Swing Bissexual Inesperado

Olá amigos, cá estamos para compartilhar mais uma experiência. Vamos dar um salto no tempo e vamos relembrar outra aventura bissexual que vivi.

Na primeira década de dois mil eu conheci uma figura incrível! Alguém que iria transformar a forma de como eu via o mundo e a mim mesmo.
Ela veio em busca de informação. Buscava um endereço e eu, como bom atendente a ajudei como pude. Ela buscava um endereço comercial, parecia uma representante com alguma reunião marcada e devia está atrasada pois, a sua expressão era de preocupada.

Três dias depois ela voltou. Veio me agradecer me trouxe um café. Surpreso, eu quase fiquei sem palavras, mas consegui agradecer e também sorrir.
Era de fato representante comercial. Tinha uma expressão séria, típica dos executivos, mas o seu olhar brilhava demais e, o jeito como ela olhava era quase uma provocação, ou mesmo um convite, mas a sua expressão desmentia essa ideia. Aquela mulher era um mistério.
Falamos sobre qualquer coisa e rimos sem um motivo real. Era cordialidade e paquera entrelinhas… sempre até tá ao relógio, ela se despediu deixando um cartão da empresa que representava e uma recomendação: ” – Guarde este cartão com muito cuidado.”
Meio atordoado com aquele olhar e aquela expressão séria, e o perfume, e os cabelos tingidos na cor de cobre, o que fazia o tom moreno da sua pele quase brilhar.

Trajava um mini paletó que parava na altura do umbigo. Era bem justo, mas não apertado. Acho que fora feito sob medida. Sob o paletó uma blusa branca de cetim e um maravilhoso decote que insinuava, mas não mostrava. O sutiã era de renda e não escondia os mamilos eriçados, porém discretos. Os lábios num batom de cor não chamativa, e usava um óculos de grau que só a deixava mais sexy.

A saia justa ia da cintura fina e delgada até um pouco abaixo dos joelhos. O decote na parte de trás lhe subia até o meio das coxas, o que me causava uma sensação de suspense toda vez que ela dava um daqueles passos bem firmes com seus sapatos de saltos médios e quadrados.
O seu rebolar discreto e em câmera lenta era uma deliciosa forma de crueldade. Ela se foi como uma visão, e eu guardei o bendito cartão no bolso.
Como que combinado, alguns clientes chegaram e precisei atendê-los, o que roubou meu foco e delírio. Não havia como não fantasiar com aquela mulher.
Aquele dia foi bem produtivo. Vendemos muito e a movimentação foi bem intensa. Assim o dia passou rápido e quando dei por mim já estava em casa me aconchegando sob o lençol. Apaguei quase instantaneamente.

Uma semana se passou e não tive mais contato com a representante. Ela sumiu da mesma forma como apareceu: como uma miragem.
Pensando nela, lembrei do bendito cartão! Peguei a minha carteira e em meio a todos os papéis e outros cartões, o dela não estava. Procurei nas gavetas que costumo usar e ele também não estava lá. Frustração foi o sentimento. E parecia que eu estava sob o efeito de algum feitiço. Naquele dia, quanto mais eu procurava o cartão, mais a imagem dela se tornava nítida na minha mente. Cada detalhe, cada movimento, os cabelos acobreados, o falso decote, a saia lascada, seu olhar “pidão”… A noite, já em casa, tive que me masturbar pensando ela. Gozei fantasiando que ela me chupava, engolindo meu pau inteiro ao mesmo tempo em que metia dois dedos no meu rabo. Aquilo foi intenso!

