Suruba na casa do meu vizinho

Em 2018 eu acabei reencontrando uma amiga que estudou comigo no ensino médio, conversamos muito por wpp e marcamos de sair. Na época estava rolando a copa do mundo e iria ter um jogo no Mineirão que eu tinha marcado de ir com uns amigos que também eram do colégio, e acabei a chamando para ir junto.
No dia foi tudo muito corrido, com a galera se desencontrando, tinha muita gente no lugar e decidimos ficar do lado de fora mesmo, vendo o jogo pelo telão. O jogo acabou por volta de umas 17/18hs, mas continuamos a conversar e beber. Dado momento essa minha amiga foi embora e meus outros colegas queriam ir pra outro bar, perto da UFMG pra continuar a beber, mas resolvi ir pra casa, já estava legal e tinha planos foi dia seguinte.

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Fui com eles até certo ponto do caminho, nos despedimos, e comecei a caminha para estação onibus, porém percebi que iria demorar muito, o lugar estava extremamente lotado, com até filas para entrar na estação. Então como eu não moro muito longe do Mineirão resolvi ir a pe pra casa.
Vou caminhando pela orla e pra minha surpresa acabei encontrando Renato (o meu vizinho, do outro conto), ele conversava num grupo de uns 5 caras bem estilo Zé droguinha, e de longe já senti o cheiro de maconha.

Eu o chamei e quando me viu, me chamou pra junto do grupo, me apresentou pra todo mundo. Enquanto os outros conversavam me perguntou o que eu fazia ali e comentei sobre o jogo e tudo, mas que estava indo embora e ele começou a falar pra eu ficar que tava cedo e tals, e os amigos dele também comentaram, então fiquei junto ao grupo.

Dado certo momento apesar de estar me divertindo, eu queria ir embora e me despedi de todos. Mas pra minha surpresa Renato falou que me dava uma carona, que tinha vindo de carro, logo imaginei que era alguma desculpa pra ir comigo e dar uma trepada igual da última vez. Só que quando ele começou a se despedir dos amigos, outros dois caras vieram com a gente. Um era Marcos, um negro alto, que tinha um bigode fininho com cara meio marrenta e o outro se chamava Danilo, um mulato de 1,70 meio gordinho e que desde que o vi estava rindo.
Renato me explicou que ele tinha vindo com esses amigos, que eles moravam ali na região então iriam voltar com a gente e assim desisti na hora da ideia do sexo.

Andamos conversando e eles zuavam bastante.Chegamos na escadaria que liga a orla da lagoa com a avenida Portugal. Essa escadaria é bem longa, os lances de escadas ficam nas laterais ao lado de muros que protegem as casas que ficam ao lado, e no meio sempre tem uma árvore, entre cada lance de escada havia um espaço plano, com uma grade e bancos. É uma escadaria bem grande e com as árvores, muros e até às luzes que vez ou outra estavam queimadas, era comum vem uma galera fumando por ali.

O carro estava na avenida e que deveríamos a subir. No meio do caminho Renato afirmou que tinha que recuperar o fôlego, ele chegou perto dos seus amigos e comentou algo, e depois se sentou no banco que havia ali, ambos continuaram a subir, mas eu fiquei o esperando. Me encostei na grade e fiquei vendo a lagoa, e comentando como aquela subida realmente cansava.
“Sabe que eu tava lembrando aqui. Aquele dia lá na sua casa. Lembrar desse seu cuzinho, olha como me deixa”. Sem me dar conta, meu vizinho tinha se levantado do banco e estava me encoxando, eu sentia o pau dele pulsar na minha bunda, e aquele desejo de uma foda com ele de novo, veio com tudo.

