Sou casado e gosto de dar o cuzinho

Este conto na verdade é um registro de memória, porque não é sempre que tenho a oportunidade de ter a experiência que tive e que me deixou em devaneios onde depois de ter acontecido continua fazendo meu pensamento navegar na lembrança daquele dia. Acredito que ele possa ser um diferencial para muitos homens que não se assumem publicamente como bissexual, gay, homossexual ou qualquer outra denominação social. Eu me chamo Charles (é assim que me apresento), tenho 40 anos, sou casado a 20 anos com uma mulher maravilhosa e

tenho uma vida feliz. eu fui uma criança reprimida, presa em casa, tinha poucos colegas e supria a necessidade de socializar através dos estudos. Sempre fui sensível e gostava de brincar com brinquedos de menina mas isso não foi o que me tornou “desviado”, creio que o que me tornou assim foi o machismo agressivo e a falta de aceitação dos meus pais e familiares. Os desejos de ter relações sexuais com outros homens vive dentro de mim desde os 11 anos, todavia, optei pela vida heterossexual por medo do preconceito e pelo comodismo mesmo. Já me culpei muito e por diversas vezes tive ímpetos de terminar com minha existência mas ao longo de anos de leitura, ainda estou aqui com menos culpa pois entendo que meus desejos sexuais são desejos físicos e que não diminuem meu caráter e meus talentos. Continuo uma pessoa introspectiva por opção mas entre quatro paredes me revelo outro ser incrivelmente sedutor, carinhoso e altamente sensível ao meu parceiro.
Estava eu em casa, sedento de sexo com outro homem, assistindo vídeos pornôs para me masturbar quando tinha uma oportunidade e acordando quase que diariamente excitado visto que já percebi que meu corpo está com a libido nas alturas pela manhã. No trajeto do trabalho era inevitável fitar os homens que passavam no meu caminho, especialmente para o volume entre as calças e cada vez que encontrava um sentia um arrepio nos meus pêlos da nuca até o ânus. Queria muito ser possuído por outro homem. Foi quando resolvi instalar um aplicativo de bate-papo no celular. Deixei ele salvo dentro de uma pasta segura e nos intervalos ou em casa comecei a entrar no chat. Muita besteira se encontra nestas salas, mas papo vai, papo vem encontrei um rapaz nove anos mais novo que eu. Ele se apresentou como ativo e que tinha verdadeiro fetiche por homens casados. Conversamos por mais uns dois dias, conhecemos nossas fantasias e dentre várias, ele me pediu que eu usasse no nosso encontro uma calcinha bem cravada. Confesso que usar um acessório feminino me causou estranhamento mas ao mesmo tempo realizar o desejo do jovem seria interessante, então prometi a Felipe (foi como ele se apresentou) que tentaria realizar o seu desejo. Comprei escondido uma calcinha preta e deixei-a guardada na mochila e ao estar sozinho em casa vesti aquela pequena peça. Meus testículos ficaram de fora e a visão não era tão bonita como no corpo de uma mulher. Tentei ajeitar para que nada estivesse fora do lugar e fiz algumas fotografias pelo espelho. Enviei para Felipe que respondeu com vários corações e olhinhos arregalados pelo mensageiro eletrônico. Marcamos nosso encontro numa sexta-feira. Eu pegaria ele no centro comercial e iríamos para um motel fora do nosso município. Chegada a sexta-feira me arrumei todo e de forma bem discreta liguei para Felipe. O telefone chamou diversas vezes mas ele não atendeu. Fiquei altamente frustrado com ele, comigo e com essa vida de sombras. Fui trabalhar e no meio do dia Felipe enviou uma mensagem pedindo mil desculpas alegando que trabalhou no dia anterior até tarde e que não ouviu o despertador. Claro que eu fiquei muito irritado e resolvi ser monossilábico, respondendo sua desculpa com um seco OK. Ele enviou florzinhas, pediu novas desculpas, corações e no final de semana eu só visualizei sem retornar. Fiquei puto mesmo, mas na segunda seguinte resolvi dar uma segunda chance (para mim, claro!) porque eu queria que nosso encontro tivesse acontecido. Resolvi escrever para Felipe e dizer sobre minha frustração e ele foi tão cordial que ao fim me deixou mais nervoso para que pudéssemos nos encontrar. Geralmente os encontros sexuais que ocorrem através desses aplicativos são tipo “Fast Foda” e no meu coração romântico teríamos momentos intensos de amor e muito prazer. Marcamos para a sexta seguinte no mesmo horário e local e fomos nos paquerando no decorrer da semana. Trocamos algumas fotos do nosso cotidiano e voltamos a escrever palavras de duplo sentido sexual, às vezes breves relatos do que gostaríamos que acontecesse no nosso encontro.
