Tesão pelo meu Tio

Bom, essa história me aconteceu quando eu era rapaz novinho, não tinha muita experiência, mas tinha muitas vontades.
Sou branco, tenho 1,67m de altura, corpo normal, cabelo claro, olhos castanhos e cara de nerd.

Acredito que todo rapaz quando está se descobrindo sexualmente tenha aquela tara por algum parente. E comigo não foi diferente.


Tenho um tio que sempre me chamou a atenção. Não é meu tio de sangue, é marido da minha tia.
Ele, de corpo magro, estatura média, peito bem peludo, cara de safado. Típico tio gente boa, que brinca com todo mundo e fala besteira a torto e a direita.
Bom, ele sempre estava presente nas reuniões de família, e eu, claro, de olho nele. Eu tentava disfarçar os olhares para o volume dos shorts, principalmente quando ele sentava de frente pra mim, quando o short folgado dava pra ver a cueca aparecendo. Aquilo me dava muito tesão.
Eu ficava maluco quando ele falava sobre sexo, o que era normal dele sempre falar. Já até contou que comeria um cara se ele fosse gente boa, mas todos davam risada e não levavam a sério o que ele dizia.

Um certo dia foi o aniversário dele. Dia de beber e comemorar. Fui convidado e compareci no horário que ele havia marcado.
Todo mundo bebendo, inclusive eu, que apesar de ser novo, não achavam problema de eu beber, contanto que eu estivesse com a minha família.
Ao final do aniversário, o álcool já com todo efeito, percebi que meu tio estava bem alto, bem tonto. Foi quando me aproximei dele oferecendo ajuda. Perguntando se estava tudo bem e se queria um copo d’água.
Ele logo me abraça e se apoia nos meus ombros e fala comigo:

-Vai ter que levar titio até a cozinha, não estou aguentando com minhas pernas.

E fui com ele até lá, dei água e fiquei com ele por uns minutos.

-Isso, cuida do tio! Sempre cuidei de você desde quando era bebê. Agora é sua vez.

Ele não se desgrudava de mim. Se apoiava e me abraçava. Eu até o momento não tinha levado na maldade, mas fui sentindo o cheiro dele, os pelos dele encostando em mim… aquilo tudo foi me despertando uma vontade imensa.
Toda vez que ele ia tombando pra frente, eu segurava ele e escorava em mim. Minhas mãos estavam na barriga dele.
A tensão em mim foi crescendo, a vontade só ia aumentando.
Ele pediu que eu o levasse até o banheiro, pois precisava lavar o rosto e voltar pra festa.
Fui o acompanhando, até que ele tropeçou e eu não perdi tempo, e coloquei minha mão mais a baixo e pude sentir o pau dele.
Queria ver a reação dele. Caso fosse negativa, eu diria que foi sem querer.
Mas, por sorte, ele riu.

-Segura aí não. Essa parte é perigosa.
Eu tenso, meu pau já estava quase estourando a cueca.

-Tio, o senhor não esta aguentando nem ficar em pé direito. Muito menos fazer esse pinto funcionar.

-Você que pensa. Meu pau funciona até se eu estiver morto.

Era só o que eu precisava ouvir… só queria uma brechinha pra começar a dar o primeiro passo.

-Duvido isso levantar. No seu estado, só vai querer dormir.

-Eu só não te provo porque você é meu sobrinho. Se ele ficar duro você teria que dar conta dele.

Eu não perdi tempo. Já estávamos no banheiro e eu não iria deixar isso passar.
Tranquei a porta, encostei ele na parede, ajoelhei e fui abaixando a cueca dele.
A cara dele era de assustado, mas ao mesmo tempo de safado. Ele estava gostando do que estava acontecendo.
Quando vi, o pau dele já estava meio duro, com os pelos aparados, e com cheiro de pau depois do banho.
Meu coração extremamente acelerado, adrenalina no máximo.
Peguei aquela vara e coloquei na boca bem devagar. E ele só olhando pra mim.

-Caralho, sobrinho. Que boca quenta da porra.
Mama essa pica toda agora.

Passei a língua nas bolas e ele soltou um urro e pôs a mão na boca pra abafar o barulho, pois ninguém podia nos ouvir.
Essa sensação de poder ser pego por alguém deixou a situação mais excitante ainda.
Mamei ele até ele falar que ia gozar.
Foi quando dei aquela parada e deixei ele respirar.
Aquele pau começou a babar. Mas babava muito.
Eu espremia ele do começo até a cabeça e via aquela gota espessa de baba saindo ele.

-Passa língua na cabeça, passa. Sente o gostinho do seu tio.

Ele estava gostando da putaria.
Ao mesmo tempo que eu queria sentir o gosto da porra dele na minha boca, eu não queria que acabasse. Mas eu não podia prolongar. Logo iriam dar falta de nós dois.
Comecei a chupar ele com mais força e mais rápido. A respiração dele cada vez mais ofegante.

-Caralho, assim você vai tirar leite de mim facinho.
Você quer porra, né? Titio te dá.

Eu sentia o gosto da baba do pau dele enquanto eu chupava. Era salgado e adocicado ao mesmo tempo. Não tinha como explicar, mas era tão
gotoso aquele gosto de macho.

-Titio vai gozar na sua boca. Continua assim. Tem muito leite acumulado pra você!

Eu senti o pau dele pulsar e soltar aquele jato quente e encher toda minha boca de leite. Eu engolia cada gota que ele soltava. Não podia desperdiçar nenhuma gotinha.
O pau dele foi amolecendo na minha boca.
Eu via a cara de satisfação que ele fazia.
E antes dele levantar a cueca, passei o dedo na ponta do pau dele e peguei a gotinha que estava escorrendo e lambi.

-Temos que voltar agora pra lá, ou teremos problemas sérios. Mas cá entre nós, essa foi a melhor mamada que eu já ganhei. Já até cortou o efeito do álcool.

Eu só ri e voltamos como se nada tivesse acontecido.

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