Pela manhã, quando peguei uma calça pra ir trabalhar lembrei: “O cartão estava no bolso da calça que eu usei naquele dia que ela veio!” Imediatamente busquei a calça e lá estava o cartão! Foi lavado junto com a calça, mas apesar dos amassados, ainda estava legível, especialmente o número escrito com caneta preta no verso! Agora eu entendia o motivo da sua recomendação: ” – Guarde este cartão com muito cuidado.”
Era cedo, eu sabia, mas a vontade de ligar para aquele número era quase incontrolável! Mas ainda era muito cedo e eu precisei de muito esforço para guardar aquele cartão amassados com todo o cuidado na minha carteira.
O relógio marcou oito da manhã e lá estava eu ligando para o número escrito no verso. Ela atendeu na quinta chamada, o que quase me fez ter um ataque de ansiedade.
Bom dia! Quem fala, por favor?
Ouvi a sua voz. Era mesmo o número pessoal dela!
Bo-bo-bom dia!
Gaguejei. Ela riu e imaginei que havia reconhecido a minha voz…
Com quem deseja falar?
Ela perguntou.
Co-co-com a Sara…
Novamente ela riu e perguntou: ” – Quem está falando?”
Foi quando eu me identifiquei e ela, fingindo que não havia me reconhecido no primeiro momento, falou:
Nossa, que surpresa! Mentira! Já estava achando que não ia me ligar.
Eu engoli seco, dei um suspiro e disse: ” – Queria ter ligado antes mas tive uns problemas e só agora consegui tempo e calma pra te ligar.” O que era tudo mentira.
Perdeu meu cartão, não foi?
Ela acertou em cheio!
Foi…
Respondi e ela riu.
Imaginei isso. Quando podemos sair para conversar de verdade? Estou meio ocupada agora, mas terei tempo sexta, a partir das dezesseis horas.
Eu tremia do outro lado do telefone.
Combinado!
Respondi com a voz meio trêmula. Ela então sugeriu um local, um bar bacana nos arredores da Universidade Federal do Ceará. Combinamos horário e ela desligou.

