Virei a putinha safada do Cláudio

Faziam duas semanas desde que tinha sido fodido por Cláudio em meu próprio apartamento. Apesar de não querer ter me envolvido sentimentalmente com aquele cara bruto, sentia uma vontade enorme de ser enrabado por ele. Ainda mais depois de ele ter dito que me faria de sua amante. Então resolvi ligar pra ele. Ao atender me tratou como se fosse alguém que havia encomendado um serviço, ao fundo ouvia barulho de obra e então fiquei calado por um tempo até que ele aparentou estar em um lugar mais calmo:

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“Oi putinha. Sentiu saudades de mim?” falou baixinho.

“Sim. Porque não me visitou de novo?” respondi com um pouco de dengo.

“Hahaha, eu tinha falado aquilo só para criar um clima. Eu não sou doido de ir aí parecendo ser um criminoso. Não sou disso”.

“Mas e se eu quiser virar sua amante como falou?”

Ele ficou mudo e emendou: “Sabe, não é uma má ideia. Falei isso porque quero realmente ter uma amante putinha só para mim, mas não achava que ia encontrar alguém que topasse isso. Quer mesmo?”

“Quero”.

“Vou aí amanhã a tarde, umas seis horas da tarde. Quero que use uma calcinha bem safada como daquela vez”.

“Ok meu bem. Te espero”

“Puta ordinária. Vou te pegar de jeito”.

Desligamos e no dia seguinte, exatamente no horário combinado a porta bateu. Era ele. Estava de camiseta e uma calcinha rendada preta atoladinha no rabo. Cláudio já me pegou com força de frente pra ele e me ergueu sobre uma mesa, afastou a calcinha de lado, pegou uma camisinha que ele levava, colocou e começou a tentar me comer de leve no frango assado. Não estava muito lubrificado, o que dificultou um pouco o início da transa. Mas ele não parecia querer meter tudo assim, apenas cutucava e me encarava.

“Você é muito putinha, sabia?”

Não respondi nada e ele então falou: “Faz tempo que procuro uma putinha pra torar o cú. Por isso vou te fazer minha puta com muito carinho”. Esticou-se para pegar o lubrificante para ir melando seu pau e seguir encaixando. De leve, devagar. Sentia meu cuzinho oferecer resistência e arder, o pau dele parecia dobrar de tamanho quando sentia isso. Ele tirava, melava e voltava. Tinha paciência, acho que por ele faria isso a noite toda.

Então o pau entrou e veio devagar. Na posição senti como se fosse mais fundo que antes e fiz cara de assustado embora não sentisse dor depois de o pau romper o anel. Meu corpo estremeceu e relaxei, o pau ficou pequeno meia bomba e se melou sem porra. Ele então começou a me punhetar e a seguir bombando em meu cú. Apenas segurava as nádegas pelos lados como quem quisesse abrir mais.

Cláudio então falou que queria me torar daquele jeito, me encarando, namorando um pouco. Eu fechava os olhos e lembrava de Milena fazer isso, só que agora era um macho muito mais safado de pau maior e mais quente. Lembrei também do dia que ela assistiu e isso me deixou muito excitado. Comecei a gemer feito putinha, fininho como a primeira vez que tomei no cú por outro homem e foi aí que me descontrolei e fiquei manhoso pedindo mais rola. Seus olhos brilharam e ele não perdoou.

“Queria te comer feito uma putinha namoradinha, mas você não é dessas, é uma puta safada e sem vergonha que quer é rola no cú. Pois então vou te tratar como merece”.

“Isso, me pega de jeito. Arromba esse cú”.

Senti então seu corpo sair e voltar com mais força, empurrando forte, a mesinha chegou a sair andando pela sala até encostar numa parede. Minhas pernas foram ajustadas para ficar sobre seus ombros. Pegando pelas coxas ele passou a requebrar mais forte e mais fundo. Meu cuzinho estava totalmente aberto dando algumas beliscadas de leve naquela vara.

Cláudio estava suando e me encarava de forma bruta, como um macho pegando uma fêmea no cio. Então deu um tapa de leve no meu rosto e segurou no meu queixo, abri a boca e comecei a chupar um de seus dedos ásperos com força. Acho que liguei o modo mais puto que ele podia oferecer com essa atitude. A estocada foi mais forte, mais alta e os gemidos iam seguidos de gritinhos a cada afundada. Ele sorria e seguia firme sem pena.

Então anunciou seu gozo, atolou tudo o mais fundo que podia, segurou e explodiu na camisinha. Os esguichos foram tão grossos que pareceu que ele havia gozado sem. Tirou sua rola de dentro e foi para o banho. Dessa vez fiquei sobre a mesa como quem fosse se recuperar da foda e ele disse que não dava pra uma segunda vez pois sua esposa a esperava.

Me levantei, pus a calcinha no lugar por cima, o assisti vestir a roupa e antes de ir falei que estaria ali pra quando ele tivesse afim de fuder um cuzinho. Ele então veio para perto de mim, com um olhar nervoso, pegou delicadamente em meu queixo e falou:

“Não é um cuzinho qualquer, é o meu cuzinho. Espero que seja minha putinha fiel. Estamos combinados?”

“Claro meu bem”. Falei me sentindo um viadinho putinho.

Ele foi embora e fiquei pensando naquilo tudo, saciado e agora sem conflitos. Mas ainda não conseguia esquecer de Milena.

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