Transei com o meu brother na véspera do noivado dele

Eu e o Fernando nos conhecemos na faculdade e logo nos tornamos grandes amigos. Dentro do grupinho que nós andávamos, nós éramos os que tinha mais afinidade um com o outro, e o mais engraçado é que nós somos bem diferentes. Ele sempre foi tímido, nerd e meio almofadinha (quem se veste parecendo riquinho) e eu sempre fui mais “largado”. Passou-se anos e a amizade sempre continuou forte, vi ele namorar e agora ele está noivo.
Conversando com ele sobre isso, ele me chamou para ir para a casa de campo que a família dele tem e que seria o lugar para a festa. Fazia anos que eu não ia lá e depois de andarmos pelo lugar, e me falar as ideias e tudo mais, resolvemos fazer uma pausa na sala e relaxar no sofá.
Eu: Cara, meu brother tá virando gente grande! – Falei animado e dando tapas leves em seu peito.

Sete Sensações Anestésico

Fernando: Pois é! – Falou ele rindo e se encolhendo no sofá.
Eu: Nossa cara eu lembro de uma festa que a gente deu aqui. Foi foda demais! Lembra?
Fe: Verdade, lembro sim. Lembro do meu pai puto também por deixar a casa o caos. – Falou ele rindo.
Eu: Sabe o que eu lembrei também? – Perguntei em tom de sacanagem.
Fe: Lá vem… o que?
Apesar de nós sermos muito amigos (praticamente irmãos) havia uma coisa que o Fernando não sabia sobre mim. A minha vontade de ficar com outros homens, incluindo ele. No começo eu nem dava muita bola pra ele, manjava mais os caras fortões, os atletas, mas com o tempo ele foi me chamando a atenção. Branquinho, carinha de bom moço, corpo comum, porém com um belo par de bundas que já me rendeu algumas punhetas. Obviamente que eu não fiquei só no amor platônico e sempre que dava eu tirava uma lasquinha, principalmente quando bebíamos. Chegava por trás dele e abraçava forte pra sentir aquela bunda gostosa, sentava no colo dele (afinal eu curto de tudo hehehe) e se alguém falava alguma coisa: “tava bêbado”.
(Voltando…)
Eu: Lembra a aposta que a gente fez?
Fe: Que aposta mano?
Eu: Que quem noivasse primeiro perdia e tinha que pagar uma prenda?
Fe: Que merda essa? – Falou ele se esquivando, mas rindo.
Eu: Ah lá… arregão. Vai falar que não lembra? Tu prometeu hein!?
Fe: Sei de nada… – Falou ele rindo.
Nessa hora eu me levantei, baixei o shorts e fiz um pirocoptero (balançar o pau) e ele caiu na gargalhada, enquanto eu ia pra cima.
Fe: Sai fora com essa merda mano!
Eu: Oé, tu prometeu!
A aposta era: “Quem casasse primeiro tinha que chupar o pau do outro”. Ele ainda estava noivando, mas queria adiantar o meu prêmio. Essa era uma das zoeiras (mas que tinha tom de verdade) que eu fazia quando estava “bêbado” e ele acabava topando.
Enquanto a gente ria e ele tentava se esquivar eu fui indo pra cima até cair em cima dele. Ficamos rindo, me levantei e busquei duas brejas. Abrimos, brindamos, demos um gole e ficamos um tempo em silêncio até que eu falei: “Você lembra do que rolou naquela festa?”.
Fe: Flashes… por que?
Eu: Você lembra do que rolou com a Marcela?
Então ele riu e balançou a cabeça afirmando de forma bem tímida.
Eu: Cara, foi muito bom! Gostaria de ter um lance daqueles de novo… dividir uma mina com você. – Terminei olhando pra ele.
Ele deu um gole na breja e não falou nada.
Eu:…foi bom demais, pegamos ela de jeito. Enquanto eu comia, ela te chupava e depois a gente inverteu. Lembra?
Nessa hora meu pau tava ficando duro já (eu nem tinha subido o shorts ainda).
Fe: Lembro. – Falando baixinho.
Eu: Que foi mano? Tá com vergonha? Eu lembro muito bem que você curtiu. Meteu que nem um touro! – Falei dando um tapa de leve em seus braços. Enquanto ele ria meio envergonhado.
Fe: Foi dahora mesmo…
Eu: Lembra o que rolou…enquanto tu pegava ela de frango? – Falei provocando.
Nessa hora ele olhou pra mim vermelho de vergonha, com um sorrisinho no quanto da boca.
Fe: Nem vem man, foi sem querer o que rolou.