Não pude acreditar no que havia acontecido. Aquela mulher estava alguns níveis acima na “minha” cadeia alimentar!
A noite, no horário e local combinados, eu cheguei. Tentei avistá-la, mas percebi que ela não havia chegado ainda. Pedi uma bebida, rum com coca cola e me.acomodei em uma mesa de fácil visualização. Vinte minutos depois ela chegou. Estava exatamente como no dia em que a vi pela primeira vez. Eu a recebi com um abraço e um beijo bem no canto da sua boca. Depois de se justificar, o que era desnecessário, ela pediu uma vodka pura. Depois da terceira dose já conversávamos bem descontraídos. Nos beijamos enquanto esperávamos a quarta dose. Pedimos a conta e saímos. Deixei a minha moto lá e fui com ela.no seu carro para o primeiro motel que avistamos. Ainda na garagem já estávamos parcialmente despidos e as nossas mãos não conheciam limites. Na suíte fomos os dois pro chuveiro. Foi lá que ela me chupou pela primeira vez. E também foi que retribuí a carícia. Ela estava, apesar do chuveiro, escorrendo de tão excitada. Lambi tudo o que podia, então ela me fez ficar novamente de pé, segurou meu pau duríssimo com bastante força e sussurrou pra eu a esperar na cama. Assim o fiz.
Naquele início de noite nós trepando, fizemos, nos comemos, e nos permitimos todos as carícias que conseguimos nos proporcionar. Foi uma noite e três fodas inesqueciveis!
Às quatro e trinta da manhã eu busquei minha moto e nos despedimos.
Aquilo havia realmente acontecido? Demorei a acreditar. Eu só conseguia pensar e querer mais. Uma noite era insuficiente!
Não tive contato com ela até quinta-feira da semana seguinte. Ela não atendeu as minhas 5 primeiras ligações, então não insisti.
Na quinta havia futebol e eu fui pro “racha”. O intuito era a bebida depois do jogo, já que não sou um bom jogador.
No complexo onde alugamos o campo há uma churrascaria muito boa, além de um excelente bar. Eu estava afim de tomar umas e dei um jeito de sair rápido daquela partida e fui ao bar.
Estava terminando a minha segunda cerveja quando a vi entrando no bar. Meu coração acelerou e eu abri o maior sorriso que eu já fui capaz de dar. Meio sem graça e surpresa, ele sorriu e acenou pra mim. Em seguida caminhou até uma mesa no canto e sentou ao lado de uma loira muito elegante e mais velha que ela. A mulher a recebeu com um beijo na boca e meu queixo caiu. Ela comentou alguma coisa com a coroa e as duas me olharam e riram entre si, como se houvessem contado uma fofoca das boas. Eu voltei a minha cerveja e à minha própria companhia, contudo não deixei de, o mais discreto possível, observá-las de “canto de olho”.
Mais tarde, pouco mais de trinta minutos depois, chegou um homem muito distinto. A sua idade parecia um meio termo entre as mulheres. As duas o receberam com beijos na boca.
“Caralho!” Pensei enquanto quase me engasgava com a cerveja. A coroa percebeu meu choque e cochichou algo com a dupla a sua frente e o trio olharam na minha direção e riram entre si, exatamente como as mulheres fizeram meia hora antes.
Pedi a conta. Senti vergonha e meio constrangido. E também já sentia o álcool fazer efeito. Mas antes de me retirar uma voz me chamou a atenção:
Já vai tão cedo?
Ouvi aquela voz e a mão pousar no meu ombro. Disse meu nome e se apresentou como amigo da representante e me convidou para me juntar a eles para uma última rodada. Eu aceitei; mas foi mais pelo fato do nervosismo ter me tirado o poder de reação e raciocínio.
As mulheres se levantaram para receber.
A coroa me deu um abraço bem afetuoso, e a representante me beijou de língua. A conversa foi curta, França e objetiva: ” – Vamos nós três para um motel, quer vir com a gente?” Perguntou o homem e a representante pousou a mão na minha virilha e sussurrou : ” – Vem com a gente!”
Vinte minutos depois estávamos tomando whisky numa suite inacreditável de um motel de luxo no bairro Vila União, nos arredores da rodoviária de Fortaleza. Tomamos banho de piscina (nus), conversamos muito, formamos casais: eu com a representante e o homem com a coroa. As mulheres foram dançar na pista de dança com todos os lasers ligados. Aquilo sim era um show!
Assistimos as duas quase se devorarem enquanto nos acariciávamos admirando aquele espetáculo.
Enquanto as assistíamos e nos acariciávamos, trocávamos comentários e informações…
Porra, eu nunca me canso de vê-las trepando! Meu pau fica como pedra de tão duro!
Comentou o homem segurando o pênis pela base exatamente como o descreveu, apontando o membro na minha direção.
Era um pau bem duro, realmente. Não era o pau mais bonito ou maior, nem mais grosso que já vi, mas era uma belo pau comum.
Nossa!
Foi o que respondi sem tirar os olhos do pau que pulsava na mão daquele homem.
E você, como tá?
Perguntou voltando os olhos em direção ao meu sexo.
Assim!
Repeti o gesto, segurando meu pau pela base, apontando na direção do homem.
Tem um pau muito bonito!
Ele elogiou e seguiu comentando enquanto se acariciava e olhava pro meu pau que naquele momento pingou uma gota de baba de tanto tesão.
Porra, olha isso! Delícia do caralho! Seu pau tá babando!
Então ele espremeu o seu próprio pênis da base até a glande e com isso fez com que dele vertesse um bom volume do mês líquido viscoso que espelho do meu membro.
