tentei relaxar. Levei minhas mãos até seu peito peludo e falei:
– Me fode gostoso, tio!
Seu cacete parecia rasgar meu rabo. Peguei sua cueca e levei até a boca mordendo. Ele forçou seu corpo contra o meu, até sentir seus pentelhos na minha pele. Abracei ele, segurando-o pela sua bunda. Seu membro quente pulsava dentro de mim. Aquele macho peludo, em cima de mim, parecia um sonho. Meu cuzinho foi se acostumando com o calibre do seu cacete. Ele lentamente foi movimentando sua cintura contra o meu corpo. Um gemido misturando de prazer e dor saia pela minha boca afogada pela sua cueca. Os movimentos começaram a ganhar ritmo. O som do seu corpo batendo no meu completavam a cena dos meus sonhos.
– Puta que pariu, tio. Que delicia de cacete! – eu tentava repetir entre os gemidos.
O suor escorria pelo corpo do meu tio. Eu totalmente entregue a ele, sentia o calor do seu corpo. A cama rangia conforme seu corpo movimentava-se. Meu pau meia bomba babava muito. Minha barriga estava toda melada com o meu pré gozo.
Seu corpo denuncia seu cansaço…. por isso ele pediu para me comer de quatro. Achamos melhor ir para o chão, com medo da cama não aguentar.
Apoiei meu peito na cama. Enquanto ele se ajeitava atrás de mim, calibrei meu pau uma punheta. Suas mãos grandes seguraram minha cintura e sentir novamente meu cacetão procurar meu anel. Desta vez seu membro rígido deslizou com mais facilidade dentro de mim.
O sacana do meu tio passou a movimentar-se com força contra minha bunda. O barulho do seu saco ecoava alto. Meu cacete rodopiava soltando baba conforme os solavancos daquele macho peludo contra mim. Estava completamente entregue ao meu tio. Pouco tempo depois senti que iria gozar… sem encostar a mão no meu pau, senti um jato, seguidos de outros. Meu tio sentiu meu cuzinho contrair a cada gozada….
– Marcos, que tesão… você esta gozando!!
Minha porra espalhou pela minha perna… Meu tio passou a reduzir o ritmo…. eu permaneci imóvel, tentando recuperar forças. Ele, então tirou seu cacete de dentro de mim e caiu de boca no meu pau todo lambuzado de porra. Não estava acreditando nisso… meu tio macho com a cara no meu traseiro lambendo minha porra. Sua língua quente tratou de limpar tudo, inclusive aquilo que tinha esparramado na minha perna.
Ele se levantou e deitou na cama….
– Deita aqui com o tio… vamos se recompor…. ainda não quero terminar essa brincadeira.
Deitei e o abracei com o rosto abaixo do seu sovaco suado. Permanecemos imóveis durante uns minutos. Levei minha mão até seu cacete todo encharcado de suor. Embora estivesse meia bomba, bastou e começar a acariciar suas bolas pesadas que o bicho começou a crescer novamente.
Levantei-me e aproximei minha boca novamente contra seu cacete. O cheiro de macho agora era mais forte. Lambi suas bolas, suas virilhas… tratei de deixar seu cacete limpinho e pronto para outra. Peguei uma nova camisinha e ensaquei seu cacete. Sugeri que fosses novamente para o chão… ele riu. Estendi um edredom no chão e pedi para ele deitar de barriga para cima.
Em pé, parei sobre ele e passei a punhetar meu pau meia bomba enquanto a mão esquerda alisava minha bunda. Meu tio entendeu o que eu queria… e segurou seu cacete para cima…
– Isso, Marquinhos.. senta o colo do titio!
Fui descendo até encostar meu rabo na ponta do seu pau. Lentamente fui descendo naquele pedaço quente de carne. Quando achei que estava complemente preenchido por ele, soltei todo o peso do meu corpo contra ele… sentir atolado até o bago. Os pentelhos do meu tio literalmente formaram um ninho. Meu tio sorria parecendo não acreditar naquilo que estava acontecendo.
Ajeitei-me em cima de ele e passei a movimentar meu corpo contra o seu. Passei a cavalgar naquele cacetão. Com as mãos segurava seu peito peludo. Embora seja uma posição cansativa, permaneci nesta brincadeira virando ora de costa para ele ora de frente. Foi quando ele falou que estava preste a gozar. Ele pediu novamente para ficar de quatro. Apoiei novamente meu corpo na cama e ele encaixou-se atrás de mim. Sua carne pulsava dentro de mim…. sua respiração passou a ficar mais pesada. Seu corpo grande chocava-se contra o meu.
Meu tio tinha uma virilidade tremenda. Seu pau deslizava com maestria dentro do meu cuzinho apertado. De vez em quando ele jogava seu peso contra meu corpo, sua barriga peluda apoiava-se nas minhas coisas e ele beijava minha nuca.
O ritmo começou a ganhar velocidade. Eu sabia que ele estava louco para gozar dentro de mim.
– Vou gozar, Marcos… Vou encher teu cu de porra! Geme para o tio.
Nisso ele deu uma socada funda contra minha bunda. Senti seu cacetão pulsando. Ele me puxou junto do seu corpo… sua barriga suada grudada nas minhas costas. Seu pau continuo dentro de mim. Quando ele tirou que senti a porra escorrer pela minha perna. Ele tinha gozado sem camisinha…
– Pô Marquinho…. estourou a camisinha.
Nem pensei na hora… ele simplesmente passou a lamber sua própria porra. Sua língua quente explorava meu anel lambuzado. Ele deitou novamente no chão. Meu pau latejava novamente de tesão. Sentei sobre sua barriga e falei que precisava gozar novamente… afinal tinha sido a melhor foda da minha vida.
Bastou algumas punhetadas e um jato quente jorrou do meu cacete lambuzando seu peito peludo.
– Porra Marquinhos… isso que é vigor… saudades da minha juventude.
Exautos, permanecemos deitados um ao lado do outro. O cheiro de sexo pairava pelo quarto.

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