Chegada a sexta-feira, acordei cedo e fui à academia. Malhei como um jovem cheio de testosterona, sentia meus quarenta anos como algo positivo. Voltei para casa, tomei meu café com minha esposa e após a saída dela para o trabalho tomei um banho bem demorado. No espelho, a bunda cabeluda não trazia uma estética sensual então raspei meus pelos da bunda, do ânus, dos testículos e deixei bem aparadinho os pêlos pubianos. Usei uns cremes hidratantes e vesti a calcinha. Fiquei por um tempo me admirando. Eu já fui muito gordo. Tenho 1,90 metros mas já cheguei a 160 quilos a quinze anos atrás, hoje tenho 104 quilos bem distribuídos e deixei de ser aquele homem de baixa autoestima para um homem que acho sexy. Vesti uma calça jeans justa, camisa social rosa, um perfume mais cítrico e um sapatênis confortável. Já imaginava Felipe me despindo e surpreso com a calcinha que ele tanto desejava.
Pontualmente às nove estava no lugar marcado e vi ao longe Felipe chegando. Ele é um homem sério de sorriso tímido. Ao entrar no meu carro disse: “Bom dia, querido! Me perdoe”. Respondi que esquecesse o passado e que pudéssemos aproveitar o presente. Ele sorriu e apertou minha coxa. Ao caminho do motel ele me contou em breves palavras como foi a semana e que também estava ansioso para me abraçar. Chegamos no motel combinado que havíamos juntos pesquisado preço e localização. Ao entrar na garagem, ele muito galante saiu do carro e fechou o toldo e ao se virar me deu um sorriso malicioso e disse que tinha todo tempo do mundo para nós dois. Subimos as escadas e ao fechar a porta do quarto, colocamos nossas mochilas no cabideiro e delicadamente demos nosso primeiro beijo de língua. Felipe tem a língua imensa e eu imaginei ele beijando meu cuzinho. Felipe me abraçava com avidez e força e eu retribuia abraçando-o e esfregando meu corpo no dele. Felipe tirou a camisa e surgiu uma barriguinha saliente com pêlos aparados, suas costas também era peluda mas bem aparado. Eu o elogiei e disse que tinha muita tara por homens com pêlos no corpo porque eu não fui contemplado com pêlos, ele me respondeu que havia aparado seu corpo todo pois ele gostava mesmo é de um corpo liso. Continuamos a nos beijar e Felipe pegou minha mão e colocou sobre sua calça onde seu pênis latejava e deixava a silhueta da cabeça de cogumelo. Um suor começava a percorrer minha fronte e minha nuca porque fazia anos que eu não estava numa relação com outro homem. Felipe me abraçou de costas e começou a desabotoar minha camisa, assim que ele desnudou meus mamilos, caiu de boca sugando com ferocidade cada um. Eu já não me reconhecia mais e entre os abraços e mordidinhas pedia que ele me chupasse mais forte. Nossos corpos eram um misto de tesão, cheiros e salivas que ficavam onde nossas bocas tocavam. No auge desse namoro, empurrei Felipe que caiu sentado na cama e me virei de costas para ele. Desabotoei minha calça e sensualmente fui abaixando-a deixando aparecer a calcinha que estava já vestido. Pude ver os olhos de Felipe pelo espelho me comendo com atenção. Ao retirar a calça, Felipe me puxou e começou a beijar minha bunda percebendo que ela estava raspada me perguntou se eu tinha feito aquilo para ele. Respondi que sim e ele não perdeu tempo e caiu de boca no meu ânus. Ainda de pé eu sentia sua língua imensa invadindo minhas nádegas, sorvendo meu cuzinho que cheirava propositalmente a um creme corporal. Ele à medida que me beijava, tirava o restante das suas roupas e puxava a calcinha com seus dentes. A sensação da calcinha entre minhas pernas, suas mãos na minha cintura e sua língua no meu rabo era digno de uma filmagem.