Eu: Sem querer? Duas vezes? – Falei indignado.
Ele continuou a rir e colocou a mão no rosto.
Nesse dia da festa, o Fernando e a Marcela me arrastaram para o quarto com eles e começou a uma pegação entre nós (eu x ela x Fernando). Em um determinado momento do sexo, ele pegou ela na posição de “papai e mamãe” enquanto ela me chupava com o rosto virado para um lado e ele com rosto na nunca dela. Por volta e meia ele olhava ela chupando, até que “sem querer” soltei o meu pau da boca dela acertando o rosto dele. Percebi que ele nem fez menção de tirar o rosto e repeti outra vez e quando ele virou para olhar ela mamando, acertei a sua boquinha que deu uma chapadinha de leve. Aquilo me deu um tesão de tal forma que eu quase perdi o meu controle. Respirei fundo, não poderia dar bandeira com a Marcela ali, então fingi que nada aconteceu. Mas repeti uma terceira vez e acertou a boca dele em cheio, onde ele chupou com mais vontade.
(Voltando…)
Me ajoelhei no sofá com a pica meia bomba e falei: “Vai mano, uma chupadinha”.
Fe: Sai fora mano. Já fiz aquela vez, tá valendo já. – Falou ele rindo.
Eu: Magina mano, aquela vez foi antes da promessa. – Me aproximando mais dele.
Ele meio inclinado pro lado tentou me empurrar, então peguei a mão dele e coloquei no meu pau.
Eu: Mano, se tu der uma chupadinha, eu te chupo também.
Nessa hora ele parou e me encarou.
Fe: Duvido!
Eu: Paga pra ver. – Falei provocando.
Fe: Se eu der uma chupadinha tu para de ficar me enchendo o saco?
Eu: Vai vai… – Gesticulei pra ele me mamar.
Fernando então segurou firme, se inclinou pra frente, abriu a boca e colocou meu pau dentro. Primeiro colocou só a cabecinha, ele parecia meio sem jeito, mas depois foi se soltando. Sua boquinha era quente, molhada e com a pressão ainda suave. Com o tempo e com a empolgação ele foi engolindo mais e mais e aumentando a pressão, onde minha respiração começou a ficar mais forte.
Então ele lembrou que estava chupando e de repente parou. “Tua vez”, ele falou.
Meio triste por ter acabado ali, mas promessa é dívida. Me ajoelhei na frente dele enquanto ele baixou a calça e exibiu um pau meia bomba. Segurei firme e senti seu pau enrijecer na minha mão e na sequência abocanhei aquela pica. Chupei a cabecinha, desci mais um pouco, e sempre com pressão. Enquanto fazia o movimento de sobe e desce com a boca lambia sua cabecinha onde já expelia a babinha. Senti sua respiração mais forte quase como leve gemidos, suas mãos já afagavam meus cabelos e na minha empolgação corri com as mãos pra cima apertando o seu peitoral e seus peitinhos. No calor do momento soltei o seu pau e subi em direção a sua boca quando ele disparou logo: “Sem beijo”. Fiquei triste novamente, mas ele não pediu pra parar então voltei a mama-lo mais um pouco, mas acabamos nos despindo e ele caiu deitado no sofá e subi para continuar mais um pouco.
Deitado no sofá, me levantei e me ajoelhei ao lado dos seus peitos posicionando meu pau quase que na sua cara. Ele parecia meio em dúvida se deveria me chupar ou não então falei: “Poxa cara, quebra essa pra mim, só mais um pouquinho”. E ele cedeu. Começou a me chupar com muito mais vontade que da outra vez, sentia sua vontade em ter um pau na boca, chupava com pressão arrancando o meu pré gozo que era deliciado pela sua língua ao mesmo tempo que eu inclinado para trás o masturbava.
Depois de uma bela mamada Fernando pediu para que eu o chupasse de novo e afirmei balançando com a cabeça. Mas minha intenção era outra. Fui me movendo para trás sem me virar e sem soltar o seu pau e em um rápido movimento apontei o seu pau na portinha do meu cuzinho. Seu pau não era dos maiores, mas não era pequeno e sem uma “preparação” sabia que iria doer. Mas estava pronto para pagar o preço e sem dar a chance de reação a ele, sentei em seu pau que entrou a cabecinha me rasgando.
Fernando: O que você tá fazendo?
Eu: Shiuuu, vamos curtir!
Ele me em choque não esboçou reação. Eu relaxei, soltei o corpo e a pica entrou toda. Gemi (de dor e de prazer). Era um sonho trepar com aquele cara e era a oportunidade que eu tive, não poderia deixar passar.
