Virando a namoradinha safada do chefe

Olá pessoal, tudo bem com vocês? Depois do feedback do conto anterior eu resolvi trazer esse conto pra vocês. Esse relato me ocorreu bem no começo dos meus 19 anos, eu tinha meus 1,60, corpo magro e com traços delicados, minhas pernas são grossas e minha bunda é grande, redondinha e macia. Apesar de ser um adolescente eu trabalhava desde cedo na mesma empresa, começando por garoto de entregas e ajudante de serviços gerais. Eu por ser novo era

sempre alvo de zoações dos homens que trabalhavam comigo, mas sempre levei na boa. Com o passar do tempo eu mudei meu cargo na empresa, e naquela época eu trabalhava em um almoxarifado, meu uniforme para tal ocasião era uma calça de tactel azul clara, camisa branca e boné opcional. Eu sempre investi meu dinheiro na poupança e isso sempre me dava uma boa grana de juros, meu pai sempre queria me ajudar com algum dinheiro já que ele sempre apoiou meu namoro e então aos 19 eu tinha um bom patrimônio e poderia dar entrada em um

financiamento de uma casa. Eu estava decidido a fazer isso, mas notei que eu iria precisar de um pouco mais de dinheiro, então eu conversei com meu chefe, que naquela época era um homem alto, muito forte, exibia uma pancinha extremamente charmosa, era muito peludo e também era do tipo de homem de corpo largo, ele era calvo e tinha uma barba, e apesar de ser um pouco velho (58) ele era um homem bonito. Eu entrei em sua sala no final do expediente, ele estava

organizando sua mesa antes de ir, sendo iluminado somente por um abajur de led. Apesar do frio na barriga eu aproveitei a chance para conversar com ele. Ficamos ali mais de vinte minutos conversando, e depois ele imprimiu um monte de folhas e me pediu para ir buscar. Eu então fui e quando eu voltei, eu notei que ele havia se levantado. Ele colocou algumas folhas sobre a mesa do lado e apontou para uma parte pra eu ler, e como eu estava levantado, eu aproveitei e debrucei e comecei a ler, e foi ai que ele me jogou contra a mesa e passou a mão na minha bunda. Eu arrepiei todo, fiquei com muito medo mas virei pra ele e disse:
_ Que que você tá fazendo Seu Alberto? Pelo amor de deus…

Ele me ignorou completamente, ele desceu minha calça com a cueca, eu senti aqueles dedos melados abrirem meu bumbum e lubrificarem algumas vezes antes de entrar, e em seguida, sem cerimônia alguma eles estavam lá, no meu cuzinho. Eu soltei um “Ai” prolongado e aquilo deixou o homem duro feito uma tora, e antes que eu pudesse falar qualquer coisa ou olhar pra trás, eu senti aquele pau cutucar a minha bunda. Eu pensei em minha namorada, pensei na vergonha toda, e finalmente eu empurrei ele, tentei engrossar a voz e falei com ele:
_ Que que é isso Seu Alberto, que palhaçada é essa? Achei que o senhor fosse homem.
Ele apertou minhas mãos nas costas, me colocou de novo na mesa e me deixou totalmente indefeso. Ai ele falou:
_ Essa sua bunda tem que ser minha e vai ser.
Foi ai que eu senti aquela tora entrar com tudo no meu cuzinho. Ele segurava meu corpo com força e eu mais uma vez me entregando aos meus desejos só deixei que ele fizesse o que ele queria. O movimento dele era meter devagar e puxar com força, e essa merda me deu um puta tesão, mas apesar disso eu segurei meus gemidos, segurei para que meu outro lado não se manifestasse, e foi então que ele se jogou sobre mim quase me esmagando e disse:
_ Pode mostrar que que você é, você tá segurando ai todo mas eu sei que quer gemer gostoso, vem minha vagabundinha, geme pro papai…
Não sei porque ele falou aquilo pra mim, mas parece que o hálito dele em meu ouvido causou alguma sensação estranha e então eu soltei gemidos tão gostosos que eu senti na hora o pau dele pulsar. Eu abri a bunda pra aquele pau me abusar com mais facilidade, e após um tempo ele me virou de frente e me beijou na boca. Não foi nada bom, mas eu cedi, e assim que ele saiu, ele acelerou as estocadas até gozar. Ele gozou desde a minha bunda até a minha barriga. Ele pegou o pau melado e enfiou em minha boca, e então eu comecei a chupar, o gosto não era bom, mas naquele momento meu lado putinha que estava falando por mim. Eu babava bastante aquele pau para ele me dispensar logo, mas assim que ele ficou duro, ele voltou a meter com tudo em meu cuzinho, eu gemia feito uma menininha no cio e ele excitava bastante com tudo aquilo. Na cadeira sentado no colo dele, na mesa, em pé, no chão… todos os lugares possíveis, a gente transou gostoso naquele dia. Antes de ir para casa, eu estava sentadinha no colo do chefe quando meu celular toca, era a Deisy e ela estava ligando preocupada, eu disse que tinha pego uma hora extra, e foi ai que ele jogou sujo. Ele me punhetava e metia no meu cu ao mesmo tempo, eu estava vermelho e quase deixei a minha namorada descobrir, mas ela desligou (por sorte). Meu chefe secou meu cuzinho com uma flanela laranja que ficava ali perto e em seguida ele me deu umas linguadas e um beijo no cu. Eu gemi feito puta e pedi ele um beijo na boca, e antes de sair ele me deu um dinheiro e me levou em casa. Antes de sair do carro eu virei para a porta e ele me deu uma ultima dedada, e eu fui chegando correndo para o banho. Depois daquele dia vira e mexe ele me dava dedadas tão gostosas que eu ficava dias pensando nelas… Um dia eu estava fazendo meu serviço normalmente, subindo nas pequenas escadas para colocar as caixas no almoxarifado, quando eu senti uma mão me puxar. Era o Alberto, ele trancou a sala e tirou pra fora aquela pica dura como pedra e eu logo fui a chupar, não falamos nada praticamente, mas ele estava tão sedento por sexo quanto eu, e eu estava ali para servi-lo. Ele passou um óleo que ele tirou do bolso em meu cuzinho, aquilo devia ser algo afrodisíaco pois meu cu não parava de piscar, ele chupou um pouco meu cuzinho e depois meteu sem dó. Ele fazia movimentos rápidos e profundos enquanto punhetava meu pau que cabia dentro da mão dele. Aquele movimento gostoso me fez gozar, e ele parou a mão na frente pegando todo meu leitinho e então me deu na boquinha e foi dizendo:
_ Prova seu leitinho minha gatinha.
Ele me metia tanto e gozava tanto que chegou uma hora que ele tava quase desmaiando, e eu tava todo assado, a gente se beijou mais uma vez, e quando eu coloquei minha roupa pra ir embora, eu ainda aproveitei e dei uns beijos no pau do meu chefe. Depois daquele dia, as vezes a gente transava em todos os lugares possíveis.

Esse conto não ficou tão bom quanto o outro mas espero que tenham curtido! Beijos a todos e todas que lerem meu conto. Prometo que o proximo vai ser o melhor de todos

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