Felipe então me pôs de quatro na cama e continuou tratando do meu ânus com sua língua e num repente, parou de me beijar, cuspiu na cabeça do pênis e penetrou por inteiro, sem que eu tivesse tempo de pedir que usasse a camisinha. Uma estocada só dentro de mim que me levou às alturas entre um misto de dor e tesão. Quando retirou seu pênis de mim, fez que eu me virasse e comecei um intenso sexo oral. Ali vi que seu pênis não era tão comprido, aparentemente uns 17 centímetros mas a circunferência era descomunal. Segurei o mastro com uma mão e vi que o polegar não tocava o dedo médio. Imaginei imediatamente que eu poderia, literalmente, me foder nas mãos dele. Comecei com beijinhos e carícias, lambi da cabeça até a base e seus testículos. A pele era fininha e deixava bem solto os ovos. Depois de uns segundos Felipe conduziu minha cabeça até o seu membro e foi empurrando lentamente até que o cogumelo tocasse o fundo da minha garganta. Minha boca estava tão aberta que eu só abri assim quando a tempos atrás fiz um canal no último dente. Que horror e que maravilha ter aquele jovem homem aos poucos se entregando só para mim. Engasguei várias vezes com o falo dentro da minha garganta, chegando a sufocar pelo nariz mas não me importava porque eu havia desejado por aquele momento e o fato dele não ter ido na sexta-feira anterior só servia para aumentar mais meu tesão.
Me virei novamente de quatro na cama e Felipe pediu que nos olhássemos para o espelho. Ele pegou a camisinha, tirou o lacre do lubrificante. Passou uma quantidade entre os dedos no seu falo e na portinha do meu cuzinho, deixando seus dedinhos brincarem por uns segundos dentro de mim. Afastou a calcinha e me chamando de “sua puta” começou a me penetrar bem devagar. Eu sentia cada prega se afrouxando para receber aquele gigante. Empinei mais o rabo pra cima e diante aquela cena, eu e Felipe começamos a nos empurrar um para o outro nossos corpos sedentos de vontade de sexo. Eu gemia e aquilo foi para Felipe um combustível para que empurrasse com mais força seu “menino” dentro de mim. Enlaçou a calcinha por entre os dedos e estocava com força onde eu podia sentir até as bolas batendo contra meu corpo. O que se ouvia no quarto era somente nossas respirações ofegantes, pedidos para me comer e o barulhinho bom do vai e vem do sexo.
Um dado momento Felipe começou a dizer que era incrível comer um cu lisinho de um homem sem frescuras. Aquilo me trouxe prazer e alegria.
Nesse compasso Felipe me agarrou e engatado se deitou de costas e fez que eu o cavalgasse. Disse que gostava de ver cada detalhe deste cenário: seu pau entrando e saindo de um cu de um homem casado. Pegou minha mão esquerda e acariciava minha aliança dizendo que o que ele mais gostava era saber que estava comendo um homem macho, fazendo-me de sua puta. Felipe me comeu muito e com vigor, sua juventude favorecia à sua performance e eu só fazia gemer e pedir ofegante que me comesse mais e que me fizesse o macho que ele sonhava.
Demos uma pausa e fomos para a ducha. Entrei primeiro e me lavei. Felipe entrou e ficou me observando a cada parte do meu corpo. Não aguentei e me ajoelhei começando um boquete de fazê-lo ficar com as pernas bambas. Num instante fiquei de quatro e ele pôs-se a me penetrar com uma nova camisinha, dessa vez florescente e que se apagava quando estava totalmente dentro de mim. Meu homem me penetrava de costas e apertava meus mamilos e me beijava a nuca como as tórridas cenas românticas das novelas mexicanas.