Comecei a rebolar de leve com as mãos apoiadas em seu peitoral e olhando com cara de tesão pra ele. O Fernando se entregou também, começou a falar que meu cuzinho era gosto e quente enquanto alisava a minha coxa percorrendo até a bunda. A dor deu espaço para o tesão e o meu pau estava dando sinal de vida novamente, o que me deixava mais puto e o Fernando mais feliz.
Resolvi tentar o meu próximo movimento, pois eu queria ainda mais. Sai de cima dele e voltei a mama-lo. Aproveitei para lamber e chupar aqueles belos par de ovos e desci mais um pouco. Mais uma vez não houve resistência. Levantei suas pernas e ataquei o seu cuzinho com a língua que piscava.
Me ajoelhei por trás dele, cuspi no meu pau e apontei na entradinha.
Fernando: Vai devagar. Nunca fiz isso antes.
Dei uma risada e falei: “Relaxa, eu já. Sei como eu tenho que fazer.”
Na primeira relaxa que ele deu, botei a cabecinha dentro. Ele fez uma expressão de dor e apertou minhas coxas. Entendi o sinal, mas precisava avançar mais um pouco para que eu desce o meu bote final. Deixei entrar mais um pouco e ele pediu para parar. Concordei com a cabeça e fui me inclinando pra frente e deitei sobre ele. Passei meus braços por baixo dos braços dele travando o meu corpo no dele.
Eu: Cara, meu sonho era te pegar desse jeito. Mas não imaginava que você era tão gostoso assim. – Sussurrei em seu ouvido.
Então senti seu rosto se virando para o meu lado, me virei também e ele tascou um beijo. Quando percebi sua língua já estava dentro da minha boca e eu apenas senti e retribui. Foi um beijo longo, quente, molhado e muito gostoso. Adoro beijar e no sexo me transforma. Comecei a bombar no cuzinho dele e só lembrei que poderia estar passando dos limites quando escutei um “ai” e desacelerei. Pedi desculpas e voltei a meter com menos intensidade (mesmo querendo arregaçar aquele cu de tão gostoso), mas os beijos e carícias não paravam e com tempo fui aumentando a intensidade. Nós dois gemíamos de tesão, sua mão dele apertava a minha bunda e senti seu pau ficando meia bomba, o que fazia sentir ainda mais tesão sabendo que ele estava curtindo.
No ápice do nosso tesão anunciei que ia gozar e fiz menção de sair de dentro dele, mas ai ele me segurou com as pernas e nem precisou dizer uma palavra para que eu entendesse o que ele queria e meti fundo arrancando gemidos mais altos dele. Segundos depois meu pau pulsava dentro do cuzinho dele que jorrou leite e mais leite ao mesmo tempo que nós dois urrávamos de tesão. Quando terminei nós dois respirávamos ofegantes, mas ele ainda precisava gozar pra terminar com chave de ouro, então fui descendo e abocanhei aquela pica que terminou de crescer na minha boca. Engoli tudinho, chupei com pressão, lambi a cabecinha daquela rola e fiz ele se contorcer de tesão até a hora que ele anunciou o gozo. Como forma de retribuição, deixei ele leitar na minha boca (o que não é nenhum problema pra mim) e tomei todo aquele leitinho de macho que saiu de sua pica.
Ficamos ainda deitados um do lado do outro, meio que abraçados nos recuperando.
Depois levantamos, tomamos um banho e fingimos que nada daquilo aconteceu (infelizmente).
No mês seguinte houve a festa de noivado. E no meio da festa eu estava saindo do banheiro quando encontrei com ele corredor, que me chamou pra ir até o quarto. Sem esperar absolutamente nada o segui. Assim que eu entrei, ele fechou a porta do quarto e pegou no pau por cima da calça. Aquilo foi realmente muito surpresa pra mim, mas retribui o favor pegando no pau dele também.
Fernando: Acha que rola uma brincadeira rápida?
Balancei com a cabeça que sim e já fui pra cima dele. Nos beijamos com muito tesão e tiramos nossas calças e começamos uma masturbação mútua. Até que ele me virou contra a parede, se ajoelhou e caiu de boca na minha rola. Engoliu tudinho até tirar leite. Depois foi minha vez. Me ajoelhei e cai de boca mamando tudinho. Minutos depois ele gozou na minha boca. Nos recompomos, nos vestimos e voltamos pra festa como se nada tivesse acontecido.
Continuamos conversando como se nada tivesse acontecido, mas ele me chamou para conhecer o seu ap novo. Será que vai rolar algo?

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