Olha que delícia!
Ele me chamou a atenção para sua mão onde mantia boa parte do líquido extraído do seu sexo. Era um bom volume. Certo de que eu o olhava, ele levou a mão até a boca e sorveu tudo, deixando a mão limpa do sumo viscoso que a untava.
Isso é mesmo uma delícia! E me deixa ainda com mais tesão!
Ele passou a se acariciar com mais vigor por uns instantes e depois retomou a lentidão dos movimentos.
Eu estava sentado numa cadeira de sol que posicionei de frente para a pista de dança. O homem estava em um sofá disposto também de frente para a pista. Era um sofá grande e aparentemente muito confortável.
Vem sentar aqui pertinho. Dá pra ver melhor e a gente ainda pode se provocar ainda mais! De perto dá mais tesão!
Eu sentei do lado dele ele já foi segurando no meu pau!
Que pau gostoso, caralho!
Disse enquanto me segurava bem firme.
Durão, do jeito que eu gosto
Falou momentos antes de me engolir inteiro. Eu gemi de tesão.
Nos posicionamos de um jeito em que podíamos trocar carícias e fizemos um dos sessenta e novo mais gostoso e longo da minha vida.
Senti seu dedo acariciar meu ânus. Retribuí. Agora havia dois dedos senti do meu rabo. Também retribuí.
Eu estava por baixo e o homem por cima. Percebi quando a coroa se aproximou. Ela tinha um pênis! Como assim?? Aquilo foi um susto! Mas logo entendi que era um acessório preso a sua cintura.
Ela se aproximou do cuzinho do homem que já estava bem melado de saliva e dilatado com a penetração dos meus dedos e sem esforço ela meteu aquele pênis de silicone extremamente realista, grande e bem grosso, todo do rabo do homem e ele gemeu feito uma puta!
Eu via tudo privilegiadamente. Quando ele gemeu eu quase gozei.
A representante posicionou a buceta carnuda e lisinha na boca do homem que a chupou com muita gula e vigor. Ela enfiou dois dedos na minha bunda e esguichou jatos do que imaginei ser urina no rosto e na boca do homem, e o que sobrava me banhava a face. Não tinha cheiro de urina…
Eu chupava o homem enquanto a coroa metia nele com força, então ele gritou e eu senti seu gozo se espalhando dentro da minha boca ao tempo que seu pau estava petrificado e pulsante. Ele tentou tirar o pau da minha boca, mas já era tarde. Não deixei e ele gozou tudo e eu engoli tudo.
A representante anunciou que ia gozar na boca do homem e o ordenou a não para de chupar seu grelo. Ela gemeu e gritou e gozou esguichando aquela urina sem cheiro pra todo lado. Eu gozei junto me masturbando e mamando na rola do homem que ainda estava dura na minha garganta, impedindo a minha respiração. A coroa tirou o pau de silicone da bunda do homem e percebi que a sua xoxota estava completamente molhada, tá tô que lhe escorria entre as coxas.
Nos acomodamos uns ao lado dos outros e trocamos beijos e carícias.
A representante estava com a vulva inchada. Acho que a coroa a chupou muito vorazmente. O homem ainda mantinha a ereção e eu também.
Vi quando a coroa se desfez do pênis postiço e, com habilidade, vestiu uma camisa de Vênus no homem e passou a cavalgá-lo sem pressa alguma.
Ele sentado no sofá, a coroa montada nele, com as costas voltada para seu rosto. Ela achava, subia e descia. Parecia estar em transe com os olhos fechados e uma expressão de contemplação no seu rosto.
Por favor, alguém chupa a minha xoxota!
A coroa suplicou, e eu atendi a sua súplica. Aquela era uma xoxota enorme! Com lábios, pequenos e grandes bem avantajados, além de um clitóris bem protuberante, com uma ereção muito potente! Chupei, lambi e bebi daquele mel que fluía abundante da sua fenda de pelos bem aparados. Minha língua passeava entre lábios, grelo, pênis, testículos… então a coroa anunciou: ” – Aí, eu vou gozar gostoso!!! Tô gozando! Tô gozando!!! E prendeu o meu rosto contra a sua buceta, me segurando pelos cabelos. Sentia a sua cama se contraindo, apertando o pau do homem inteiro dentro dela.
Tô gozando também!
Gritou o homem e eu também pude sentir seu pau pulsando e seus esguichos inundando o reservatório do preservativo através dos seus espasmos e contrações. Quando a coroa me libertou, eu pude recobrar o fôlego no sofá ao lado da representante.
Eu ainda estava muito excitado, meu pau ainda pulsava de tesão e a representante se postou de quatro ao meu lado, empinou a bunda dourada de sol e ordenou: ” – Vem meter no meu cu!”
A camisinha estava no sofá ao alcance da mão.
Anda logo, fode o meu rabo, vem!!!
Ela falava enquanto gemia e se masturbava.
Meti naquele rabo sem pedir licença. Cheguei encostei e empurrei tudo de uma vez.
Isso!! Me arromba, filho da puta!
Ela gritou e começou a rebolar violentamente o rabo no meu pau.
Devagar que eu tô quase gozando.
Implorei em vão. Ela aumentou o ritmo e não aguentei por mais de um minuto e gozei naquela bunda gostoso. Ela ao sentir que eu ejaculação dentro dela, também chegou ao orgasmo.

Extasiados, fomos a piscina e às doses de whisky novamente. Saímos dali sorrindo e combinados de retornar com dia e horário marcados!
A representante e eu mantivemos um relacionamento liberal e bissexual por quase cinco anos.

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