Renato passava enfiou a mão por baixo da minha camisa e com os dedos ficou brincando com meus mamilos, enquanto mordiscava meu pescoço.
Apesar de estar curtindo muito, eu sempre olhava pra baixo, pra ver se alguém vinha.
Ele abaixou a parte de trás da calça que eu vestia e colocou o pau pra fora da sua calça, fazendo ele se encaixar verticalmente no meu rego.
Renato vestia uma blusa de frio e um moletom, o que basicamente impedia que qualquer um que passasse ali notasse algo, mas a adrenalina de ser pego a qualquer momento era muito gostosa.

Ele me atiçava ainda mais, e eu comecei a rebolar na sua rola. “Nossa, que delícia esse cu. Deixa eu sentir ele de novo”, sem pensar muito eu dizia que sim, que meu cu era todo dele. Então ele colocou a mão enfrente a minha boca e disso “cospe aqui”. Assim fiz, ele afastou um pouco dia cintura, passou a minha saliva no seu pau e encaixou no meu buraquinho.
Eu fiquei meio receoso apesar da adrenalina, afinal realmente alguém podia passar e ver, naquela região tem muito guarda e eu não queria ser preso por atentado ao pudor. Então disse que era melhor em outro lugar.

“Calma, ninguém vai ver nada, minha blusa cobre” Renato falava tentando me convencer, e ficava revezando entre me masturbando por cima da minha calça, mordiscava meu pescoço e apertar meus mamilos. Mas mesmo assim eu continuava falar que era muito arriscado, porém ele não me ouvia e fazia força no seu caralho contra meu cuzinho. Eu segurava tentando impedir de não entrar, mas eu estava cedendo e de pouco em pouco eu o sentia invadir meu cuzinho. Eu arfava e gemia baixinho, quando senti sua virilha encostando na minha bunda, indicando que já estava tudo dentro ele disse “Como disse, ninguém está vendo, agora somos só dois caras abraçados”.

A adrenalina naquele momento era tanta que a dor que eu sentia era o mínimo pra mim.
Ele começou a meter em mim tentando não fazer barulho. Eu estava delirando, sentindo aquele caralho me preencher daquele jeito, mas eu tinha de ficar atento pra caso alguém subisse as escadas.
Eu não encostava no meu pau, podia dar bandeira, principalmente se eu o colocasse pra fora, mas ele não parava de pulsar. Eu sentia minha cueca cada vez mais melada.

Eu o dei um cutucão quando avistei um cara subindo as escadas, ele parou e ficou me abraçando, falando coisas aleatórias. Depois que o cara nos passou ficamos olhando para trás até o ver sumir entre as árvores, esperamos mais um pouco e Renato continuou me fudendo por mais alguns minutos ate gozar. Tirou seu pau de mim e o guardou subindo minha calça. Rindo voltando a subir as escadas. Eu ainda não tinha gozado então, meu pau marcava bem minha calça, porém tentei disfarçar.

Marcos e Danilo nós esperavam próximo ao carro e notei que estavam com uma expressão meio maliciosa em seus rostos. Entramos no carro, Renato e Marcos na frente e eu e Danilo na parte de trás.
“Então tu curte rola!” Danilo sem pudor nenhum. Eu fiquei com uma cara de assustado, não sabia até que ponto Renato era assumido.
Preocupa não Dan, esses são meus parças” Renato comentou tentando me acalmar “Eu divido tudo com eles”.

” Inclusive fodas” Danilo comentou isso enquanto tirava a pica da bermuda que usava e Marcos riu. “Que tal tu dar uma força?” Danilo falou e colocou a mão na minha nuca, me puxando pro seu pau.
Não pensei muito, ainda estava com muito tesão e fogo no cu. cai de boca naquele caralho, e mamei muito, passava a lingua na cabeça, chupava as bolas e o ouvia gemer comentando “Caralho”.