Voltamos para a cama e começamos a conversar. Ele me elogiava e dizia que desde os nossos papos virtuais já gostava muito de mim. Eu retribuia seus elogios beijando sua boca e sorvendo seus mamilos. Depois desse descanso e oportunidade de nos deliciarmos com olhares e beijos procurei a calcinha que estava na pia do banheiro e vesti novamente, indo em sua direção. Seu mastro com a cabeça quase roxa já insinuava o que aconteceria. Felipe ajeitou dois travesseiros e só olhou para mim com um sorriso. Entendi que agora era o momento de ser possuído na posição de frango assado e não deu outra. Ao me deitar, Felipe colocou mais gel no seu sexo e me penetrou como o incrível Hulk. Suas estocadas me faziam sair do lugar, mas eu me endireitava e ele sem titubear socava com volúpia seu grosso membro entre minhas nádegas fazendo-me sentir tocando minha próstrata que me causava ondas de calor e prazer. Ele afastava a calcinha quando seu pau escapava do meu corpo e me penetrava de uma vez só, me chamando de amorzinho e me masturbava meio sem jeito apertando com força meu pênis e testículos. O misto de dor das suas mãos fortes e da sua virilidade me fez gozar quando o suor que saia da sua testa caiu no meu tórax. Aquele homem estava no auge e estava mostrando para mim que gostava de comer um homem casado. Depois que ejaculei, Felipe pegou com seus dedos meu sêmem, colocou nos seus lábios e se inclinou para me beijar na boca. Senti na sua inclinação nossos corpos se apertando e seu pau se envergando dentro de mim, preenchendo todos os espaços que eu não imaginava ter. Estava eu todo aberto e entalado por um membro pulsante, sorvendo com prazer um beijo quente que tinha um gosto salgado e um cheiro suave de chá verde. Entre esses beijos e estocadas, Felipe começou a gemer alto trazendo o prenuncio do seu orgasmo, foi quando eu intensifiquei os abraços e me fiz sentar cada vez mais na sua vara até que viesse a pulsação das veias penianas que soltaria na camisinha o sêmem daquele jovem viril que eu desejei por quase três semanas. Felipe gritava e urrava e eu sentia sua pulsação dentro de mim.
Nos jogamos sobre a cama e ele era um ser ofegante. Retirei com cuidado o preservativo e dei um nó e tentei acertar a lixeira do banheiro. Voltei e o acariciei com beijinhos. Felipe disse que se sentia tonto então eu disse que ele precisava descansar. Nossos membros continuavam rígidos e foi assim que ficamos namorando por alguns minutos, ora no sarro, ora com carinhos e beijinhos. Felipe deu uma cochilada e eu fiquei admirando aquele menino e ao mesmo tempo um belo exemplar de homem, com pernas tornadas, tórax estufado peludamente aparado e braços extremamente fortes. Eu tentava acordá-lo seduzindo-o com minhas pernas e lambendo ora seus mamilos, ora suas axilas aparadas e com um cheiro de perfume amadeirado.
Quando acordou em definitivo, vimos que já estávamos ali fazia umas duas horas e meia e perguntei se eu não o estava atrapalhando. Felipe calou minha boca com um beijo e me segurou forte com poucas palavras e colocou seus dedos dentro do meu ânus iniciando um ritmado vai e vem. Vimos que havia tinha uma vestigem de sangue em suas mãos então ele me pôs de bruços e deitou-se sobre mim roçando todo seu corpo sobre o meu, desde os dedos do pé, as pernas entre as minhas, seu pênis entre minhas nádegas, seus pêlos aparados espetando minhas costas e seus dentes entre os lóbulos da minha orelha. Aquilo me trouxe um arrepio que eu só conseguia gemer bem baixinho, reclamando um “ai” quase que um miado.