Pra minha surpresa Danilo pediu pra parar e pra colocar meu pau pra fora, assim que o fiz, ele se abaixou e começou a me chupar, e que boca gostosa, ele chupou todo meu pau limpando o pré gozo e ficava cheirando.
“Tem gente na sua casa mano” Marcos perguntou pra Renato e ele comentou que quando tinha saído não tinha ninguém, e que não sabia agora. “Tô afim de brincar com esse carinha ai também, a gente viu você fudendo ele e caralho, tô num tesão louco aqui”, de onde estava vi a mão de Renato apertando o pacote de Marcos.
Quando chegamos na casa de Renato guardei meu pau e todos ficamos sentados de boa. Ele abriu a garagem estacionou, saiu do carro e foi ver se tinha alguém na casa. Por sorte a casa estava vazia.
“Meu quarto e de vocês, vou tomar um banho e já apareço lá” Renato falou.
Entramos na casa e os caras foram andando entre os cômodos, eu apenas os segui. Chegando no quarto me deparei com Danilo se despindo e quando ia começar a fazer o mesmo Marcos me puxou e me beijou. Eu não esperava isso dele com toda aquela cara de marrento. E o beijo foi quente e longo. Estava sentindo a língua de Marcos invadir minha boca quando senti alguém mechendo na minha calça, parei o beijo e olhei para baixo me deparando com as calças minhas e de Marcos no tornozelo e Danilo voltando a me chupar, nos momentos seguintes enquanto eu beijava Marcos, Danilo ficava revezando sua boca entre nossas picas. Aquilo estava num tesão tão louco que eu não pensava em mais nada
Terminamos de nós despir, Marcos mandou eu ficar de quatro e sem enrolação colocou a cabeça do pau na entrada do meu cu, enfiando sua rola em mim, como Renato já tinha me fodido antes e deu gozo ainda estava dentro do meu cu, Marcos entrou com facilidade, e nem dor senti. Novamente me sentia preenchido por aquela outra jeba, não era tão grande quanto Renato, mas me fazia gemer de tesão de qualquer forma.
Danilo se posicionou na minha frente, e eu comecei a mamar seu pau. Meu sonho estava sendo realizado, eu estava com a rola de um macho no meu cu enquanto mamava outro. Meu tesão e excitação eram tantas que meu pau já tava lambuzado com pre gozo.
“Hey, deita aí de lado” Danilo pediu, e sem tirar o pau de mim, Marcos e eu nós deitamos de lado. Danilo se posicionar na minha frente e encaixa sua bunda na em mim, pegou meu pau e o posiciona na portinha do seu cu fazendo força pra trás, rapidamente aquele cu engoliu meu pau sem nem exitar, dava pra sentir que era mestre naquilo e que já tinha sentido rolas muito maiores amtes. Seu cu era tão gostoso e quente, sentir meu pau indo e vindo naquele rabo enquanto sentia a jeba de Marcus fudendo meu cuzinho, me deixava em êxtase.
Renata apareceu, e ficou nós vendo naquela fila, seu pau estava duro ele se ajoelhou na cama e aproximou o pau da boca de Danilo, que o chupou, instantes depois se aproximou da minha boca que mamei também e por fim foi para a boca de Marcos que ficou o chupando.
“Vamos mudar isso” Renato disse, ele pediu pra eu comer Danilo de frango assando na ponta da cama, em seguida Marcos em pé veio por trás e colocou sua rola no meu cu. Renato se ajoelhou na cama bem em minha frente, e sem perder tempo abocanhei seu pau e voltei a chupa-lo.
Suor escorria dos meus braços, costas, mas eu não queria parar com aquela foda, nunca havia sentido tanto prazer assim. Mas eu não consegui segurar por muito tempo e anúncio q vou gozar, Marcos então acelera o ritmo, Renato tira seu caralho da minha boca e começa a se masturbar. Um minuto depois eu gozei, e com meu cu piscando, ouço Marcus gemer alto, seu pau começa a latejar liberando ainda mais leite no meu cu. Ficamos esperando mais alguns instantes e vejo a cara de safado de Renato ceder enquanto jorrava sua porra entre eu e Danilo. Quando saímos um em cima do outro Danilo começa a se masturbar enquanto fica passando a mão na porra que estava em seu peito e a levando na boca, gozando instantes depois.

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