Felipe novamente encapou seu menino e após elevou uma das minhas pernas forçando a entrada do meu cuzinho com muito cuidado. Eu de bruços não tinha muito como me movimentar a não ser rebolar. Ele ao ver que estava rebolando foi castigando com sua vara grossa fazendo alargar de novo meu ânus. Eu comecei a dizer que ele não devia fazer aquilo pois eu era homem e que ele não tinha aquele direito. Ele então entrou na brincadeira e começou a me responder que eu era a sua puta e que ele agora ia me esculachar e que eu só sairia dali quando eu não sentisse mais as pernas e começou a me penetrar ora com carinho, ora com estocadas brutais. Felipe me deu uma gravata mas não para me machucar, dizia que eu era puta mesmo; de todas as putas que ele já tinha comido que eu era a que ele teve mais trabalho porque ele não queria parar de comer. Exclamava assim: “Olha! Que cu delicioso! Olha como entra fácil minha rola dentro de você! Você gosta né? Você sempre quis um momento de sexo assim né? Olha! Estou todinho dentro do seu cu. Eu consigo sentir minha cabeça encostar nas paredes do seu cu! Eu vou te arrombar que você vai ficar dias sentindo o que o seu macho fez!”
Quando ele falava estas coisas, mais eu queria que ele me comesse e continuasse me apertando contra seu corpo. Eu gemia e fingia que queria fugir daquela posição. Então ele me penetrava com mais velocidade até que eu ficasse totalmente imóvel sentindo sua penetração. Voltava a tentar fugir e era segurado com força pelo meu amante viril. Brincamos e rimos juntos. Ele prometeu que eu não escaparia daquela foda me culpando que eu o tinha acordado do seu descanso e por isso tomaria muito no cuzinho até não sobrar mais nenhuma prega pra contar como foi aquele momento. Esse vai e vem e ele cutucando alguma parte dentro do meu corpo me invadiu de prazer que eu apaguei por um momento. Tive orgasmos múltiplos com aquela brincadeira e só me recordo de estar totalmente abraçado pelas costas, com Felipe me acariciando os mamilos e ainda latejando sua vara dentro de mim. Ele sorriu mas não conseguia parar de me comer. Ainda de bruços estiquei meus braços para o batente pois Felipe começou a estocar dentro de mim seu menino com tanta força e velocidade que eu poderia cair. Segurou-me as cadeiras com sua mão forte e o que se ouvia era o barulho novamente do vai e vem, misturado com o barulho da borracha e nossos corpos suados e ofegantes pela agitação do sexo. Sentia que ali ele me preparava para ficar uma semana, no mínimo, com dificuldades para andar mas era indescritível o prazer de dar prazer para alguém. Felipe me disse que demorava a gozar e eu não consegui responder, só sentia na cabeça do meu pênis uma onda de choque quando ele estocava sua vara dentro das minhas entranhas. Meus mamilos estavam em choque e minhas pernas bambas. Ali me tornei um menino novamente indefeso e romântico imaginando que o sexo poderia ser assim: sem cobranças e sem limites.
Não restando mais nada do corpo violentado, meu pênis começou a babar involuntariamente e eu assustado porque não era uma reação natural do meu organismo, ondinhas de prazer subiam e desciam pela minha coluna. Felipe estava concentrado na foda e foi quando eu gozei. Gozei e comecei a rir por ter ficado chateado com Felipe pois seu eu tivesse levado o caso a sério, teria perdido uma oportunidade única de gozar com aquele homem com qualidades de um príncipe. Felipe foi parando aos poucos e disse que a cabeça do seu pau estava doendo porque nunca havia sentido tanta vontade de foder e não parar. Nos afastamos e voltamos a nos beijar, dessa vez carinhosamente. Já passava das quatro horas que estávamos ali no nosso ninho, então resolvemos pedir a conta. Rachamos o valor e descemos as escadas até o veículo nos tocando delicadamente. Ainda antes de ligarmos o motor, Felipe me deu um beijo, abriu uns três botões da minha camisa e sorveu com volúpia meus mamilos. Agora eles davam choque sobre o tecido da camisa. Felipe prometeu que sempre que fosse possível, estaria comigo. Prometi a ele um café porque queria conhecê-lo além das paredes do motel, afinal não somos somente uma máquina de sexo e eu queria saber dos seus sentimentos e ele respondeu que desejava isso também. Levei-o até um ponto próximo de onde ele trabalha e voltei neste dia para casa.

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